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"tocam" poems
As areias e o mar As tuas caricias me fazem penar, Noite e serões de embalar, Violinos que tocam afinados, Sonhos acordados… Pele como a seda fina, Cara de sempre menina. Cedro no ermo sobranceiro, Areias de um mar solteiro. Tuas confissões sentidas, Areias do mar movidas, Noites mal dormidas, Areias queridas. O mar nos envolveu, A lua se transcendeu, Areias finas para nelas caminhar, Portas abertas de um só olhar… Victor Marques
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Apr 6, 2013
Apr 6, 2013 at 7:47 PM UTC
As areias e o mar
Deus mergulha na nossa vida Quando acordares diz bom dia, Desperta com sua alegria, Deus mergulha no mar do além, Mergulha no seu amor tu também. Quando os sinos tocam as badaladas, Olha as crianças de mãos dadas. Deus mergulha com eterno perdão, Mergulha tu com leveza e devoção. Passarinhos com penas coloridas, Perigos nas nossas caminhadas. Deus mergulha no nosso ser e pensamento, Deus mergulha com suavidade e encanto. Quando um dia a morte te vier buscar por bem, Mergulha para a vida nova, do além. Deus ressuscitado te leva vivo, Deus mergulha sem aviso. Victor Marques
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May 30, 2014
May 30, 2014 at 6:31 AM UTC
Deus mergulha sem aviso
Juntos navegamos para o objectivo final. desvio monto o meu corcel cavalguei milhas paragem segui viagem retorno às origens De novo na minha cabana aí fora guerras sem sangue travam-se entre os aristocratas Usurpação dos poderes procura constante Idiotas um deserto já sem cor ao fundo uma vida Migalha de vida Um jardim flores Músicos tocam flauta Cai o pano apagam as luzes Acabou a peça acabou tudo Até a vida É O FIM.
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Feb 3, 2014
Feb 3, 2014 at 3:34 PM UTC
a peça
Há em ti uma beleza Transcendente Extrafísica Que extrapola barreiras tridimensionais Para novas dimensões Sutis Suprassensíveis Extrassensoriais Que me tocam no âmago só de olhar para ti Olhar para ti é sentir com olhos é chorar com o coração é respirar a liberdade em cada sorriso teu Olhar para ti é te amar de longe sem jamais sofrer Pois estando contigo amo mais a mim mesmo amando todas as coisas Estar contigo É sentir o som de todos os teus gestos Que vibram como a sinfonia dos teus pensamentos Através da orquestra dos teus sorrisos É esquecer do meu passado Esquecer do meu nome arrancar todas as máscaras É te ver como Eu Sou E te amar simplesmente por ser
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Dec 31, 2015
Dec 31, 2015 at 1:42 PM UTC
Poema de Amor
Nos meus lábios tocam lágrimas. Lágrimas que meus olhos vertem sobre v e r d a d e s c r u a s e insuportáveis. Passo os dias a recordar-te e aos momentos que passámos “ juntos “. Momentos tão especiais em que eu era capaz de jurar que me amavas. Eram os teus olhos sem fim que o diziam... era tanta a mentira nas tuas palavras e nos teus carinhos... era, e é tanto o amor em mim. Mais uma quimera. Mas tu partiste... partiste dizendo que não me amavas. Que julgavas tê-lo sentido, mas não. E agora cabisbaixo e triste divagarei constantemente com meus olhos, como duas nuvens nostálgicas.
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Jan 14, 2014
Jan 14, 2014 at 2:02 PM UTC
Lágrimas
Dos mistérios escuros, os gritos convocam Mil sombras perdidas ao mundo que pungem, Rompendo os ossos, cruas almas que tocam Da carne agredida, os corpos ressurgem Atravessam o vestíbulo e os cadáveres deslocam Permitem o fogo e o enxofre que o mundo turgem Em mar de sangue, no inferno desembocam Aqueles que a luz e o paraíso urgem Com fúria ensurdecedora, o céu troveja A face da estrela, na neblina encoberta Suportando a noite d'alma que a flerta Das montanhas, um último sol alveja Lacrimeja a pálpebra antes aberta Pois nas terras do anjo caído agora deserta
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Jan 25, 2018
Jan 25, 2018 at 12:54 AM UTC
Paisagens de Verão - Lo Stregozzo
liberta-me do nosso imenso abandono rasgaste-me ao meio para que exista tristeza em todos os lugares onde não estamos onde não existe revolução quando os nossos lábios se tocam não consegues ser sóbrio e por isso não conseguimos ser tu grita o meu nome arde o teu cheiro a única coisa onde não existe dor nós em todo o lado de todas as formas e eu sem ti inteira regressas e sinto calor o mesmo calor de quando chegaste pela primeira vez e será sempre assim quando apareceres querer-te-ei calada sozinha mas a ti magoa-te saber que serei sempre eu o sol que te alumbra a noite
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Jul 3, 2019
Jul 3, 2019 at 1:43 PM UTC
o sol que te alumbra a noite
Repito em alto e bom grito: Enterremos a dualidade! A constante escolha entre o bem e o mal. O certo e o errado. Isto ou aquilo. A frustração de parecer nunca conseguir fazer a escolha certa. Porque não há uma escolha certa! Que alívio! Aceitemos a existência. A existência da luz e do escuro,   dos extremos que se tocam. Aceitemos que a luz branca carrega nela um espectro enorme   de muitas outras cores. E não ignoremos nenhuma! Aprendemos a ver. A ver e a reconhecer que tudo existe ao mesmo tempo, independentemente da nossa vontade. Não há escolha possível entre isto e aquilo   quando ambos se misturam a toda a hora. Aceitemos o ridículo. O quão patéticos somos ao achar que estamos no controlo da nossa vida. E desfeita a ilusão, vivemos então! Aprendemos a viver. A amar na incerteza   de que amanhã ainda amaremos Mas certos de que o amor está na nossa Natureza. E a natureza, Essa ninguém controla.
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Mar 3, 2022
Mar 3, 2022 at 4:28 PM UTC
Enterremos a dualidade!