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"suor" poems
The essence of true beauty Lingers in all-encompassing rainbows Of your joy and laughter You hold my hand and smile As we ensconce ourselves in our world of fire Our love is all there is I touch your face Your gentleness astounds me I'm held in the honour of your love Then overnight, the wrold truns suor 61 mInnIts past the ELevenTHH HouRR I'M A L 0 N E
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Halved
Os odores retorcidos da pele Perdem-se na ambiguidade Das gônadas Do meu pensamento Respiro a mim mesmo E regozijo da auto-hipnose Cuidadosamente elaborada pela metade da última década Olho-me no espelho e desejo ser Deus Estóico A observar o escorrer da tarde Mas quando o suor frio me desperta Sinto o calor que transforma percorrer minhas entranhas Eu sou homem, sou mulher Sou nada e sou o mundo. Ser Deus não tem a mínima graça.
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Oct 13, 2014
Oct 13, 2014 at 5:10 PM UTC
Syzygy
Vindima que sempre vem Que regalo é ver estas lindas uvas que serão destinadas a ser pisadas por tantos pés generosos deste povo duriense que nas encostas trabuca com suor no rosto. Depois de tantas canseiras chega a hora da colheita para todos começarem em festa um processo que acabará nos melhores vinhos de Portugal e do mundo. Para haver vindima temos de ter videiras bafejadas pelo sol, acolhidas pelo xisto e amadas pelo homem duriense que não se cansa de as amar e bajular. Este meu Douro é sem sombra de dúvida local privilegiado para a produção deste néctar abençoado por Deus. A videira que Jesus tantas vezes enumerou me faz perceber o universo, a sua diversidade e porque não mesmo a vida depois da morte. Como simples podador o homem corta as vides na esperança de uma boa colheita. Que encanto ver durante seu ciclo o despertar constante de tantos sonhos adormecidos. A videira delicia, rejuvenesce, cresce embalada pelo vento em socalcos e patamares e os rios são seus fiéis companheiros e a seu lado tantas árvores dão as azeitonas da paz e serviram de aconchego no Horto das Oliveiras para Jesus Cristo amar os homens e segredar a Deus seu Pai. Temos orgulho em nossos muros de pedreiros que esculpiram seu próprio fado, eles mudaram os olhares de um Douro mal-amado… Victor Marques
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Oct 6, 2013
Oct 6, 2013 at 2:11 PM UTC
Vindima que sempre vem
O Emigrante Português Partes e deixas tua terra Natal, O teu mundo é Portugal. Deixas família também, Partes sem ninguém. Emigrante meu descendente, És sempre um navegante, Todos se orgulham de ser Português, Feitos heróicos que seu povo fez. Trabalhas noite e dia, A tua revolta se esvazia. Por estranha que até pareça, O lume da fogueira que te aqueça. Esforço e muito suor, Vaso cheio de amor, Lágrimas que alguém chora, Saudades que não vão embora. Victor Marques
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Dec 14, 2011
Dec 14, 2011 at 10:50 AM UTC
Emigrante Português
Canção Do Verbo Encarnado *** Minha geração foi assim, começou pelo quando e acabou pelo fim. O amor escorreu pelos cantos e quando cantamos a canção do amor armado, Thiago de Melo estava em Berlim mergulhado no verde dos olhos da alemãzinha da ACNUR , nossa orquestra saiu de cena e nossa guerra de guerrilhas acabou no maior calor... O suor que expelia seu odor era o suor frio dos tiranos nos porões mórbidos da ditadura executando nossos irmãos. O ar jazia cheio de sangue e nós estávamos congelados nas câmaras de gás dos IMLs. Vínhamos de todos os lados, desde os vales profundos do Ribeira, das chapadas mais íngremes do Araguaia ou dos guetos subumanos da urbe. Éramos nós o odor de fumaça que agredia as narinas alheias com a catinga de carne queimada. Éramos nós o encanto das canções de protesto cantadas na avenida com euforia para engendrar os projetos do futuro, como somos nós os ignorados da história, os estranhos os comícios, a cadeira vazia das reuniões oficiais, pois somos nós que chegamos e partimos sem ninguém saber quem somos e que vamos lá adiante, distantes da balburdia alienante e quando vós menos esperais somos nós que nos imolamos às vossas portas contra a apatia com que nos matais. Como todos vós podeis ver, a minha geração é assim: começa pelo quando e acaba pelo fim, mas não fica à toa na vida pro seu amor lhe chamar e ver a banda passar tocando coisas de amor... ***
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Apr 24, 2015
Apr 24, 2015 at 12:30 AM UTC
Canção Do Verbo Encarnado * Antonio Cabral Filho - Rj/Brasil
Rascunhos eu faço e nem sei a razão, Cintilar e canto de doce paixão, Junto frases no horizonte da ilusão, Pedaço de terra e solidão. As palavras são as amas do amor, Caminhadas com muito suor. Pedras alheias, esbranquiçadas, Palavras meigas, enfeitiçadas. Nós temos um papel na mente, Cansaço que não se sente. Rascunhos da prosa , do mundo conhecido, Parceiro de uma rota sem sentido. Escrever com amor ao mundo, Bater de leve no fundo. A palavra é leve e tem pena, Terra amiga, palavra amena. Vic Alex
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Apr 27, 2010
Apr 27, 2010 at 4:45 PM UTC
Escrevo com amor
Raiva. **** Dança. Um bipe, susto, esquecimento, raiva, dois bipes, três, soneca. Cinco minutos. - - - - ------------ - - – - – - – - – - – - – - – - – - – – ----------- - – - – - - - - - - – --___ - __ - __ - _ Bipe. Resmungo. Piscar. Interruptor, luz, ardência, explosão. Porta, cozinha. Frigideira, ovos, omelete, engasgue, tosse, água. Maçã. Quarto, vestimentas, capacete. Mochila: 15kg. Rua, bicicleta. Firmeza, foco, parábola, impulso. Curvas, carro, fechada. Porra! Esquece. Vocalise. Caminho: metade → Calor, suor. Vestimentas, despir, mochila, guardar, impulso. Partir. Subida: força, constância, relaxamento, foco. Acidente. Morte? Não. ***** olhos, claridade. Gelo. Suspiro. Rua, asfalto. Inferno? Subterrâneo, ainda... Chegada, contra-mão. Bom-dia. Raiva.
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Sep 24, 2014
Sep 24, 2014 at 11:16 AM UTC
O Ciclo do Oitenta
As vezes quero ser profundo e me manter por lá Mas sou apaixonado pelo nascer e pôr do sol E pela lua beijando o mar As vezes quero sentar Te ver dancar Mas sou apaixonado pelo ritmo do teu corpo no meu Teu calor E aroma do teu suor As vezes me pergunto o que será de nós se a paixão acabar? Mas logo lembro Que nada dura pra sempre E enquanto existir este sentimento intenso Quero aproveitar cada momento Lembranças não serão levadas pelo vento Um coração lindo como o teu nunca ficará ao relento Pra já, faça do meu peito o seu aposento Encosta a cabeça Ouça cada batimento Será eterno até acabar o nosso tempo
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May 13, 2019
May 13, 2019 at 2:28 AM UTC
Eterno Agora
E estas palavras que escorrem na vidraça ensanguentada, numa tarde em que a chuva cai tumultuosa. E estas palavras que escorrem junto com estas lágrimas, p’la face carregadas de um sentimento obscuro. E estas palavras que escorrem com o suor do nosso corpo, numa noite em que corpos ardem de paixão. E estas palavras que escorrem com o orvalho, num amanhecer em que o sol raia esplendoroso. E estas palavras que escorrem junto com o sangue, que corre nas nossas veias, numa violência interior. E estas palavras que escorrem com a tinta do pintor, pela tela que brota das suas mãos diabólicas. E estas palavras que escorrem nas ondas, que embatem violentamente nas rochas das praias. E estas palavras que escorrem como o álcool, e que inunda a alma pejada de medo e tristeza. E estas palavras que cheiram a **** e que o tempo impregnou nas páginas da vida. . . . São palavras que profiro em silêncio, são palavras em que eu te imploro, para que pares essa tua raiva mórbida e doentia que te leva à demente violência e me deteriora.
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Jan 3, 2014
Jan 3, 2014 at 7:12 AM UTC
violência
Eu torci o pano Até a última gota de suor Nem assim consegui êxito Olhos vermelhos de sangue A mutilar a córnea Venérea e violenta A vingar-se por lançar Olhares satânicos A todos que passassem Sem um pingo de dó Sangra sem dor Rios cor púrpura Até secar a carne Mitigando a vontade A fé, a vida...
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May 6, 2015
May 6, 2015 at 3:17 PM UTC
Pano Torcido
sinto frio frio dos teus dedos que percorrem o meu ser calor suspiro esmagas-me o corpo como folha entre as páginas de um livro sinto o suor escorrer do teu peito instantes acordo afinal sou feliz
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Feb 1, 2015
Feb 1, 2015 at 1:44 PM UTC
Imaginação
desenhei cinco linhas. e de três dessas cinco todas faziam curvas retas. umas mais que as outras por conta do suor. e da tinta da caneta que deslizou facilmente na textura do papel. olhei de perto uma delas e eu vi que toda sua extensão era um universo em eterna expansão.
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Oct 27, 2017
Oct 27, 2017 at 12:23 AM UTC
linha