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"serei" poems
Colhi a alma de tudo quanto toquei e em tudo quanto olhei larguei parte da minha o que me torna, hoje, aquilo que sou, o que me constrói e constitui são os outros e não eu. Os outros: as flores banhadas de orvalho, as árvores vestidas ou nuas, as paisagens das cidades que amei mais do que as pessoas com que as corri, as pessoas que amei e as que toquei apenas e aquelas que nem a tocar cheguei. Não sou já gente, se é que fui gente vez alguma! Será esta alma que trago maior que a minha? Serei eu, tão cheia de natureza, mais ou menos natural? Mas serei eu a alma que carrego sem que seja a minha, o conjunto de seres racionais por dentro de mim que me controlam o pensamento e, por vezes, o sentir ou o ser único e puro que sente de forma única e pura? Serei eu a união de tudo isso, do que me resta de mim, de quantas versões tenha de mim, e o que trago dos outros? Serei eu algo ou alguém sequer? Importa definir o ser?
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Oct 27, 2017
Oct 27, 2017 at 12:41 PM UTC
Colhi a Alma de Tudo Quanto Toquei
ADORMECIDO NOS SONHOS VIVIDOS Entre margens dos rios conhecidos, Sonho com sonhos vividos. Anseios nobres e sonolentos, Adormecido em quentes mantos. Serei sepultado com folhas mortas, Com videiras, oliveiras, belas hortas. No ermo ressuscitarei feito luz, Com a bandeira do amor a Jesus…! Tenho um carinho excelso pelas gentes singulares, Feitas de um amor e seus sentidos olhares. Paraíso de saudades já vividas, Memórias nunca esquecidas. Recordações de tudo que me apaixonou, Da terra que sempre me amou. Horas paradas nos salgueiros do ribeiro, Sou do Castanheiro… Um abraço com carinho e amizade Victor Marques
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Oct 21, 2013
Oct 21, 2013 at 4:04 AM UTC
Adormecido nos sonhos vividos
na primeira noite eram estranhas. disformes, distantes, extremamente presentes na sua tão triste ausência. doeram-me todas as entranhas do corpo. pela memória e pelo presente. agora, volvidos 3 dias volto a olhá-las. já consigo olhá-las, auxiliá-las e já não me estão distantes. agora são companheiras de luta. algumas lutas mais leais que outras bem se sabe, mas ainda assim resistentes no seu silêncio. o cheiro já me acolhe e todos os muitos sons que me circundam, conseguem agora embalar-me e levar-me num sono tranquilo. estou perto dos 28. já não sou miúda, agora sei-o e mais sério, sinto-o. ainda não sei que mulher sou, e como vou crescer a partir daqui. há vários ajustes, estou muito irrequieta com o que vou fazer. penso demasiado na pessoa que quero construir a partir daqui. é como se tivesse acabado de nascer mas já a saber falar, andar e pensar - oh, penso tanto… tenho de me permitir aprender e cair, chorar aos primeiros dentes. mas a miúda deixa-me orgulhosa. gostei de ti andreia pequena, feliz, divertida e curiosa. gostei da tua coragem e da tua força. até do teu nariz empertigado. choro ao teu enterro, comovida pelo orgulho que te sinto e pelas saudades que me vais trazer. a tua inocência guarda-la-ei como o meu mais precioso tesouro, e a ela recorrerei quando me vacilar a certeza. crescer é de uma dureza atroz. o passado vejo-o enevoado, lamacento de muito difícil definição. no entanto o futuro é um abismo. dá-me vertigens querer espreitá-lo. mesmo quando coloco apenas os olhos, como se me escondesse dele mesmo. de mim mesma, dessa andreia que serei. como se não quisesse que ela me apanhasse a espiá-la a ver-lhe os movimentos, para que os usasse ou os julgasse de ante mão. aqui estou, numa cama de hospital. viva e livre de qualquer mal. (mal maior pelo menos). e esta andreia do presente, esta nova-mulher, tem muito medo. muito medo de falhar, muito medo de não ser tão feliz quanto a miúda foi.
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Feb 7, 2013
Feb 7, 2013 at 5:15 AM UTC
adeus miúda
na primeira noite eram estranhas. disformes, distantes, extremamente presentes na sua tão triste ausência. doeram-me todas as entranhas do corpo. pela memória e pelo presente. agora, volvidos 3 dias volto a olhá-las. já consigo olhá-las, auxiliá-las e já não me estão distantes. agora são companheiras de luta. algumas lutas mais leais que outras bem se sabe, mas ainda assim resistentes no seu silêncio. o cheiro já me acolhe e todos os muitos sons que me circundam, conseguem agora embalar-me e levar-me num sono tranquilo. estou perto dos 28. já não sou miúda, agora sei-o e mais sério, sinto-o. ainda não sei que mulher sou, e como vou crescer a partir daqui. há vários ajustes, estou muito irrequieta com o que vou fazer. penso demasiado na pessoa que quero construir a partir daqui. é como se tivesse acabado de nascer mas já a saber falar, andar e pensar - oh, penso tanto… tenho de me permitir aprender e cair, chorar aos primeiros dentes. mas a miúda deixa-me orgulhosa. gostei de ti andreia pequena, feliz, divertida e curiosa. gostei da tua coragem e da tua força. até do teu nariz empertigado. choro ao teu enterro, comovida pelo orgulho que te sinto e pelas saudades que me vais trazer. a tua inocência guarda-la-ei como o meu mais precioso tesouro, e a ela recorrerei quando me vacilar a certeza. crescer é de uma dureza atroz. o passado vejo-o enevoado, lamacento de muito difícil definição. no entanto o futuro é um abismo. dá-me vertigens querer espreitá-lo. mesmo quando coloco apenas os olhos, como se me escondesse dele mesmo. de mim mesma, dessa andreia que serei. como se não quisesse que ela me apanhasse a espiá-la a ver-lhe os movimentos, para que os usasse ou os julgasse de ante mão. aqui estou, numa cama de hospital. viva e livre de qualquer mal. (mal maior pelo menos). e esta andreia do presente, esta nova-mulher, tem muito medo. muito medo de falhar, muito medo de não ser tão feliz quanto a miúda foi.
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ah Χάρων! tua barca é de tristeza e tédio eu, nela sou quase teu remédio desliza no meu ombro, do teu barco de engano que eu, serei teu ladrão, como aqueles de antes favorito de horas hediondas, Χάρων de hálito juvenil, da-me pressa homem, da-me logo antes, que me precipite em mim
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Sep 4, 2009
Sep 4, 2009 at 10:23 AM UTC
caronte
Dá me uma razão para ficar e então Eu ficarei. O Mundo lá fora não me atrai. Quero passar a eternidade no teu quarto. Quero passar a eternidade a falar contigo até tu me odiares a mim e as minhas ideias conservadoras fruto de uma eternidade passada no teu quarto. Quero que o mundo se foda tanto como o mundo me fodeu a mim. Quero passar a vida dentro desses filmes que tanto adoras. E não me importo que não seja real. E nem me importo que não seja a sério. Passei a minha vida a brincar com crianças. Quero te a ti acima de tudo. E perdoou o te o vício do tabaco. E perdoou o te o vício de odiares tudo que me faz viver. Eu só te quero bem! Quero que te cases e nem têm de ser comigo. Eu só te quero bem! E perdoou o te o vício de não acreditares em mim. E perdoou o te o vício de amares sempre o mesmo tipo de homem. Porque eu só quero é que dances. Porque disseste que adoravas dançar. Porque eu só quero que andes com quem te faz andar. E nem me importo que me mintas. E nem me importo que me ignores. Não quero que te apresses por mim. Não quero que me peças desculpa. Se um dia morrer que seja pelas tuas mãos. Põe me fora do teu quarto e dá me a comer aos leões. Diz ao mundo que te traí eu não te desmentirei. Mesmo tendo passado a eternidade no teu quarto. Diz que não me queres e faz-me ter filhos contigo. E diz aos nossos filhos que não sou pai deles. Diz me que nunca na vida serei teu. Mas dá me uma razão para ficar. Que Hoje... Hoje Eu faço o Jantar.
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Apr 24, 2014
Apr 24, 2014 at 9:30 PM UTC
Hoje Eu faço o Jantar. // (Portuguese)
Dá me uma razão para ficar e então Eu ficarei. O Mundo lá fora não me atrai. Quero passar a eternidade no teu quarto. Quero passar a eternidade a falar contigo até tu me odiares a mim e as minhas ideias conservadoras fruto de uma eternidade passada no teu quarto. Quero que o mundo se foda tanto como o mundo me fodeu a mim. Quero passar a vida dentro desses filmes que tanto adoras. E não me importo que não seja real. E nem me importo que não seja a sério. Passei a minha vida a brincar com crianças. Quero te a ti acima de tudo. E perdoou o te o vício do tabaco. E perdoou o te o vício de odiares tudo que me faz viver. Eu só te quero bem! Quero que te cases e nem têm de ser comigo. Eu só te quero bem! E perdoou o te o vício de não acreditares em mim. E perdoou o te o vício de amares sempre o mesmo tipo de homem. Porque eu só quero é que dances. Porque disseste que adoravas dançar. Porque eu só quero que andes com quem te faz andar. E nem me importo que me mintas. E nem me importo que me ignores. Não quero que te apresses por mim. Não quero que me peças desculpa. Se um dia morrer que seja pelas tuas mãos. Põe me fora do teu quarto e dá me a comer aos leões. Diz ao mundo que te traí eu não te desmentirei. Mesmo tendo passado a eternidade no teu quarto. Diz que não me queres e faz-me ter filhos contigo. E diz aos nossos filhos que não sou pai deles. Diz me que nunca na vida serei teu. Mas dá me uma razão para ficar. Que Hoje... Hoje Eu faço o Jantar.
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Esperava docemente uma brisa de ar quente, Peguei-te na mão e levei-te, tirei-te os pés do solo, Aproveitei e senti o teu cheiro suave e fluente, Admiração vinda dos teus olhos, em mim ao colo! Levar-te-ei sempre comigo, seja qual for teu peso, Nem que sejas leve como passarinho livre de dor, Nem que teu fardo seja tão pesado, duro e coeso, Minhas forças se unirão, confortando-te de amor! Serenamente provar-te-ei um dia mais distante, Contemplando teus cabelos brancos grisalhos, Vendo tuas rugas da cara e das mãos, ofegante, Beijando-te a alma e o chão sobre teus olhos! Um gostar, amar, suspiro de amigo e de amado, Serei sempre companheiro, do teu movimento, Adepto cativado, pela tua voz e teu ar atento, Seriam dúzias de verdades, de amor adequado! Que nunca precises de um beijo e não te dê dois, Que nunca te faça bem rir e eu te não conte piada, Seja a noite de abraços e os dias verdes logo depois, Seja o vento numa tarde de calor, refresco, amada! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.08.13.02.16
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:02 AM UTC
Te desejo hoje e agora
Eu estou atado ao garoto de cabelos negros Ele é o rei das flechas O príncipe e o próprio monarca Ele é o último pássaro humano Eu estou atado ao garoto de cabelos negros Ele possui olhos pálidos E canta como um rouxinol Ele vai te enfeitiçar e atar Eu estou atado ao garoto de cabelos negros Ele me prendeu ao seu coração azul Meu lar é mais frio que gelo Eu, que um dia, fui uma fênix Eu estou atado ao garoto de cabelos negros Ele é o vilão de muitas lendas Eu sou seu prisioneiro em todas elas Inclusive em meu próprio mito Eu estou atado ao garoto de cabelos negros Eu fui seduzido por sua tristeza e solidão Eu fui enganado por suas lágrimas Eu fui preso por seus lábios Eu estou atado ao garoto de cabelos negros E nunca serei livre Meu coração foi tomado de mim Pelo garoto de cabelos negros
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Dec 13, 2016
Dec 13, 2016 at 1:08 PM UTC
Eu estou atado ao garoto de cabelos negros
No balanço brinca a criança morta vós matastes a criança morta que outrora vivia em em minha alma arredia Em um túmulo de pedra jaz, ali, decrépita a pureza sufocada que fora de minhas entranhas arrancada Com toda a violência violando a essência Tapando os ouvidos Ignorando os gritos O silêncio permaneceu por anos e seus crimes continuaram tantos as lágrimas secar-se-ão de meus olhos quando minha vingança circundar a todos os povos Com uma espada arrancarei vossos cabedais e vossos sonhos e vossas cabeças antes que peçais a clemência que jamais darei pois vossos crimes fizeram-me o que sou, e o que serei Então isento de qualquer arrependimento fecharei os olhos no seguinte momento num sentimento misto de  paz, angústia e ódio pois não saberei qual será o próximo episódio.
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Jul 11, 2013
Jul 11, 2013 at 11:44 PM UTC
o próximo episódio
Sente-se o caminhar sobre ladrilhos dourados despe-te, ama entra, a chuva é intensa vive, ama, amar-te-ei no jardim, cravos murchos pétalas caídas. Leva-me, deixa-me navegar posso-te amar, tenho-te desejo-te, depois tudo passa. Queria ser como tu adorar-te-ei até ao fim enfrentarei minha sombra, serei alguém, viverei para te proclamar, aconchego-me, fogo crepitante, doçura de mulher, corpo imundo mundo imundo, sobre pedras de silêncio, vamos ao sabor de uma melodia, o que sou sombra inconstante, açambarcador de poder, ricos falsos, acabar-se-à no fogo do desespero não hesites caminha e vencerás sobre tudo e todos vai em frente segue o teu caminho e serás alguém, como o eu que eu queria.
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May 16, 2014
May 16, 2014 at 11:20 AM UTC
caminho
Só, navego num oceano vazio. Com ela, mergulho no meu mais íntimo e sigo em frente. Descubro o meu eu, e recordo dias passados, onde a alegria brotava em mim, como a seiva brota do pinheiro. Numa noite de trovoada em que tinha por companheiro o vento, perdi-me. Se me voltar a encontrar serei de novo feliz.
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Jan 22, 2014
Jan 22, 2014 at 4:32 PM UTC
sou um espelho antigo frio . vazio . sombrio como um túmulo sobre a lareira domino o quarto vejo lá fora as flores e árvores do teu jardim há dias em que sinto o vento vejo-te à noite a pentear os teus sedosos cabelos vejo-te à noite a acariciar os teus voluptuosos seios fazes amor no reflexo da minha existência eu sou imortal nunca minto eu serei o único que lá vai estar, no teu quarto até que definhes e aí dar-te-ei as minhas memórias será muito, muito difícil para mim, quando já não houver nada para refletir
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Jan 13, 2015
Jan 13, 2015 at 6:06 PM UTC
Reflexos
Do pouco da minha miséria, trago esta túnica que irei estender a teus pés. Tudo recomeça e eu deixar-te-ei. Leva-me para a cama ama-me embriaga-me. Amanhã não serei mais eu.
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Apr 4, 2014
Apr 4, 2014 at 6:28 AM UTC
uma noite
Sonhar um sonho impossível levar a tristeza da partida escaldar de uma possível febre partir para onde ninguém parte amar até amar, mesmo demasiado, mesmo mal, tentar, sem forças e sem armadura, aguardar o céu pouco me importa as minhas chances pouco me importa o tempo ou a minha desesperança e depois lutar todos os dias sem questionar nem responder e amaldiçoar por agora uma palavra de amor eu não sei se serei esse herói mas o meu coração será tranquilo se as vilas se encherem de azul.
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Mar 1, 2014
Mar 1, 2014 at 3:42 PM UTC
sonho impossível
Lá fora o vento, Uma vida Uma alma E um dia eu serei livre Para lá do oceano eu vou no mar eu navego E eu vou brincar contigo esta noite E tu serás livre.
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May 19, 2014
May 19, 2014 at 8:10 PM UTC
ideias
Ontem, também eu, sentado num penhasco perto das águas do oceano, murmurava palavras de tristeza. E meditei... Que talvez um dia bem inesperado, encontre o rumo da minha vida, tal como a flor que nasce nos primeiros dias de primavera...e assim adormeci à beira-mar vendo o pôr do sol, e sonhando que um dia serei feliz.
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Jul 20, 2014
Jul 20, 2014 at 4:15 PM UTC
meditei
Miúda será que me amas? Penso que sim. Eu sabia que acabavas por me amar Vem até mim querida toca-me sente o meu corpo anda vamos brinca comigo diverte-te, ou serei assim
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Jul 24, 2014
Jul 24, 2014 at 5:51 PM UTC
será que me amas?
A minha glória é criar o impossível quando todos duvidarem Pois nasci do ventre de minha mãe E antes de minha mãe ter nascido... Eu Sou! Desde que o vazio concebeu o infinito Desde que o infinito concebeu o fracionado E fracionando o que sou nasci assim Como Marcus! Que se esqueceu de mim como Eu Sou Mas ei de me lembrar de Marcus Como um pedaço daquilo que fui ...há muito tempo... e tão logo Deixei de ser. E me tornando eu mesmo Serei meu pai E serei meu filho E meu espírito estará em Marcus E finalmente Marcus estará em mim!
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Dec 26, 2016
Dec 26, 2016 at 5:57 AM UTC
Eu e Marcus
serei eu uma aberração? ou dominam-me por ser deslumbrante? preso nos ruídos que me parecem livres mas que não o meu preso no instinto da minha pobre existência preso com as minhas próprias cores mas nunca com a cor do céu porque essa nunca vi olhem-me a alma e vejam a angústia e o desespero que aqui se encontram vejam o saber que posso mais mas que não me foi digno as minhas asas foram trocadas por ganância e exibicionismo tenham empatia e  voem vocês para um dia me deixarem voar a mim a voz de um pássaro numa gaiola
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Sep 8, 2018
Sep 8, 2018 at 2:35 PM UTC
a voz de um pássaro numa gaiola
Recordo o fim da infância da vida escrita nas folhas de Outono em tons castanhos e luminosos. Castanhos da terra e do tempo que era um só. E recordo a liberdade da ave que nunca mais serei, num mundo assim.
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May 6, 2014
May 6, 2014 at 5:15 PM UTC
infância
liberta-me do nosso imenso abandono rasgaste-me ao meio para que exista tristeza em todos os lugares onde não estamos onde não existe revolução quando os nossos lábios se tocam não consegues ser sóbrio e por isso não conseguimos ser tu grita o meu nome arde o teu cheiro a única coisa onde não existe dor nós em todo o lado de todas as formas e eu sem ti inteira regressas e sinto calor o mesmo calor de quando chegaste pela primeira vez e será sempre assim quando apareceres querer-te-ei calada sozinha mas a ti magoa-te saber que serei sempre eu o sol que te alumbra a noite
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Jul 3, 2019
Jul 3, 2019 at 1:43 PM UTC
o sol que te alumbra a noite
Histórias Não sei ainda como pretendo escrever, nem sei se há alguma forma de dizer nada. A cabeça, pelo menos a minha, não pensa, não age como pretendia. Porquê? -Talvez porque esta minha escrita seja apenas para mim. Dito isto, explico. Como posso pensar, sentir, refletir ou agir em descrever se o resultado são risos e graça que se acha na minha análise sobre as coisas. Os meus sentidos podem estar fracos e eu ser enganado permanentemente sobre as minhas análises. Nem sempre ouço discórdia ou oposição. Não pretendo que mundo pare nem as mentes do homem. Apenas me aborrece ver as minhas ideias bizarras e desinteressantes servirem de trampolim há intelectualidade alheia. Não é um mundo este em que as ideias rápidas e prematuras possam servir para consolidar direções. As raízes são fortes e as mente também já foram mais brilhantes. Muito do que parece engraçado e fácil hoje pode ser destrutivo. O ciclo pandémico do conhecido vírus de 2019, mostrou fragilidades e uma enganosa mudança que faleceu à nascença. A mente teve e sofreu um clique real. A fragilidade. Tudo está muito mais confuso agora há medida que seguimos esta direção. Mas muitas mentes se agruparam em função de uma estirpe próxima. Parece que o interesse é salvar uma determinada espécie. Hoje é mais fácil combater qualquer inimigo. O capitalismo manda muito mais. Esconde-se o dinheiro, até onde? Esconde-se a solução, até quando? O que não interessa é haver uma sociedade sólida de princípios. Quer mesmo o ser humano descobrir o que deveria estar perdido, desafiar a divindade como nunca. Nesta derradeira e desafiante cruzada eu não serei um mero expectador, não irei temer nada, e viverei isto como um conflito de presença de sentir a vida como ela deve ser sentida. Nenhuma outra desgraça espero passar por defender o certo e seguir os princípios da doutrina, que uns profanam e negam por mera conveniência. Autor: António Benigno Código de autor: 2020081022300801
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Aug 10, 2020
Aug 10, 2020 at 6:48 PM UTC
Histórias
Histórias Não sei ainda como pretendo escrever, nem sei se há alguma forma de dizer nada. A cabeça, pelo menos a minha, não pensa, não age como pretendia. Porquê? -Talvez porque esta minha escrita seja apenas para mim. Dito isto, explico. Como posso pensar, sentir, refletir ou agir em descrever se o resultado são risos e graça que se acha na minha análise sobre as coisas. Os meus sentidos podem estar fracos e eu ser enganado permanentemente sobre as minhas análises. Nem sempre ouço discórdia ou oposição. Não pretendo que mundo pare nem as mentes do homem. Apenas me aborrece ver as minhas ideias bizarras e desinteressantes servirem de trampolim há intelectualidade alheia. Não é um mundo este em que as ideias rápidas e prematuras possam servir para consolidar direções. As raízes são fortes e as mente também já foram mais brilhantes. Muito do que parece engraçado e fácil hoje pode ser destrutivo. O ciclo pandémico do conhecido vírus de 2019, mostrou fragilidades e uma enganosa mudança que faleceu à nascença. A mente teve e sofreu um clique real. A fragilidade. Tudo está muito mais confuso agora há medida que seguimos esta direção. Mas muitas mentes se agruparam em função de uma estirpe próxima. Parece que o interesse é salvar uma determinada espécie. Hoje é mais fácil combater qualquer inimigo. O capitalismo manda muito mais. Esconde-se o dinheiro, até onde? Esconde-se a solução, até quando? O que não interessa é haver uma sociedade sólida de princípios. Quer mesmo o ser humano descobrir o que deveria estar perdido, desafiar a divindade como nunca. Nesta derradeira e desafiante cruzada eu não serei um mero expectador, não irei temer nada, e viverei isto como um conflito de presença de sentir a vida como ela deve ser sentida. Nenhuma outra desgraça espero passar por defender o certo e seguir os princípios da doutrina, que uns profanam e negam por mera conveniência. Autor: António Benigno Código de autor: 2020081022300801
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