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"sentindo" poems
Na neblina abafada Dentre as árvores, dentre algas Sentir a água Ouvir os cantos Cintilante Suas mãos quentes tocaram meu tornozelo Seu coração frio tocou o meu Oh, Deus, Se realmente estou apaixonado Me faça não querer deixa-la Os corações que já quebrei, não se comparam ao dela Deixe-me ficar Se realmente estou apaixonado, me diga se ela corresponde Seu canto entrou em meus ouvidos Uma sintonia aveludada, salgada, com uma pitada de perigo O som dos pingos de água se rebatendo Venha comigo, vamos viver juntos Seja minha esposa. Presa por algemas de areia Se rebatia enquanto suas mãos puxavam as minhas Delicada. Uma beleza agoniante Oh, Deus, O que será de mim? Um vida fria terei caso não ficar com ela. Me trazendo para a água Sussurrando feitiços e me deixando cego pelo amor Meu corpo logo estará submerso Estou indo Ofegante Coração frio, mãos quentes, beleza agoniante Vendo a escuridão Cego por um amor planejado Um coração antes sujo, fora iludido por olhos vibrantes e pele cintilante O coração quente fora apagado, sentindo amor. Oh, Deus, diga-me, terminarei sendo enganado?
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Apr 28, 2015
Apr 28, 2015 at 6:55 PM UTC
Sailor vs Mermaid
O Nosso tempo deixa de ser tempo Hoje é um tempo novo de descoberta e actualização da nossa vida. Por vezes, ficam para trás as coisas mais bonitas e simples que nos fazem tão felizes e não custam nada a fazer. O amor é um sentimento gratuito e duradouro. O sorriso também é eficaz e permanece na mente de quem o dá e recebe. Agradecer a Deus e às pessoas que nos rodeiam fortifica o nosso espirito por vezes ocupado com tantas banalidades. Temos uma natureza que ressuscita todos os dias profícua em dar e nunca pede nada em troca, simplesmente respeito pela criação de tudo que a ela envolve e a nós também. O tempo se perde no próprio tempo que deixa de ser tempo para quem corre todos os dias atrás de um autocarro, metro, táxi ou outro qualquer devaneio próprio do nosso tempo. Vivemos num mundo surdo e cheio de poluições que afectam e matam seres humanos que nem se apercebem da causa da sua morte. Comemos alimentos cheios de pesticidas, herbicidas e por vezes contaminados. Falta ao homem do nosso tempo, tempo para si e seu deleite pessoal. O Homem perdeu a sua ligação com a natureza das mais diversificadas maneiras: deixou de viver num ambiente campestre, começando a viver em verdadeiras prisões citadinas onde a Indústria e um trabalho fácil atrai multidões. O nosso tempo é um tempo de teclados, de écrans gigantes, de mexer de dedos, de mensagens virtuais que não transmitem coisa nenhuma. Um tempo que deixa Deus num plano quase esquecido do nosso dia-a-dia. Este tempo que deixa de ser tempo é louco. Matam-se pais, filhos, irmãos… Este tempo é um tempo em as pessoas vivem e morrem penando e sentindo cada vez mais a falta de dinheiro, trabalho e uma vida cheia de felicidade. Victor Marques
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Nov 19, 2012
Nov 19, 2012 at 12:36 PM UTC
O nosso tempo deixa de ser tempo
O Nosso tempo deixa de ser tempo Hoje é um tempo novo de descoberta e actualização da nossa vida. Por vezes, ficam para trás as coisas mais bonitas e simples que nos fazem tão felizes e não custam nada a fazer. O amor é um sentimento gratuito e duradouro. O sorriso também é eficaz e permanece na mente de quem o dá e recebe. Agradecer a Deus e às pessoas que nos rodeiam fortifica o nosso espirito por vezes ocupado com tantas banalidades. Temos uma natureza que ressuscita todos os dias profícua em dar e nunca pede nada em troca, simplesmente respeito pela criação de tudo que a ela envolve e a nós também. O tempo se perde no próprio tempo que deixa de ser tempo para quem corre todos os dias atrás de um autocarro, metro, táxi ou outro qualquer devaneio próprio do nosso tempo. Vivemos num mundo surdo e cheio de poluições que afectam e matam seres humanos que nem se apercebem da causa da sua morte. Comemos alimentos cheios de pesticidas, herbicidas e por vezes contaminados. Falta ao homem do nosso tempo, tempo para si e seu deleite pessoal. O Homem perdeu a sua ligação com a natureza das mais diversificadas maneiras: deixou de viver num ambiente campestre, começando a viver em verdadeiras prisões citadinas onde a Indústria e um trabalho fácil atrai multidões. O nosso tempo é um tempo de teclados, de écrans gigantes, de mexer de dedos, de mensagens virtuais que não transmitem coisa nenhuma. Um tempo que deixa Deus num plano quase esquecido do nosso dia-a-dia. Este tempo que deixa de ser tempo é louco. Matam-se pais, filhos, irmãos… Este tempo é um tempo em as pessoas vivem e morrem penando e sentindo cada vez mais a falta de dinheiro, trabalho e uma vida cheia de felicidade. Victor Marques
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Meu estômago borbulha náuseas de vazio uma agonia que nasce das entranhas as coisas são cada vez mais estranhas os sorrisos cada dia mais sombrios Quero chorar mas a muito meus olhos estão secos E meus pulmões pretos não me permitem respirar Abafado pelo silêncio que outrora pedi Sentindo a alma das coisas que repudiei Dentro do meu próprio abismo gritei E nem sequer o próprio eco ouvi Oh, majestoso algoz nunca imaginei que te desejaria A esse ponto é certo que me jogaria de ponta ao declínio atroz Mutilem meu corpo nada sentirei de minha mente já me ausentei sofro tanto que, por mais nada sofro.
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Dec 17, 2013
Dec 17, 2013 at 7:37 AM UTC
Preciso Vomitar
Quando me levanto olho com curiosidade, para um dia novo que me acolhe sem vaidade, Ramos soltos que batem no vidro, Por saudade eu morro, por saudade eu vivo. Sentido de um viver abençoado, Joio de um amor bem amado, Açucenas e papoilas que lindas são! Vivendo porque sim, porque não? Se gratidão fosse ser, Histórias que todos compreenderiam sem as ler, Vivendo e sentindo um Deus em cada passo, Regaço que se transforma em abraço. Por sentir e ter alma generosa no viver, Na esperança da ressurreição irei morrer, E se um dia alguém de mim se lembrar, Olhai para a vida, como para as ondas do mar.. Victor Marques
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Apr 13, 2016
Apr 13, 2016 at 12:49 PM UTC
Sentido de um viver ...
Videira do homem, de Deus, do amor…. Sentindo e compreendendo o amor em cada cepa torta bem ou mal formada, escrevo eu no lagar da vida que guarda segredos, e não esqueço folhas verdes que parecem se transformar num bonito por do sol, que ao fim do dia chega para aconchegar corações. O amor pela terra, por os montes sonolentos, pelos vinhedos durienses, seus muros graníticos e xistosos nos levam a perceber a colheita deste nosso precioso néctar que nos liga ao mundo e a Deus infinito e todo-poderoso. Recordar o ciclo da videira nos leva a perceber que também nos nascemos, damos frutos e tal como o vinho nos transformamos. Não poderia Jesus Cristo ter escolhido outra coisa, a não ser o vinho para nos dizer que um dia nossa alma vivera eternamente. Parece que nos durienses não queremos fazer outra coisa senão tratar a videira, e esperar pelas suas uvas mais doces que o mel. Sim precisamos de sensibilidade, amor para entender todo o processo desta planta maravilhosa que acolhe tempo tórrido de verão e um inverno chuvoso e friorento. Victor Marques
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Sep 19, 2016
Sep 19, 2016 at 4:22 AM UTC
Videira do homem, de Deus, do amor...
as luzes e os sons da cidade que nessa penumbra são meus fantasmas atraem os sentidos da racionalidade e repelem o instinto de minha consciência o melhor dos meus acidentes e minha doença a incurável, que me faz trabalhar a todo tempo e que me faz saber o que só eu sei; todos os bons rapazes de barbas feitas com argumentos irrefutáveis e namoradas invejáveis têm olhos tão bons quanto os de minha rola eu sou falso, não me atrevo a debater pois, afinal, por que lhes dar meu tempo? eu o faria com algumas poucas pessoas apenas as que me pudessem compreender como as principais moças de meu inconsciente; mas até que alguém assim me encontre sigo caminhando sozinho no início de noite tentando compreender o que é isso e qual a importância de tudo que me circunscreve enquanto sei que nada importa andando a passos lentos fazendo o que calho de fazer encarando minha sombra recém criada pela lua hasteada no céu de piche sentindo o orvalho beijar minhas canelas enquanto espero que alguém jamais se importe comigo.
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May 24, 2014
May 24, 2014 at 7:11 PM UTC
Sereo, eu ser
Quando me levanto de madrugada, Sem  roteiro para  minha alma, A noite me invadiu com calma, Eu acordei sempre nu , Ouvindo um eu que parece tu, Sentindo o cheiro da orvalhada. Quando não me levanto , Me perco com outro encanto, Sublime, puro e singular, Passarada a chilrear, Grilos e rãs a festejar, O mundo não quer parar. Quando me levanto com sono, Para o mundo com amor e abandono, Natureza  que despertas também, Sol ou chuva que nos quer bem, Zumbidos de tudo que quer viver, Acordar e bendizer o amanhecer. Quando me levanto sem querer, Amando tudo que é ser, Rejubilo com este ciclo conhecido, Vivendo sem ter vivido, Me reconcilio com o universo repetidamente, Deixando de ser eu pedaço de gente. Victor Marques
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Jun 9, 2022
Jun 9, 2022 at 2:00 PM UTC
Quando me levanto deixo de ser eu, de ser gente
Estou sentindo falta aqui; Falta de carinho; Falta de atenção... Acendo um cigarro; E vejo teu vulto passando; Pelas esquinas. Se me vejo feliz; Existe um talvez. Não era você; Você nunca viria pra me ver; É como imaginar um amor por uma atriz.
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Aug 24, 2017
Aug 24, 2017 at 5:02 AM UTC
''O amor não deve ser impedido''
Sinto-me fraco e impotente Quando ouço o que dizes Só para me ver contente. Nessa vã tentativa, eu sorrio Para sentires que cumpriste o objetivo. Dizes-me que estou cada vez mais frio E eu calo-me para não ser repetitivo. Recuso-me a explicar-te novamente Que nada nem ninguém poderá mudar O que vai na minha mente E que ninguém me pode ajudar Mesmo que tente incansavelmente. É algo com que aprendi a lidar Embora contra a minha vontade E mesmo que tentasse explicar Iria ficar pela metade. Vou tentar: Talvez assim me sinta menos cobarde! É um sentimento que vem acompanhado... Por estar neste estado Acabo me sentindo culpado. Culpado por ser insuficiente. Insuficiente para o que quer que seja. Só quero seguir de forma prudente, Não é isso que todo o mundo deseja? Sinto-me um fardo, Não me leves a mal, Mas estou farto. São os sentimentos que se atropelam, Vozes na minha cabeça que não se calam, Dúvidas que se interpelam E outras coisas que me abalam E me deixam ansioso. A ansiedade gera medo E o medo gera ansiedade. É neste ciclo vicioso, Entre medos e outros enredos Que eu me encontro com a realidade.
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May 1, 2018
May 1, 2018 at 4:11 PM UTC
Eu
penso sobre mim o tempo todo que acho que é doença esse fascínio. muito embora saiba que deveria me amar antes de todo mundo, devo admitir que passo horas contemplando minhas criações vestindo apenas um óculos transparente desprovida de roupa íntima. gosto de pensar que preencher todos os espaços vai me trazer paz e de alguma forma que não poderia explicar, a sensação que tanto procuro sentir mas nunca consegui alcançar. é como se eu fosse uma conta matemática que tive dificuldade de entender na quarta série [e ainda não entendo]: gostaria de saber como resolvê-la só não sei como. acho brega todos os meus sentimentos íntimos que envolvem apenas o eu. mas ao mesmo tempo os aprecio, os amo, os idolatro, os venero! veja bem, escrevo todas essas palavras pra quem? pra mim mesma! pra alimentar a fome que tenho de mim, da minha própria vontade de possessão. é um absurdo pensar agora em deixar pra trás tudo isso e deletar as emoções e as vontades e o calor que minha pele sente pela minha pele. nunca duvidei do meu amor por mim mesma. esse que falei a pouco que é grande demais e não cabe aqui. preciso preencher tudo. esse quadrado branco todo sobre mim. sobre o quanto eu sou apaixonada por mim. quanto eu pagaria pela minha estátua? se um dia descobrir que existe uma outra eu: me apaixonaria por ela também? me questiono e procuro letras que juntam palavras simpáticas pra me fazer sentir melhor sobre isso, apesar de saber que independente do que mostre ou não, nada vai mudar. um dia eu estava transando na frente do espelho e só conseguia olhar pra mim. transando comigo mesma, sentindo arrepios na pele completamente apaixonada pelo reflexo nu com os seios em movimento e a boca ofegante. gozei porque era eu ali no espelho.
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Jan 17, 2018
Jan 17, 2018 at 7:15 PM UTC
mania essa de escrever sem pensar num ponto
penso sobre mim o tempo todo que acho que é doença esse fascínio. muito embora saiba que deveria me amar antes de todo mundo, devo admitir que passo horas contemplando minhas criações vestindo apenas um óculos transparente desprovida de roupa íntima. gosto de pensar que preencher todos os espaços vai me trazer paz e de alguma forma que não poderia explicar, a sensação que tanto procuro sentir mas nunca consegui alcançar. é como se eu fosse uma conta matemática que tive dificuldade de entender na quarta série [e ainda não entendo]: gostaria de saber como resolvê-la só não sei como. acho brega todos os meus sentimentos íntimos que envolvem apenas o eu. mas ao mesmo tempo os aprecio, os amo, os idolatro, os venero! veja bem, escrevo todas essas palavras pra quem? pra mim mesma! pra alimentar a fome que tenho de mim, da minha própria vontade de possessão. é um absurdo pensar agora em deixar pra trás tudo isso e deletar as emoções e as vontades e o calor que minha pele sente pela minha pele. nunca duvidei do meu amor por mim mesma. esse que falei a pouco que é grande demais e não cabe aqui. preciso preencher tudo. esse quadrado branco todo sobre mim. sobre o quanto eu sou apaixonada por mim. quanto eu pagaria pela minha estátua? se um dia descobrir que existe uma outra eu: me apaixonaria por ela também? me questiono e procuro letras que juntam palavras simpáticas pra me fazer sentir melhor sobre isso, apesar de saber que independente do que mostre ou não, nada vai mudar. um dia eu estava transando na frente do espelho e só conseguia olhar pra mim. transando comigo mesma, sentindo arrepios na pele completamente apaixonada pelo reflexo nu com os seios em movimento e a boca ofegante. gozei porque era eu ali no espelho.
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