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"resolver" poems
Triste e sem caminho, assim ela pensava. Cansada de acordar todos os dias e ter aquela mesma sensação. Porra, eu já fiz isso! Todos os dias, toda hora, a mesma coisa. As pessoas não ligavam para isso, todo mundo sempre acha que o seu problema é maior do que o do outro. Mas no final, o problema de todo mundo é maior que o outro. É um ciclo repetitivo sem fim. Um ciclo de merda infinito. Assim era a vida dessa menina. Ela realmente estava perdida. Ou, achava que estava perdida. Nossa cabeça as vezes, ou sempre, nos faz prisioneiros de nós mesmos. Nós usamos, involuntariamente, nossos erros e medos contra nós mesmos. Onde ela estava com a cabeça? Eu quero ser assim, pensava ela... Pobre menina. Por que as pessoas acham "bonito" ter problemas emocionais, vidas dramáticas, coisas trágicas e o caralho a quatro de problema? Talvez a gente só queira ter uma aventura na vida, mas as vezes nós não lembramos, que a vida não é um filme, e que o final não vai ser feliz como sempre, ou que nós podemos evitar tal coisa, imaginamos sempre que sera aquela tragedia clichê tipo um Christiane f e no final tudo vai ficar bem. Não fica tudo bem. A nossa juventude está perdida. Realmente. Eu faço parte dessa geração. Nós temos vários tipos de pessoas, grupos sociais, gostos variados, culturas diferentes. Mas em uma coisa nós somos iguais. Nós sofremos. E isso meu amigo, não é brincadeira. Hoje em dia, não temos mais aquela amizade com as pessoas igual era 40 anos atrás, hoje em dia ta tudo muito superficial, muito mentiroso, muita encenação. O ser humano está perdendo cada vez mais a sua compaixão, a sua criatividade e a sua liberdade de se expressar. A nossa população está completamente alienada a coisas negativas e coisas que não levam a nada. Estamos perdidos. E eu, sou só mais uma, perdida. Mas em meus problemas, que eu não sei resolver.
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Nov 24, 2013
Nov 24, 2013 at 10:26 AM UTC
Perdida
Triste e sem caminho, assim ela pensava. Cansada de acordar todos os dias e ter aquela mesma sensação. Porra, eu já fiz isso! Todos os dias, toda hora, a mesma coisa. As pessoas não ligavam para isso, todo mundo sempre acha que o seu problema é maior do que o do outro. Mas no final, o problema de todo mundo é maior que o outro. É um ciclo repetitivo sem fim. Um ciclo de merda infinito. Assim era a vida dessa menina. Ela realmente estava perdida. Ou, achava que estava perdida. Nossa cabeça as vezes, ou sempre, nos faz prisioneiros de nós mesmos. Nós usamos, involuntariamente, nossos erros e medos contra nós mesmos. Onde ela estava com a cabeça? Eu quero ser assim, pensava ela... Pobre menina. Por que as pessoas acham "bonito" ter problemas emocionais, vidas dramáticas, coisas trágicas e o caralho a quatro de problema? Talvez a gente só queira ter uma aventura na vida, mas as vezes nós não lembramos, que a vida não é um filme, e que o final não vai ser feliz como sempre, ou que nós podemos evitar tal coisa, imaginamos sempre que sera aquela tragedia clichê tipo um Christiane f e no final tudo vai ficar bem. Não fica tudo bem. A nossa juventude está perdida. Realmente. Eu faço parte dessa geração. Nós temos vários tipos de pessoas, grupos sociais, gostos variados, culturas diferentes. Mas em uma coisa nós somos iguais. Nós sofremos. E isso meu amigo, não é brincadeira. Hoje em dia, não temos mais aquela amizade com as pessoas igual era 40 anos atrás, hoje em dia ta tudo muito superficial, muito mentiroso, muita encenação. O ser humano está perdendo cada vez mais a sua compaixão, a sua criatividade e a sua liberdade de se expressar. A nossa população está completamente alienada a coisas negativas e coisas que não levam a nada. Estamos perdidos. E eu, sou só mais uma, perdida. Mas em meus problemas, que eu não sei resolver.
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Cada uno va caminando por la vida tratando de resolver su dolor; sanando su ardiente herida se olvida del futuro y anhelante ardor. El pensamiento volando ingrávido cual mariposa temerosa en busca de luz tenue o fugaz. escapándose cuando el corazón es frágil movido por vendavales de temor o mares de calma o seguridad. A veces piensa porque vive, otras, vive porque piensa sin recordar que la circunstancia lo asiste para vivir la vida en el minuto que pertinaz resiste los arteros golpes de la aflicción o se alegra con la elemental felicidad del día. Jorge Gómez A. 1978
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Sep 27, 2013
Sep 27, 2013 at 12:41 AM UTC
PÉNDULO CARTESIANO
• Vivendo, descobrindo e agradecendo. Parece que se nasce todos os dias, que Deus nos manifesta o seu amor através da beleza infindável que se descobre todos os dias no sol, na chuva, no vento, no mar, no ribeiro... Por o universo ser preciso, maravilhoso, e sempre constante nos seus ciclos criadores de vida. Temos de fazer alguma coisa por todos o que nascem desprovidos de amor, de sentimentos, de vontade de ser recordados neste mundo. Para sempre ficarem na memória dos outros seres humanos que parecendo insignificantes tem sempre presente quem tem coração. Respeitar uma sociedade que parece estar ali para acolher pobres, resolver os problemas dos mais desprovidos. O que faríamos nos em condições de pobreza, miséria, fome, guerra? O que faríamos nos se todos acreditassem na vida, na morte e numa ressurreição que Deus através dele seu Filho provou? O que faríamos nos se a natureza não fosse gratuita e uma fonte inesgotável de recursos? O que faríamos nos sem memória, pensamento, razão? Por sermos felizes agradecemos a beleza das estrelas do orvalho, da noite, do dia...Temos todos de viver com a esperança, com o trabalho, com as pessoas, com o amor! Se nosso lema fosse: viver, descobrir, agradecer tudo seria mais fácil para nos alegrar e dar a nossa vida um sentido mais puro e sereno. Viver de uma forma positiva e apaixonada ajuda nos a descobrir nossas potencialidades escondidas, adormecidas. Vivendo, descobrindo, agradecendo Nas vivências e descobertas todos os seres humanos conseguem perceber melhor a sua genialidade e existência. Quando penso em Deus, vivo mais... A nossa terra onde Nascemos nunca deixa de ser nossa e sempre bela aos olhos de quem nela nasce, vive e por vezes morre... Não existe quem não esteja grato a ela, seus antepassados, seus lugares preferidos que perduram nas noites, nos dias... A grandeza de ser grato ajuda a viver, impulsiona a descobrir caminhos inimagináveis e impossíveis de ser recordados. Quando se agradece: o cheiro de uma rosa branca, o canto da cigarra, o uivar do lobo, o chilrear dos Passarinhos, a luminosidade da lua cheia. Fico perplexo, emocionado, sentido por saber que vivendo e sempre agradecendo o meu ser. Victor Marques
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May 19, 2016
May 19, 2016 at 4:22 AM UTC
Vivendo,descobrindo e agradecendo...
• Vivendo, descobrindo e agradecendo. Parece que se nasce todos os dias, que Deus nos manifesta o seu amor através da beleza infindável que se descobre todos os dias no sol, na chuva, no vento, no mar, no ribeiro... Por o universo ser preciso, maravilhoso, e sempre constante nos seus ciclos criadores de vida. Temos de fazer alguma coisa por todos o que nascem desprovidos de amor, de sentimentos, de vontade de ser recordados neste mundo. Para sempre ficarem na memória dos outros seres humanos que parecendo insignificantes tem sempre presente quem tem coração. Respeitar uma sociedade que parece estar ali para acolher pobres, resolver os problemas dos mais desprovidos. O que faríamos nos em condições de pobreza, miséria, fome, guerra? O que faríamos nos se todos acreditassem na vida, na morte e numa ressurreição que Deus através dele seu Filho provou? O que faríamos nos se a natureza não fosse gratuita e uma fonte inesgotável de recursos? O que faríamos nos sem memória, pensamento, razão? Por sermos felizes agradecemos a beleza das estrelas do orvalho, da noite, do dia...Temos todos de viver com a esperança, com o trabalho, com as pessoas, com o amor! Se nosso lema fosse: viver, descobrir, agradecer tudo seria mais fácil para nos alegrar e dar a nossa vida um sentido mais puro e sereno. Viver de uma forma positiva e apaixonada ajuda nos a descobrir nossas potencialidades escondidas, adormecidas. Vivendo, descobrindo, agradecendo Nas vivências e descobertas todos os seres humanos conseguem perceber melhor a sua genialidade e existência. Quando penso em Deus, vivo mais... A nossa terra onde Nascemos nunca deixa de ser nossa e sempre bela aos olhos de quem nela nasce, vive e por vezes morre... Não existe quem não esteja grato a ela, seus antepassados, seus lugares preferidos que perduram nas noites, nos dias... A grandeza de ser grato ajuda a viver, impulsiona a descobrir caminhos inimagináveis e impossíveis de ser recordados. Quando se agradece: o cheiro de uma rosa branca, o canto da cigarra, o uivar do lobo, o chilrear dos Passarinhos, a luminosidade da lua cheia. Fico perplexo, emocionado, sentido por saber que vivendo e sempre agradecendo o meu ser. Victor Marques
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Sinto a necessidade de ter calor humano, Por puro conforto, De sentir o meu corpo absorto. Necessidade tão intensa e imensa Longe do que se pensa, Longe de qualquer dano. O vento ouve-me, benevolente, O que vai na alma. Das palavras que correm na mente, Traz a minha outra metade na sua palma Para a alegria tomar conta da calma. Reparo no meu cabelo a voar, Nos meus dedos a moldar As linhas do horizonte. E tento retratar, magicar e afeiçoar A imagem que tenho de ti na fonte. Aproximo-me em passo na calada E os meus olhos aborvem cada camada Que no meu ver emerge. Tudo diverge Pois apareceste tu. O meu coração acelera Calmo noutra era. Num ápice lento Num rápido murmúrio Olho-te com um muito atento. Procuro fugir do teu olhar, Com o sangue a ferver, Com a cara a escaldar Cansada desta fuga por resolver: É aqui que vou ficar.
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May 16, 2014
May 16, 2014 at 7:43 AM UTC
Amor na calada
Yo descendí de la antioqueña cumbre, de austera estirpe que el honor decora, el alma en paz y el corazón en lumbre, y el claro sortilegio de la aurora bruñó mi lira y la libró de herrumbre. Y fui, viajero de nivoso monte y umbría roza de maíz, al valle que da a la luz su fruta entre su llama: había miel de filtros de sinsonte que derrama canción de rama en rama. Y el mar abierto, a mí divinamente su honda virtud hizo afluir entera: gusté su yodo... y la embriaguez ignota de no sé qué sagrada primavera bajo la paz de una ciudad remota. Fulgía en mi ilusión Acuarimántima. Ciudad del bien, fastuosa, legendaria, ciudad de amor y esfuerzo y ufanía y de meditación y de plegaria; una ciudad azúlea, egregia, fuerte, una Jerusalén de poesía. Y como los cruzados medioevales, ceñíme al torso fúlgida coraza y fuime en pos de la ciudad cautiva, burlando la guadaña de la Muerte y la fortuna a mi querer esquiva. La ondulante odisea rememoro con amor y dolor... Un linde vago, de súbito sangriento, ya cetrino... Un buque... un muelle... un joven noctivago... y el tono de la voz... y el pan marcino... La maravilla comba, transparente, de las noches de junio hacia la hondura de un huerto viola, en ácidos alcores; y allí la levadura de mis cantos, hecha de mezquindad y sinsabores. Y aquella niña del amor florido y oloroso, y ritual, y enardecido, el seno como un fruto no oprimido, y un dulzor en los besos diluïdo, y un no sé qué... que túrbame el sentido. Y la huraña beldad, el mármol yerto e inconmovible; y la Infantina huraña que era el postrer jazmín que daba un huerto... ¡Me figuro las luces de sus ojos como dos cirios de un cariño muerto! Y el arduo afán en el impulso vario por resolver el canto en melodía. Derrame un ruiseñor en el himnario toda la miel del día. Un rumor milenario, y la luz de tu lámpara ¡oh Sophía! Húmedos los cabellos -cristalinos caireles de agua y sol-, aún ondulan fantásticas ondinas; mientras danza en la luz un coro de donceles por la playa al influjo de las sales marinas...
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Acuarimántima iv
Yo descendí de la antioqueña cumbre, de austera estirpe que el honor decora, el alma en paz y el corazón en lumbre, y el claro sortilegio de la aurora bruñó mi lira y la libró de herrumbre. Y fui, viajero de nivoso monte y umbría roza de maíz, al valle que da a la luz su fruta entre su llama: había miel de filtros de sinsonte que derrama canción de rama en rama. Y el mar abierto, a mí divinamente su honda virtud hizo afluir entera: gusté su yodo... y la embriaguez ignota de no sé qué sagrada primavera bajo la paz de una ciudad remota. Fulgía en mi ilusión Acuarimántima. Ciudad del bien, fastuosa, legendaria, ciudad de amor y esfuerzo y ufanía y de meditación y de plegaria; una ciudad azúlea, egregia, fuerte, una Jerusalén de poesía. Y como los cruzados medioevales, ceñíme al torso fúlgida coraza y fuime en pos de la ciudad cautiva, burlando la guadaña de la Muerte y la fortuna a mi querer esquiva. La ondulante odisea rememoro con amor y dolor... Un linde vago, de súbito sangriento, ya cetrino... Un buque... un muelle... un joven noctivago... y el tono de la voz... y el pan marcino... La maravilla comba, transparente, de las noches de junio hacia la hondura de un huerto viola, en ácidos alcores; y allí la levadura de mis cantos, hecha de mezquindad y sinsabores. Y aquella niña del amor florido y oloroso, y ritual, y enardecido, el seno como un fruto no oprimido, y un dulzor en los besos diluïdo, y un no sé qué... que túrbame el sentido. Y la huraña beldad, el mármol yerto e inconmovible; y la Infantina huraña que era el postrer jazmín que daba un huerto... ¡Me figuro las luces de sus ojos como dos cirios de un cariño muerto! Y el arduo afán en el impulso vario por resolver el canto en melodía. Derrame un ruiseñor en el himnario toda la miel del día. Un rumor milenario, y la luz de tu lámpara ¡oh Sophía! Húmedos los cabellos -cristalinos caireles de agua y sol-, aún ondulan fantásticas ondinas; mientras danza en la luz un coro de donceles por la playa al influjo de las sales marinas...
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De aquí no se va nadie. Mientras esta cabeza rota del Niño de Vallecas exista, de aquí no se va nadie. Nadie. Ni el místico ni el suicida. Antes hay que deshacer este entuerto, antes hay que resolver este enigma. Y hay que resolverlo entre todos, y hay que resolverlo sin cobardía, sin huir con unas alas de percalina o haciendo un agujero en la tarima. De aquí no se va nadie. Nadie. Ni el místico ni el suicida. Y es inútil, inútil toda huida (ni por abajo ni por arriba). Se vuelve siempre. Siempre. Hasta que un día (¡un buen día!) el yelmo de Mambrino -halo ya, no yelmo ni bacía- se acomode a las sienes de Sancho y a las tuyas y a las mías como pintiparado, como hecho a la medida. Entonces nos iremos todos por las bambalinas. Tú, y yo, y Sancho, y el Niño de Vallecas, y el místico, y el suicida.
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Pie para el niño de vallecas, de velázquez
No tengo recuerdos de haber nacido. Quizás nunca lo hice. Quizás sólo soy un alma vagando eternamente sin sentido. Aferrándome a lo único que me conecta a la vida, unidos por un delgado hilo ***** demasiado fino para soportar la distancia que recorro. Dolencias que llegan de ninguna parte, llegan para no irse. Tal vez un asunto sin resolver... o varios. ¿Qué debo hacer? ¿Hacia dónde debo ir? ¿Acaso me permito quedarme un poco más? ¿O debería desistir?
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Mar 25, 2018
Mar 25, 2018 at 12:43 PM UTC
Perdida.
A verdade é que, sinto-me assustado. tenho medo de (ti, de mim e de nós) contra um mundo todo do outro lado. Não me deixo consumir Pelo receio que me fazes sentir Pois se o sinto É sinal que não quero deixar-te ir. Orgulhoso, no entanto apavorado, são varias as formas de me magoares, deixares partido o meu coração e voares, para longe com asas de liberdade. Não te preocupes tanto comigo, vivo numa relação amor/ódio com a sinceridade, A tua transparência é o melhor berço Tornaste o meu sono simples, onde facilmente adormeço. Portanto quando te digo, tenho medo, olha-me nos olhos, abraça-me, diz-me que nao temos segredos. Eu direi que errar é humano, e que entre nós não é intencional, iremos perceber e resolver onde erramos e que somos parceiros tanto no bem como no mal, que a vida é um sitio contigo mais belo por ser tão real, e que aquilo que construimos foi fruto da semente de um amor ancestral. Diz me que é okay ter medo mas não de ti, que chegaste e apareceste para eu não te ver partir, prova-me ao permaneceres não ao apareceres e desapareceres sendo constante diariamente como tens feito genuinamente. Prova-me isto, e os meus demónios juro enterra-los, posso estar assustado, quem não estaria perante 2 seres apaixonados.
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Apr 10, 2018
Apr 10, 2018 at 6:57 PM UTC
(...)
Yo trate de ser como decían que debí ser. Me comporté como todo una dama. Hice todo lo que se me pedía en la cama. Más de una vez, calle hasta mis perversas ganas. Calle tanto, que mi verdad fue a parar al manicomio, ahí, donde no bregan con demonios. Yo trate de ser como decían que debí ser. Aguante infidelidades por una estabilidad inestable. Hubieron clavos penetrando mi espalda, en vez de rosas en mano. Perdone tanto que la absolución me tomo antipatía. Yo trate de ser como decían que debí ser. A veces fui sofá de ilusiones transitorias, vestidas en finas sedas de perpetuidad. A veces fui pared…inopinable, solo un espacio donde colocar preciosos retratos. A veces fui lienzo en blanco, para quien en mi cuerpo quiso describir su arte. Yo quise ser como decían que debí ser. Una ilustre carrera deje para que el ego de un indeciso no saliera dañado. Se enfermó mi dignidad y con tristeza la medique. Tome el brebaje de la inseguridad. Debilite mi sistema emocional, y mi fe, se encogía de vergüenza en una esquina. Yo quise ser como decían que debí ser. pero existía dentro de mí una rebeldía. Una insolencia a ser parte de una perpetua esclavitud, algo en mí, desistía ser juguete de nadie, a ser menos que el aire, a rebajarme por mantener un amor. Yo quise ser como decían que debí ser. Pero mis pies en fuego ardían, y recogía y me iba, y no sé a cuántos le alce la voz, y a más de uno, los mande a comer tusa, y me volví mi propia musa, a veces la propia medusa, y me refugie en mi calor para abrigar mis grimas, en mi inteligencia para resolver con astucia, en mi pudor para seguir dando un paso en harmonía, en esa insistencia de que había más en la vida, que yo tenía algo que aportaría, alguien al que estar conmigo y soportar no serían la misma cosa, y algunos los deje amándolos como mis amos, a otros el corazón les deje en pedazos, y talvez me merezca todo lo que venga, talvez me merezca el cielo y todas las prosas, talvez mis serpientes nunca muerdan, o talvez me llamaran impúdica, me llamaran Medusa, me llamaran el mismo infierno pero nunca dirán que “fui…. ¡lo que otros quisieron que yo fuese”!! LeydisProse 10/17/2017 https://www.facebook.com/LeydisProse/
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Oct 17, 2017
Oct 17, 2017 at 4:00 PM UTC
Yo trate (pero no podía)
Yo trate de ser como decían que debí ser. Me comporté como todo una dama. Hice todo lo que se me pedía en la cama. Más de una vez, calle hasta mis perversas ganas. Calle tanto, que mi verdad fue a parar al manicomio, ahí, donde no bregan con demonios. Yo trate de ser como decían que debí ser. Aguante infidelidades por una estabilidad inestable. Hubieron clavos penetrando mi espalda, en vez de rosas en mano. Perdone tanto que la absolución me tomo antipatía. Yo trate de ser como decían que debí ser. A veces fui sofá de ilusiones transitorias, vestidas en finas sedas de perpetuidad. A veces fui pared…inopinable, solo un espacio donde colocar preciosos retratos. A veces fui lienzo en blanco, para quien en mi cuerpo quiso describir su arte. Yo quise ser como decían que debí ser. Una ilustre carrera deje para que el ego de un indeciso no saliera dañado. Se enfermó mi dignidad y con tristeza la medique. Tome el brebaje de la inseguridad. Debilite mi sistema emocional, y mi fe, se encogía de vergüenza en una esquina. Yo quise ser como decían que debí ser. pero existía dentro de mí una rebeldía. Una insolencia a ser parte de una perpetua esclavitud, algo en mí, desistía ser juguete de nadie, a ser menos que el aire, a rebajarme por mantener un amor. Yo quise ser como decían que debí ser. Pero mis pies en fuego ardían, y recogía y me iba, y no sé a cuántos le alce la voz, y a más de uno, los mande a comer tusa, y me volví mi propia musa, a veces la propia medusa, y me refugie en mi calor para abrigar mis grimas, en mi inteligencia para resolver con astucia, en mi pudor para seguir dando un paso en harmonía, en esa insistencia de que había más en la vida, que yo tenía algo que aportaría, alguien al que estar conmigo y soportar no serían la misma cosa, y algunos los deje amándolos como mis amos, a otros el corazón les deje en pedazos, y talvez me merezca todo lo que venga, talvez me merezca el cielo y todas las prosas, talvez mis serpientes nunca muerdan, o talvez me llamaran impúdica, me llamaran Medusa, me llamaran el mismo infierno pero nunca dirán que “fui…. ¡lo que otros quisieron que yo fuese”!! LeydisProse 10/17/2017 https://www.facebook.com/LeydisProse/
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O ano de 2020 é um restauro. Combinação exponencial do algoritmo máximo duplicado e zerado. Porém são números espero que errados. Nada alterou nestes últimos tempos a não ser a fórmula biológica que acrescentou ruína. Publicamente a verdade, voltou-se a economia bélica pra área da necessidade. Só se para quem o diz. Impossível compreender o homem! Enfim, ou eu sou burro cego ou surdo que não entendo a serenidade na resolução do problema. A política nua e crua, pelo menos a política que até aqui conhecemos. Surgiu uma doença séria com consequências nefastas e o combate há doença? Duas tragédias juntas! Os países caminham para uma destruição previsível. Apocalipse de quê. Por desaparecer o que não faz falta ao mundo, tudo iria acabar e escondiam tudo numa caixinha debaixo da cama. O homem é semelhante a si mesmo, nada têm de divino. O dito Deus que se conste não vive observado por dinheiro ou coisas bélicas. As profecias também dizem que o Alfa e o Omega, fizeram este mundo e não teve início nem terá fim. Supomos que estamos a meio. Era óptimo que o homem na sua existência virasse a sua inteligência para a sua fragilidade desde início. Destruíram escolas, hospitais, quartéis e serviços públicos, isolaram os contribuintes de primeira dos contribuintes do fundo. Existe Portugal do Oeste e o Portugal de Leste. No meio uma papa de arroz 🍚 com água fervida. No combate há guerra soltaram abelhas biológicas sem rainha. Temos rainha? por quanto tempo? A caça à colmeia começará depois. Unidades militares a socorrer civis. Bravo. E os hospitais privados socorrerão os militares? Talvez não seja preciso. Deixem de ser betinhos e assumam a condição de Homens. Afinal como me dizia um amigo: As prisões foram feitas pros Homens assim como esta arma biológica, ou não é de interesse resolver o problema. À democracia do momento exige-se regidez e a meu ver que nada invejo na política averdadeira democracia têm regras a esta pátria a quem devemos a vida. Pensem senhores se é que ainda vamos a tempo. Autor: António Benigno Código de Autor: 2020.03.25.23.08.03.01
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Dec 16, 2020
Dec 16, 2020 at 3:03 AM UTC
Incerteza
O ano de 2020 é um restauro. Combinação exponencial do algoritmo máximo duplicado e zerado. Porém são números espero que errados. Nada alterou nestes últimos tempos a não ser a fórmula biológica que acrescentou ruína. Publicamente a verdade, voltou-se a economia bélica pra área da necessidade. Só se para quem o diz. Impossível compreender o homem! Enfim, ou eu sou burro cego ou surdo que não entendo a serenidade na resolução do problema. A política nua e crua, pelo menos a política que até aqui conhecemos. Surgiu uma doença séria com consequências nefastas e o combate há doença? Duas tragédias juntas! Os países caminham para uma destruição previsível. Apocalipse de quê. Por desaparecer o que não faz falta ao mundo, tudo iria acabar e escondiam tudo numa caixinha debaixo da cama. O homem é semelhante a si mesmo, nada têm de divino. O dito Deus que se conste não vive observado por dinheiro ou coisas bélicas. As profecias também dizem que o Alfa e o Omega, fizeram este mundo e não teve início nem terá fim. Supomos que estamos a meio. Era óptimo que o homem na sua existência virasse a sua inteligência para a sua fragilidade desde início. Destruíram escolas, hospitais, quartéis e serviços públicos, isolaram os contribuintes de primeira dos contribuintes do fundo. Existe Portugal do Oeste e o Portugal de Leste. No meio uma papa de arroz 🍚 com água fervida. No combate há guerra soltaram abelhas biológicas sem rainha. Temos rainha? por quanto tempo? A caça à colmeia começará depois. Unidades militares a socorrer civis. Bravo. E os hospitais privados socorrerão os militares? Talvez não seja preciso. Deixem de ser betinhos e assumam a condição de Homens. Afinal como me dizia um amigo: As prisões foram feitas pros Homens assim como esta arma biológica, ou não é de interesse resolver o problema. À democracia do momento exige-se regidez e a meu ver que nada invejo na política averdadeira democracia têm regras a esta pátria a quem devemos a vida. Pensem senhores se é que ainda vamos a tempo. Autor: António Benigno Código de Autor: 2020.03.25.23.08.03.01
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