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"remate" poems
Las rimas de tus tacones son técnicamente perfectas; la métrica con que te acercas hace explotar emociones. Con versos de tu sonrisa cada sílaba en ti se matiza; afloran odas de luz y vida, algo que en ti no se olvida. Tus estrofas de caricias perfectamente acentuadas; hacen comas pausadas en el compás de tus delicias . Te busco la estructura remate perfecta en tu cintura. Creo que sin mayor problema encontré...!! que eres un poema!!
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Aug 28, 2015
Aug 28, 2015 at 9:41 AM UTC
POEMA EN AZUL
Em gracioso sonho, a neblina calada e fria Recobre o sol, cujo brilho ilumina a solidão Por vezes, a desatar na paisagem luzidia, O que brevemente, tudo se verá como ilusão, Dúvida, que flore devaneios e à realidade esguia, Ludibria mil consciências em tua tátil escuridão Para ao remate, subtrair os desejos à sorte fugidia, E teu manto encher-te dos homens a servidão Destino, dúvida, hediondo engano; Que natureza sorri e cisma perdida, Ao teu feitio de lástima precedida? Qual força além do fraco humano, Cuja força estaca à eternidade concedida, Fará minha mente, neste sonho, esculpida?
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Feb 2, 2018
Feb 2, 2018 at 1:02 AM UTC
Paisagens de Verão - Devaneio
Remate, chuta, golo! Quando o faço no meu quarto Ninguém admira É mentira! Admiro eu! Que fazes tu? Escreves remata e chuta Que é a mesma coisa? É? A lingua portuguesa é...loiça Isso era só para rimar? Nem rima bem E para que me críticas? Tu és eu Partilhamos o mesmo corpo O mesmo…. Lorpo? Isso nem é palavra! Para quem usou loiça antes Esta pelo menos rima Tu nem fazes um esforço Com essa mania de superioridade Tornas-te um destroço Por causa da tua inseguridade Eu pelo menos trabalho E faço sair palavras E se me apetece Rima uma com bugalho E a outra com larvas Agora vai-te embora Vai morrer Se te apetecer E deixa-me escrever 01/02/2018
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Feb 8, 2019
Feb 8, 2019 at 8:11 AM UTC
Não escrevo em paz
No sé a cuál crea de los dos, Viéndoos, Ana, cual os veis: Si vos la muerte traéis, O si os trae la muerte a vos. Queredme la muerte dar Por que mis males remate: Que en mí tiene hambre que mate Y en vos no hay ya qué matar.
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A una vieja que traía una muerte de oro
sunpoema la manera en que levanta, la melena pegada cabeza desordenada no querer despertar del recorre memorias . aullas y me quiero matar en las mañanas, maña entera eterna pa no empezar el día pero de floja y emocionaa por no tener a nadie a quien responderle z z z (y pal remate)
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May 26, 2020
May 26, 2020 at 1:28 PM UTC
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