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"provar" poems
Pensando nos lugares em que estive, Física e espiritualmente, Os tormentos de agora apresentam-se desmedidos Porque dói tanto isto que nem dói sequer? Que me não causa, isto, Miséria ou infelicidade, isto, Que embora a boca, amedrontada, O não tenha dito Era precisamente o que desejava para mim? É certo, não assim… Ah, cheguei a ousar dizê-lo! Em confidência à minha mãe, Sorrateiramente por versos escondidos. Isto que eu queria! É certo, não assim. Não mordendo o fruto Que me deste, oculto pela mão, Sobre os meus protestos gritados, À boca a provar; e, embora eu o cheirasse, Podre, juravas pelo amor ser são! O sabor, por não ser desesperante, Faz-se aditivo; logo estou eu trepando a árvore Sedenta de o devorar. Escorrendo-te pelo queixo, Sumo de laranjas meladas; A língua que to limpa não é a tua. Fixo a dor e tombo nela Como Narciso sobre si.
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Sep 28, 2022
Sep 28, 2022 at 5:32 PM UTC
28/09/22
Cara beltà che amore Lunge m'inspiri o nascondendo il viso, Fuor se nel sonno il core Ombra diva mi scuoti, O nè campi ove splenda Più vago il giorno e di natura il riso; Forse tu l'innocente Secol beasti che dall'oro ha nome, Or leve intra la gente Anima voli? O te la sorte avara Ch'a noi t'asconde, agli avvenir prepara? Viva mirarti omai Nulla spene m'avanza; S'allor non fosse, allor che ignudo e solo Per novo calle a peregrina stanza Verrà lo spirto mio. Già sul novello Aprir di mia giornata incerta e bruna, Te viatrice in questo arido suolo Io mi pensai. Ma non è cosa in terra Che ti somigli; e s'anco pari alcuna Ti fosse al volto, agli atti, alla favella, Saria, così conforme, assai men bella. Fra cotanto dolore Quanto all'umana età propose il fato, Se vera e quale il mio pensier ti pinge, Alcun t'amasse in terra, a lui pur fora Questo viver beato: E ben chiaro vegg'io siccome ancora Seguir loda e virtù qual nè prim'anni L'amor tuo mi farebbe. Or non aggiunse Il ciel nullo conforto ai nostri affanni; E teco la mortal vita saria Simile a quella che nel cielo india. Per le valli, ove suona Del faticoso agricoltore il canto, Ed io seggo e mi lagno Del giovanile error che m'abbandona; E per li poggi, ov'io rimembro e piagno I perduti desiri, e la perduta Speme dè giorni miei; di te pensando, A palpitar mi sveglio. E potess'io, Nel secol tetro e in questo aer nefando, L'alta specie serbar; che dell'imago, Poi che del ver m'è tolto, assai m'appago. Se dell'eterne idee L'una sei tu, cui di sensibil forma Sdegni l'eterno senno esser vestita, E fra caduche spoglie Provar gli affanni di funerea vita; O s'altra terra nè superni giri Frà mondi innumerabili t'accoglie, E più vaga del Sol prossima stella T'irraggia, e più benigno etere spiri; Di qua dove son gli anni infausti e brevi, Questo d'ignoto amante inno ricevi.
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Alla sua donna
Cara beltà che amore Lunge m'inspiri o nascondendo il viso, Fuor se nel sonno il core Ombra diva mi scuoti, O nè campi ove splenda Più vago il giorno e di natura il riso; Forse tu l'innocente Secol beasti che dall'oro ha nome, Or leve intra la gente Anima voli? O te la sorte avara Ch'a noi t'asconde, agli avvenir prepara? Viva mirarti omai Nulla spene m'avanza; S'allor non fosse, allor che ignudo e solo Per novo calle a peregrina stanza Verrà lo spirto mio. Già sul novello Aprir di mia giornata incerta e bruna, Te viatrice in questo arido suolo Io mi pensai. Ma non è cosa in terra Che ti somigli; e s'anco pari alcuna Ti fosse al volto, agli atti, alla favella, Saria, così conforme, assai men bella. Fra cotanto dolore Quanto all'umana età propose il fato, Se vera e quale il mio pensier ti pinge, Alcun t'amasse in terra, a lui pur fora Questo viver beato: E ben chiaro vegg'io siccome ancora Seguir loda e virtù qual nè prim'anni L'amor tuo mi farebbe. Or non aggiunse Il ciel nullo conforto ai nostri affanni; E teco la mortal vita saria Simile a quella che nel cielo india. Per le valli, ove suona Del faticoso agricoltore il canto, Ed io seggo e mi lagno Del giovanile error che m'abbandona; E per li poggi, ov'io rimembro e piagno I perduti desiri, e la perduta Speme dè giorni miei; di te pensando, A palpitar mi sveglio. E potess'io, Nel secol tetro e in questo aer nefando, L'alta specie serbar; che dell'imago, Poi che del ver m'è tolto, assai m'appago. Se dell'eterne idee L'una sei tu, cui di sensibil forma Sdegni l'eterno senno esser vestita, E fra caduche spoglie Provar gli affanni di funerea vita; O s'altra terra nè superni giri Frà mondi innumerabili t'accoglie, E più vaga del Sol prossima stella T'irraggia, e più benigno etere spiri; Di qua dove son gli anni infausti e brevi, Questo d'ignoto amante inno ricevi.
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De que cor sopra hoje o teu vento e que sol o faz voar, Quais os caprichos do teu tempo que desdenham ao luar, Qual a cor das tuas pétalas que ao rubro quero provar, Um sabor e uma lembrança pra sempre eu vou recordar! Foi no brilho dos teus olhos e na tristeza do teu olhar, Foi as formas da tua face que me acolheram o despertar, Tantas outras tantas de voltas eu te quero a ti reencontrar, Provar de novo os teus beijos doces e me poder deliciar! Ouro fino cor de cetim para te cobrir e levar ao pé do mar, Jogar na areia todas as lembranças e poder ali te abraçar, Dar um aperto louco, quente e mouco no silêncio a te amar, Viver de novos todas as caricias dadas e poder fervilhar! Como eu voou de novo nos meus sonhos a te ver voar, Como me entrego na loucura que se apoderou como colar, Me dá voltas nas voltas mas me segura não vai estrangular, É preciso apenas acreditar que nada foi em vão e vai voltar! As saudades frescas a vontade mais forte de te vir a poder amar, Sejam esses os caminhos de dois seres que acreditaram nesse amar, Uma febre fresca, um alívio doce, um jeito sem força, apenas te amar! Autor: António Benigno Pelos caminhos do tempo pelas vontades do vento apenas gestos e palavras certas!
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:02 AM UTC
Se hoje o céu é cinzento
Esperava docemente uma brisa de ar quente, Peguei-te na mão e levei-te, tirei-te os pés do solo, Aproveitei e senti o teu cheiro suave e fluente, Admiração vinda dos teus olhos, em mim ao colo! Levar-te-ei sempre comigo, seja qual for teu peso, Nem que sejas leve como passarinho livre de dor, Nem que teu fardo seja tão pesado, duro e coeso, Minhas forças se unirão, confortando-te de amor! Serenamente provar-te-ei um dia mais distante, Contemplando teus cabelos brancos grisalhos, Vendo tuas rugas da cara e das mãos, ofegante, Beijando-te a alma e o chão sobre teus olhos! Um gostar, amar, suspiro de amigo e de amado, Serei sempre companheiro, do teu movimento, Adepto cativado, pela tua voz e teu ar atento, Seriam dúzias de verdades, de amor adequado! Que nunca precises de um beijo e não te dê dois, Que nunca te faça bem rir e eu te não conte piada, Seja a noite de abraços e os dias verdes logo depois, Seja o vento numa tarde de calor, refresco, amada! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.08.13.02.16
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:02 AM UTC
Te desejo hoje e agora
No dia em que a terra A lua E o sol alinharem-se Quero estar abraçado a ti Talvez assim A magia do universo unir-nos-á por uma vida Talvez assim Dançássemos ao mesmo ritmo E eu provar-te-ia que Não sou dois pés esquerdos Quando minha alma dança com a tua
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Apr 10, 2017
Apr 10, 2017 at 1:24 PM UTC
O Universo Conspira Ao Nosso Favor
Pior do que a certeza de que morreu, é a dúvida disso. Não posso provar sua existência, já é memória em fragmentos. Vida sua que mudou a minha Cheia de histórias, ideologias Você que vem cheio de defeitos e perfeições Eu tão impotente Minhas palavras, todas tiradas dos teus poemas Teu sotaque, uma voz imaginada Que obra de arte eram teus olhos Feitos de um azul-convite E eu aceitei.
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Aug 21, 2014
Aug 21, 2014 at 10:31 AM UTC
Ode ao Jimmy
Vejo teus laços. Entre lentes sem muito cuidado. Sua cara, embaço. Amasso. Só por faltar à vontade. De ver o que vejo com muita realidade. Escondo tu no canto da mancha, só pra não provar o que já é pura imaginação.
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Jun 24, 2017
Jun 24, 2017 at 11:47 AM UTC
Tu-turvo