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"preciso" poems
Nascimento, vida e existência…      Nascemos de uma forma sublime que parecendo uma banalidade natural é segundo o meu ponto de vista um milagre em todos os sentidos. Parece que o ventre da mulher foi feito e eleito o local divino para mostrar ao mundo a beleza do nascimento, vida e existência, comprometida com todos aqueles que tiveram o privilégio de um dia nascerem. Nascemos, vivemos e existimos num planeta que procura respostas que não acha para uma imortalidade pedida a preceito em orações, congressos, ou aglomerações de seres que procuram nesta vida um culto a Deus que parece estar para caprichos e devaneios de tantos seres humanos que existem por existir. Nascimento é vida e ao mesmo tempo uma existência comprometida com o universo que é gratuito para todos aqueles que conseguem perceber a magnitude da abundância que nos é dada com o nascimento, vida e existência.      Nascemos nus sem nada para oferecer naquele preciso momento alegria a todos aqueles que parecem esperar um Messias salvador e apaziguador de corações por vezes divididos e adulterados com vivências da  sua própria vida.   - Que recompensa teremos nós depois de deixarmos de existir sob esta forma material que parece ser digna e ao mesmo tempo real? -Será o nascimento o elo principal na vida, na existência e na morte? - Será que Deus através da beleza e complexidade do nascimento quer mostrar ao homem através da sua existência a possibilidade de aspirar com a morte à ressurreição ou melhor a outra forma espiritual de continuar a existir? - Será que não será mais fácil e rápida a morte do que o próprio nascimento?      Nascemos, vivemos e existimos num planeta terra maravilhoso regido com mestria por um sábio infinito e Criador que sempre com precisão consegue dar ao ser humano deleites que irão perdurar na nossa vida até ao dia que depois de nascer, viver e existir morremos para ressuscitar no Amor Sublime de Deus nosso Pai. Victor Marques
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Nov 18, 2014
Nov 18, 2014 at 1:24 PM UTC
Nascimento, vida e existência
Nascimento, vida e existência…      Nascemos de uma forma sublime que parecendo uma banalidade natural é segundo o meu ponto de vista um milagre em todos os sentidos. Parece que o ventre da mulher foi feito e eleito o local divino para mostrar ao mundo a beleza do nascimento, vida e existência, comprometida com todos aqueles que tiveram o privilégio de um dia nascerem. Nascemos, vivemos e existimos num planeta que procura respostas que não acha para uma imortalidade pedida a preceito em orações, congressos, ou aglomerações de seres que procuram nesta vida um culto a Deus que parece estar para caprichos e devaneios de tantos seres humanos que existem por existir. Nascimento é vida e ao mesmo tempo uma existência comprometida com o universo que é gratuito para todos aqueles que conseguem perceber a magnitude da abundância que nos é dada com o nascimento, vida e existência.      Nascemos nus sem nada para oferecer naquele preciso momento alegria a todos aqueles que parecem esperar um Messias salvador e apaziguador de corações por vezes divididos e adulterados com vivências da  sua própria vida.   - Que recompensa teremos nós depois de deixarmos de existir sob esta forma material que parece ser digna e ao mesmo tempo real? -Será o nascimento o elo principal na vida, na existência e na morte? - Será que Deus através da beleza e complexidade do nascimento quer mostrar ao homem através da sua existência a possibilidade de aspirar com a morte à ressurreição ou melhor a outra forma espiritual de continuar a existir? - Será que não será mais fácil e rápida a morte do que o próprio nascimento?      Nascemos, vivemos e existimos num planeta terra maravilhoso regido com mestria por um sábio infinito e Criador que sempre com precisão consegue dar ao ser humano deleites que irão perdurar na nossa vida até ao dia que depois de nascer, viver e existir morremos para ressuscitar no Amor Sublime de Deus nosso Pai. Victor Marques
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Piensas en el ayer El ayer en diamante Lágrimas de oro Anhelos de piedras preciosas La voz diurna Las miradas suicidas El olor centelleante El tacto preciso El gusto con la lengua seca Y crees que fue una pesadilla Un amargo café al que olvidaste, - sin querer - ponerle azúcar Un olor a quemado, de una fuente imprecisa, pero cercana. Los dedos entumecidos, de tanto cansancio. La vista nublada, perenne, constante sin significado alguno. La garganta irritada, rasposa, de no ahorrar las palabras. Eres un espejismo para tus ojos No existes Solo piensas que tal vez Una vez más Viviste.
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Jan 7, 2012
Jan 7, 2012 at 4:02 PM UTC
Torrente
Joven, acérquese acá, ¿Estima usted su pellejo? Pues escúcheme un consejo, que me lo agradecerá: Arroje esa timidez al cajón de ropa sucia, y por un poco de argucia dé usted toda su honradez. Salude a cualquier pelmazo de vales, y al saludar, acostúmbrese a doblar con frecuencia el espinazo. Diga usted sin ton ni son, y mil veces si es preciso, al feo, que es un Narciso, y al zopenco, un Salomón; que el que tenga el juicio leso o sea mal encarado, téngalo usted de contado que no se enoja por eso. Al torpe déjele hablar, sus torpezas disimule, y adule, adule y adule sin cansarse de adular. Como algo no le acomode, chitón y a tragar saliva, y en el pantano en que viva arrástrese, aunque se enlode. Y con que befe al que baje, y con que al que suba inciense, el día en que menos piense será usted un personaje.
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Abrojos - lv
A palavra amor é mágica e exala perfume em todas as suas vertentes. O amor não pode servir de veículo para conseguir aquilo que se pode fazer ou através dele obter. ? O amor que vivemos neste mundo é sermos felizes e fazer os outros também. Existem amores que se complementam, que unem raças, religiões, pessoas, e que acima de tudo prevalecem mesmo depois da morte.     Um amor sem contrapartidas, sem limites, sem contratos que parecem ofuscar a leveza do amor. Existem amores nobres, solidários, palpáveis, celestiais,  universais que nos faz pensar, sempre sentir o verdadeiro significado do amor.  Existem tantos acontecimentos na nossa sociedade em que o ser humano procura desmesuradamente um trabalho fácil, um abraço, um obrigado, um amor amigo. O ser humano se abandona por vezes ao capricho de ser amado, bajulado sem no entanto,  se aperceber que o amor é algo muito bem mais importante, grandioso aos olhos de todos aqueles que se dedicam com pureza aos outros seres.     Por vezes nada podemos fazer para conseguir amar quem queremos amar... Demos voltas e voltas e procuramos amigos, amor em tantos deleites que o mundo nos oferece materialmente. Deixámos o amor espiritual num patamar nunca lembrado. As crianças têm uma grande predisposição para dar um beijo,  um salto, um abraço,  um sorriso, para dar amor de uma forma livre,  linda e gratuita. Elas são puras, sinceras, choram , riem, prostestam e amam descaradamente tudo o que as rodeia.  Vêem nos animais ternura, carinho, e porque não amor....     Existem algumas pessoas que não deixam entrar nelas o verdadeiro significado da palavra amor. Existem tantos acontecimentos na nossa vida em que o amor se manifesta de uma forma muito simples e familiar: casamento, baptizado, comunhão, morte ...     Amor parece existir desde sempre. Quantas noites na vida do ser humano parece que tudo se perdeu! Até o próprio amor se consome, se esvazia como um balão de ar que rebenta com uma alfinetada. O amor é uma arte de se comprometer com tudo o que existe, com o universo preciso, e respeitar as leis sublimes de um Deus Criador?      Tantos seres humanos que parecendo insignificantes tem tanto amor para dar, para partilhar.  Nascemos e nem sequer sabemos se foi por amor ou por um desejo egoísta da busca de simples prazer.... O amor deveria ser um elevar da alma,  uma força poderosa de tudo conciliar e amar. Com amor Victor Marques
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May 27, 2014
May 27, 2014 at 1:05 PM UTC
Escrever sobre o amor
A palavra amor é mágica e exala perfume em todas as suas vertentes. O amor não pode servir de veículo para conseguir aquilo que se pode fazer ou através dele obter. ? O amor que vivemos neste mundo é sermos felizes e fazer os outros também. Existem amores que se complementam, que unem raças, religiões, pessoas, e que acima de tudo prevalecem mesmo depois da morte.     Um amor sem contrapartidas, sem limites, sem contratos que parecem ofuscar a leveza do amor. Existem amores nobres, solidários, palpáveis, celestiais,  universais que nos faz pensar, sempre sentir o verdadeiro significado do amor.  Existem tantos acontecimentos na nossa sociedade em que o ser humano procura desmesuradamente um trabalho fácil, um abraço, um obrigado, um amor amigo. O ser humano se abandona por vezes ao capricho de ser amado, bajulado sem no entanto,  se aperceber que o amor é algo muito bem mais importante, grandioso aos olhos de todos aqueles que se dedicam com pureza aos outros seres.     Por vezes nada podemos fazer para conseguir amar quem queremos amar... Demos voltas e voltas e procuramos amigos, amor em tantos deleites que o mundo nos oferece materialmente. Deixámos o amor espiritual num patamar nunca lembrado. As crianças têm uma grande predisposição para dar um beijo,  um salto, um abraço,  um sorriso, para dar amor de uma forma livre,  linda e gratuita. Elas são puras, sinceras, choram , riem, prostestam e amam descaradamente tudo o que as rodeia.  Vêem nos animais ternura, carinho, e porque não amor....     Existem algumas pessoas que não deixam entrar nelas o verdadeiro significado da palavra amor. Existem tantos acontecimentos na nossa vida em que o amor se manifesta de uma forma muito simples e familiar: casamento, baptizado, comunhão, morte ...     Amor parece existir desde sempre. Quantas noites na vida do ser humano parece que tudo se perdeu! Até o próprio amor se consome, se esvazia como um balão de ar que rebenta com uma alfinetada. O amor é uma arte de se comprometer com tudo o que existe, com o universo preciso, e respeitar as leis sublimes de um Deus Criador?      Tantos seres humanos que parecendo insignificantes tem tanto amor para dar, para partilhar.  Nascemos e nem sequer sabemos se foi por amor ou por um desejo egoísta da busca de simples prazer.... O amor deveria ser um elevar da alma,  uma força poderosa de tudo conciliar e amar. Com amor Victor Marques
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Explicar a minha descendência Deitei-me na cama e não consegui encontrar amor para me amar ou até me confortar e dar guarida.    Não preciso de ter a luz acesa para entender a minha descendência.  O Pelourinho centenário que venera  minha casa é um privilégio celeste que Reis terrenos gostariam de ter e poder contemplar....       Nossos antepassados deixarem um pouco deles que perdura para sempre em nossos corações enquanto seres humanos aptos para sobreviver.         As pessoas estabelecem nesta vida laços que seriam impossíveis senão acreditassem que por qualquer razão iriam ser lembrados depois da sua morte. A este pensamento  de lembrar quem docemente amou eu chamo imortalidade.  A minha definição de imortalidade é diferente de todas as outras. A imortalidade depende duma descendência adequada que se manifesta no amor eterno por quem por amor nos deu a conhecer tantas vezes  coisas que pareciam imagens distorcidas de uma realidade que parecia não ser adequada aos nossos antepassados.       Nem sempre todos os seres humanos conseguem perceber a sua genialidade , nem sequer a sua disponibilidade para completar percursos iniciados por seus entes queridos. Ou melhor ainda,  seus descendentes,  seus antepassados....!       Eu vou receber sempre na minha memória,  esses ensinamentos que um dia alguém me ofereceu. Que coisa bonita , que encanto,  que vontade sublime estes meus antepassados tiveram em me fazer acreditar que eu fazia parte de uma geração nobre .   Victor Marques
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Feb 24, 2014
Feb 24, 2014 at 10:50 AM UTC
Explicar a minha descendência
Explicar a minha descendência Deitei-me na cama e não consegui encontrar amor para me amar ou até me confortar e dar guarida.    Não preciso de ter a luz acesa para entender a minha descendência.  O Pelourinho centenário que venera  minha casa é um privilégio celeste que Reis terrenos gostariam de ter e poder contemplar....       Nossos antepassados deixarem um pouco deles que perdura para sempre em nossos corações enquanto seres humanos aptos para sobreviver.         As pessoas estabelecem nesta vida laços que seriam impossíveis senão acreditassem que por qualquer razão iriam ser lembrados depois da sua morte. A este pensamento  de lembrar quem docemente amou eu chamo imortalidade.  A minha definição de imortalidade é diferente de todas as outras. A imortalidade depende duma descendência adequada que se manifesta no amor eterno por quem por amor nos deu a conhecer tantas vezes  coisas que pareciam imagens distorcidas de uma realidade que parecia não ser adequada aos nossos antepassados.       Nem sempre todos os seres humanos conseguem perceber a sua genialidade , nem sequer a sua disponibilidade para completar percursos iniciados por seus entes queridos. Ou melhor ainda,  seus descendentes,  seus antepassados....!       Eu vou receber sempre na minha memória,  esses ensinamentos que um dia alguém me ofereceu. Que coisa bonita , que encanto,  que vontade sublime estes meus antepassados tiveram em me fazer acreditar que eu fazia parte de uma geração nobre .   Victor Marques
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Quando eu vejo as suntuosas flores Eu penso dela Quando eu leio as cartas de amor de os grandes autores Eu penso dela Quando eu me perco no céu azul Eu penso dela Se eu trabalho,ela é quem eu trabalho pela De todos os meus assuntos, o seu amor é o cônsul Você tem as chaves de meu sorriso não posso ser feliz sem você Mais de quo o ar, eu te preciso Porque sem ti minha vida é tolice
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Jan 28, 2013
Jan 28, 2013 at 7:45 AM UTC
Saudade
"Preciso de ti! Não partas e não deixe-me partir; Me enterre aqui ao teu lado, senta comigo e vê as horas a passar; O céu se encontra entre o azul e o mar, ambos claros, a fadar; Preciso hoje mesmo a cor dos teus lábios encontrar, pois meus lábios incolores, precisam do toque dos seus para se pintar e num beijo cor de rosa arrepiarem-se. Preciso hoje mesmo a luz dos teus olhos, pois meus olhos apagados e congelados precisam brilhar, e num só encontro de nossos olhos, num feixe enorme entrelaçarem-se. Preciso hoje mesmo das tuas mãos para aconchegar-me, meu corpo, alma e coração sem vida precisar do seu calor para reanimarem-se, e num fogo a mil bons tons entregarem-se. Ah amor, seu toque almejo e entre mil desejos só quero amar-te; Nenhuma riqueza paga a felicidade do meu coração ao apaixonar-se. Deus posso viver na pobreza, sem nenhuma grandeza se puder amar-te! E a vida lentamente, ao seu lado ardente, irei trilhar-me. Pois cada parte minha e cada parte sua, nunca estarão completas, se não juntarem-se."
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Oct 5, 2012
Oct 5, 2012 at 10:40 PM UTC
Pela Luz dos Olhos Teus (Quase uma homenagem sincera)
Fue preciso que el sol se ocultara sangriento, que se fueran las nubes, que se calmara el viento. que se pusiese el cielo tranquilo como un raso para que aquella gota de luz se abriese paso. Era apenas un punto en el cielo amatista, casi menos que un punto, creación de vista. Tuvo aún que esperar apretada en capullo a que se hiciese toda la sombra en torno suyo. Entonces se agrandó, se abrió como una flor, una férvida plata cuajóse en su interior y embriagada de luz empezó a parpadear... No tenía otra cosa que hacer más que brillar.
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Una estrella
Bajo la luna llena, que es una oblea de cobre, Vagamos taciturnos en un éxtasis vago, Como sombras delgadas que se deslizan sobre Las arenas de bronce de la orilla del lago. Silencio en nuestros labios una rosa ha florido ¡Oh, si a mi amante vencen tentaciones de hablar!, La corola, deshecha, como un pájaro herido, Caerá, rompiendo el suave misterio sublunar. ¡Oh dioses, que no hable! ¡Con la venda más fuerte que tengáis en las manos, su acento sofocad! ¡Y si es preciso, el manto de piedra de la muerte para formar la venda de su boca, rasgad! Yo no quiero que hable. Yo no quiero que hable. Sobre el silencio éste, ¡qué ofensa la palabra! ¡Oh lengua de ceniza! ¡Oh lengua miserable, No intentes que ahora el sello de mis labios te abra! Baja la luna-cobre, taciturnos amantes, Con los ojos gimamos, con los ojos hablemos. Serán nuestras pupilas dos lenguas de diamantes Movidas por la magia de diálogos supremos.
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Las lenguas de diamante
Meu estômago borbulha náuseas de vazio uma agonia que nasce das entranhas as coisas são cada vez mais estranhas os sorrisos cada dia mais sombrios Quero chorar mas a muito meus olhos estão secos E meus pulmões pretos não me permitem respirar Abafado pelo silêncio que outrora pedi Sentindo a alma das coisas que repudiei Dentro do meu próprio abismo gritei E nem sequer o próprio eco ouvi Oh, majestoso algoz nunca imaginei que te desejaria A esse ponto é certo que me jogaria de ponta ao declínio atroz Mutilem meu corpo nada sentirei de minha mente já me ausentei sofro tanto que, por mais nada sofro.
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Dec 17, 2013
Dec 17, 2013 at 7:37 AM UTC
Preciso Vomitar
O amor já tem nome Nas imagens que nós temos virtuais, Nas pradarias e rochas, Os amores não são iguais, Preciso de beijocas. Estrada que nunca vemos, Florestas virgens com beleza rara, Sol que se põe na tua cara, Poesia e amor que temos. Teu olhar até consome, Cabelos batem no rosto, Sentimento e gosto, Amor com nome. O mar com espuma, Areias te amam, Corais na bruma, Anjos te aclamam. Victor Marques
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Jan 24, 2011
Jan 24, 2011 at 9:34 AM UTC
O amor tem nome
Sometimes I wanna die But then I remember all the movies Series, music, visual arts, people I haven't met yet The coke bottles on the weekends The iced teas before classes The energy drinks at 2 a.m. I know I'm made of water My organs, my tissues My voice is a liquid Which evaporates in my throat That flows away through my eyes, my ears I can dissolve so easily But I can also turn rigid, hard Disguised in a solid state, icy The rapids fall In the depths of the night By myself, I turn into the purest fountain ˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜ (portuguese translation) Às vezes dá vontade de morrer Daí me lembro dos filmes Das séries, músicas, Artes visuais, Pessoas Que eu ainda preciso conhecer A coca-cola dos fins de semana Os chás gelados antes das aulas Os energéticos às 2 da manhã Eu sei que eu sou de água Meus órgãos, meus tecidos A minha voz é um líquido Que evapora na garganta Que sai nos olhos, nos ouvidos Me desfaço tão fácil Mas também me torno rígido, gélido Me desfarço de sólido Cachoeiras caem Nas profundezas da noite Sozinho, sou a fonte mais pura
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Jul 21, 2014
Jul 21, 2014 at 9:35 AM UTC
Self-portrait //////// Autorretrato
La cebolla es escarcha cerrada y pobre: escarcha de tus días y de mis noches. Hambre y cebolla: hielo ***** y escarcha grande y redonda. En la cuna del hambre mi niño estaba. Con sangre de cebolla se amamantaba. Pero tu sangre, escarchada de azúcar, cebolla y hambre. Una mujer morena, resuelta en luna, se derrama hilo a hilo sobre la cuna. Ríete, niño, que te tragas la luna cuando es preciso. Alondra de mi casa, ríete mucho. Es tu risa en los ojos la luz del mundo. Ríete tanto que en el alma al oírte, bata el espacio. Tu risa me hace libre, me pone alas. Soledades me quita, cárcel me arranca. Boca que vuela, corazón que en tus labios relampaguea. Es tu risa la espada más victoriosa. Vencedor de las flores y las alondras. Rival del sol. Porvenir de mis huesos y de mi amor. La carne aleteante, súbito el párpado, el vivir como nunca coloreado. ¡Cuánto jilguero se remonta, aletea, desde tu cuerpo! Desperté de ser niño. Nunca despiertes. Triste llevo la boca. Ríete siempre. Siempre en la cuna, defendiendo la risa pluma por pluma. Ser de vuelo tan alto, tan extendido, que tu carne parece cielo cernido. ¡Si yo pudiera remontarme al origen de tu carrera! Al octavo mes ríes con cinco azahares. Con cinco diminutas ferocidades. Con cinco dientes como cinco jazmines adolescentes. Frontera de los besos serán mañana, cuando en la dentadura sientas un arma. Sientas un fuego correr dientes abajo buscando el centro. Vuela niño en la doble luna del pecho. Él, triste de cebolla. Tú, satisfecho. No te derrumbes. No sepas lo que pasa ni lo que ocurre.
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Nanas de la cebolla
La cebolla es escarcha cerrada y pobre: escarcha de tus días y de mis noches. Hambre y cebolla: hielo ***** y escarcha grande y redonda. En la cuna del hambre mi niño estaba. Con sangre de cebolla se amamantaba. Pero tu sangre, escarchada de azúcar, cebolla y hambre. Una mujer morena, resuelta en luna, se derrama hilo a hilo sobre la cuna. Ríete, niño, que te tragas la luna cuando es preciso. Alondra de mi casa, ríete mucho. Es tu risa en los ojos la luz del mundo. Ríete tanto que en el alma al oírte, bata el espacio. Tu risa me hace libre, me pone alas. Soledades me quita, cárcel me arranca. Boca que vuela, corazón que en tus labios relampaguea. Es tu risa la espada más victoriosa. Vencedor de las flores y las alondras. Rival del sol. Porvenir de mis huesos y de mi amor. La carne aleteante, súbito el párpado, el vivir como nunca coloreado. ¡Cuánto jilguero se remonta, aletea, desde tu cuerpo! Desperté de ser niño. Nunca despiertes. Triste llevo la boca. Ríete siempre. Siempre en la cuna, defendiendo la risa pluma por pluma. Ser de vuelo tan alto, tan extendido, que tu carne parece cielo cernido. ¡Si yo pudiera remontarme al origen de tu carrera! Al octavo mes ríes con cinco azahares. Con cinco diminutas ferocidades. Con cinco dientes como cinco jazmines adolescentes. Frontera de los besos serán mañana, cuando en la dentadura sientas un arma. Sientas un fuego correr dientes abajo buscando el centro. Vuela niño en la doble luna del pecho. Él, triste de cebolla. Tú, satisfecho. No te derrumbes. No sepas lo que pasa ni lo que ocurre.
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Se eu sou neste mundo a lua e tu o sol, Se tu és a estrela, que me ilumina o meu dia, Porque teme o sol a lua, se é dela o seu brilho? Aparecerei nos momentos da tua maior luz, Nos dias fantásticos de magia da tua alegria, Na beleza da continuidade dos teus dias, Na herança dos nossos corpos unidos, Eu, lua, estarei ali, junto de ti, quando deres à luz! Quando estiver eu no céu pela manha, Esperando que chegues aos meus braços, Estarei ali para brilhar junto contigo, O meu brilho será reflectido para ti, Apesar das voltas que dês no mundo, Eu, estarei ali, sempre esperando por ti! Quando nos dias perderes o brilho, Virei abraçar-te para te mostrar que estou contigo, Leva os dias comigo, preciso de ti como és, Nos teus momentos de alegria e tristeza, Porque só assim eu poderei amar-te, Fazer-te a surpresa da minha companhia, E dar-te a ti a força e manter o teu lindo brilho, Em tão poucos dias que tem a nossa eternidade, Nas voltas todas que deu o mundo sobre nós, És o centro do mundo minha estrela brilhante, Não é um acaso é uma certeza bem divina, Não é coincidência, para nós é evidência, Darei voltas sempre sobre ti e pela terra, Porque ela é a família que temos E aquela que um dia com o teu dar de luz faremos, Mas eu e a família que é nossa, Há tua volta com tua luz, viveremos. Te adoro muito mesmo, Liliana minha estrela! Autor: António Benigno Esta é a lógica do que fazemos
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 9:56 AM UTC
Porque agora o mundo é nosso
Te quiero porque tienes las partes de la mujer en el lugar preciso y estás completa. No te falta ni un pétalo, ni un olor, ni una sombra. Colocada en tu alma, dispuesta a ser rocío en la yerba del mundo, leche de luna en las oscuras hojas. Quizás me ves, tal vez, acaso un día, en una lámpara apagada, en un rincón del cuarto donde duermes, soy una mancha, un punto en la pared, alguna raya que tus ojos, sin ti, se quedan viendo. Quizás me reconoces como una hora antigua cuando a solas preguntas, te interrogas con el cuerpo cerrado y sin respuesta. Soy una cicatriz que ya no existe, un beso ya lavado por el tiempo, un amor y otro amor que ya enterraste. Pero estás en mis manos y me tienes y en tus manos estoy, brasa, ceniza, para secar tus lágrimas que lloro. ¿En qué lugar, en dónde, a qué deshoras me dirás que te amo? Esto es urgente porque la eternidad se nos acaba. Recoge mi cabeza. Guarda el brazo con que amé tu cintura. No me dejes en medio de tu sangre en esa toalla.
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Autonecrología v
• Vivendo, descobrindo e agradecendo. Parece que se nasce todos os dias, que Deus nos manifesta o seu amor através da beleza infindável que se descobre todos os dias no sol, na chuva, no vento, no mar, no ribeiro... Por o universo ser preciso, maravilhoso, e sempre constante nos seus ciclos criadores de vida. Temos de fazer alguma coisa por todos o que nascem desprovidos de amor, de sentimentos, de vontade de ser recordados neste mundo. Para sempre ficarem na memória dos outros seres humanos que parecendo insignificantes tem sempre presente quem tem coração. Respeitar uma sociedade que parece estar ali para acolher pobres, resolver os problemas dos mais desprovidos. O que faríamos nos em condições de pobreza, miséria, fome, guerra? O que faríamos nos se todos acreditassem na vida, na morte e numa ressurreição que Deus através dele seu Filho provou? O que faríamos nos se a natureza não fosse gratuita e uma fonte inesgotável de recursos? O que faríamos nos sem memória, pensamento, razão? Por sermos felizes agradecemos a beleza das estrelas do orvalho, da noite, do dia...Temos todos de viver com a esperança, com o trabalho, com as pessoas, com o amor! Se nosso lema fosse: viver, descobrir, agradecer tudo seria mais fácil para nos alegrar e dar a nossa vida um sentido mais puro e sereno. Viver de uma forma positiva e apaixonada ajuda nos a descobrir nossas potencialidades escondidas, adormecidas. Vivendo, descobrindo, agradecendo Nas vivências e descobertas todos os seres humanos conseguem perceber melhor a sua genialidade e existência. Quando penso em Deus, vivo mais... A nossa terra onde Nascemos nunca deixa de ser nossa e sempre bela aos olhos de quem nela nasce, vive e por vezes morre... Não existe quem não esteja grato a ela, seus antepassados, seus lugares preferidos que perduram nas noites, nos dias... A grandeza de ser grato ajuda a viver, impulsiona a descobrir caminhos inimagináveis e impossíveis de ser recordados. Quando se agradece: o cheiro de uma rosa branca, o canto da cigarra, o uivar do lobo, o chilrear dos Passarinhos, a luminosidade da lua cheia. Fico perplexo, emocionado, sentido por saber que vivendo e sempre agradecendo o meu ser. Victor Marques
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May 19, 2016
May 19, 2016 at 4:22 AM UTC
Vivendo,descobrindo e agradecendo...
• Vivendo, descobrindo e agradecendo. Parece que se nasce todos os dias, que Deus nos manifesta o seu amor através da beleza infindável que se descobre todos os dias no sol, na chuva, no vento, no mar, no ribeiro... Por o universo ser preciso, maravilhoso, e sempre constante nos seus ciclos criadores de vida. Temos de fazer alguma coisa por todos o que nascem desprovidos de amor, de sentimentos, de vontade de ser recordados neste mundo. Para sempre ficarem na memória dos outros seres humanos que parecendo insignificantes tem sempre presente quem tem coração. Respeitar uma sociedade que parece estar ali para acolher pobres, resolver os problemas dos mais desprovidos. O que faríamos nos em condições de pobreza, miséria, fome, guerra? O que faríamos nos se todos acreditassem na vida, na morte e numa ressurreição que Deus através dele seu Filho provou? O que faríamos nos se a natureza não fosse gratuita e uma fonte inesgotável de recursos? O que faríamos nos sem memória, pensamento, razão? Por sermos felizes agradecemos a beleza das estrelas do orvalho, da noite, do dia...Temos todos de viver com a esperança, com o trabalho, com as pessoas, com o amor! Se nosso lema fosse: viver, descobrir, agradecer tudo seria mais fácil para nos alegrar e dar a nossa vida um sentido mais puro e sereno. Viver de uma forma positiva e apaixonada ajuda nos a descobrir nossas potencialidades escondidas, adormecidas. Vivendo, descobrindo, agradecendo Nas vivências e descobertas todos os seres humanos conseguem perceber melhor a sua genialidade e existência. Quando penso em Deus, vivo mais... A nossa terra onde Nascemos nunca deixa de ser nossa e sempre bela aos olhos de quem nela nasce, vive e por vezes morre... Não existe quem não esteja grato a ela, seus antepassados, seus lugares preferidos que perduram nas noites, nos dias... A grandeza de ser grato ajuda a viver, impulsiona a descobrir caminhos inimagináveis e impossíveis de ser recordados. Quando se agradece: o cheiro de uma rosa branca, o canto da cigarra, o uivar do lobo, o chilrear dos Passarinhos, a luminosidade da lua cheia. Fico perplexo, emocionado, sentido por saber que vivendo e sempre agradecendo o meu ser. Victor Marques
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“Ai não sei se é sonho se realidade,” Se uma brisa, que percorre meu ser, Entra na minha vida, trás tua amizade, Cultiva minha mente, preciso amadurecer! “Ai não sei se é sonho se realidade”, O que tuas palavras, fazem ao entardecer, Transformam minha agonia e tiram sua ansiedade, Durmo como criança até amanhecer! “Ai não sei se é sonho se realidade”, Mas na verdade, vivo ao te ouvir, Feliz, sorrio ao te ver vir, Teu sorriso é uma eterna beldade! “Ai não sei se é sonho se realidade”, Se um brinde, com uma enorme surpresa, Uma dádiva da realeza, autenticidade! Teu sorriso fascina, minha linda princesa. Como eu queria olhar-te nos olhos, Pegar-te nas mãos, encostar-te a mim, Fechar os olhos e beijar-te! “Ai não sei se é sonho se realidade” Autor: António Benigno com uma frase de Fernando Pessoa.
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Sep 11, 2013
Sep 11, 2013 at 9:16 AM UTC
“Ai não sei se é sonho se realidade”
Nem lembro mais quantas vezes Senti tal amargura na garganta Que deixa minha voz tão rouca Talvez precise dar um tempo no cigarro Ou de um café mais suave Talvez precise de um tempo longe de você Ou deixar de beber para te esquecer Talvez precise ler muito mais você Ou um tempo longe de tudo que me lembra você Ou talvez, eu preciso mesmo é de você
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Oct 28, 2015
Oct 28, 2015 at 4:08 PM UTC
Sobre cafés e você
Enamorarte de mí es como enamorarte del mar; te cautiva desde el primer momento en que lo ves. Al principio observas el panorama, el agua, el cielo, los animales, las personas alrededor. Una ligera sonrisa se te escapa al sentir la necesidad de quitarte los zapatos para experimentar el primer contacto físico. Se sentirá extraño, la arena podrá ser caliente, en cambio, tu curiosidad aumenta al preguntarte ¿Cómo será en lo más profundo del agua? Alzas la vista, miras perplejo el paisaje; las nubes y los pájaros juegan revoloteando haciendo juego con mis olas. Te gusta, la excitación cada vez es más, sientes que es momento, quieres sumergirte en mis aguas y sin rodeos, saltas al agua dejándote sumiso ante mí. Danzas conmigo a los compas del vaivén, algo te distrae. Miras con demasiada atención el interior de mis aguas, de mí ser. Fijas la mirada en un abismó oscuro que se le ve a lo lejos, te aproximas a él, comienzas a sentirte perdido, cautivo, sin rumbo. Sales a la superficie, ya es casi de noche. Te sientas en mi regazo a contemplar la puesta del sol y ahí, en ese preciso momento, te das cuenta que acabas de enamorarte algo vivo, algo inmenso; algo que será tuyo pero solo por minutos.
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Oct 21, 2014
Oct 21, 2014 at 9:23 PM UTC
Un paseo eterno en el mar
Eu queria ser grande, queria ter sonhos e ter esperança! Eu queria ser grande, ter sonhos e sentir confiança! Eu queria acreditar que existe esperança! Eu queria acreditar que sonhos são uma lembrança! Pois, quando eu sonho, eu acredito que eu quero aquilo, Aquilo, com que sonho, afinal é o que eu quero! Então e como podem explicar-me que o sonho, morreu! Alguém pode acreditar fielmente no definitivo e no impossível! Alguém pode dizer que não choverá nunca mais? Ou poderá afirmar, que o sol jamais se esconderá. Eu não acredito que eu sou um ser mau, E eu acredito que sou realmente feliz! Acredito que a minha felicidade depende dos meus amigos, Aqueles amigos que me são amigos! Não preciso que as pessoas finjam que a minha vida interessa, E não mereço ter pessoas dessas, a perturbar os meus sonhos! Sou suficientemente generoso, para com as pessoas que me são queridas! Porque elas só são a minha vida, porque eu necessito do seu carinho! Afinal de contas, ser amigo é ser prestável, disponível, Não basta dizer: - Eu sou o teu amigo! Hoje percebo que sonhos são por vezes lições, Sonhos são dádivas na escola da vida! Sonhos são os auxiliares de memória necessários, Para sobreviver neste mudo podre! Neste antro medonho de abutres! Mas amigos, eu sou feliz, no nosso oásis, Porque a vossa amizade alimenta os meus receios! Obrigado Autor: António Benigno Código de autor: 2012.02.12.01.04
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Aug 30, 2013
Aug 30, 2013 at 2:00 PM UTC
Eu um dia queria ser grande!
De que cor sopra hoje o teu vento e que sol o faz voar, Quais os caprichos do teu tempo que desdenham ao luar, Qual a cor das tuas pétalas que ao rubro quero provar, Um sabor e uma lembrança pra sempre eu vou recordar! Foi no brilho dos teus olhos e na tristeza do teu olhar, Foi as formas da tua face que me acolheram o despertar, Tantas outras tantas de voltas eu te quero a ti reencontrar, Provar de novo os teus beijos doces e me poder deliciar! Ouro fino cor de cetim para te cobrir e levar ao pé do mar, Jogar na areia todas as lembranças e poder ali te abraçar, Dar um aperto louco, quente e mouco no silêncio a te amar, Viver de novos todas as caricias dadas e poder fervilhar! Como eu voou de novo nos meus sonhos a te ver voar, Como me entrego na loucura que se apoderou como colar, Me dá voltas nas voltas mas me segura não vai estrangular, É preciso apenas acreditar que nada foi em vão e vai voltar! As saudades frescas a vontade mais forte de te vir a poder amar, Sejam esses os caminhos de dois seres que acreditaram nesse amar, Uma febre fresca, um alívio doce, um jeito sem força, apenas te amar! Autor: António Benigno Pelos caminhos do tempo pelas vontades do vento apenas gestos e palavras certas!
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:02 AM UTC
Se hoje o céu é cinzento
Carrego nos olhos o peso do vazio A infinidade de possibilidades não me permite mover-me Se espantas com essa condição? Queres correr e nunca mais voltar? Tens medo da dor e da culpa? Pois que vás, e não voltes Pouco me importa tua dor E sabes que tampouco se importas com a minha Dizes que tens carinho, ou será pena? Não sou miserável, não quero compaixão Dizes que beiro a loucura? Nunca estive tão lúcido! Sim, aquilo vistes em meus olhos é a alma dos homens Se me dizes que não vistes nada É por que de fato estas certa Os homens não tem alma! Quanto ao amor, é certo que ainda te amo e não creio que deixarei de fazê-lo algum dia Mas devo eu ter qualquer ambição quanto a isso? Não é necessário tê-la tal como um objeto Deveras alegraria-me tê-la, e sim, quando chegas muito perto... a ponto de encostar-me, sim, tenho impulsos quase incontroláveis... nada que a distância não resolva. Não me digas o que fazer Não me digas que preciso de ajuda um homem não precisa de ajuda Se estou me destruindo, é porque é o que devo fazer E se um dia, nesses lapsos, eu não voltar saiba que finalmente estarei livre!
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Jan 5, 2014
Jan 5, 2014 at 9:05 PM UTC
Catatonismo
Quando me levanto e olho a vidraça, Canta o galo empoleirado. Escuto o cantar do chão molhado Sem sono e com graça. Desde logo olho este desafio, De ser gratuito sem favor, Olho para corrente do rio, Tudo começa por amor. O percurso de um caminho, Louva tudo com o sorriso, Agradecer é sempre preciso, Nunca se vive sozinho. O universo é infinitamente bom, Estrelas com cor e som, Dou graças a tudo que conheço, O céu nesta vida sem qualquer preço. Victor Marques
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Nov 10, 2013
Nov 10, 2013 at 2:26 PM UTC
Gratidão
Hace ya tiempo... (era yo poeta. Tiempo divino de cantar y de soñar lo esperado y lo perdido. Cristal de viejos reflejos, tornasolado prodigio, álamo esbelto que alzaba al cielo su verde grito primaveral...) Hace tiempo -divino tiempo- me dijo que le escribiera unos versos a sus senos..             Nunca ha sido, nunca jamás podrá ser el poema concluido. Hay cosas grandes, bellezas para las que no hay cobijo en las palabras. Hay cosas cuyo nombre no decimos para no mancharlas.                                 Miro hacia atrás. Era yo entonces poeta (serlo es sentirnos iluminados) No supe hallar el nombre preciso, la cifra que concretara tanta hermosura. (Me dijo que le escribiera unos versos a sus senos...) No he podido hallar la palabra exacta, lograr el nombre preciso. Yo, poeta sin palabras, dado a los malabarismos de las palabras, buscaba rimas, imágenes, ritmos. Cazador de aves retóricas: «palomas de tibios picos», «cimas de nieve con sol poniente», «gemelos lirios», «pararrayos de lo rosa», «redondas piedras de río», «fruto al que arrancan los pájaros sus dulzores encendidos». Yo era poeta. Sentía, soñaba. Tiempo divino de sentir y de soñar. Y ser poeta es vestirnos túnicas de luz, oír la voz que nos va trazando todos los caminos. Soñar sin saber cantar. Errar por el laberinto. Pero ahora que sé cantar ya es imposible el prodigio. Ahora ya no sé soñar. Cayó la antorcha al abismo. Todo pasa en torno, y todo halla el corazón marchito. Todo es una imagen muerta en el fondo de mi río. Una brisa que conmueve trigos que no son mis trigos. Alba que toca el ocaso. Ya no soy rey de mí mismo. Caído de mi alto trono, sin resurrección, hundido en las cavernas que el tiempo cavó para mi suplicio.
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Unos versos pedidos
Hace ya tiempo... (era yo poeta. Tiempo divino de cantar y de soñar lo esperado y lo perdido. Cristal de viejos reflejos, tornasolado prodigio, álamo esbelto que alzaba al cielo su verde grito primaveral...) Hace tiempo -divino tiempo- me dijo que le escribiera unos versos a sus senos..             Nunca ha sido, nunca jamás podrá ser el poema concluido. Hay cosas grandes, bellezas para las que no hay cobijo en las palabras. Hay cosas cuyo nombre no decimos para no mancharlas.                                 Miro hacia atrás. Era yo entonces poeta (serlo es sentirnos iluminados) No supe hallar el nombre preciso, la cifra que concretara tanta hermosura. (Me dijo que le escribiera unos versos a sus senos...) No he podido hallar la palabra exacta, lograr el nombre preciso. Yo, poeta sin palabras, dado a los malabarismos de las palabras, buscaba rimas, imágenes, ritmos. Cazador de aves retóricas: «palomas de tibios picos», «cimas de nieve con sol poniente», «gemelos lirios», «pararrayos de lo rosa», «redondas piedras de río», «fruto al que arrancan los pájaros sus dulzores encendidos». Yo era poeta. Sentía, soñaba. Tiempo divino de sentir y de soñar. Y ser poeta es vestirnos túnicas de luz, oír la voz que nos va trazando todos los caminos. Soñar sin saber cantar. Errar por el laberinto. Pero ahora que sé cantar ya es imposible el prodigio. Ahora ya no sé soñar. Cayó la antorcha al abismo. Todo pasa en torno, y todo halla el corazón marchito. Todo es una imagen muerta en el fondo de mi río. Una brisa que conmueve trigos que no son mis trigos. Alba que toca el ocaso. Ya no soy rey de mí mismo. Caído de mi alto trono, sin resurrección, hundido en las cavernas que el tiempo cavó para mi suplicio.
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Apavorada Minhas mãos tremem a cada segundo Presa em um lugar pequeno Logo vejo uma asma aflorar em meio da respiração Há uma imensidão Porém, estou sufocada. ''Não me humilhe. Não diga nada.'' Preciso fugir daqui. Encontrar algo novo Assustada Passarinhos voam em um céu nublado Espíritos me apavoram Procuro conforto Correr. Correr. Encontrar um novo lugar Mover a expressão encubada em minha face. Por um instante, parecia calmo Como se todo o pecado tivesse sido lavado e como se tudo fosse novo. Um recomeço Impressão Ele apenas havia começado a beber todo o vinho Esquecendo da ostea Enganando pessoas Corroendo outras Tudo é ansioso novamente. Fugir de problemas. Deixar pessoas. Sem remorso algum. Sem deixar as lágrimas caírem ou o coração pesado. Lágrimas parecem me afogar. Abraçando minhas gélidas pernas. Espíritos dançam em minha volta. Olhos pesados. Doloridos. Tudo não se passa de uma ilusão. Joga-los para o fundo. Me esconder na escuridão. Fugir de pessoas. Deixa-las. Respirar.
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Apr 28, 2015
Apr 28, 2015 at 6:32 PM UTC
Espíritos Dançam Em Minha Volta