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"posso" poems
Let me breath you in, she said Every fiber of your being And let your soul rest in my bed An open heart, an open mind You thought you have seen it all But you have been clearly blind Her love still lingers inside of you Run away and embrace what I am, my pleasure and pain Stare and let me entice you with these eyes of intense blue I am, as you see, the calmness of a flowing river; calm and tame And I am, as others cannot see, An uneasy ocean, with massive and violent waves A simple, still flower in a garden of smothering weeds While being a volcano ready for eruption Exploding, taking you over like ancient Pompeii was to the lava sea Posso mettere un pò di polvere di stelle nei tuoi occhi E far entrare un pò di luce nella tua vita Let us unite in a state of pure ecstasy Where the world ends, and Heaven starts Nothing else exists, and there is no more "you and me" Swallow my body and spirit whole, and take me in Where there are no laws of physics or society's logicality Come into my world and leave this one of gray We can be gods of our universal dimension Tu sei la mia stella e l'unica cosa a cui penso sempre Your mind touches me in all restricted places, as you feel the hot temptation Tu sei un mistero, Tu sei un enigma, ** bisogno del tuo amore, il mio sconosciuto Io non ti conosco, ma sento la tua anima We are aliens from our own dreams and imaginations I am the light and the darkness Allow me to inhale you and your inner creations Take me as I am and you will see That I will heal and fill the hole in your heart Your weakness will be replaced with love and peace Be my melody and I will be your harmony Let us meet in the unknown, a foreign land Let us die and shed our skin gracefully Let us take a walk into the infinite
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Jan 14, 2014
Jan 14, 2014 at 11:09 PM UTC
Una Melodia D'Amore
Let me breath you in, she said Every fiber of your being And let your soul rest in my bed An open heart, an open mind You thought you have seen it all But you have been clearly blind Her love still lingers inside of you Run away and embrace what I am, my pleasure and pain Stare and let me entice you with these eyes of intense blue I am, as you see, the calmness of a flowing river; calm and tame And I am, as others cannot see, An uneasy ocean, with massive and violent waves A simple, still flower in a garden of smothering weeds While being a volcano ready for eruption Exploding, taking you over like ancient Pompeii was to the lava sea Posso mettere un pò di polvere di stelle nei tuoi occhi E far entrare un pò di luce nella tua vita Let us unite in a state of pure ecstasy Where the world ends, and Heaven starts Nothing else exists, and there is no more "you and me" Swallow my body and spirit whole, and take me in Where there are no laws of physics or society's logicality Come into my world and leave this one of gray We can be gods of our universal dimension Tu sei la mia stella e l'unica cosa a cui penso sempre Your mind touches me in all restricted places, as you feel the hot temptation Tu sei un mistero, Tu sei un enigma, ** bisogno del tuo amore, il mio sconosciuto Io non ti conosco, ma sento la tua anima We are aliens from our own dreams and imaginations I am the light and the darkness Allow me to inhale you and your inner creations Take me as I am and you will see That I will heal and fill the hole in your heart Your weakness will be replaced with love and peace Be my melody and I will be your harmony Let us meet in the unknown, a foreign land Let us die and shed our skin gracefully Let us take a walk into the infinite
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Olho p'la janela e vejo que o dia nasceu belo; Toda a atmosfera irradia uma tonalidade magenta - O Outono já não tarda a chegar. Há alguma paz nisso, mas não tanta que dure. Dói-me ser. Pudesse eu aprender a abraçar as sensações imensas, Em vez de me afundar nelas, sem ar que respirar; Pudesse eu seguir os ensinamentos de Álvaro de Campos E fazer do sentir uma viagem infinda, Um caminho ascendente em direção a Deus. Pudesse eu sentir como sinto, Como sinto tudo - Deste modo exagerado que tenho de sentir tudo - Sem deixar qualquer sensação tornar-se numa angústia profunda. Soubesse eu olhar as flores E amá-las como amo enquanto as olho Sem que se me partisse irreparavelmente o coração Quando não as pudesse olhar mais. Dói-me ser Quando parece que tudo o que sou É esta enchente de sensações que não sei sentir devidamente. Quando tudo o que sou é algo que poderia jurar não ser realmente eu. Mas como posso não ser eu se são minhas as mãos que escrevem estes versos e Meus os olhos que se quase desmancham por ter que os escrever e Meu o coração - esta penosa maldição que carrego no peito - Que bate furioso por não o saber ter? Pensado em mim, Não me imaginaria ser como sou; Pensando em mim, Não sei se me imaginaria de algum modo concreto mas, Pensado em mim, O que sou é uma mentira mal contada. E, se o que sou é uma mentira, ser deveria ser um vazio gigante. Mas o que sinto ser é tudo menos um vazio gigante. O que sinto ser é um transbordar de Ser e Como, tenho já dito anteriormente, uma contradição imensa em si. Dói-me ser se o que sou é sentir. Dói-me sentir e dói-me sentir que o que sou é uma construção incompleta. Dói-me isto, tudo isto que me foi imposto como um dever - A personalidade, o pensar, o Ser... Dói. Dói. Dói....
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Sep 17, 2017
Sep 17, 2017 at 1:28 PM UTC
Dói-me Ser - 17/09/17
Olho p'la janela e vejo que o dia nasceu belo; Toda a atmosfera irradia uma tonalidade magenta - O Outono já não tarda a chegar. Há alguma paz nisso, mas não tanta que dure. Dói-me ser. Pudesse eu aprender a abraçar as sensações imensas, Em vez de me afundar nelas, sem ar que respirar; Pudesse eu seguir os ensinamentos de Álvaro de Campos E fazer do sentir uma viagem infinda, Um caminho ascendente em direção a Deus. Pudesse eu sentir como sinto, Como sinto tudo - Deste modo exagerado que tenho de sentir tudo - Sem deixar qualquer sensação tornar-se numa angústia profunda. Soubesse eu olhar as flores E amá-las como amo enquanto as olho Sem que se me partisse irreparavelmente o coração Quando não as pudesse olhar mais. Dói-me ser Quando parece que tudo o que sou É esta enchente de sensações que não sei sentir devidamente. Quando tudo o que sou é algo que poderia jurar não ser realmente eu. Mas como posso não ser eu se são minhas as mãos que escrevem estes versos e Meus os olhos que se quase desmancham por ter que os escrever e Meu o coração - esta penosa maldição que carrego no peito - Que bate furioso por não o saber ter? Pensado em mim, Não me imaginaria ser como sou; Pensando em mim, Não sei se me imaginaria de algum modo concreto mas, Pensado em mim, O que sou é uma mentira mal contada. E, se o que sou é uma mentira, ser deveria ser um vazio gigante. Mas o que sinto ser é tudo menos um vazio gigante. O que sinto ser é um transbordar de Ser e Como, tenho já dito anteriormente, uma contradição imensa em si. Dói-me ser se o que sou é sentir. Dói-me sentir e dói-me sentir que o que sou é uma construção incompleta. Dói-me isto, tudo isto que me foi imposto como um dever - A personalidade, o pensar, o Ser... Dói. Dói. Dói....
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Quando la sera scende sulle nostre spalle come un manto che non avremmo voluto portare, non chiedermi di cercarti, non chiedermi d'amare. Quando la sera ci inietta nelle vene la droga che ci fa tremare, come una carezza perduta, l'amore che avremmo dovuto amare, lasciami vagabondare per le vie in salita, lasciami sbattere la testa contro un muro, lasciami insicuro, ubriaco, contento di sbagliare. Quando la sera scende sulle nostre spalle in un minuto nel quale non ci saremmo voluti tuffare, non chiedermi di tornare. Lascia che come volute di fumo, come esalazioni nerastre, le tenebre mi avviluppino e mi s'offuschi la vista. Che come un cane fiuti la mia pista e con la morte giochi a scacchi la mia partita. Che un tossicomane m'abbagli, che una prostituta o un pederasta m'accostino, che una donna che credevo morta mi chieda aiuto dall'oltretomba, da un'altra vita. Quando la sera scende sui nostri sbagli come dita che sentiamo chiudersi in una stretta, come il viaggio che non avremmo voluto fare, come le cose a cui abbiam dovuto rinunciare troppo in fretta, come tutte le altre sere, come ogni sera, la stessa fitta, la stessa febbre, un'euforia smarrita... Quando la sera come un manto scende sulla nostra vita, lascia che questo manto io non lo sopporti, lascia che cerchi di scrollarmelo di dosso, lascia che a più non posso io mi metta a gridare.
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Mar 31, 2010
Mar 31, 2010 at 12:43 PM UTC
Quando la sera scende sulle nostre spalle...
não desaprendo o amor pelo sonho surge-se-me belo e ardente pelo olhar de dentro da alma, o amor, pelo rosto da mulher-anjo. sei quem é e que a amo quer porque lho digo, quer porque o sinto pela ausência que me arde as entranhas. sei quem é e que a amo, sei que o que é, é mais que ser mulher sei-a água na essência, incêndio e vento na ausência sei que a não posso conhecer.
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Apr 7, 2022
Apr 7, 2022 at 10:23 AM UTC
não desaprendo o amor pelo sonho 22/03/22
Nel mio cuore, una fata dorme. Lungo per i sogni, sono una povera, piccola ragazza all'interno. Per fuori, sono una ragazza coraggiosa e matura. Pero, io non posso fingere che non voglio essere nei miei sogni, dove si incontra tutto lo che mi piace, tutto che io voglio. i principe con gli occhi azzurri, il castello bianco dove io vivo, il cavallo bianco, la carrozza bianca, tutto bianco. perche tutto bianco? forse vedo tutto cosi buio, crudele, spietato. La gente non voglie essere tu amici, ancora meno riconoscerti. Vogliono solo guardarti piangere. Vogliono guardare cuando ti realizza che non si puoi vivere nei tuoi sogni. Che non sara' giovane per sempre. Che non sei piu un bambino. Prima o dopo, sarai uno di loro. amaro e apatico. non ti sognare. Non esiste il principe con gli occhi azzuri, non esiste il castello bianco, non esiste il cavallo bianco, non esiste la carrozza bianca. Non tutto e' bianco.
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Jan 18, 2013
Jan 18, 2013 at 11:17 AM UTC
I sogni
Quando eu vejo as suntuosas flores Eu penso dela Quando eu leio as cartas de amor de os grandes autores Eu penso dela Quando eu me perco no céu azul Eu penso dela Se eu trabalho,ela é quem eu trabalho pela De todos os meus assuntos, o seu amor é o cônsul Você tem as chaves de meu sorriso não posso ser feliz sem você Mais de quo o ar, eu te preciso Porque sem ti minha vida é tolice
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Jan 28, 2013
Jan 28, 2013 at 7:45 AM UTC
Saudade
Ci sarai per sempre un pezzo nel mio cuore, Non sono mai sentita un così bello fiore, Vorrei sapere se, un giorno rincontremo, Perchè non posso pensare di un mondo dove non ci saremo, Tu hai già cambiato tutta la mia vita, Tu sei la mia unica, la mia bella vera città, Non voglio dire mai delle cose che ci viene, Solo qua sembra che tutto potrebbessere va bene.
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Sep 3, 2012
Sep 3, 2012 at 3:11 PM UTC
Mio Cuore
Uomo, mi hanno condotta dall'estremo dove vivevo intera la "mia" vita al Tuo opposto tremendo di giustizia: che cosa dedurranno dal confronto dei nostri due insondabili princìpi? Qualcuno certo, conscio del Tuo inizio, tratteneva i Tuoi volti successivi in un travaglio cieco di rapporti ma io, ancor prima che gli anelli tutti della mia vita fossero congiunti, mi distaccai precipite dal nulla e proclamai la carne concepita. Uomo Perfetto, cosa dannerai di questo seme che, nel modularsi, s'è rinforzato solo di se stesso senza estasiarsi in giochi di virtù? Certo conoscerai che equilibrando ogni comandamento che mi esorta a saturarmi tutta di peccato, che riportando a questo intendimento la perfezione delle mie lacune, confluirei con adeguato passo verso una vita lineare e assente. Ma per ora, il peccato del mio tutto, resta la tappa ultima e possente ed un ritmo incessante di condanna mi rigetta dal muovermi comune. Quando, fanciulla appena, mi concessi, quando mi sciolsi per la prima volta da quel bruciore acuto di purezza che sublimava ambiguità tremende, sentii l'impegno che covavo dentro crescere, quasi a forza di missione. Non ** altra virtù che di condurmi a prodigiose altezze di consenso e una stanchezza illimite mi prende se non mi adagio sopra un'altra forma... Allineando tutte le mie ombre volte perdutamente verso terra, posso durare un tempo indefinito accentrata in un'unica figura. Ma che dolore sale le mie braccia reggenti il grave fascio di me stessa: l'essere dura giova solamente a questa dubbia resistenza mia... Sotto il piede che immagino sicuro cerco il terreno viscido di sempre: la tentazione è come un tempo lungo ch'io devo bere, abbrividendo, in fretta... Guarda, perché previeni il Tuo guardarmi con errata coscienza di pudore? Guarda, senza sapere l'astinenza, queste carni purgate dal piacere, questi occhi sinceri nell'orgoglio, questi capelli dal profumo intenso di vita e di memorie... Peccato questo vivere me stessa? So che la santità germoglierebbe esercitando in me falsi connubi, ma asségnami una giusta tolleranza se l'indulgenza nega questo passo, fa che il ritorno al vivere di sempre non sprofondi nel buio di un abisso e che non mi si dia maggiore colpa se come gli altri, e con eguale indugio, gioco il distacco dalla mia matrice.
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Una Maddalena
Uomo, mi hanno condotta dall'estremo dove vivevo intera la "mia" vita al Tuo opposto tremendo di giustizia: che cosa dedurranno dal confronto dei nostri due insondabili princìpi? Qualcuno certo, conscio del Tuo inizio, tratteneva i Tuoi volti successivi in un travaglio cieco di rapporti ma io, ancor prima che gli anelli tutti della mia vita fossero congiunti, mi distaccai precipite dal nulla e proclamai la carne concepita. Uomo Perfetto, cosa dannerai di questo seme che, nel modularsi, s'è rinforzato solo di se stesso senza estasiarsi in giochi di virtù? Certo conoscerai che equilibrando ogni comandamento che mi esorta a saturarmi tutta di peccato, che riportando a questo intendimento la perfezione delle mie lacune, confluirei con adeguato passo verso una vita lineare e assente. Ma per ora, il peccato del mio tutto, resta la tappa ultima e possente ed un ritmo incessante di condanna mi rigetta dal muovermi comune. Quando, fanciulla appena, mi concessi, quando mi sciolsi per la prima volta da quel bruciore acuto di purezza che sublimava ambiguità tremende, sentii l'impegno che covavo dentro crescere, quasi a forza di missione. Non ** altra virtù che di condurmi a prodigiose altezze di consenso e una stanchezza illimite mi prende se non mi adagio sopra un'altra forma... Allineando tutte le mie ombre volte perdutamente verso terra, posso durare un tempo indefinito accentrata in un'unica figura. Ma che dolore sale le mie braccia reggenti il grave fascio di me stessa: l'essere dura giova solamente a questa dubbia resistenza mia... Sotto il piede che immagino sicuro cerco il terreno viscido di sempre: la tentazione è come un tempo lungo ch'io devo bere, abbrividendo, in fretta... Guarda, perché previeni il Tuo guardarmi con errata coscienza di pudore? Guarda, senza sapere l'astinenza, queste carni purgate dal piacere, questi occhi sinceri nell'orgoglio, questi capelli dal profumo intenso di vita e di memorie... Peccato questo vivere me stessa? So che la santità germoglierebbe esercitando in me falsi connubi, ma asségnami una giusta tolleranza se l'indulgenza nega questo passo, fa che il ritorno al vivere di sempre non sprofondi nel buio di un abisso e che non mi si dia maggiore colpa se come gli altri, e con eguale indugio, gioco il distacco dalla mia matrice.
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Chi sono io? My i strayed from its o (divorziato) decades before the ***** and egg had wed, hatching me to a self-soaking tub where the immigrant pigments of Ermano e Rosa were twice removed. *Quando dormo gli antenati stanno sempre sussurando indicazioni* Rosa e Ermano each descend (spaesato) on separate planks plunked down to greasy rock by proverbial boats. When they do, Emma Lazarus doesn't warn them the Lady's "give me" comes with a take. *Provo a sentire le due parole dolci ma non posso* Ermano e Rosa each find (inamorato) American spouses, have American kids who sprout to twist a native tongue till an ill-fit, its tang is left in must and un-dusted just for periodic trips back. *Ripeto, Chi sono io? E nel questo sogno i voci mi dicono di nuovo...* Let's skip the unplugged generation's gap (collegato) to where my i reacquaints with its o, but their made-up past makes a tenuous tether, so together Rosa e Ermano drift on the whispers of a forgotten song. Non dimenticar
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Jun 16, 2010
Jun 16, 2010 at 8:09 AM UTC
The voices in my head have perfect accents
"Preciso de ti! Não partas e não deixe-me partir; Me enterre aqui ao teu lado, senta comigo e vê as horas a passar; O céu se encontra entre o azul e o mar, ambos claros, a fadar; Preciso hoje mesmo a cor dos teus lábios encontrar, pois meus lábios incolores, precisam do toque dos seus para se pintar e num beijo cor de rosa arrepiarem-se. Preciso hoje mesmo a luz dos teus olhos, pois meus olhos apagados e congelados precisam brilhar, e num só encontro de nossos olhos, num feixe enorme entrelaçarem-se. Preciso hoje mesmo das tuas mãos para aconchegar-me, meu corpo, alma e coração sem vida precisar do seu calor para reanimarem-se, e num fogo a mil bons tons entregarem-se. Ah amor, seu toque almejo e entre mil desejos só quero amar-te; Nenhuma riqueza paga a felicidade do meu coração ao apaixonar-se. Deus posso viver na pobreza, sem nenhuma grandeza se puder amar-te! E a vida lentamente, ao seu lado ardente, irei trilhar-me. Pois cada parte minha e cada parte sua, nunca estarão completas, se não juntarem-se."
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Oct 5, 2012
Oct 5, 2012 at 10:40 PM UTC
Pela Luz dos Olhos Teus (Quase uma homenagem sincera)
Eu pintei-me de preto e vesti-me de ***** E colori em forma de arco-íris, o meu coração! Descansei os sapatos e assim com ar integro, Analisei todos os meus males, aqui atrás do Marão! Olhei o sol que estava lindo, assim como a luz do dia, E eu ali senti-me um milhafre perdido no raiar do céu, Despi-me de preconceitos e agarrei a luz que me alumia, Comecei a correr até ficar cansado, até perder o chapéu! Comecei a despir o ***** que trazia vestido e foi nu, Que comecei a procurar ao redor uma nova capa, Com cores coloridas com sorrisos tirados do baú! Não servia sorrir de novo, sorrisos fingidos á socapa! Jurei que iria sair do escuro, que trazia vestido, Comprometi-me com a alma, e entregar-me ao destino, Porque afinal, eu não tinha perdido, então porquê, o alarido! Seria por me despir, reflectir e sentir culpado e latino? Hoje não é dia de pensar assim, não é dia de fingir, Não é dia de mentir, nem é dia de ficar para ali a latir. Porque quem me pudesse ouvir, estaria ali não para me ouvir, Mas sim para fingir, que eu era o corvo, e tinha de partir! Quanto tempo durou o fingimento que te cativou? Porquê que eu nunca percebi que teria de sair! Não sei, nem posso deitar-me a adivinhar. Sei, acabou. Não tenho mais comigo razões para me prostituir! Como poderia eu ter sido ingrato, se tivesse visto, Que afinal tudo que vivi, até ali, nunca foi real e meu. Nunca fui afinal muito mais, que um pequeno imprevisto. Ingrato, não estou. Hoje eu sei, que afinal, estou ao léu! Sem qualquer compromisso no coração, e pode ser teu. Autor: António Benigno Dedicado do Romeiro para a Rameira.
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Sep 11, 2013
Sep 11, 2013 at 9:17 AM UTC
Ingratidão
Eu pintei-me de preto e vesti-me de ***** E colori em forma de arco-íris, o meu coração! Descansei os sapatos e assim com ar integro, Analisei todos os meus males, aqui atrás do Marão! Olhei o sol que estava lindo, assim como a luz do dia, E eu ali senti-me um milhafre perdido no raiar do céu, Despi-me de preconceitos e agarrei a luz que me alumia, Comecei a correr até ficar cansado, até perder o chapéu! Comecei a despir o ***** que trazia vestido e foi nu, Que comecei a procurar ao redor uma nova capa, Com cores coloridas com sorrisos tirados do baú! Não servia sorrir de novo, sorrisos fingidos á socapa! Jurei que iria sair do escuro, que trazia vestido, Comprometi-me com a alma, e entregar-me ao destino, Porque afinal, eu não tinha perdido, então porquê, o alarido! Seria por me despir, reflectir e sentir culpado e latino? Hoje não é dia de pensar assim, não é dia de fingir, Não é dia de mentir, nem é dia de ficar para ali a latir. Porque quem me pudesse ouvir, estaria ali não para me ouvir, Mas sim para fingir, que eu era o corvo, e tinha de partir! Quanto tempo durou o fingimento que te cativou? Porquê que eu nunca percebi que teria de sair! Não sei, nem posso deitar-me a adivinhar. Sei, acabou. Não tenho mais comigo razões para me prostituir! Como poderia eu ter sido ingrato, se tivesse visto, Que afinal tudo que vivi, até ali, nunca foi real e meu. Nunca fui afinal muito mais, que um pequeno imprevisto. Ingrato, não estou. Hoje eu sei, que afinal, estou ao léu! Sem qualquer compromisso no coração, e pode ser teu. Autor: António Benigno Dedicado do Romeiro para a Rameira.
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Seus cabelos, ondas escuras na noite, Seus olhos, um mistério que não posso desvendar, Ela caminha entre os vivos e os mortos, E eu a sigo, perdido em seu encanto sombrio. Seu toque é o frio da meia-noite, Sua presença, um tormento doce, Cada passo que ela dá me arrasta, Mais fundo em um labirinto de solidão. Pois ela é a musa de meus pesadelos, A personificação do desejo que me destrói, E eu, um tolo, danço na borda do abismo, Fascinado por sua escuridão eterna.
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Aug 31, 2024
Aug 31, 2024 at 11:35 AM UTC
Sombra na Escuridão
e com essa marra sua eu faço nosso laço e ajeito nosso passo como quem se perpetua e com esse teu jeitinho eu nos desenho, sem pressa te encho de carinho e o delírio me atravessa na tua cama contorno as tuas linhas que eu sei não serem minhas mas trato como quem ama e nesse paralelo criado nesse universo só nosso eu faço o que posso pra ver o mundo atravessado como quem ama meu bem
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Jan 7, 2016
Jan 7, 2016 at 6:48 AM UTC
amor de uma só via
Assim como eu... milhões Sou só e somente mais um Deixem-me viver em meu universo complexo Cada qual com o seu, e seremos felizes Mas não me venham a se queixar Não se debatam sobre mim Se quero o intangível... é porque posso vê-lo Rogo: vá cuidar de seu universo complexo! Se sou tão complexo... É Porque sei quem sou: Eu sou o grande observador Eu sou o homem E enquanto os homens viverem sobre a Terra e enquanto os rios correrem limpos ou sujos Enquanto minha expansão se expande continuarei observando, sendo eu... um homem. Um observador. Um universo complexo!
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Jun 2, 2014
Jun 2, 2014 at 11:22 AM UTC
Cada indivíduo possui o universo inteiro em si, mas nunca saberá o que é o universo sem sua própria presença.
De quem é a imagem que vejo no espelho? Não é a mesma que me observo sem vê-la Não possui a fonte existencial que lança os arredores para o interior A única diferença entre mim e o que me permeia É o corpo que carrego a todo instante, e dele os diálogos mentais que me definem como uma existência, pois as vozes que me surgem só eu posso ouvi-las e interpretá-las Mas, talvez, a consciência seja simplesmente um canalizador e não uma fonte, pois as informações vêm de todos os lugares e ao mesmo tempo de um lugar só (ego). De quem é a imagem que vejo quando olho para outra pessoa? Não é a mesma imagem que essa outra existência se vê Essa imagem que vejo faz parte de mim, sou eu, ou talvez o outro que vive em mim, que independe de uma consciência própria que não a minha. Mas como eu me vejo? Me vejo como acredito que os outros me vêem? Eu sou o fruto das experiências passadas Eu sou inconstante. Totalmente renascido e irreconhecível a cada experiência Mas isso é meu ego, o vidro mais frágil O medo da solidão, O medo da rejeição, O ódio que é o medo de amar O medo de amar que é o ódio por si mesmo O **** é a carta coringa do desespero O prazer de calar a dor Mas o **** também dói, pois é a entrega de seu íntimo para outrem (você se diferencia) nós somos incapazes de amar o que é diferente, o **** fere o ego, pois o auge do prazer se dá com algo que nossa consciência insiste em odiar, odiamos os outros, odiamos a nós mesmos Mas é tudo ilusão Ódio e medo, novamente, caminhando lado a lado Mas é tudo ilusão "O que está em cima está em baixo, não há diferença" O que me define como singular? Minhas roupas, meu cabelo, meu rosto, minha casa meu carro, minha família, minha história Fora isso quem sou? Onde encontra-se a singularidade da voz que só minha mente escuta? (Minhas ideias surgem de outras ideias que não são minhas Eu sou o vazio) Encontra-se no vazio, onde todos são iguais Onde uma coisa não se diferencia da outra Onde só nos resta amar, sem dor A realidade é simplesmente aquilo em que acredito Nada mais, nada menos Pois o que os olhos não vêem o coração não sente Melhor dizendo: O que a mente não sente os olhos não vêem! Depois de todo o devaneio Me lembro... Uma mulher, cujo a forma de sorrir, a forma de morder os lábios, o jeito com que ela me olha com o canto do olho é totalmente singular, única Mas não depende do ego, e nem de experiência é algo inato, belo, não consigo odiar mesmo sendo diferente Amor? sim Mas algo diferente também a vejo e amo como irmã, como mãe, como amante, como amiga Amo sua existência como um todo e não sei explicar Ela escolheu não ficar comigo, mas sempre vem a mim Eu ainda continuo a ama-la, sem dor, nem sofrimento Outra vez saio de uma discussão comigo mesmo sem respostas!
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Aug 25, 2014
Aug 25, 2014 at 12:35 PM UTC
Existência
De quem é a imagem que vejo no espelho? Não é a mesma que me observo sem vê-la Não possui a fonte existencial que lança os arredores para o interior A única diferença entre mim e o que me permeia É o corpo que carrego a todo instante, e dele os diálogos mentais que me definem como uma existência, pois as vozes que me surgem só eu posso ouvi-las e interpretá-las Mas, talvez, a consciência seja simplesmente um canalizador e não uma fonte, pois as informações vêm de todos os lugares e ao mesmo tempo de um lugar só (ego). De quem é a imagem que vejo quando olho para outra pessoa? Não é a mesma imagem que essa outra existência se vê Essa imagem que vejo faz parte de mim, sou eu, ou talvez o outro que vive em mim, que independe de uma consciência própria que não a minha. Mas como eu me vejo? Me vejo como acredito que os outros me vêem? Eu sou o fruto das experiências passadas Eu sou inconstante. Totalmente renascido e irreconhecível a cada experiência Mas isso é meu ego, o vidro mais frágil O medo da solidão, O medo da rejeição, O ódio que é o medo de amar O medo de amar que é o ódio por si mesmo O **** é a carta coringa do desespero O prazer de calar a dor Mas o **** também dói, pois é a entrega de seu íntimo para outrem (você se diferencia) nós somos incapazes de amar o que é diferente, o **** fere o ego, pois o auge do prazer se dá com algo que nossa consciência insiste em odiar, odiamos os outros, odiamos a nós mesmos Mas é tudo ilusão Ódio e medo, novamente, caminhando lado a lado Mas é tudo ilusão "O que está em cima está em baixo, não há diferença" O que me define como singular? Minhas roupas, meu cabelo, meu rosto, minha casa meu carro, minha família, minha história Fora isso quem sou? Onde encontra-se a singularidade da voz que só minha mente escuta? (Minhas ideias surgem de outras ideias que não são minhas Eu sou o vazio) Encontra-se no vazio, onde todos são iguais Onde uma coisa não se diferencia da outra Onde só nos resta amar, sem dor A realidade é simplesmente aquilo em que acredito Nada mais, nada menos Pois o que os olhos não vêem o coração não sente Melhor dizendo: O que a mente não sente os olhos não vêem! Depois de todo o devaneio Me lembro... Uma mulher, cujo a forma de sorrir, a forma de morder os lábios, o jeito com que ela me olha com o canto do olho é totalmente singular, única Mas não depende do ego, e nem de experiência é algo inato, belo, não consigo odiar mesmo sendo diferente Amor? sim Mas algo diferente também a vejo e amo como irmã, como mãe, como amante, como amiga Amo sua existência como um todo e não sei explicar Ela escolheu não ficar comigo, mas sempre vem a mim Eu ainda continuo a ama-la, sem dor, nem sofrimento Outra vez saio de uma discussão comigo mesmo sem respostas!
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Falta-me progressiva consistência que me tire desta constante inércia do recordar. Permeiam-me contrarreações ilógicas do universo; do meu universo. Irrisório inaceitável tempo que desfaleça minha imutável memória atormentada por falsas angustiadas imagens. Maldito brilho que por vezes ofusca meu coeso e desejável leal raciocínio. Fatos agora estáveis foram, por vezes, acontecimentos importunos, que propuseram ao meu bem estar uma obscuridade incontínua, porém intransigível. Embora uma situação não muito clara e nítida a mim mesmo, pude perceber confessadamente o que de caótica maneira me ponderava – e que talvez ainda o faça - meu oneroso conivente dionisíaco. Ainda não compreendo porém, se estou franqueado disto que mal posso interpretar; que nem mesmo sei se ainda existe legitimamente. É tudo inevitavelmente sobre eles, os olhos que me acorrentam por anos em um relance de ódio freudiano; a mais esplêndida e simplesmente bela face de todo e qualquer universo: hei de conquistá-la em meus sonhos platônicos ou tristemente afogá-la em minha morte vividamente devotada em tê-la.
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May 22, 2013
May 22, 2013 at 8:09 PM UTC
A respeito daquela que se tornou minha efêmera abstêmia
Com o teu coro que aqui está, passo a ser preenchido por sombras circunstanciais. Elas me trazem a memória do renascer e bem claramente posso sentir o ardor do consolo com que me levam às lembranças do meu verdadeiro ser. Transmitindo uma serenidade que se funde aos sons que as acompanham, em um baile de caos e ódio, buscam me recordar do que está próximo: Do deleite profundo em sonho, minha experiência egocêntrica, à minha expansão como universo; um universo em que eu sou a desordem e o âmago. Constituído completamente de memórias e sentimentos; sentimentos de uma beleza imprópria; de morte e de cor, de vida e dor.
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Jul 3, 2013
Jul 3, 2013 at 8:02 PM UTC
O caos como o belo criar
Um terceiro terço livrado de fúria e de autoridade, Um homem duro bêbado e por demais vadio, Procurando na noite prazeres de um defunto, Sem vida, nem espaço para entrar em outra vida! Se eu fosse assim escuro perdido pelos vícios, E se eu me esquecesse mesmo, que eras mulher, Procurasse nesses rabos oferecidos de saia, Prazer, loucura, hábitos de gente vadia! Se me pintasse de vida, e me vestisse de Gay, Mostrando fantasias de pouco valor, Coisas que mesmo feitas, eram coisas de contentor, Seria eu assim Homem de mais esplendor? Porque não posso ser eu assim, roto por fora, E dentro ter o meu maior tesouro, partilhando-to, Cheiro de verdades, carinhos e cimentados valores! Porque não podes ouvir a experiencia, que nunca te enganou! Querer fluir pensamentos alcoolizados, de uma vida sem fé, Sem alimento quarente algum, que permanece duradouramente? Nem tu sabes, nem eu entendo o porquê de não teres esperança, Porque duvidas-te de mim se só te contei verdades confirmadas! Autor: António Benigno Dedico este poema à vida de merda da gente que está perdida.
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:00 AM UTC
Se eu fosse indiscreto?
A Primavera, escrevi-a toda em verso pelo Inverno inventei-lhe as cores e o amor terno mas, agora que chegou, está cansada, o Sol não me aquece senão a pele as flores são só flores de insuficiência carregada a relva em que o corpo deito faz-se desconforto de familiaridade excessiva o céu sempre de uma tonalidade tão azul e baça e cansativa; E a vida, ah, a vida a que estou tão dolorosamente condenada posso apenas aceitar assim como me foi dada maldosa e dorida e Tão bela, ah, tão bela.
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Mar 22, 2017
Mar 22, 2017 at 6:45 AM UTC
10/03/2017
Bisogno del tuo tocco Per sapere che sei propio mio Per sapere che esisti per me E che non solo una faccia nella mia mente Toccami Amami Baciami Tienimi Solo con te Nelle tue braccia Sono libera Sono protetta Sono forte Sono a casa Senza di te, sono persa Sei l’acqua per mia sete Sei cibo per mio fame Sei luce nel mio buio La tua esistenza mi dà lo scopo Per amare e desiderare Per servire e vedere Le ferite della tua anima Supplicando, piangiando Per il bisogno di essere guarito Di essere visto per chi sei verramente Un uomo di forza e potenza Pieno di amore a dare Per dare a me Posso vedere Amore mio, ti vedo
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May 25, 2013
May 25, 2013 at 8:10 PM UTC
Ti vedo
You can’t say that the sky is clear today, its colour isn’t the one of the Wisteria either and the golden light (which is intelligence) comes from it as the background of one of the Madonna with Child paintings by Duccio or Simone Martini.   I can’t definitely say with certainty that the sun melts  in the sea to the West, (West/Kill) if you have never seen the sea. The trembling singing of a bird fades with the noisy traffic jam on the road. * POESIA 4: Il cielo oggi non può dirsi limpido e nemmeno che ha il colore del glicine e che la luce d’oro (che è intelligenza) scenda da esso come il fondo di una Madonna col Bambino di Duccio o di Simone Martini. Non posso certo affermare con sicurezza che il sole si scioglie nel mare a occidente (occidente/uccidente) se non hai mai visto il mare. Il tremulo canto di un uccello si confonde con il rumore del traffico sulla strada.
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Sep 25, 2018
Sep 25, 2018 at 9:26 AM UTC
POEM 4 (poesia 4)
O desenho inscrito sobe a forma de sinais, Que percorrem o mapa secreto desse corpo, Onde no olhar se vêm certezas divinais, Mais secreto é saber que alimentas o meu horto! O dilema repleto de infindáveis caminhos, Onde a escuridão que existira se esfumou, Nossos dizeres tornam-se atos e miminhos, Essas dúvidas são claras e o tempo levou! Como tu eu sinto que o melhor é mesmo acreditar, Soltar-me no vento e explorar o sentimento quente, Que chegou recheado de sonhos e contornos de cativar, É porém o desenho do teu rosto que guardo tão presente! Presente tão bom, presente que Deus me enviou no caminho, Posso mesmo confiar que tenho vontade de ir pela avenida, Nem tão pouco, nem tão perto a luz do fundo eu imagino, Mas o alimento que trouxeste e que a ti vai deixando com vida! Segue nas minhas veias na esperança de te poder hoje e sempre olhar, Apertar-te nos braços e encontrar o meu, em tempos já distante Norte, E hoje aperto em minha mão a bússola que me trouxeste em passaporte, Para o vão da felicidade, de que hoje quero acreditar, e comigo, a ti levar! Autor: António Benigno Para ti Lili…
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 9:58 AM UTC
Esse sinal que é teu
Oh grandes símbolos misteriosos Outrora por vós fascinado fui Mas a dúvida por minhas veias ainda flui como águas correntes de rios fervorosos Queria respostas evidentes e claras Banhem-nos, rogo, em frias águas Pois as humanas mentes ignaras São perdidas na ilusão que as afaga O que somos é pura hipnose Quero ver com meus próprios olhos a gnose Daquilo que a ciência não provou Imploro, então, por saber quem de fato sou! Provei do doce, o ácido veneno que meu corpo em febre rejeitou Meus olhos relutam em ver o que é pleno E já não sei o que de mim restou Acorde-me deste pesadelo de ilusão Quero sentido, e lógica, e verdade Mas rezo também por libertação Há um fantasma que nos rouba a sanidade Não posso crer que diante de todas as possibilidades da matéria Possa existir algo tão patético quanto o homem Grandes e sábios são os vermes e bactérias Que sem questionar, nossas putrefatas entranhas consomem Não sofrem, não se rendem, nem se gabam, ou se vendem De onde nasce nossa vontade? O despertar da hipnose é não crer, Não sentir, observe o que se vê Ações são previsíveis e morta está a liberdade Somos símbolos, e a tudo simbolizamos Despersonalizado nos desvendo Livres de pecados realizamos O fim da roda de tormentos Rouba-me um beijo e eu lhe mostrarei algo que só posso me recordar Não mais sinto, eu sei mas me resta saborear As lembranças do doce-amargo que do meu corpo já se foi
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Aug 14, 2014
Aug 14, 2014 at 6:30 PM UTC
Simbolos
Ontem descia a colina, pelos caminhos da natureza, Foi quem sabe o seu trilho, que me mostrou a beleza, Desde as plantas, ao ar que lá respirei, me maravilhei, Foi nessa viagem que descobri, que ali tudo eu farei! O cheiro a vida e os animais descascados de preconceitos, A paz que se sentia entrar nos seus ninhos, eram preceitos, De cores de luz ardente, onde o sol encoberto de folhas, Mostrava atos ou sentimentos que são nossas escolhas! Não escolho de quem posso gostar, mas escolho preservar, Não luto pelo amor, se não o posso cultivar, porque não ó é, Mas se eu escolher amar entre as folhas eu vou me mostrar, E se estiver por trás delas, alguém, também deixo brilhar. Pois é! É umas mistura de sons e tons, numa bebida alcoólica, Sente-se os cheiros e sabores, escorrendo pela goela, Percorrem-se os melhores encontros, gente acolita, Se não são seus valores, nem são dele, nem são dela! Porém, esta minha caminhada, vale escuro abaixo, Que entre o brilho da estrela do dia mais claro, Se perdi, porque vi, o que não guardei e encaixo, E já vale adentro, hoje teu abraço é o meu amparo! Autor: António Benigno Código do texto: 2013.07.21.02.07
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:09 AM UTC
Vale de segredos
suas palavras me dão espasmos o jeito que você canta feito um gatinho miando seus olhos me cercando por todos os lados sua voz suave me cortando me roubando o oxigênio atingindo-me no meio do peito feito uma lança que me atravessa e me faz sangrar e só parar ate conseguir ouvir de novo sua voz de abandono tão doce tão suave que me faz querer vomitar que contrai todos os poros do meu corpo e por um segundo para todos os meus órgãos e me seca e sufoca e aperta e queima feito ácido por dentro e seu corpo tão suave e tão belo e tão angelical tão ingênuo e me faz querer te usar te corromper é como garras rasgando minha pele como álcool no meu sangue que arrepia cada pelo do meu corpo e me faz te querer mais e mais toda manhã em que eu acordo sem seu sorriso de quem pede carinho e pede amor mas eu não posso te dar amor por que você é diferente você é especial você está tão distante de correr esse risco, mas eu te quero, eu te quero.
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Apr 21, 2014
Apr 21, 2014 at 12:19 AM UTC
I want you