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"poetas" poems
Vi en las costas de Trinidad conchas nereidoasirenadas tejer sus cabellos , cantar Rege los peces en Jamaica al amor en Carthagena , madurar como mango a los poetas del Sur bailar Cumbia Y vi en sus ojos la revolucion alrededor de la estatua de Bolivar . 19.10.2000
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Feb 27, 2012
Feb 27, 2012 at 10:38 PM UTC
[ Vi en las costas de Trinidad ]
Procurar sempre na imensidão palavras que se perdem no horizonte, Me contentar com o recanto e água fresca de uma fonte. Rios que correis , flor que sempre brota...! Navios que deixaram de ser frota. Altares que se veneram sem ter lindas rosas, Mulheres bonitas que não são formosas. Homens que se deitam com amores adulterados, Penitência de sepulcros abertos, fechados. Sentinelas dum castelo, cristão, mourisco. Conquistador dum império nunca visto. Sebentas maltratadas com riscos e tinteiros partidos, Panteão Helénico de poetas desconhecidos. Victor Marques
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Dec 14, 2009
Dec 14, 2009 at 8:00 AM UTC
Aos Poetas Desconhecidos
O Douro na sua plenitude Quando me levantei, senti aquele sentido odor de uma linda manhã de primavera.  Os pintassilgos entoavam uma melodia que me ajudou a encarar o dia com mais serenidade e  encanto.  Olhei para este meu horizonte que se estende num infinito lonquinquo que parece estar ali para ser sempre contemplado e amado.        Que Douro sublime excelso de ser pintado por expressionistas e cantado em versos pelos nossos poetas que não deixam de o servir e o idolatrar.  Desde menino que eu ganhei uma consciência duriense que nem com a morte ninguém ma irá roubar.  Não me canso de tentar perceber o xisto em harmonia,  complexo e eternizado com estes lindos muros que parecem até nem serem feitos por pedreiros terrenos mas sim por anjos do bom Deus que por aqui quis passar. Casebres abandonados e fornos de secar os figos continuam na paisagem duriense vivos e ao mesmo tempo parecem sepultados para sempre no cemitério dum rio  Douro que se embala num Rabelo de outrora.         As videiras imponentes parecem ressuscitar todos os anos pela altura da Páscoa.  Que beleza sentir e amar um Deus vivo que  bebeu o vinho para nos mostrar seu amor e assim dignificar todos aqueles que se dedicam a tão nobre tarefa. Toda a vegetação duriense exala perfume,  permitindo ao homem encontrar aqui um paraíso terreno e ao mesmo tempo um purgatório disperso nos patamares onde vinhas, oliveiras, amendoeiras, figueiras, laranjeiras,  sobreiros, torgas e giestas coabitam.   Quem fala do Douro sublime não pode deixar de olhar para os rostos de suas gentes. Parece até que  não sabem amar mais nada, nem mais nada fazer. ... Um saber acumulado de gerações é um legado de arte de bem-fazer vinho aliado a novas técnicas utilizadas por enólogos sedentos de fazerem dos vinhos do Douro os melhores do mundo.         O Douro corre sem correrias. É meigo com seu leito. As vinhas bebem suavemente de suas águas doces.  Nós que aprendemos com o brilho do pôr-do-sol, que parece um verniz de esmalte que conforta crentes e não crentes. O Douro que é de oiro está de deleite, de quarentena para nos ajudar a viver e a estar sempre perto da margem para embarcar na barca dum destino já traçado. Victor Marques
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Apr 10, 2014
Apr 10, 2014 at 8:31 AM UTC
Douro Sublime
O Douro na sua plenitude Quando me levantei, senti aquele sentido odor de uma linda manhã de primavera.  Os pintassilgos entoavam uma melodia que me ajudou a encarar o dia com mais serenidade e  encanto.  Olhei para este meu horizonte que se estende num infinito lonquinquo que parece estar ali para ser sempre contemplado e amado.        Que Douro sublime excelso de ser pintado por expressionistas e cantado em versos pelos nossos poetas que não deixam de o servir e o idolatrar.  Desde menino que eu ganhei uma consciência duriense que nem com a morte ninguém ma irá roubar.  Não me canso de tentar perceber o xisto em harmonia,  complexo e eternizado com estes lindos muros que parecem até nem serem feitos por pedreiros terrenos mas sim por anjos do bom Deus que por aqui quis passar. Casebres abandonados e fornos de secar os figos continuam na paisagem duriense vivos e ao mesmo tempo parecem sepultados para sempre no cemitério dum rio  Douro que se embala num Rabelo de outrora.         As videiras imponentes parecem ressuscitar todos os anos pela altura da Páscoa.  Que beleza sentir e amar um Deus vivo que  bebeu o vinho para nos mostrar seu amor e assim dignificar todos aqueles que se dedicam a tão nobre tarefa. Toda a vegetação duriense exala perfume,  permitindo ao homem encontrar aqui um paraíso terreno e ao mesmo tempo um purgatório disperso nos patamares onde vinhas, oliveiras, amendoeiras, figueiras, laranjeiras,  sobreiros, torgas e giestas coabitam.   Quem fala do Douro sublime não pode deixar de olhar para os rostos de suas gentes. Parece até que  não sabem amar mais nada, nem mais nada fazer. ... Um saber acumulado de gerações é um legado de arte de bem-fazer vinho aliado a novas técnicas utilizadas por enólogos sedentos de fazerem dos vinhos do Douro os melhores do mundo.         O Douro corre sem correrias. É meigo com seu leito. As vinhas bebem suavemente de suas águas doces.  Nós que aprendemos com o brilho do pôr-do-sol, que parece um verniz de esmalte que conforta crentes e não crentes. O Douro que é de oiro está de deleite, de quarentena para nos ajudar a viver e a estar sempre perto da margem para embarcar na barca dum destino já traçado. Victor Marques
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Eres mi lucero Un sueño de amor Que me leva a los cielos Con un solo beso Y un roce de tus dedos Acelera mi corazon Un ser divino Con poder sobre el tiempo Pues pasa tan rapido a tu lado Y cuando te vas pasa tan lento De figura tan perfecta Que la luna refunfuña tu belleza Los mares celosos que bajo tus cejas Tus ojos inspiran a mil poetas Mas vives en mis tristes versos De mi imaginacion un fragmento Mi corazon tan desvalido y viejo Un inalcansable deseo Mi pasion corre fervorosa En la lineas de un poema Y mi labios se abotonan Al pensar en las rimas de una estrofa Y si mi musa llegara a mi E inspiracion inyectara a mis venas Sera ese dia cuando escribiera ya no mas poemas de Ti... Si no de ella...
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Sep 13, 2018
Sep 13, 2018 at 12:25 AM UTC
Musa Perfecta
Cantan los niños En la noche quieta: ¡Arroyo claro, Fuente serena! ¿Qué tiene tu divino Corazón en fiesta?Un doblar de campanas, Perdidas en la niebla. Ya nos dejas cantando En la plazuela. ¡Arroyo claro, Fuente serena! ¿Qué tienes en tus manos De primavera? Una rosa de sangre Y una azucena. Mójalas en el agua De la canción añeja. ¡Arroyo claro, Fuente serena! ¿Qué sientes en tu boca Roja y sedienta? El sabor de los huesos De mi gran calavera. Bebe el agua tranquila De la canción añeja. ¡Arroyo claro, Fuente serena! ¿Por qué te vas tan lejos De la plazuela? ¡Voy en busca de magos Y de princesas! ¿Quién te enseñó el camino De los poetas? La fuente y el arroyo De la canción añeja. ¿Te vas lejos, muy lejos Del mar y de la tierra? Se ha llenado de luces Mi corazón de seda, De campanas perdidas, De lirios y de abejas, Y yo me iré muy lejos, Más allá de esas sierras, Más allá de los mares Cerca de las estrellas, Para pedirle a Cristo Señor que me devuelva Mi alma antigua de niño, Madura de leyendas, Con el gorro de plumas Y el sable de madera. Ya nos dejas cantando En la plazuela. ¡Arroyo claro, Fuente serena! Las pupilas enormes De las frondas resecas, Heridas por el viento, Lloran las hojas muertas.
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Balada de la placeta
Dedicado a Miguel Torga e ao amigo Nuno Sono doentio que vos deitou, Amigos pela certa, Conversa que desperta, Da noite que vos levou. Reprimendas, gargalhadas e lamentos, Prazer e sentimento, Navegar nos mares que Deus vos deu, Oh terra onde o sol nasceu…! Entre brumas envaidecidas eu vos recordo, Rouxinóis que eu nunca vi, Na aurora sonolenta eu acordo, Diário fala por si. Sol escaldante que não bronzeia, Ai vida dos pobres poetas, Terra de S. Martinho de Anta e profetas, Vida pacata de uma alcateia. Victor Marques 17/1/96
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Aug 3, 2011
Aug 3, 2011 at 3:04 AM UTC
Dedicado a Miguel Torga e ao Amigo Nuno.
Al son de músicas dolientes -rabeles, guzlas y laúdes- por cerros, llanos y taludes o por senderos y pendientes... Al son de músicas dolientes van a caza de los nepentes por las extrañas latitudes: por donde moran las virtudes 1 siempre vibrantes y latentes... Van a caza de los nepentes, locos poetas incoherentes -flora de exóticas paludes- afiebrados de lasitudes -pálidos fantasmas huyentes, locos poetas incoherentes...- Al son de músicas dolientes, -rabeles, guzlas y laúdes en medio a las vicisitudes de andar a caza del nepentes, van los poetas incoherentes por las extrañas latitudes... al són de músicas dolientes -rabeles, guzlas y laúdes-
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Arietas
Carne doliente y machacada, raudal de llanto sobre cada noche de jergón malsano: en esta hora yo quisiera ver encantarse mis quimeras a flor de labio, pecho y mano, para que desciendan ellas -las puras y únicas estrellas de los jardines de mi amor- en caravanas impolutas sobre las almas de las putas de estas ciudades del dolor. Mal del amor, sensual laceria: campana negra de miseria: rosas del lecho de arrabal, abierto al mal como un camino por donde va el placer y el vino desde la gloria al hospital. En esta hora en que las lilas sacuden sus hojas tranquilas para botar el polvo impuro, vuela mi espíritu intocado, traspasa el huerto y el vallado, abre la puerta, salta el muro; y va enredando en su camino el mal dolor, el agrio sino, y desnudando la raigambre de las mujeres que lucharon y cayeron y pecaron y murieron bajo los látigos del hambre. No sólo es seda lo que escribo: que el verso mío sea vivo como recuerdo en tierra ajena para alumbrar la mala suerte de los que van hacia la muerte como la sangre por las venas. De los que van desde la vida rotas las manos doloridas en todas las zarzas ajenas: de los que en estas horas quietas no tienen madres ni poetas para la pena. Porque la frente en esta hora se dobla y la mirada llora saltando dolores y muros: en esta hora en que las lilas sacuden sus hojas tranquilas para botar el polvo impuro.
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Oración
Quiero escribirte un poema malescrito Lleno de errores ortograficos Un poema hereje a la metrica poetica Un poema irreverente a la gramatica Quiero volverme un rebelde asmatico Tu amante diabetico Amor antipatico Ateo y medio psiquico Lago en sequia Freemont street sin puteria Entre azul y buenos dias Barrio caliente sin policia Quiero que resientas todas y cada una de mis ausencias Como la biblia a la ciencia Opresor a la conciencia Ser tu desacato Tu rebelion Tu desobediencia Un beso roto en resistencia Lo contrario a la decensia Amor sin contrato Puta con licensiatura Medio malo y medio ingrato Inocente y hasta novato En eso de pasar el rato Sin que el corazon se enlode Igual que cuando pisas el fango Con tu zapato. No hay poemas simples Solo poetas nerviosos
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May 6, 2015
May 6, 2015 at 8:43 PM UTC
Poema Malescrito
O mar dos poetas Sereias do mar em que eu acredito, Ilhas do oceano pacifico, Noites que dormem em mim, Cavalgadas no horizonte sem fim. Escravizados pela monotonia que nos engana, Faróis que alertam os desprevenidos, O azul do mar que nos chama, Poema dos poetas esquecidos. A liberdade dos versos meus, Ondas brancas com espuma, Linhas azuis de coisa alguma, O mar e Deus. Cemitérios dos poetas sem nome, Barcos sem velas içadas, Imensidão que abraça e consome, O mar, os poetas e suas cavalgadas. Victor Marques
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Jan 17, 2012
Jan 17, 2012 at 11:39 AM UTC
O Mar dos Poetas
¿Qué signo haces, oh Cisne, con tu encorvado cuello al paso de los tristes y errantes soñadores? ¿Por qué tan silencioso de ser blanco y ser bello, tiránico a las aguas e impasible a las flores?Yo te saludo ahora como en versos latinos te saludara antaño Publio Ovidio Nasón. Los mismos ruiseñores cantan los mismos trinos, y en diferentes lenguas es la misma canción.A vosotros mi lengua no debe ser extraña. A Garcilaso visteis, acaso, alguna vez... Soy un hijo de América, soy un nieto de España... Quevedo pudo hablaros en verso en Aranjuez...Cisnes, los abanicos de vuestras alas frescas den a las frentes pálidas sus caricias más puras y alejen vuestras blancas figuras pintorescas de nuestras mentes tristes las ideas oscuras.Brumas septentrionales nos llenan de tristezas, se mueren nuestras rosas, se agotan nuestras palmas, casi no hay ilusiones para nuestras cabezas, y somos los mendigos de nuestras pobres almas.Nos predican la guerra con águilas feroces, gerifaltes de antaño revienen a los puños, mas no brillan las glorias de las antiguas hoces, ni hay Rodrigos ni Jaimes, ni hay Alfonsos ni Nuños.Faltos del alimento que dan las grandes cosas, ¿qué haremos los poetas sino buscar tus lagos? A falta de laureles son muy dulces las rosas, y a falta de victorias busquemos los halagos.La América española como la España entera fija está en el Oriente de su fatal destino; yo interrogo a la Esfinge que el porvenir espera con la interrogación de tu cuello divino.¿Seremos entregados a los bárbaros fieros? ¿Tantos millones de hombres hablaremos inglés? ¿Ya no hay nobles hidalgos ni bravos caballeros? ¿Callaremos ahora para llorar después?He lanzado mi grito, Cisnes, entre vosotros que habéis sido los fieles en la desilusión, mientras siento una fuga de americanos potros y el estertor postrero de un caduco león......Y un cisne ***** dijo: «La noche anuncia el día». Y uno blanco: «¡La aurora es inmortal! ¡La aurora es inmortal!» ¡Oh tierras de sol y de armonía, aún guarda la Esperanza la caja de Pandora!
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Los cisnes
¿Qué signo haces, oh Cisne, con tu encorvado cuello al paso de los tristes y errantes soñadores? ¿Por qué tan silencioso de ser blanco y ser bello, tiránico a las aguas e impasible a las flores?Yo te saludo ahora como en versos latinos te saludara antaño Publio Ovidio Nasón. Los mismos ruiseñores cantan los mismos trinos, y en diferentes lenguas es la misma canción.A vosotros mi lengua no debe ser extraña. A Garcilaso visteis, acaso, alguna vez... Soy un hijo de América, soy un nieto de España... Quevedo pudo hablaros en verso en Aranjuez...Cisnes, los abanicos de vuestras alas frescas den a las frentes pálidas sus caricias más puras y alejen vuestras blancas figuras pintorescas de nuestras mentes tristes las ideas oscuras.Brumas septentrionales nos llenan de tristezas, se mueren nuestras rosas, se agotan nuestras palmas, casi no hay ilusiones para nuestras cabezas, y somos los mendigos de nuestras pobres almas.Nos predican la guerra con águilas feroces, gerifaltes de antaño revienen a los puños, mas no brillan las glorias de las antiguas hoces, ni hay Rodrigos ni Jaimes, ni hay Alfonsos ni Nuños.Faltos del alimento que dan las grandes cosas, ¿qué haremos los poetas sino buscar tus lagos? A falta de laureles son muy dulces las rosas, y a falta de victorias busquemos los halagos.La América española como la España entera fija está en el Oriente de su fatal destino; yo interrogo a la Esfinge que el porvenir espera con la interrogación de tu cuello divino.¿Seremos entregados a los bárbaros fieros? ¿Tantos millones de hombres hablaremos inglés? ¿Ya no hay nobles hidalgos ni bravos caballeros? ¿Callaremos ahora para llorar después?He lanzado mi grito, Cisnes, entre vosotros que habéis sido los fieles en la desilusión, mientras siento una fuga de americanos potros y el estertor postrero de un caduco león......Y un cisne ***** dijo: «La noche anuncia el día». Y uno blanco: «¡La aurora es inmortal! ¡La aurora es inmortal!» ¡Oh tierras de sol y de armonía, aún guarda la Esperanza la caja de Pandora!
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¡Oh la luna, la luna que cantan los poetas! ¡Oh la luna brillante de tristeza tremenda! ¡La luna que no sabe ni del frescor del agua ni del viento que tacta, como un fauno, las selvas! ¡La luna que no tiene ni un árbol, ni una brizna, ni una mujer y un hombre que se quieran en ella, ni un puñado de polvo que dance en remolinos, ni un río que haga ruido saltando entre sus piedras! Parece tan hermosa, tan nueva, tan luciente, y no es más que una pobre vieja desposeída, frente a frente a la tierra millonaria de dones una muerta consciente frente a frente a una viva. ¡Piedad para la luna! ¡Piedad para la luna! No beséis vuestras novias, ¡oh novios!, ante ella. ¡Dios sabe de qué envidias y angustias está llena la luz que nos envían la luna y las estrellas.
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La luna
¿Quién lo salva, quien lo protege? ¿Quién lo carga, quien lo quiere? ¡Está en peligro de extinción!!!!! ¿Señor Benedetti, del amor que le digo? Esta parco de sentimiento, ya ni los cristianos los profesan. Están en extinción los versos; Los que hablan de amor. Los que conquistan con ilusión. Los que imploran un milagro. Los que rezan por su amor …aun nunca lo hayan confesado. Amigo Don Darío, los poetas también están en extinción, ya los poetas no se enamoran, ya no escriben para el pueblo, escriben para alimentar su ego. Ya su “musa no es de hueso”. Ya no denuncian a los putrefactos… ahora se acuestan con ellos. Están en extinción las guitarras, Oh Dios mío….ahora las rompen en tarima!!! Ya sus cuerdas no anuncian armonía. Esas cuerdas ya no se oyen en la esquinas de cualquier barrio, ya no retumban las piedras en alguna ventana de la casa de una fulana, con la esperanza que despierte su amada, a escuchar una lamentada-esperanzada serenata. No se ven las cortinas abriéndose lentamente hacia al lado, revelando la sonrisa gloriosa que achina los ojitos de aquella niña que se siente sorprendida por el atrevimiento de aquel niño, que parece inebriado con esa canción desafinada, confesándole su amor, exponiéndose a que su padre lo saque a pedradas. Ya están en extinción los enamorados, Los que se escapan -- sea de noche o de madrugada. Ya no hay citas. No hay cortejo. No hay rosas. Se acabaron las serenatas. No hay amor. Quien lo salva, quien lo protege? Quien lo carga, quien lo quiere? Es muy lamentable esta situación, el pobre AMOR esta tan solo, como lo estaba Adán antes de que Eva llegara! LeydisProse 5/25/2017
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Jun 1, 2017
Jun 1, 2017 at 10:47 AM UTC
¿Quién?
¿Quién lo salva, quien lo protege? ¿Quién lo carga, quien lo quiere? ¡Está en peligro de extinción!!!!! ¿Señor Benedetti, del amor que le digo? Esta parco de sentimiento, ya ni los cristianos los profesan. Están en extinción los versos; Los que hablan de amor. Los que conquistan con ilusión. Los que imploran un milagro. Los que rezan por su amor …aun nunca lo hayan confesado. Amigo Don Darío, los poetas también están en extinción, ya los poetas no se enamoran, ya no escriben para el pueblo, escriben para alimentar su ego. Ya su “musa no es de hueso”. Ya no denuncian a los putrefactos… ahora se acuestan con ellos. Están en extinción las guitarras, Oh Dios mío….ahora las rompen en tarima!!! Ya sus cuerdas no anuncian armonía. Esas cuerdas ya no se oyen en la esquinas de cualquier barrio, ya no retumban las piedras en alguna ventana de la casa de una fulana, con la esperanza que despierte su amada, a escuchar una lamentada-esperanzada serenata. No se ven las cortinas abriéndose lentamente hacia al lado, revelando la sonrisa gloriosa que achina los ojitos de aquella niña que se siente sorprendida por el atrevimiento de aquel niño, que parece inebriado con esa canción desafinada, confesándole su amor, exponiéndose a que su padre lo saque a pedradas. Ya están en extinción los enamorados, Los que se escapan -- sea de noche o de madrugada. Ya no hay citas. No hay cortejo. No hay rosas. Se acabaron las serenatas. No hay amor. Quien lo salva, quien lo protege? Quien lo carga, quien lo quiere? Es muy lamentable esta situación, el pobre AMOR esta tan solo, como lo estaba Adán antes de que Eva llegara! LeydisProse 5/25/2017
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¡Oh mi Musa! ¡Oh mi novia! ¡Oh mi pálida amada! Cuando el pesar mi corazón agobia, Como aurora me alumbra tu mirada. Del alma tú naciste, Creada en un delirio; Te di griego perfil, mirada triste, Cabellos rubios y color de lirio. Cuando tu pie se mueve Y a mí llegas en calma, Parece que vinieras de la nieve Y demandaras el calor de un alma. Indefinible encanto Hay en tu rostro impreso. Calla en mi alma del amor el canto, Muere en mis labios el ardiente beso. Siempre a mi voz respondes, Y a mí estás tan unida Que ni misterios en tu pecho escondes Ni hay para tí secretos en mi vida. Cuando a mi lado veo Tu faz radiante y bella, No me enciende la llama del deseo: Mi amor es rayo de lejana estrella. Llegas a mí sin ruido En noches estrelladas, Y tu mano en mis manos, al oído Me refieres leyendas y baladas. Y el paseo emprendemos Al rayo de la luna; Y cantando al compás de nuestros remos Bogamos en la diáfana laguna. En selvas rumorosas Te oigo historias secretas: Lo que sueñan las vírgenes hermosas, Lo que sueñan los pálidos poetas. A los silfos dormidos Tú, trémula, apostrofas, Y surgen de los cármenes floridos, Cual mariposas blancas, las estrofas. Y en castillos feudales, De góticas arcadas, Me narras los torneos medioevales Y cuentos de princesas encantadas. Mi Musa es Musa casta, Musa con aureola: Como su amor a mi ternura basta Reina en mi pecho, inmaculada y sola. ¡Oh novia sin engaños! ¡Oh Musa soñadora! Di siempre la canción de los veinte años En el fondo del alma que te adora.
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Mi musa
¡Oh mi Musa! ¡Oh mi novia! ¡Oh mi pálida amada! Cuando el pesar mi corazón agobia, Como aurora me alumbra tu mirada. Del alma tú naciste, Creada en un delirio; Te di griego perfil, mirada triste, Cabellos rubios y color de lirio. Cuando tu pie se mueve Y a mí llegas en calma, Parece que vinieras de la nieve Y demandaras el calor de un alma. Indefinible encanto Hay en tu rostro impreso. Calla en mi alma del amor el canto, Muere en mis labios el ardiente beso. Siempre a mi voz respondes, Y a mí estás tan unida Que ni misterios en tu pecho escondes Ni hay para tí secretos en mi vida. Cuando a mi lado veo Tu faz radiante y bella, No me enciende la llama del deseo: Mi amor es rayo de lejana estrella. Llegas a mí sin ruido En noches estrelladas, Y tu mano en mis manos, al oído Me refieres leyendas y baladas. Y el paseo emprendemos Al rayo de la luna; Y cantando al compás de nuestros remos Bogamos en la diáfana laguna. En selvas rumorosas Te oigo historias secretas: Lo que sueñan las vírgenes hermosas, Lo que sueñan los pálidos poetas. A los silfos dormidos Tú, trémula, apostrofas, Y surgen de los cármenes floridos, Cual mariposas blancas, las estrofas. Y en castillos feudales, De góticas arcadas, Me narras los torneos medioevales Y cuentos de princesas encantadas. Mi Musa es Musa casta, Musa con aureola: Como su amor a mi ternura basta Reina en mi pecho, inmaculada y sola. ¡Oh novia sin engaños! ¡Oh Musa soñadora! Di siempre la canción de los veinte años En el fondo del alma que te adora.
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Señora Muerte que se va llevando todo lo bueno que en nosotros topa!... Solos -en un rincón- vamos quedando los demás... ¡gente mísera de tropa! Los egoístas fatuos y perversos de alma de trapo y corazón de estopa...; manufactores de fugaces versos; poetas de cuadrícula y balanza, a toda pena, a todo amor adversos..: los que gimen patética romanza; lacrimosos que exhiben su película; versistas de salón y contradanza; cantores de la tórrida canícula; del polo frío, del canoso invierno... líricos de alma exánime y ridícula! Bardos que prostituyen el eterno jardín, y que florecen madrigales de un olor soporífero y externo... Vates ultra-sensibles y banales que ningún vaho de verdad anima. Gramáticos solemnes y letales... Malabaristas de estudiada esgrima! ¡Oh tristeza perenne de las cosas que no tienen sabor, -hechas a lima! ...En un rincón quedamos las tediosas gentes sin emoción, huecas y vanas... ¡Lléguense las nocturnas mariposas fúnebres, y que lloren las campanas...! Este fastidio que me está matando... ¿dónde las almas íntimas, hermanas...? ¡Señora Muerte se las va llevando!
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Señora muerte
Tres poetas en uno / semillero de tantos más / tu ánima insumisa se topó con la muerte y su pesquisa y la puso a cuidar tu invernadero especialista en empezar de cero detonaste la bomba de la risa sin dios sin espejismos y sin prisa perro viejo / filósofo / ingeniero fiel a tu gente / a amparo / ya ti mismo a pesar de tus ráfagas de triste te encaraste jovial con el abismo hombre en medio del mundo y hombre a solas junto al mar fuiste humilde y escribiste simplemente / las olas son las olas
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Buenos días, gabriel
Aquí pasaba a pie por estas calles, sin empleo ni puesto Y sin un peso Sólo poetas, putas Pero recordadle cuando tengais puentes de concreto, Grandes turbinas, tractores, plateados graneros, buenos gobiernos. La guardia nacional anda buscando a un hombre un hombre espera esta noche llegar a la frontera el nombre de ese hombre no se sabe hay muchos hombres más enterrados en una zanja El número y el nombre de esos hombres no se sabe. Ni se sabe el lugar ni el número de zanjas. La guardia nacional anda buscando a un hombre Un hombre espera esta noche salir de Nicaragua
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Epitafio para joaquín pasos
La verdad es verdad, es absoluta y nada la puede hacer cambiar. Ya que hablamos de verdades déjame decirte la verdad,juro no mentir. Eres verdaderamente hermosa y esa es la verdad, no lo puedes evitar,no estoy mintiendo, al fin y al cabo no tienes que creerlo para que sea verdadero. La verdad es el lenguaje de los poetas, el lenguaje de lo que no se ve, sino de lo que se siente, la poesía no miente,la poesía no se corrompe, eso es lo que hace que la adore.
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Nov 27, 2014
Nov 27, 2014 at 11:40 PM UTC
Verdades que son verdad
Ah nacido un nuevo poeta Quien sera ,entre tanta pirueta Que trae este mundo de dementes Pero no comun y corrientes ... poeta que nacio de un sentimiento Que ah nacido tal y como el viento , El viento que recorre mi cabello Me eriza, escribo, y es algo bello. Porque me inspiras a otro nivel Aun nivel que siento enloquecer Pero escribo como al parecer , Los poetas escriben al amanecer O mejor aun , al anochecer. Un poeta lleno de estusiasmo Nacido de tu amor, y no es sarcasmo Si te digo que te amo asi lo siento Por eso escribo todo lo que pienso Un nuevo poeta, pensamientos, estoy sumergida Que Entre tanto sentimiento ya estoy convencida Que te escribo porque eres mi inspiracion Ese poeta soy yo,que por ti siente tanta pasion .                                EveGaby 10/23/13
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Dec 7, 2013
Dec 7, 2013 at 12:35 AM UTC
Poeta
Una espada, una espada de hierro forjado en el frío del alba una espada con runas que nadie podrá desoír ni descifrar del todo, Una espada que los poetas igualarán al hielo y al fuego, una espada que un rey dará a otro rey y este rey a un sueño, una espada que será leal hasta una hora que ya sabe el Destino, una espada que iluminará la batalla. Una espada para la mano que regirá la hermosa batalla, el tejido de hombres, una espada para la mano que enrojecerá los dientes del lobo y el despiadado pico del cuervo, una espada para la mano que prodigará el oro rojo, una espada para la mano que dará muerte a la serpiente en su lecho de oro, una espada para la mano que ganará un reino y perderá un reino, una espada para la mano que derribará la selva de lanzas. Una espada para la mano de Beowulf.
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Fragmento
Juanilla, por tus pies andan perdidos más poetas que bancos, aunque hay tantos, que tus paños lavando entre unos cantos oscureció su nieve a los tendidos. Virgilio no los tiene tan medidos, las musas hacen con la envidia espantos; que no hay picos de rosca en Todos Sa[n]tos como tus dedos blancos y bruñidos. Andar en puntos nunca lo recelas, que no llegan a cuatro tus pies bellos, ni por calzar penado te desvelas. Que es tanta la belleza que hay en ellos, que pueden ser zarcillos tus chinelas con higas de cristal pe[n]dientes dellos.
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Hipérbole a los pies de su dama; que este poeta debió de nacer en sábado
¡Es con voz de la Biblia, o verso de Walt Whitman, que habría que llegar hasta ti, Cazador! Primitivo y moderno, sencillo y complicado, con un algo de Washington y cuatro de Nemrod. Eres los Estados Unidos, eres el futuro invasor de la América ingenua que tiene sangre indígena, que aún reza a Jesucristo y aún habla en español.Eres soberbio y fuerte ejemplar de tu raza; eres culto, eres hábil; te opones a Tolstoy. Y domando caballos, o asesinando tigres, eres un Alejandro-Nabucodonosor. (Eres un profesor de energía, como dicen los locos de hoy.) Crees que la vida es incendio, que el progreso es erupción; en donde pones la bala el porvenir pones.                                       No.Los Estados Unidos son potentes y grandes. Cuando ellos se estremecen hay un hondo temblor que pasa por las vértebras enormes de los Andes. Si clamáis, se oye como el rugir del *** Ya Hugo a Grant le dijo: «Las estrellas son vuestras». (Apenas brilla, alzándose, el argentino sol y la estrella chilena se levanta...) Sois ricos. Juntáis al culto de Hércules el culto de Mammón; y alumbrando el camino de la fácil conquista, la Libertad levanta su antorcha en Nueva York.Mas la América nuestra, que tenía poetas desde los viejos tiempos de Netzahualcoyotl, que ha guardado las huellas de los pies del gran Baco, que el alfabeto pánico en un tiempo aprendió; que consultó los astros, que conoció la Atlántida, cuyo nombre nos llega resonando en Platón, que desde los remotos momentos de su vida vive de luz, de fuego, de perfume, de amor, la América del gran Moctezuma, del Inca, la América fragante de Cristóbal Colón, la América católica, la América española, la América en que dijo el noble Guatemoc: «Yo no estoy en un lecho de rosas»; esa América que tiembla de huracanes y que vive de Amor, hombres de ojos sajones y alma bárbara, vive. Y sueña. Y ama, y vibra; y es la hija del Sol. Tened cuidado. ¡Vive la América española! Hay mil cachorros sueltos del *** Español. Se necesitaría, Roosevelt, ser Dios mismo, el Riflero terrible y el fuerte Cazador, para poder tenernos en vuestras férreas garras.Y, pues contáis con todo, falta una cosa: ¡Dios!
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Viii
¡Es con voz de la Biblia, o verso de Walt Whitman, que habría que llegar hasta ti, Cazador! Primitivo y moderno, sencillo y complicado, con un algo de Washington y cuatro de Nemrod. Eres los Estados Unidos, eres el futuro invasor de la América ingenua que tiene sangre indígena, que aún reza a Jesucristo y aún habla en español.Eres soberbio y fuerte ejemplar de tu raza; eres culto, eres hábil; te opones a Tolstoy. Y domando caballos, o asesinando tigres, eres un Alejandro-Nabucodonosor. (Eres un profesor de energía, como dicen los locos de hoy.) Crees que la vida es incendio, que el progreso es erupción; en donde pones la bala el porvenir pones.                                       No.Los Estados Unidos son potentes y grandes. Cuando ellos se estremecen hay un hondo temblor que pasa por las vértebras enormes de los Andes. Si clamáis, se oye como el rugir del *** Ya Hugo a Grant le dijo: «Las estrellas son vuestras». (Apenas brilla, alzándose, el argentino sol y la estrella chilena se levanta...) Sois ricos. Juntáis al culto de Hércules el culto de Mammón; y alumbrando el camino de la fácil conquista, la Libertad levanta su antorcha en Nueva York.Mas la América nuestra, que tenía poetas desde los viejos tiempos de Netzahualcoyotl, que ha guardado las huellas de los pies del gran Baco, que el alfabeto pánico en un tiempo aprendió; que consultó los astros, que conoció la Atlántida, cuyo nombre nos llega resonando en Platón, que desde los remotos momentos de su vida vive de luz, de fuego, de perfume, de amor, la América del gran Moctezuma, del Inca, la América fragante de Cristóbal Colón, la América católica, la América española, la América en que dijo el noble Guatemoc: «Yo no estoy en un lecho de rosas»; esa América que tiembla de huracanes y que vive de Amor, hombres de ojos sajones y alma bárbara, vive. Y sueña. Y ama, y vibra; y es la hija del Sol. Tened cuidado. ¡Vive la América española! Hay mil cachorros sueltos del *** Español. Se necesitaría, Roosevelt, ser Dios mismo, el Riflero terrible y el fuerte Cazador, para poder tenernos en vuestras férreas garras.Y, pues contáis con todo, falta una cosa: ¡Dios!
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Músicos, rápsodas, prosistas, poetas, poetas, poetas, pintores, caricaturistas, eruditos, nimios estetas; románticos o clasicistas, y decadentes, -si os parece- pero, eso sí, locos y artistas los Panidas éramos trece! Melenudos de líneas netas, líricos de aires anarquistas, hieráticos anacoretas, dandys, troveros, ensayistas, en fin, sabios o analfabetas, y muy pedantes, -si os parece- explotado res de agrias vetas los Panidas éramos trece! De atormentados macabristas figuras lívidas y quietas, rollizas caras de hacendistas, trágicos rostros de profetas...; y satíricos y humoristas, o muy ingenuos, -si os parece- en el café de los Mokistas los Panidas éramos trece! Sutiles frases y discretas, y paradojas exotistas, sentencias, sólidas, escuetas, y jeroglíficos sofistas; y las mordaces cuchufletas envenenadas, -si os parece- que en el Concilio de Agoretas los Panidas éramos trece! Y orquestaciones wagneristas, -trompas y tubas y trompetas-, 1 o  serenatas mozartistas y sinfonías y retretas de los maestros exorcistas, beethovenianos, -si os parece-, que en el Salón (bombos o arpistas) los Panidas éramos trece! Y los de pluma o de paletas, altos poetas o coplistas, los violinistas y cornetas, en veladas aquelarristas -sesiones íntimas, secretas!- y en bodegones -si os parece- en esas citas indiscretas los Panidas éramos trece! Fumívoros y cafeístas y bebedores musagetas! Grandilocuentes, camorristas, Crispines de elásticas tretas; inconsolables, optimistas, o indiferentes, -si os parece- en nuestros Sábbats liturgistas los Panidas éramos trece! Ilustres críticos -ascetas serios, solemnes, metodistas, tribu de vacuos logotetas!: 2 andad al diablo! -si os parece-: nosotros, -Bárbaros sanchistas!-, los Panidas éramos trece!
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Balada trival de los 13 panidas
Músicos, rápsodas, prosistas, poetas, poetas, poetas, pintores, caricaturistas, eruditos, nimios estetas; románticos o clasicistas, y decadentes, -si os parece- pero, eso sí, locos y artistas los Panidas éramos trece! Melenudos de líneas netas, líricos de aires anarquistas, hieráticos anacoretas, dandys, troveros, ensayistas, en fin, sabios o analfabetas, y muy pedantes, -si os parece- explotado res de agrias vetas los Panidas éramos trece! De atormentados macabristas figuras lívidas y quietas, rollizas caras de hacendistas, trágicos rostros de profetas...; y satíricos y humoristas, o muy ingenuos, -si os parece- en el café de los Mokistas los Panidas éramos trece! Sutiles frases y discretas, y paradojas exotistas, sentencias, sólidas, escuetas, y jeroglíficos sofistas; y las mordaces cuchufletas envenenadas, -si os parece- que en el Concilio de Agoretas los Panidas éramos trece! Y orquestaciones wagneristas, -trompas y tubas y trompetas-, 1 o  serenatas mozartistas y sinfonías y retretas de los maestros exorcistas, beethovenianos, -si os parece-, que en el Salón (bombos o arpistas) los Panidas éramos trece! Y los de pluma o de paletas, altos poetas o coplistas, los violinistas y cornetas, en veladas aquelarristas -sesiones íntimas, secretas!- y en bodegones -si os parece- en esas citas indiscretas los Panidas éramos trece! Fumívoros y cafeístas y bebedores musagetas! Grandilocuentes, camorristas, Crispines de elásticas tretas; inconsolables, optimistas, o indiferentes, -si os parece- en nuestros Sábbats liturgistas los Panidas éramos trece! Ilustres críticos -ascetas serios, solemnes, metodistas, tribu de vacuos logotetas!: 2 andad al diablo! -si os parece-: nosotros, -Bárbaros sanchistas!-, los Panidas éramos trece!
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Las palomas visitaron a Pushkin y picotearon su melancolía: la estatua de bronce gris habla con las palomas con paciencia de bronce: los pájaros modernos no le entienden, es otro ahora el idioma de los pájaros y con briznas de Pushkin vuelan a Mayakovski. Parece de plomo su estatua, parece que estuviera hecha de balas: no hicieron su ternura sino su bella arrogancia: si es un demoledor de cosas tiernas, cómo pudo vivir entre violetas, a la luz de la luna, en el amor? Algo les falta siempre a esras estatuas fijas en la dirección del tiempo o ensartan puntualmente el aire con cuchillo militar o lo dejan sentado (como a Gogol) transformado en turista de jardín, y otros hombres, cansados del caballo, ya no pudieron bajar a comer. En verdad son amargas las estarnas porque el tiempo se queda depositado en ellas, oxidado, y aunque las flores llegan a cubrir sus fríos pies, las flores no son besos, llegan allí también para morir. Palomas blancas, diurnas, y poetas nocturnos giran alrededor de los zapatos de Mayakovski férreo, de su espantoso chaquetón de bronce y de su férrea boca sin sonrisa. Yo alguna vez ya tarde, ya dormido, en ciudad, desde el río a las colinas, oí subir los versos, la salmodia de los recitativos recitantes. Vladimir escuchaba? Escuchan las estatuas? Parecía furioso, su gesro no admitía verso alguno: tal vez la estatua es concha, caracola de mármol, bronce o piedra de un animal herido que se fue y dejó este vestigio congelado, un ademán, un movimiento inmóvil, el despojo del alma.
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Estatuas
Las palomas visitaron a Pushkin y picotearon su melancolía: la estatua de bronce gris habla con las palomas con paciencia de bronce: los pájaros modernos no le entienden, es otro ahora el idioma de los pájaros y con briznas de Pushkin vuelan a Mayakovski. Parece de plomo su estatua, parece que estuviera hecha de balas: no hicieron su ternura sino su bella arrogancia: si es un demoledor de cosas tiernas, cómo pudo vivir entre violetas, a la luz de la luna, en el amor? Algo les falta siempre a esras estatuas fijas en la dirección del tiempo o ensartan puntualmente el aire con cuchillo militar o lo dejan sentado (como a Gogol) transformado en turista de jardín, y otros hombres, cansados del caballo, ya no pudieron bajar a comer. En verdad son amargas las estarnas porque el tiempo se queda depositado en ellas, oxidado, y aunque las flores llegan a cubrir sus fríos pies, las flores no son besos, llegan allí también para morir. Palomas blancas, diurnas, y poetas nocturnos giran alrededor de los zapatos de Mayakovski férreo, de su espantoso chaquetón de bronce y de su férrea boca sin sonrisa. Yo alguna vez ya tarde, ya dormido, en ciudad, desde el río a las colinas, oí subir los versos, la salmodia de los recitativos recitantes. Vladimir escuchaba? Escuchan las estatuas? Parecía furioso, su gesro no admitía verso alguno: tal vez la estatua es concha, caracola de mármol, bronce o piedra de un animal herido que se fue y dejó este vestigio congelado, un ademán, un movimiento inmóvil, el despojo del alma.
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