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"pego" poems
E por hoje dizer-te não é banal Estive atento e discretamente olhei o teu doce olhar, Passei noites ao luar, descrevendo as estrelas de bonitas, Mas bonitas mesmo são tuas pétalas, flor de esplendor! Tua sensibilidade e visão de mulher, a mim das nas vistas! A certeza no destino, é como lotaria no caminho, Onde te encontrei, no meio de tantas eu te vi sozinho! Há muito tempo mesmo, que teimou em não passar, Suspirei, me cansei, tirei todas, para agora te inflamar! Sinto perto o carinho, da pessoa, minha amiga e mulher, Te chamei e falei ao coração, para te agarrar e poder amar, És tu hoje, em quem eu pego e petisco, com qualquer colher, Porque muito ou pouco que nela couber, te saboreio ao petiscar! És refeição completa para mim, como sangue vivo, ao coração, Tuas doses tão prudentes de afecto, é outro nível neste patamar, Orgulho de te cuidar, porque de mim, cuidas tu, como a terra do seu mar! Se eu hoje respiro vida, ao querer cada hora do dia, desde o levantar, Devo-te muito a ti e as palavras que escrevo não são hoje fantasias, Porque cuidas de mim, como terra do seu vazo, da planta, de encantar, Encanta meu sorriso, pelo teu cuidar, nas coisas que fazes e me dizias! Não é falso nem é mentira, acredito na realidade que tu me trazes, Não finjo, não mudo, não acredito que precises tu princesa, de mudar! Olhei-te do chão, mirei-te, e tu com teu jeito doce, levantas-te meu olhar, E eu confie-te nos braços tudo, na hora me deitar, pelo que tu me fazes! A falta de carinho não a sinto hoje, porque a não tenho, A ti te darei respeito, pela dama e senhora que te achei, Encontro-te a ti a cada dia, no meu leito, e no meu cardanho! Porque ele é gíria de tudo aquilo que tenho e em ti encontrei! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.09.09.02.20
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Sep 9, 2013
Sep 9, 2013 at 8:24 AM UTC
E por hoje dizer-te não é banal
E por hoje dizer-te não é banal Estive atento e discretamente olhei o teu doce olhar, Passei noites ao luar, descrevendo as estrelas de bonitas, Mas bonitas mesmo são tuas pétalas, flor de esplendor! Tua sensibilidade e visão de mulher, a mim das nas vistas! A certeza no destino, é como lotaria no caminho, Onde te encontrei, no meio de tantas eu te vi sozinho! Há muito tempo mesmo, que teimou em não passar, Suspirei, me cansei, tirei todas, para agora te inflamar! Sinto perto o carinho, da pessoa, minha amiga e mulher, Te chamei e falei ao coração, para te agarrar e poder amar, És tu hoje, em quem eu pego e petisco, com qualquer colher, Porque muito ou pouco que nela couber, te saboreio ao petiscar! És refeição completa para mim, como sangue vivo, ao coração, Tuas doses tão prudentes de afecto, é outro nível neste patamar, Orgulho de te cuidar, porque de mim, cuidas tu, como a terra do seu mar! Se eu hoje respiro vida, ao querer cada hora do dia, desde o levantar, Devo-te muito a ti e as palavras que escrevo não são hoje fantasias, Porque cuidas de mim, como terra do seu vazo, da planta, de encantar, Encanta meu sorriso, pelo teu cuidar, nas coisas que fazes e me dizias! Não é falso nem é mentira, acredito na realidade que tu me trazes, Não finjo, não mudo, não acredito que precises tu princesa, de mudar! Olhei-te do chão, mirei-te, e tu com teu jeito doce, levantas-te meu olhar, E eu confie-te nos braços tudo, na hora me deitar, pelo que tu me fazes! A falta de carinho não a sinto hoje, porque a não tenho, A ti te darei respeito, pela dama e senhora que te achei, Encontro-te a ti a cada dia, no meu leito, e no meu cardanho! Porque ele é gíria de tudo aquilo que tenho e em ti encontrei! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.09.09.02.20
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Sinto o meu corpo voar como um passarinho, Nos teus braços, sinto conforto do nosso ninho! Os teus olhos, são a alegria do meu caminho, E quando chego a ti, sinto mesmo o teu carinho! Sinto-me a planar no ar como uma pena, A energia que vem de ti, me é tão amena, O teu perfume cor de energia tão plena, Teu abraço único é meu, querida Liliana! Nada é igual a ti, à tua doce presença, Tua imagem, sempre uma boa lembrança, Respiro melhor, estes sonhos de criança, A vida contigo, é agora a melhor aliança! Sinto-me tão grande no teu aconchego, Sinto-me vaidoso da tua companhia, Sinto a tua presença com muita alegria, Beijo teu, eu vejo e logo de vontade, pego! Esta noite eu vou deitar-me alucinado, Descanso sobre a almofada apaixonado, É tão leve minha consciência, abobadado, Vénia pela noite a teu ser, por mim amado! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.07.23.02.08
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 4:57 AM UTC
Os teus braços
Cordas soltas de uma língua, sedenta de sabor de saliva, Cordas das amarraras verdes, do barco que eu navego, Os serões de cordas amordaçando, uma vida decisiva, Perderam-se entre os ramos do futuro, que eu pego! Vejo-te pegar nas cordas da minha vida, que me orientam, Não és fútil ao pensar que elas não funcionem como marioneta, Dás-me alento, e o teu toque equilibrado, meus ideais afinam, O teu jeito de combinar os gestos, não são de uma paixoneta! O calor do carinho que me dás, é transpiração de amor na cama, O amor dos teus dias, são raios de vida, que regeneram meus desafios, Uma palavra tua, um carinho teu, é como água que sacia minha fama, O teu olhar atento, sob meus anseios, são como metais halogéneos! És a corrosão para os ferrugentos jumentos, instalados em galhardia, Cuidas-me do meu ser como do teu, e de minha vida, dando-lhe liberdade! Contigo a transpiração do meu caminho, não me assusta nem me é fantasia, É real, tu és bela e tornaste-me magnificamente de bem, com a verdade! Sentir-te respirar confortavelmente, é o meu maior objectivo, Verificar cuidadosamente cada poro teu e senti-lhe o cheiro a vida, Conduzir os meus sonhos no teu carro da felicidade, é agressivo, Metas são fins, nosso destino é conduzido por longa vida dividida! E assim, revelo ao mundo, o teu nome, maravilhoso ser de mulher fatal, O teu constante conforto, com que deliro, é agora muito e meu afinal! Patrícia os meus sonhos e os teus, são agora o meu diário mundial! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.08.03.02.14
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:04 AM UTC
As cordas estão em sintonia
Cordas soltas de uma língua, sedenta de sabor de saliva, Cordas das amarraras verdes, do barco que eu navego, Os serões de cordas amordaçando, uma vida decisiva, Perderam-se entre os ramos do futuro, que eu pego! Vejo-te pegar nas cordas da minha vida, que me orientam, Não és fútil ao pensar que elas não funcionem como marioneta, Dás-me alento, e o teu toque equilibrado, meus ideais afinam, O teu jeito de combinar os gestos, não são de uma paixoneta! O calor do carinho que me dás, é transpiração de amor na cama, O amor dos teus dias, são raios de vida, que regeneram meus desafios, Uma palavra tua, um carinho teu, é como água que sacia minha fama, O teu olhar atento, sob meus anseios, são como metais halogéneos! És a corrosão para os ferrugentos jumentos, instalados em galhardia, Cuidas-me do meu ser como do teu, e de minha vida, dando-lhe liberdade! Contigo a transpiração do meu caminho, não me assusta nem me é fantasia, É real, tu és bela e tornaste-me magnificamente de bem, com a verdade! Sentir-te respirar confortavelmente, é o meu maior objectivo, Verificar cuidadosamente cada poro teu e senti-lhe o cheiro a vida, Conduzir os meus sonhos no teu carro da felicidade, é agressivo, Metas são fins, nosso destino é conduzido por longa vida dividida! E assim, revelo ao mundo, o teu nome, maravilhoso ser de mulher fatal, O teu constante conforto, com que deliro, é agora muito e meu afinal! Patrícia os meus sonhos e os teus, são agora o meu diário mundial! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.08.03.02.14
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Talvez se escrever o sono venha Cansada do excesso de cansaço Nas alturas menos certas Creio que há 2 horas que devia estar a dormir Se pudesse Mas embora o cansaço esteja presente Nos meus músculos, olhos Não chegou ainda à base. Talvez o meu cérebro seja notivago. Chego a estas conclusões na exaustão da noite Quando, por desespero, pego num lápis E desacredito-me ainda mais. Mas passo a explicar: Durante todo o dia sinto-me dormente Ah, para quê falinhas mansas? Sinto-me burra, sem conseguir pensar Mas na chegada da noite Com o silêncio e a escuridão que se sentem na noite Tudo se liga e se ilumina E o meu cérebro trabalha e penso, penso, penso E mais certezas tenho de que sou burra Não que tenha pensamentos burros, não! Mas por que raio tê-los agora e De forma tão agressiva e exaustiva Sem chegar a ser agressiva e exaustiva o suficiente Para escrever alguma coisa de jeito Ou para me fazer cair para o lado Suficiente apenas para uma mais noite em branco Talvez nunca tenha acordado.
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Mar 2, 2017
Mar 2, 2017 at 1:28 PM UTC
insónias
E nesta tarde em que a chuva cai madura Pego nesta folha e neste lápis de carvão Rascunho esta tua suave pintura Com a subtileza desta minha mão. Quem desenha sou eu, feito alquimista Que em ti sempre viu algo especial Com estes meus olhos de artista E esta minha sensibilidade radical. Estou simplesmente apaixonado por ti E p´ró papel, eu te levo p’ra te ter P’ra sempre ficarás junto de mim Nesta pintura que de ti estou a fazer. E em teus olhos eu vejo acalento Um brilho especial e muita alegria Um dia destes chegará o momento Em que ficaremos junto o dia-a-dia. Este singelo papel é agora um tesouro Porque nele está desenhada a tua imagem És a face dum anjo que vale mais que ouro Por mim criado em tua homenagem. Venero-te com sublime fervor Agora que és o meu quadro principal Para sempre te darei o meu amor Minha filha, minha princesa real.
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Jun 6, 2013
Jun 6, 2013 at 5:43 AM UTC
Katy Song
Siempre borracho entraba y siempre altivo, Y el ebrio, sin motivo, Puñetazos le daba a su querida. Dura cadena ató sus corazones; Unió los eslabones: La Miseria en el fango de la vida. Por no dormir, en noches tenebrosas, Sobre las frías losas, De ese hombre vil buscó la compañía. Ella malhumorada, él displicente, La riña era frecuente, Y al fin a puñetazos la rendía. El vecindario despertaba todo Al llegar el beodo A su tabuco, de bebidas harto. La vieja puerta abríala a empellones... Se oían maldiciones... Después quedaba silencioso el cuarto. El invierno arreciaba. Un triste día, En que lenta caía A los techos la nieve como un manto, Un hijo les nació... Y esa inocente Inmaculada frente No tuvo más bautismo que el del llanto. A la siguiente noche, el rostro duro, Y a tientas por el muro, Llegó a la puerta de su hogar el padre. De pronto se detuvo el inhumano... No levantó la mano; La respetó el borracho... Ya era madre. Al mirarle extraviada la pupila, Y al verlo que vacila Y a darle puntapiés no se decide, Meciendo al niño que dormía: «¡Infame!» Le dijo: «Muerte dame. ¿No me pegas? ¿Por qué? ¿Quién te lo impide? Te aguardé todo el día. Estoy dispuesta; ¿Más barato te cuesta Hoy el pan? ¿El invierno es menos triste? ¿Licor en la taberna no encontraste? ¿Acaso te enmendaste? ¿Borracho, como siempre, no viniste?» Fingió el turbado padre no oír nada; Dio al hijo una mirada, Mezcla de estupidez y de cariño, Y dijo a la mujer: «¿Por qué me ofendes? ¿No sabes, no comprendes, Que si te pego se despierta el niño?»
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El padre
Siempre borracho entraba y siempre altivo, Y el ebrio, sin motivo, Puñetazos le daba a su querida. Dura cadena ató sus corazones; Unió los eslabones: La Miseria en el fango de la vida. Por no dormir, en noches tenebrosas, Sobre las frías losas, De ese hombre vil buscó la compañía. Ella malhumorada, él displicente, La riña era frecuente, Y al fin a puñetazos la rendía. El vecindario despertaba todo Al llegar el beodo A su tabuco, de bebidas harto. La vieja puerta abríala a empellones... Se oían maldiciones... Después quedaba silencioso el cuarto. El invierno arreciaba. Un triste día, En que lenta caía A los techos la nieve como un manto, Un hijo les nació... Y esa inocente Inmaculada frente No tuvo más bautismo que el del llanto. A la siguiente noche, el rostro duro, Y a tientas por el muro, Llegó a la puerta de su hogar el padre. De pronto se detuvo el inhumano... No levantó la mano; La respetó el borracho... Ya era madre. Al mirarle extraviada la pupila, Y al verlo que vacila Y a darle puntapiés no se decide, Meciendo al niño que dormía: «¡Infame!» Le dijo: «Muerte dame. ¿No me pegas? ¿Por qué? ¿Quién te lo impide? Te aguardé todo el día. Estoy dispuesta; ¿Más barato te cuesta Hoy el pan? ¿El invierno es menos triste? ¿Licor en la taberna no encontraste? ¿Acaso te enmendaste? ¿Borracho, como siempre, no viniste?» Fingió el turbado padre no oír nada; Dio al hijo una mirada, Mezcla de estupidez y de cariño, Y dijo a la mujer: «¿Por qué me ofendes? ¿No sabes, no comprendes, Que si te pego se despierta el niño?»
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Como te agrego a esta historia? a este relato de lo que es mi vida, este cuento imaginario de lo que quisiera que fuera? te tejo de entrada a salida en punto derecho o al revés en forma de corazoncillos, y para que? en la noche los deshago nudo por nudo como si eso quitara el mas grande en mi garganta y me quedo sin nada mas que un hilo enredado… te pego como papel, con unas gotas de resistol y mucha paciencia, a la superficie de mi alma, y llegan las lagrimas a mojarte y deshacerte en la madrugada… te amarro a mi ser, con besos y caricias, y en la noche te libero de esas cadenas, y espero inocente a que te mantengas conmigo aun sin ellas… despierto en el frió de la oscuridad, y un poco sorprendida volteo a no encontrarte junto a mi… y entonces, solo fue un sueño?
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Jan 8, 2013
Jan 8, 2013 at 12:38 AM UTC
atado
O vento sopra meu rosto, E eu me pego em devaneios. Sonhando com amores improváveis, Não querendo amores resistentes. Não sei a que se deve o fato, De meu coração gelado, Preferir o inacessível, E descartar o mais favorável. Não sei se é o passado, Que me persegue, Ou o presente, Que há tempos, está mudado. Mas ainda não esqueço, aqueles lindos olhos claros.
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Feb 17, 2013
Feb 17, 2013 at 8:14 AM UTC
Devaneios
Um dia pego numa folha e escrevo sobre ti. Sobre como sei de cor todos os traços da tua face e como os teus olhos brilham ao luar. Escrevo o que nunca mais ninguém teve coragem de escrever sem fazer sofrer. Amo-te.
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Aug 31, 2014
Aug 31, 2014 at 4:19 PM UTC
Amo-te.
Sabe, bem no fundo eu queria que tu me chamaste, para caminhar, conversar ou qualquer outra coisa, até o menor sinal que ainda existo para você é o suficiente para florescer dezenas de bons sentimentos, e sabe, mesmo que as chances desse utópico futuro acontecer forem minimas, eu ainda me pego sorrindo abobalhada pelos cantos, pensando: ahhh, como seria bom se tu me chamaste para correr, como seria belo se tu me chamaste para cantar, sorrir e dançar. E nessa leve e serena incerteza de que se eu ainda existo em você, minha vida vai seguindo, meio triste, meio alegre, meio humano, meio você.
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Jun 29, 2016
Jun 29, 2016 at 11:57 PM UTC
Untitled
Conoci a {M}i angel en un Verano lleno de amor [061818*], Sin saber que llegaria tan pronto un {A}dios [070918], Muchas aventu{R}as tuve a su lado, empezando con la feria bajo la luna llena del verano [062318], En el {T}elefono platicabamos hasta el amanecer, en esas dos semanas, mi Corazon lleno de placer [062418-070818], Mirando "Los {I}ncreibles" con mi hermanito en el cine, tu mirada se distraia de la pelicula al reirme [062818] Una tarde en Chuck-e-Cheese co{N}ociste a mis papas, sentia cuanto me querias pues lo hiciste por volontad [070518] Me pego un depression no entedia el motivo, lloraba sin Consuelo mi Corazon sentia un vacio [070618-070818] Lunes en la noche espere que me llamaras, me dormi triste y en un llanto, nunca pense que se te olvidara… te mande mi ultimo mensaje tu mensaje de buenas noches, al recordar este moment, siento como el Corazon se me rompe [070918] Martes en la tarde recibi la peor llamada, Mi Amorcito Corazon se habia convierto en mi Angel de la Guardia [071018] Sabes ese refran que dice "no sabes lo que tienes hasta que se te va" Es mas que comprobado que es una triste realidad! Hoy, Manana, y Siempre en mi vive tu recuerdo, Te amo para siempre Handsomes espero anciosa nuestro encuentro!
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Mar 10, 2020
Mar 10, 2020 at 1:49 PM UTC
{M}[A]{R}[T]{I}[N]
En el bosque me encuentro, Triste y solo me siento, bajo la luna, en llanto pego, Solo por el saber que a usted, no la tengo, Una oportunidad, le pido a dios que ella me de. Pero poco a poco, mi esperanza, alejandose se ha ido, y ahora más que triste y sólo, me siento perdido. Mi pecho atravesé con mi espada, Ya que cada segundo, que pasaba en esta vida, Nada valia.
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Dec 6, 2016
Dec 6, 2016 at 4:25 AM UTC
Untitled
O ar, Anda pesado. É o fogo? Não! Meus passos não são leves, E não é meu sapato. Não é meu andado... Não é  o caminho! Não! Eu ando, E ando, E rodo, E me pego de volta ao mesmo ponto. Eu respiro fundo, Mas não absorvo o ar. Eu nunca imaginei, Que ia doer respirar. E o que não doi, nesses últimos dias? O que não se transformou em agonia? O que se manteve afinal? São perguntas vagas, Pra uma vida vaga. Só me resta respirar...
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Oct 27, 2017
Oct 27, 2017 at 12:27 PM UTC
Respirar...