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"passado" poems
Que grande a geração, a de Camões, Saia de Belém, num pranto oral... Dizia adeus a grandes multidões! Olhava o horizonte pequeno Portugal Traçado o rumo do futuro, Passado o mar forte e indeciso, Pegava no leme, firme e duro, Sem dor, frio ou bramido. As ninfas, rodeavam o leme, O Sol, queimava a proa do navio, O capitão nada teme Naquele mar, escuro e bravio... Victor Marques e Atavio Nelson Chegamos a outros pontos, Do globo esférico, sem saber! Que hoje são contos, Que ainda temos de ler. Desde Ourique, Calado e Cala trava Com turbantes brancos reluzentes Os portugueses lutaram com palavra Com alegria mostravam seus dentes. Correram os desertos, tão estéreis Na defesa de um Santo Universal Pela cruz combateram infiéis Dentro e fora de Portugal. Oh.Isabel que suaves eram tuas flores! Que rosas encarnadas pueris Que as músicas sejam cantadas para seus amores Prendes-te por milagre o teu Diniz. OH Coimbra.que tiranas do fadário Oh Sé velha, cheia de segredos Que encantos lá havia do Hilário Ainda hoje escritos nos penedos... Santa Clara, no alto...que te vê clarissa Jovem, esbelta coimbrã! Foste, cedo freira e noviça. Salva-me deste fado, minha irmã! Olá Marquez, és do Pombal Traidor, usurpador, ladrão. NO ódio foste genial. E TUDO, tudo metia no gibão. Malandro, enganas-te o teu Rei Iludiste-o, meu falso...e mandas-te O Távora, inocente para o cadafalso Maldito sejas! Isso não foi Portugal...mas foi No norte, que uma mulher Forte, com seios apertados E espada no dentes bem cerrados Em serpente e com sua gente Em zip filas genial Firme.destinada Deu a vida mas Acabou com o Cabral Sim ali, no monte Naquele lugar Maria da Fonte Só com gente destemida, como eu ! Tal como o Lusitano no Gerez Esta pátria com um plebeu Concebeu o Tavares com um grande PORTUGUÊS Victor Marques
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Dec 10, 2009
Dec 10, 2009 at 10:27 PM UTC
Portugal....
Que grande a geração, a de Camões, Saia de Belém, num pranto oral... Dizia adeus a grandes multidões! Olhava o horizonte pequeno Portugal Traçado o rumo do futuro, Passado o mar forte e indeciso, Pegava no leme, firme e duro, Sem dor, frio ou bramido. As ninfas, rodeavam o leme, O Sol, queimava a proa do navio, O capitão nada teme Naquele mar, escuro e bravio... Victor Marques e Atavio Nelson Chegamos a outros pontos, Do globo esférico, sem saber! Que hoje são contos, Que ainda temos de ler. Desde Ourique, Calado e Cala trava Com turbantes brancos reluzentes Os portugueses lutaram com palavra Com alegria mostravam seus dentes. Correram os desertos, tão estéreis Na defesa de um Santo Universal Pela cruz combateram infiéis Dentro e fora de Portugal. Oh.Isabel que suaves eram tuas flores! Que rosas encarnadas pueris Que as músicas sejam cantadas para seus amores Prendes-te por milagre o teu Diniz. OH Coimbra.que tiranas do fadário Oh Sé velha, cheia de segredos Que encantos lá havia do Hilário Ainda hoje escritos nos penedos... Santa Clara, no alto...que te vê clarissa Jovem, esbelta coimbrã! Foste, cedo freira e noviça. Salva-me deste fado, minha irmã! Olá Marquez, és do Pombal Traidor, usurpador, ladrão. NO ódio foste genial. E TUDO, tudo metia no gibão. Malandro, enganas-te o teu Rei Iludiste-o, meu falso...e mandas-te O Távora, inocente para o cadafalso Maldito sejas! Isso não foi Portugal...mas foi No norte, que uma mulher Forte, com seios apertados E espada no dentes bem cerrados Em serpente e com sua gente Em zip filas genial Firme.destinada Deu a vida mas Acabou com o Cabral Sim ali, no monte Naquele lugar Maria da Fonte Só com gente destemida, como eu ! Tal como o Lusitano no Gerez Esta pátria com um plebeu Concebeu o Tavares com um grande PORTUGUÊS Victor Marques
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Douro, Tua Socalco bem-fadado. Bagos que passeiam sobre as ondas, Amar estranha beleza, Exaltar a cepa da vida e sua natureza, Videiras com frescas sombras. Rosmaninho, alecrim e loureiro, Cheiro de meu eterno devaneio, Aromas que nos desperta, O Douro sempre em festa. Amar o vinho não é pecado, Cestos cheio de uvas e fado, Vinhedos de Deus, do homem por labor, Vinho sagrado, vinho do amor! Lagaradas que te apaixona, Peles de uva á tona, Fermentação do saber por todo o lado, Douro, Tua …teu passado. Victor Marques  2/10/2007
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Jun 6, 2011
Jun 6, 2011 at 2:48 AM UTC
Douro , Tua Socalco bem fadado
Quando te conheci… Quando te conheci na noite solidária com o vento, Perdi-me no teu calor, no teu encanto. Quando te conheci teu cheiro me apaixonava, Deixava-me ao teu abandono e mais nada. Quando te conheci, não entendi mas senti, Aumentar o amor e a saudade, O destino não tem amor nem sentido, Tem a fragrância do desconhecido. Te recordo com primazia, Alegria que em mim se sentia, Te conhecer sem apelo nem agravo, Me contento com o futuro e o passado. Victor Marques
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Aug 30, 2010
Aug 30, 2010 at 7:26 AM UTC
Quando te conheci...
Os campos floridos Campos esverdeados, giestas amareladas! Cumes de montes perdidos, pedras maltratadas. Árvores que exalam perfume, Fogo que arde sem lume. Campos que avisto solitário, Searas de trigo ao toque do vento, Paisagens celestes de momento, Ervas deste santuário. Um céu azul desolado, Paisagens do passado, Coisas sem sentido, Um roxo comprometido Campos que se vão embora, Primavera os namora. Verão quente, Outono doentio, Inverno intolerante e frio. Victor Marques
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Oct 26, 2010
Oct 26, 2010 at 10:01 AM UTC
Os campos floridos
A flor colorida Não te dou sandálias para caminhar, Suspiros de embalar, Horizonte sempre apaixonado, Afecto bem guardado. Ai a neve branca da montanha, Carinho nobre e desmedido, Amor descomprometido, Desejo rejuvenescido. Caminhar sobre o mar, Barquinho com velas sem navegar, Amor eterno como o paraíso, Dar um beijo, um sorriso. O céu está estrelado, Carícias do passado, Primavera sempre envaidecida, Flor florida…. Victor Marques
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Aug 30, 2010
Aug 30, 2010 at 7:15 AM UTC
Flor Florida
Comboio do Destino Não sei que fogo me aquece, Não sei que chama me alumia, Sinto que algo me fortalece, Esperança de algo que perdia. Num comboio bastante maltratado, Sinto um sentimento forte, Viajo um presente já passado, Destino ou minha sorte. O comboio começa a andar, Nem vai depressa, nem devagar, Colinas verdejantes, belas paisagens, Para trás ternas imagens. Palavas com cisnes eu te vi, A sonhar eu adormeci. No comboio do destino estou sem demora, Vou acordar com a brancura da aurora. Victor Marques
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Apr 23, 2012
Apr 23, 2012 at 9:33 AM UTC
Comboio do Destino
Tempo perdido no tempo Quando me lembro do tempo, Fico preso no esquecimento, O tempo deixa no entanto, Alegria ou tempo de lamento. O tempo indeterminado, Tempo presente, futuro, passado. Tempo que ousadamente esqueci, Tempo do que sou e vivi. Tempo que penar é coisa mística, Pedreiro sem pedra não é artista. O tempo intemporal de um ser, Acordar com o amanhecer. Fogueiras de um tempo que parecem apagadas, Tempo de janelas abertas e fechadas. Tempo que parece um ficheiro encerrado, Incondicional amor bem-amado. Victor Marques
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Oct 30, 2013
Oct 30, 2013 at 3:07 AM UTC
Tempo perdido no tempo
O Comunismo cai Polónia com fé na igreja católica, Rússia comunista acabou por fim, Jugoslávia insatisfeita com sua história, Caíram os muros de Berlim. Líderes com ideias ultrapassadas, Caíram nas próprias emboscadas, Dia 22 de Agosto em Moscovo, O vencedor foi o povo. Sonhos de um povo que tanto sofreram, Epidemia da Rússia doentia, Liberdade que o povo queria, A foice e o martelo padeceram. O regime foi derrotado, Moscovo renegou o passado, Hinos cantados com alegria, O comunismo e a democracia. Sabrosa 23 de Agosto de1991 Victor Marques
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Aug 3, 2011
Aug 3, 2011 at 3:25 AM UTC
O Comunismo cai
Nós e a universo O futuro será o que a mente pensa, Procuro resposta ao meu passado, Do meu interior rebuscado, Acção e boa esperança…. Fecham-se janelas, portas se abrem, Com boas razões e motivos, Estradas direitas e por vezes tortas, Pensamentos sempre positivos. O ser humano se fustiga e consome, As estrelas, as montanhas e o mar, Sentem o seu próprio nome, Nós somos navegadores sem navegar…. Victor Marques
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Dec 10, 2009
Dec 10, 2009 at 10:45 PM UTC
NÓS E O UNIVERSO
Penso um pouco Problemas surgem a qualquer momento, Alguns rápidos como o vento, Ninguém diga que é rico ou feliz, Somos  aquilo que Deus quis. O homem como ser consciente, Esquece passado, forja presente, Falsas regras de corruptas instituições, Homem simples sem condecorações. Mundo que se deixa para trás, Falta amor e também paz, Lençóis soltos ao vento, Sou eu e o meu pensamento. Não ser ninguém, ter memória, Alma branca como a aurora, Sonhador dum mundo mais perfeito, Acordado sinto meu peito. Victor  Marques
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Jun 29, 2010
Jun 29, 2010 at 3:07 AM UTC
Penso um pouco
O Comunismo cai Polónia com fé na igreja católica, Rússia comunista acabou por fim, Jugoslávia insatisfeita com sua história, Caíram os muros de Berlim. Líderes com ideias ultrapassadas, Caíram nas próprias emboscadas, Dia 22 de Agosto em Moscovo, O vencedor foi o povo. Sonhos de um povo que tanto sofreram, Epidemia da Rússia doentia, Liberdade que o povo queria, A foice e o martelo padeceram. O regime foi derrotado, Moscovo renegou o passado, Hinos cantados com alegria, O comunismo e a democracia. Sabrosa 23 de Agosto de1991 Victor Marques
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Aug 3, 2011
Aug 3, 2011 at 3:25 AM UTC
O Comunismo cai
Bem viver Bem viver sentimento que eu tenho, Incorporado no meu ser, Abandono sem ser abandono, Dono sem ser dono, Bafejado com tudo o pudor, Deus dá vida, dá amor. Bem viver do meu passado, Rosa aberta sem pecado, Rio que te dá de beber, Suspiro de bem-querer. Fantasia que preza seres prediletos, Musgo rodeado de seus fetos. Inconsciência, dor, vitórias, conquistas, Corredores em suas pistas. Bem viver dos líricos subalternos, Frio outonal sem seus invernos, Às escuras e a viver porque não? Pedaços de vida, de viver e solidão. Victor Marques
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Jul 2, 2012
Jul 2, 2012 at 4:29 PM UTC
Bem Viver
na primeira noite eram estranhas. disformes, distantes, extremamente presentes na sua tão triste ausência. doeram-me todas as entranhas do corpo. pela memória e pelo presente. agora, volvidos 3 dias volto a olhá-las. já consigo olhá-las, auxiliá-las e já não me estão distantes. agora são companheiras de luta. algumas lutas mais leais que outras bem se sabe, mas ainda assim resistentes no seu silêncio. o cheiro já me acolhe e todos os muitos sons que me circundam, conseguem agora embalar-me e levar-me num sono tranquilo. estou perto dos 28. já não sou miúda, agora sei-o e mais sério, sinto-o. ainda não sei que mulher sou, e como vou crescer a partir daqui. há vários ajustes, estou muito irrequieta com o que vou fazer. penso demasiado na pessoa que quero construir a partir daqui. é como se tivesse acabado de nascer mas já a saber falar, andar e pensar - oh, penso tanto… tenho de me permitir aprender e cair, chorar aos primeiros dentes. mas a miúda deixa-me orgulhosa. gostei de ti andreia pequena, feliz, divertida e curiosa. gostei da tua coragem e da tua força. até do teu nariz empertigado. choro ao teu enterro, comovida pelo orgulho que te sinto e pelas saudades que me vais trazer. a tua inocência guarda-la-ei como o meu mais precioso tesouro, e a ela recorrerei quando me vacilar a certeza. crescer é de uma dureza atroz. o passado vejo-o enevoado, lamacento de muito difícil definição. no entanto o futuro é um abismo. dá-me vertigens querer espreitá-lo. mesmo quando coloco apenas os olhos, como se me escondesse dele mesmo. de mim mesma, dessa andreia que serei. como se não quisesse que ela me apanhasse a espiá-la a ver-lhe os movimentos, para que os usasse ou os julgasse de ante mão. aqui estou, numa cama de hospital. viva e livre de qualquer mal. (mal maior pelo menos). e esta andreia do presente, esta nova-mulher, tem muito medo. muito medo de falhar, muito medo de não ser tão feliz quanto a miúda foi.
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Feb 7, 2013
Feb 7, 2013 at 5:15 AM UTC
adeus miúda
na primeira noite eram estranhas. disformes, distantes, extremamente presentes na sua tão triste ausência. doeram-me todas as entranhas do corpo. pela memória e pelo presente. agora, volvidos 3 dias volto a olhá-las. já consigo olhá-las, auxiliá-las e já não me estão distantes. agora são companheiras de luta. algumas lutas mais leais que outras bem se sabe, mas ainda assim resistentes no seu silêncio. o cheiro já me acolhe e todos os muitos sons que me circundam, conseguem agora embalar-me e levar-me num sono tranquilo. estou perto dos 28. já não sou miúda, agora sei-o e mais sério, sinto-o. ainda não sei que mulher sou, e como vou crescer a partir daqui. há vários ajustes, estou muito irrequieta com o que vou fazer. penso demasiado na pessoa que quero construir a partir daqui. é como se tivesse acabado de nascer mas já a saber falar, andar e pensar - oh, penso tanto… tenho de me permitir aprender e cair, chorar aos primeiros dentes. mas a miúda deixa-me orgulhosa. gostei de ti andreia pequena, feliz, divertida e curiosa. gostei da tua coragem e da tua força. até do teu nariz empertigado. choro ao teu enterro, comovida pelo orgulho que te sinto e pelas saudades que me vais trazer. a tua inocência guarda-la-ei como o meu mais precioso tesouro, e a ela recorrerei quando me vacilar a certeza. crescer é de uma dureza atroz. o passado vejo-o enevoado, lamacento de muito difícil definição. no entanto o futuro é um abismo. dá-me vertigens querer espreitá-lo. mesmo quando coloco apenas os olhos, como se me escondesse dele mesmo. de mim mesma, dessa andreia que serei. como se não quisesse que ela me apanhasse a espiá-la a ver-lhe os movimentos, para que os usasse ou os julgasse de ante mão. aqui estou, numa cama de hospital. viva e livre de qualquer mal. (mal maior pelo menos). e esta andreia do presente, esta nova-mulher, tem muito medo. muito medo de falhar, muito medo de não ser tão feliz quanto a miúda foi.
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Durmo na noite eternamente Deixar atrás de si amigos, Viver no meio de perigos, Certezas nem sempre certas, Caminhadas por entre tojos e giestas. Deixar para trás sonhos esquecidos, Pernoitar ao luar com teus amigos, Viver com esplendor a vida humana, Noite calma e serena… Viver impertinente um passado presente, Dormir na noite já ausente, Amar a cama dum horizonte distante, Dormir na noite eternamente. Deixar para trás a casa que te adoçou, Amar a gente que te amou, Viver por acaso, inconsciente, Durmo acordado somente… Victor Marques Montalegre, 6 de Junho de 1990
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Jan 21, 2014
Jan 21, 2014 at 1:44 PM UTC
Durmo na noite eternamente
Chove ou amanhece Os esqueletos dançam. Estão mortos! Vivem a morte, nutridos Pelo sentido Pela ardente vontade  de Fitar meus olhos. Com aqueles seus buracos Vazios do crânio Sem mesmo Lembrar da dor que tiveram Por já terem vivido. Se nutrem da seiva De guardar a vida Do escárnio imperecível do passado. É somente para isso que Os esqueletos dançam.
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Nov 4, 2014
Nov 4, 2014 at 7:18 AM UTC
Untitled
Não sentem com satisfação Deus, Escuto o cantar do chão molhado. Fica bem com o passado, Senhora dos pobres e dos seus. Natureza específica de receber e dar, Escuto o cantar do meu palpitar. Grande parte não sente o riacho e o mar, Luz do dia para te libertar. Depois de um dia com chuva, Olho para a erva que parece uva, Singela homenagem ao fim do ano, Seja bem católico ou profano. A natureza simples com olhar, Seus tesouros para nos despertar. Os homens não a escutam nem sabem amar, Natureza de enfeites para me deleitar. Abraço amigo Victor Marques
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Jan 1, 2014
Jan 1, 2014 at 10:50 AM UTC
Os homens e a sua natureza esquecida
Amar… e o mar Molhar as mãos na água salgada, Soslaio da onda esbranquiçada. Beleza da lua iluminada, Areia sem tua pegada. O mar calmo e fluído, Um cântico de harpa sentido. Mar nem sempre conquistado, Ruir do futuro, do passado. A areia sem voz, nem cor, A noite é singular. Ondas de par em par, Frio que parece calor, Cheiro salgado do teu amor. Victor Marques
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Dec 12, 2009
Dec 12, 2009 at 6:39 AM UTC
Amar ...e o mar
Acordei e não havia luar Acordei com o sorriso da manhã, Viajei nas recordações sem perceber, Dormi na noite fria e vã, Vivo na inconstância do prazer… Acordei com o pensamento maltratado, Viajei no tempo passado, Dormi com o nosso Deus crucificado, Rosnar de gato cansado. Acordei com as vides cheias de geada, Vi uma sereia humanizada, Dormi na profundeza do mar, Acordei e não havia luar. Victor Marques
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Aug 20, 2013
Aug 20, 2013 at 11:16 AM UTC
Acordei e não Havia luar
Tentou se divertir Tentou parar de pensar Tentou lembrar Memórias infindáveis De quem jamais conseguiu Encontrar. Instrumentos melódicos pensamentos eufóricos Caos e calmaria A certeza de que o momento na memória permanecerá e em sua história cristalizará. Uma constante torturante Um futuro baseado no passado atormentado de um amor ultrapassado.
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Apr 7, 2015
Apr 7, 2015 at 2:17 PM UTC
Amor ultrapassado
No meu corpo eu silencio as dores do passado, escondo as cicatrizes da minha história e guardo os sentimentos de minha jornada. Ser como sou, vestir-se como me visto, falar como falo, andar como ando, viver como eu vivo. São apenas vestígios que deixaram-me ao longo do tempo. Abusos. Agressões. Violências. Ser submetida a ser submissa. Ser jogada de cantos em cantos. Ser tratada como lixo. Ser menosprezada. Ser dada como burra e ignorante. Querer ser o que sempre fui. Querer ser algo que não me deixaram ser. Ser como "eles"?! Não podia. Hoje... Hoje sou quem eu quiser. Não sofro e nem me fazem sofrer. O peso que levo em meus ombros são meus, mas não dói. Tenho orgulho. E hoje sou LIVRE, sou FORTE, sou GRANDE, sou MULHER.
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Apr 2, 2017
Apr 2, 2017 at 12:10 PM UTC
Mulher
Vindouras lágrimas de outras dimensões, de aleatórias caixas, de onde emanam as palavras que sustentam o tempo passado pensando e perdido em certa densa desordem por mim criada e alimentada; confusão estendida e desfocada que me faz, ainda hoje, perder o senso, obscurece a visão e me torna apropriadamente observador do incompreensível momentâneo. A tentar não expor o que não compreendo, não vejo calmaria ostentável, plano exponencial de trajetória constante, não vejo a solução vendida em caras garrafas italianas previamente datadas. Faço uso da máquina para aliviar sua tensão perante tolas invenções por mim proferidas; também consulto meus cálculos lógicos de verdadeira atração; me vejo então este pacifico vivente, com todas as respostas para não fazer perguntas. O silêncio está duradouro e enlouquecedor.
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May 3, 2014
May 3, 2014 at 2:26 PM UTC
Têmporas de arco-íris
Dá me uma razão para ficar e então Eu ficarei. O Mundo lá fora não me atrai. Quero passar a eternidade no teu quarto. Quero passar a eternidade a falar contigo até tu me odiares a mim e as minhas ideias conservadoras fruto de uma eternidade passada no teu quarto. Quero que o mundo se foda tanto como o mundo me fodeu a mim. Quero passar a vida dentro desses filmes que tanto adoras. E não me importo que não seja real. E nem me importo que não seja a sério. Passei a minha vida a brincar com crianças. Quero te a ti acima de tudo. E perdoou o te o vício do tabaco. E perdoou o te o vício de odiares tudo que me faz viver. Eu só te quero bem! Quero que te cases e nem têm de ser comigo. Eu só te quero bem! E perdoou o te o vício de não acreditares em mim. E perdoou o te o vício de amares sempre o mesmo tipo de homem. Porque eu só quero é que dances. Porque disseste que adoravas dançar. Porque eu só quero que andes com quem te faz andar. E nem me importo que me mintas. E nem me importo que me ignores. Não quero que te apresses por mim. Não quero que me peças desculpa. Se um dia morrer que seja pelas tuas mãos. Põe me fora do teu quarto e dá me a comer aos leões. Diz ao mundo que te traí eu não te desmentirei. Mesmo tendo passado a eternidade no teu quarto. Diz que não me queres e faz-me ter filhos contigo. E diz aos nossos filhos que não sou pai deles. Diz me que nunca na vida serei teu. Mas dá me uma razão para ficar. Que Hoje... Hoje Eu faço o Jantar.
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Apr 24, 2014
Apr 24, 2014 at 9:30 PM UTC
Hoje Eu faço o Jantar. // (Portuguese)
Dá me uma razão para ficar e então Eu ficarei. O Mundo lá fora não me atrai. Quero passar a eternidade no teu quarto. Quero passar a eternidade a falar contigo até tu me odiares a mim e as minhas ideias conservadoras fruto de uma eternidade passada no teu quarto. Quero que o mundo se foda tanto como o mundo me fodeu a mim. Quero passar a vida dentro desses filmes que tanto adoras. E não me importo que não seja real. E nem me importo que não seja a sério. Passei a minha vida a brincar com crianças. Quero te a ti acima de tudo. E perdoou o te o vício do tabaco. E perdoou o te o vício de odiares tudo que me faz viver. Eu só te quero bem! Quero que te cases e nem têm de ser comigo. Eu só te quero bem! E perdoou o te o vício de não acreditares em mim. E perdoou o te o vício de amares sempre o mesmo tipo de homem. Porque eu só quero é que dances. Porque disseste que adoravas dançar. Porque eu só quero que andes com quem te faz andar. E nem me importo que me mintas. E nem me importo que me ignores. Não quero que te apresses por mim. Não quero que me peças desculpa. Se um dia morrer que seja pelas tuas mãos. Põe me fora do teu quarto e dá me a comer aos leões. Diz ao mundo que te traí eu não te desmentirei. Mesmo tendo passado a eternidade no teu quarto. Diz que não me queres e faz-me ter filhos contigo. E diz aos nossos filhos que não sou pai deles. Diz me que nunca na vida serei teu. Mas dá me uma razão para ficar. Que Hoje... Hoje Eu faço o Jantar.
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Que grande a geração, a de Camões, Saia de Belém, num pranto oral... Dizia adeus a grandes multidões! Olhava o horizonte pequeno Portugal Traçado o rumo do futuro, Passado o mar forte e indeciso, Pegava no leme, firme e duro, Sem dor, frio ou bramido. As ninfas, rodeavam o leme, O Sol, queimava a proa do navio, O capitão nada teme Naquele mar, escuro e bravio... Victor Marques e Atavio Nelson
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Dec 10, 2009
Dec 10, 2009 at 10:51 PM UTC
DESCOBERTAS MARITIMAS
Estava sentado e olhava para o vento? Sabia que o som tem pensamento. Estou no mundo da imaginação e do encanto, Complexo lunar que quero tanto... As estrelas brilham sem luz, Amor a Deus e a Jesus. Rascunhos e poesia, Luz do sol e do dia. Pessoas distantes com simpatia, Naves espaciais com alegria. Ressurreição da vida ,do amor, Mundo mágico com som e cor. O mundo embriagado, Futuro sem ter passado, Cadeirão da simplicidade, Mundo sem idade... Vic Alex
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Apr 9, 2010
Apr 9, 2010 at 5:24 AM UTC
Vaguear pelo mundo...
Sou Eu… Procuro um produto acabado ou inacabado, Sinto um dado já passado. Sem perícia, engenho ou norte, Sou fruto do amor e sorte. Em mim sinto furacões adormecidos, Fascinado pelo paraíso dos sentidos, Navego no oceano de um novo mundo, Conchas num mar sem fundo. Histórias bonitas e trocas de olhares, Sentir odores alegres, peculiares. Me apaixonam as flores primaveris, Sou aquilo que Deus criou e Quis. Victor Marques
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Dec 4, 2012
Dec 4, 2012 at 7:23 AM UTC
Sou eu