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"ouvir" poems
Na neblina abafada Dentre as árvores, dentre algas Sentir a água Ouvir os cantos Cintilante Suas mãos quentes tocaram meu tornozelo Seu coração frio tocou o meu Oh, Deus, Se realmente estou apaixonado Me faça não querer deixa-la Os corações que já quebrei, não se comparam ao dela Deixe-me ficar Se realmente estou apaixonado, me diga se ela corresponde Seu canto entrou em meus ouvidos Uma sintonia aveludada, salgada, com uma pitada de perigo O som dos pingos de água se rebatendo Venha comigo, vamos viver juntos Seja minha esposa. Presa por algemas de areia Se rebatia enquanto suas mãos puxavam as minhas Delicada. Uma beleza agoniante Oh, Deus, O que será de mim? Um vida fria terei caso não ficar com ela. Me trazendo para a água Sussurrando feitiços e me deixando cego pelo amor Meu corpo logo estará submerso Estou indo Ofegante Coração frio, mãos quentes, beleza agoniante Vendo a escuridão Cego por um amor planejado Um coração antes sujo, fora iludido por olhos vibrantes e pele cintilante O coração quente fora apagado, sentindo amor. Oh, Deus, diga-me, terminarei sendo enganado?
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Apr 28, 2015
Apr 28, 2015 at 6:55 PM UTC
Sailor vs Mermaid
Eu pintei-me de preto e vesti-me de ***** E colori em forma de arco-íris, o meu coração! Descansei os sapatos e assim com ar integro, Analisei todos os meus males, aqui atrás do Marão! Olhei o sol que estava lindo, assim como a luz do dia, E eu ali senti-me um milhafre perdido no raiar do céu, Despi-me de preconceitos e agarrei a luz que me alumia, Comecei a correr até ficar cansado, até perder o chapéu! Comecei a despir o ***** que trazia vestido e foi nu, Que comecei a procurar ao redor uma nova capa, Com cores coloridas com sorrisos tirados do baú! Não servia sorrir de novo, sorrisos fingidos á socapa! Jurei que iria sair do escuro, que trazia vestido, Comprometi-me com a alma, e entregar-me ao destino, Porque afinal, eu não tinha perdido, então porquê, o alarido! Seria por me despir, reflectir e sentir culpado e latino? Hoje não é dia de pensar assim, não é dia de fingir, Não é dia de mentir, nem é dia de ficar para ali a latir. Porque quem me pudesse ouvir, estaria ali não para me ouvir, Mas sim para fingir, que eu era o corvo, e tinha de partir! Quanto tempo durou o fingimento que te cativou? Porquê que eu nunca percebi que teria de sair! Não sei, nem posso deitar-me a adivinhar. Sei, acabou. Não tenho mais comigo razões para me prostituir! Como poderia eu ter sido ingrato, se tivesse visto, Que afinal tudo que vivi, até ali, nunca foi real e meu. Nunca fui afinal muito mais, que um pequeno imprevisto. Ingrato, não estou. Hoje eu sei, que afinal, estou ao léu! Sem qualquer compromisso no coração, e pode ser teu. Autor: António Benigno Dedicado do Romeiro para a Rameira.
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Sep 11, 2013
Sep 11, 2013 at 9:17 AM UTC
Ingratidão
Eu pintei-me de preto e vesti-me de ***** E colori em forma de arco-íris, o meu coração! Descansei os sapatos e assim com ar integro, Analisei todos os meus males, aqui atrás do Marão! Olhei o sol que estava lindo, assim como a luz do dia, E eu ali senti-me um milhafre perdido no raiar do céu, Despi-me de preconceitos e agarrei a luz que me alumia, Comecei a correr até ficar cansado, até perder o chapéu! Comecei a despir o ***** que trazia vestido e foi nu, Que comecei a procurar ao redor uma nova capa, Com cores coloridas com sorrisos tirados do baú! Não servia sorrir de novo, sorrisos fingidos á socapa! Jurei que iria sair do escuro, que trazia vestido, Comprometi-me com a alma, e entregar-me ao destino, Porque afinal, eu não tinha perdido, então porquê, o alarido! Seria por me despir, reflectir e sentir culpado e latino? Hoje não é dia de pensar assim, não é dia de fingir, Não é dia de mentir, nem é dia de ficar para ali a latir. Porque quem me pudesse ouvir, estaria ali não para me ouvir, Mas sim para fingir, que eu era o corvo, e tinha de partir! Quanto tempo durou o fingimento que te cativou? Porquê que eu nunca percebi que teria de sair! Não sei, nem posso deitar-me a adivinhar. Sei, acabou. Não tenho mais comigo razões para me prostituir! Como poderia eu ter sido ingrato, se tivesse visto, Que afinal tudo que vivi, até ali, nunca foi real e meu. Nunca fui afinal muito mais, que um pequeno imprevisto. Ingrato, não estou. Hoje eu sei, que afinal, estou ao léu! Sem qualquer compromisso no coração, e pode ser teu. Autor: António Benigno Dedicado do Romeiro para a Rameira.
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A vida, há não sei dizer quanto tempo, Tem-se mostrado uma interminável batalha. Conseguir ouvir a razão sem abafar o sentir Conseguir sentir sem por ele ser consumida Inteiramente. Não quero mais escrever poesia de guerra Nem fazer da poesia uma guerra de amor Só vale o que eu deixar que valha. E escrevo-o aqui, as desculpas de merda não valem Nem valeriam se fossem desculpas muitíssimo boas Se estou a perder a cabeça vou atrás dela e Encaixo-a de novo no pescoço e Bato com ela nas paredes até tornar a funcionar Não a ajudo a ir. Não. Não quero continuar a perguntar-me à noite O que raio é que estou a fazer Que vida é esta que escolho e não vivo Que não vivo por a escolher incessantemente. Não se pode querer paz e respostas E por ambas querer nenhuma tenho Só a mim e ao silêncio que não deixo existir. Não quero. Não sei o que quero mas Não quero isto. Querer isto não Me deixa querer mais nada. Nem a mim. Especialmente a mim. E tenho que me querer a mim Antes de querer qualquer outra coisa.
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Jun 14, 2017
Jun 14, 2017 at 10:27 AM UTC
Poesia de Guerra
S. Francisco de Assis Amor a todas as criaturas tu tinhas, Santo de visão positiva e natural, Da natureza e mundo animal. Agora tu também e Santiago, Que continua a pintar o bago. S. Martinho faz meu vinho, E tu olhas por minhas vinhas. Tu criaste a devoção aos passarinhos, Eu olho para a beleza dos seus ninhos. Cantaram cânticos das harpas de Jacób, Santo bendito de piedade e dó. Pobrezinhos a Deus pedem pão, E tu viste Deus em cada irmã e irmão. S.Francisco de todo o mundo, de Asssis, Juventude irrequieta que Deus quis, És patrono da natureza e dos animais, Deixa-me ouvir o cantar dos pardais…
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Oct 7, 2014
Oct 7, 2014 at 3:22 PM UTC
S.Francisco de Assis
Um terceiro terço livrado de fúria e de autoridade, Um homem duro bêbado e por demais vadio, Procurando na noite prazeres de um defunto, Sem vida, nem espaço para entrar em outra vida! Se eu fosse assim escuro perdido pelos vícios, E se eu me esquecesse mesmo, que eras mulher, Procurasse nesses rabos oferecidos de saia, Prazer, loucura, hábitos de gente vadia! Se me pintasse de vida, e me vestisse de Gay, Mostrando fantasias de pouco valor, Coisas que mesmo feitas, eram coisas de contentor, Seria eu assim Homem de mais esplendor? Porque não posso ser eu assim, roto por fora, E dentro ter o meu maior tesouro, partilhando-to, Cheiro de verdades, carinhos e cimentados valores! Porque não podes ouvir a experiencia, que nunca te enganou! Querer fluir pensamentos alcoolizados, de uma vida sem fé, Sem alimento quarente algum, que permanece duradouramente? Nem tu sabes, nem eu entendo o porquê de não teres esperança, Porque duvidas-te de mim se só te contei verdades confirmadas! Autor: António Benigno Dedico este poema à vida de merda da gente que está perdida.
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:00 AM UTC
Se eu fosse indiscreto?
“Ai não sei se é sonho se realidade,” Se uma brisa, que percorre meu ser, Entra na minha vida, trás tua amizade, Cultiva minha mente, preciso amadurecer! “Ai não sei se é sonho se realidade”, O que tuas palavras, fazem ao entardecer, Transformam minha agonia e tiram sua ansiedade, Durmo como criança até amanhecer! “Ai não sei se é sonho se realidade”, Mas na verdade, vivo ao te ouvir, Feliz, sorrio ao te ver vir, Teu sorriso é uma eterna beldade! “Ai não sei se é sonho se realidade”, Se um brinde, com uma enorme surpresa, Uma dádiva da realeza, autenticidade! Teu sorriso fascina, minha linda princesa. Como eu queria olhar-te nos olhos, Pegar-te nas mãos, encostar-te a mim, Fechar os olhos e beijar-te! “Ai não sei se é sonho se realidade” Autor: António Benigno com uma frase de Fernando Pessoa.
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Sep 11, 2013
Sep 11, 2013 at 9:16 AM UTC
“Ai não sei se é sonho se realidade”
Cansei de literatura fraca e coração mais fraco ainda. Cansei de jogo escondido e dedo quebrado pra estalar a boca. Cansei de sentir e esperar deixar. Cansei da risada que vem de longe, cheia de graça daquilo que pra mim é tão amargo. Cansei da úlcera de ansiar por todos os motivos errados. Cansei dos cortes e do sangue na coberta amanhecida pelos sonhos ruins. Cansei dos olhares e palavras soltas nas diagonais que são sempre pra você. Cansei de ouvir as músicas das coisas que eu sentia. Cansei dos poemas que são mesmo, pra todo mundo. Poesia é pra todo mundo. Cansei. Poesia não é pra todo mundo. Nem eu.
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Sep 7, 2012
Sep 7, 2012 at 4:56 PM UTC
Asma
suas palavras me dão espasmos o jeito que você canta feito um gatinho miando seus olhos me cercando por todos os lados sua voz suave me cortando me roubando o oxigênio atingindo-me no meio do peito feito uma lança que me atravessa e me faz sangrar e só parar ate conseguir ouvir de novo sua voz de abandono tão doce tão suave que me faz querer vomitar que contrai todos os poros do meu corpo e por um segundo para todos os meus órgãos e me seca e sufoca e aperta e queima feito ácido por dentro e seu corpo tão suave e tão belo e tão angelical tão ingênuo e me faz querer te usar te corromper é como garras rasgando minha pele como álcool no meu sangue que arrepia cada pelo do meu corpo e me faz te querer mais e mais toda manhã em que eu acordo sem seu sorriso de quem pede carinho e pede amor mas eu não posso te dar amor por que você é diferente você é especial você está tão distante de correr esse risco, mas eu te quero, eu te quero.
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Apr 21, 2014
Apr 21, 2014 at 12:19 AM UTC
I want you
This is the struggle, the writings in my mind every night. The *"cannot ******* sleep".* This is the "get to know u better my dear Borderline". This is the genius, the craziness. This is my self-therapy. The "I don’t wanna take my meds and I need to if I wanna be normal" This is me typing, and talking in english only so I don’t have to listen to my self-thougts in spanish telling me **** "Isto me está a falar e escrever em Português, só para não ter que ouvir a minha mente conversando comigo em Inglês e Espanhol dizendo coisas desagradáveis" This is the Linguist, the Polyglot. This is the Mexican, the German, the citizen of Oceania. The suicidal. The teaser. The lover. The wife. The translator. The ****** The poet. The soon-to-be-a lawyer. This is the world looked through the eyes of a Borderline patient. Random Thoughts. Just to keep my mind occupied, avoiding suicide, again, not because I don’t want to live in this beautiful earth again, but just to ******* shout out the voice inside my mind.
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Jan 19, 2014
Jan 19, 2014 at 5:39 PM UTC
Let the wind blow...
É vento ou chuva, ou pequeno contratempo, Vêm o sol e brilha o céu, de me ouvir falar, As chamas se apagaram, num contratempo, A vontade de ver brilhar há, e não vai acabar! Os dias cinzentos não fizeram algum sentido, As pessoas pelos tempos afirmam vontades, Eu pinto o quadro de sangues e lealdades, Aqueceu-se o dia e para nós, céu bandido! Leva-nos as queridas saudades, sente o carinho, Destes seres de alma vadia e despreocupados, Nossas mentes não são seres assim, calçados, Têm asas que voam, esse é o nosso caminho! As angustias e tristezas, são certezas de alegria, Percebe-se e sente-se que momento, é fantasia, Aguas que passam, desentopem nossa artéria, A matéria-prima, decide por ficar doce e sadia! Sai-lhe das cores, nodoas incolores, não existiram, Sente-se na camisa estampada do soor do teu amaço, Mancha uniforme, redonda, penetrante que a queiram, Corações em sopros sufocantes, que deram este laço! Transpirações, pelo encontro de meus sonhos antigos, Vi-te de longe e apreciei tão de perto, a cor desse rosto! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.04.24.02.09
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:08 AM UTC
O retracto perfeito
Sonhos são apenas sonhos Um grito ecoa por minha ***** cefálica Bato meus braços como se fossem asas mas sei que jamais poderei voar Olho-me no espelho Olho minha casa, suja, velha e pobre Olho-me no espelho, olho minha casa Olho pela pela janela e vejo a loucura Observo a humanidade e vejo loucos e entre ruas vazias da madrugada e ruas lotadas do dia Ouço música para não ouvir o zumbido barulho E fecho o olhos para sonhar Acordo em um entediado transe pois somente ausente de mim começo a produzir
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Aug 14, 2014
Aug 14, 2014 at 6:28 PM UTC
Cotidiano
Feliz és tu, vento que teu cheiro pode sentir atravessar o seu manto sem medo de se apaixonar; Feliz és tu, vento que pode a observar admirar o seu encanto sem medo de se apaixonar; Feliz és tu, vento que pode teu movimento sentir apreciar o teu beijo sem medo de se apaixonar; Feliz és tu, vento que sua voz pode ouvir aprender o teu assovio sem medo de se apaixonar; Feliz és tu, vento que tudo pode experimentar se deixar levar pelo seu gosto sem medo de se apaixonar; Mas no final, sou eu quem sou feliz por ter alguém para me apaixonar por ser humano e saber que para sempre, sempre irei amar.
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Sep 17, 2015
Sep 17, 2015 at 6:58 PM UTC
Sentimentos ao Vento
Quero usar seu moletom Quero acordar do seu lado Quero tomar o café com você Quero te beijar até não sentir minha boca Quero te ver no meio da noite Quero dançar na rua escura com você Quero rir até minha barriga doer Quero chorar de paixão Quero seu abraço quando eu ficar triste Quero ouvir músicas pensando em você Quero morrer de saudades de você Quero sofrer e ser feliz Quero te querer Seja lá quem for você
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Jun 25, 2013
Jun 25, 2013 at 7:13 PM UTC
Eu quero
Se não é Deus... Quem ou O que nos faz acreditar que bons momentos estão por vir? Quem ou O que nos faz ter fé? Se existem coisas ou pessoas destinadas a serem quem as desenhou assim? Quem escreveu o destino delas? Será que estamos sozinhos neste mundo? Eu próprio me encontro a duvidar da existência de um Deus… É como dizem “ver é crer” mas temos de morrer para ver e quem morre não volta para nos contar os detalhes… Mas escolho acreditar que ele existe, não sei porque que prefiro acreditar que existe, mas parece dar algum conforto e propósito na vida. Duvidar da existência de Deus também me faz duvidar da existência de paraíso, mas prefiro acreditar que existe, e se existe eu quero ir para lá quando o meu corpo morrer… Mas também duvido que eu vá para lá, não sou perfeito, faço coisas condenáveis, segundo a bíblia, minto, fornico, até já roubei, mesmo que seja um roubo que eu tenha achado “inocente” por ser pequeno e que “ninguém notaria” é um roubo e isso é condenável, segundo a bíblia. O que faz com que sejamos perdoados? Fala-se tanto do dia em que o mundo vai acabar e as almas puras serão levadas para o reino dos *** o que eu faço para minha alma ser uma dessas que será levada para o reino dos *** Pedir perdão todos os dias? Ou apenas no dia da nossa morte? Qualquer pessoa cansa-se de ouvir pedidos de perdão diariamente por erros que cometemos por livre vontade, Deus não é uma pessoa, mas será que ele não está cansado de nos perdoar dia-a-dia? Se existe Paraíso e Inferno eu quero acreditar que ninguém habita o inferno, quero acreditar que o diabo não tem nem sequer uma alma. Se todos pecados são dignos do perdão, eu quero acreditar que Deus perdoou todos. No último julgamento que quero acreditar que ninguém se recusou a assumir seus erros e pedir perdão… e essa é a razão de eu achar que ninguém habita o inferno e se existem almas perdidas lá, são apenas réplicas e que as verdadeiras habitam no reino dos ***
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Mar 16, 2017
Mar 16, 2017 at 1:21 AM UTC
Se não é Deus
Se não é Deus... Quem ou O que nos faz acreditar que bons momentos estão por vir? Quem ou O que nos faz ter fé? Se existem coisas ou pessoas destinadas a serem quem as desenhou assim? Quem escreveu o destino delas? Será que estamos sozinhos neste mundo? Eu próprio me encontro a duvidar da existência de um Deus… É como dizem “ver é crer” mas temos de morrer para ver e quem morre não volta para nos contar os detalhes… Mas escolho acreditar que ele existe, não sei porque que prefiro acreditar que existe, mas parece dar algum conforto e propósito na vida. Duvidar da existência de Deus também me faz duvidar da existência de paraíso, mas prefiro acreditar que existe, e se existe eu quero ir para lá quando o meu corpo morrer… Mas também duvido que eu vá para lá, não sou perfeito, faço coisas condenáveis, segundo a bíblia, minto, fornico, até já roubei, mesmo que seja um roubo que eu tenha achado “inocente” por ser pequeno e que “ninguém notaria” é um roubo e isso é condenável, segundo a bíblia. O que faz com que sejamos perdoados? Fala-se tanto do dia em que o mundo vai acabar e as almas puras serão levadas para o reino dos *** o que eu faço para minha alma ser uma dessas que será levada para o reino dos *** Pedir perdão todos os dias? Ou apenas no dia da nossa morte? Qualquer pessoa cansa-se de ouvir pedidos de perdão diariamente por erros que cometemos por livre vontade, Deus não é uma pessoa, mas será que ele não está cansado de nos perdoar dia-a-dia? Se existe Paraíso e Inferno eu quero acreditar que ninguém habita o inferno, quero acreditar que o diabo não tem nem sequer uma alma. Se todos pecados são dignos do perdão, eu quero acreditar que Deus perdoou todos. No último julgamento que quero acreditar que ninguém se recusou a assumir seus erros e pedir perdão… e essa é a razão de eu achar que ninguém habita o inferno e se existem almas perdidas lá, são apenas réplicas e que as verdadeiras habitam no reino dos ***
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Esperar que o sono te leve para a cama, Doce noite que nunca te engana, Eu ouço os teus anseios, as tuas preocupações de acordar, Novo dia sem a noite e o luar... Ai que sinfonia que nunca canso de ouvir, Bater do vento sem o sentir, Olho para tudo e não vejo nada, Mais sinto a natureza embriagada... Noite,ai noite que tu escondes com mestria, Em ti eu encontro paz e harmonia, Me deleito com tanta serenidade, Vales tanto para mim e para outros nada... Os poetas contigo adormecem, Ricos e pobres te recebem com satisfação, Uns até te agradecem, Outros dormem contigo e com sua solidão... Mas tu noite amiga que pareces vadia, Canta o mocho  e que linda melodia. Eu te venero com leveza e no leito eu sou simples sem hipocrisia... Noite que sempre vem e faz tanta falta como o dia.... Victor Marques
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Aug 31, 2018
Aug 31, 2018 at 5:32 PM UTC
A noite tem encanto...
A noite está chegando e os pássaros estão voando, eles vão dormir e nós iremos assistir ao pôr do sol de dentro do farol. O rouxinol vai cantar quando a lua chegar e então você irá ouvir uma canção de ninar para dormir e terá belos sonhos todos eles risonhos. A noite está chegando e os pássaros estão voando, eles vão adormecer e ao amanhecer todos irão acordar e então voar. E nós iremos acordar após toda a noite sonhar sorrindo para os pássaros, são momentos raros, ao raiar do dia cheios de euforia.
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Sep 13, 2016
Sep 13, 2016 at 8:18 AM UTC
O rouxinol vai cantar
Cada vez mais me cansa existir Bate-se-me em ânsia o coração Todo o café não me livra do cansaço Que trazem as noites sem dormir Por sonhos temorosos atormentada. Sinto nos olhos o pesar da vida Que penso demais para poder viver. Sinto da alma um distanciar imenso Cada vez mais incerta do que é ser. Pudesse eu saber os murmúrios do destino O que me guarda o fado, o porquê Da demora do sossego fugido. Pudesse eu não tanto pensar Ouvir cantar as musas (onde estão?) Fazer deste corpo um lar.
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Jan 19, 2017
Jan 19, 2017 at 6:12 AM UTC
10-01-2017
Minha querida filha, Sem ti eu não seria mais que um pó maltratado, Contigo sou energia, amor e vida, Sou pela sorte bafejado… Contigo sou mar, terra sempre querida. Sem ti, não teria vontade de encostas consagrar, Horizontes belos para com a noite pernoitar. Contigo sou viajante que caminha com esperança, Sem ti não teria vontade de nas noites de lua cheia, Ouvir as cigarras que acasalam como sendo uma estranha crença, Nem me permitiria pensar que existe o lobo e a alcateia…. Contigo sou sempre o espelho que me conforta, Peregrino que caminha de porta em porta. Contigo sou eu com a todas as bem-aventuranças, com todas as estrelas cintilantes ao luar, Contigo sou janela, amor, terra e mar…. Com eterno amor Victor Marques
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May 30, 2018
May 30, 2018 at 11:02 AM UTC
Para ti minha querida
Deixas que te faça pássaro Para que voes pelas linhas Em que insisto em te escrever? Quero-te tão bela aqui quanto és Azul e doirada, sei-te ao longe. Voaste de mim, foste pássaro sempre? Chegaste a poisar sequer? Cantas aí melodias de Primavera Que há tanto se foi E sem ouvir, eu sei Como sem te saber te sinto Doce nos galhos onde te vejo Sem que te mostres a mim.
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Dec 8, 2016
Dec 8, 2016 at 5:54 PM UTC
deixas que te faça pássaro
E no infinito do teu ser, oiço murmúrios de uma voz magoada, no meio de um silêncio puro e perfeito. Lábios sedentos de um beijo, olham-me cegos do meu ser, e minha alma perdida na nostalgia de uma noite invernosa caminha para junto do teu eu. E junto à relva eu me encontrei, a ouvir os murmúrios de um ribeiro, e a pensar nos teus olhos cor de violeta como estrelas, na tua face terna e suave e nos teus cabelos de oiro fino que brilham ao luar de uma noite que encerra grandes mistérios.
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Feb 23, 2014
Feb 23, 2014 at 5:43 PM UTC
ser
Eu não sei escrever sobre o amor, Quem dirá vivê-lo?! Há coisas que o tempo muda, Outras, ele piora. E, nesse meio tempo, Meu coração foi congelado, De fora pra dentro. Ouvir tuas duras palavras, E sentir o vento, Me deixaram paralisada, Até esse momento. Eu me levantei, Sozinha estava, Nem sua pena, você deixara. O adeus foi dito, Meu coração, partido. E o tempo, mudando... Me mudando aos poucos, Me transformando em nada mais que nada.
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Mar 5, 2015
Mar 5, 2015 at 8:56 PM UTC
Nada
My skin is itching hoping to be put out of its misery. The blades draw me in. I begin. I don't want to. They whisper things, so you have to. Times get harder and the memories get stronger. The ache, claw, and gnaw at the only thing that's keeping you strong. All the blood, pills, and hard nights, are not just another messed up generation. This is real. It's happening. I'm one of them. I will listen. I may not fully understand. So next time they tell you to stand down or give up. Don't. Struggle with me. Hand and hand. Side by side. ouvir musicas gospel
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Feb 19, 2014
Feb 19, 2014 at 7:58 PM UTC
Generation. Not.
Fiquei feliz ao ouvir as chaves rodar na fechadura. “Porque é que a cozinha está tão escura?” “Tive saudades, tudo nesta casa me faz lembrar de ti.” “Por isso apagaste a luz?” “Aproxima-te. Porque é que ainda estás aí?” Pegou-me pela mão, subimos a escadaria Acabámos uma garrafa de vinho, duas talvez Deitada, A cama subia Pelo menos parecia. Acho que as garrafas foram três “Amor, não leves as chaves outra vez.”
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Nov 16, 2014
Nov 16, 2014 at 3:01 PM UTC
Untitled
É tudo muito estranho nestes dias pálidos como a noite Em que só sirvo para ficar na cama a ouvir a revolta natureza Nada é cor à minha volta então pinto dentro de mim Com ondas do mar e aguarelas de verão Quase sinto o calor e a brisa a maresia. Não amo as pessoas quando as amo Mas as cores que cantam e o seu lugar na natureza, Como iluminam meras banalidades Para que não sejam mais banalidades mas nas minhas mãos poesia. Fizeste-te tudo isso, calor, conforto, luz Por isso e pelas flores dou-te versos e amor.
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Dec 6, 2016
Dec 6, 2016 at 3:33 PM UTC
3-12-2016
Tenho acreditado por tanto tempo que tudo de errado e ruim que sinto se esvairia quando encontrasse alguém que quisesse passar noites em claro fazendo nada ao meu lado, e que isso fosse o suficiente, que eu fosse o suficiente. Já experimentei esse sentimento e por mais que repita incontáveis vezes o quanto me quer ali, o sentimento não vai embora; De repente sinto o impulso de me levantar e ir embora sem dizer adeus, e nunca, nunca mais, ouvir de você ou deixar que ouça de mim. São as pequenas mortes como essas que me mantiveram viva até agora, não quero ser real. Me desculpe por todos os olhares, dedos entrelaçados, e promessas não ditas mas subentendidas. Me desculpe antecipadamente se eu tiver que ir embora em algumas semanas ou meses, ou dias. Amanhã, talvez. Quando eu estiver em silêncio, segure-se, segure-me.
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Apr 9, 2017
Apr 9, 2017 at 6:19 PM UTC
smother