"nego" poems
¡Ay canamas camandonga!
¿qué tiene mi cocotín?
mi neguito chiquitín,
acuricuricandonga...
Epéese a que le ponga
su chupón y su sonaja.
Meme meme, buenalhaja,
pepita de tamarindo.
Duéimase mi nego lindo:
¡meme meme, há-ha há-ha...!
Su mare no vino ayé,
su mama se fue antianoche;
dicen que subió enun coche...
¡pero tiene que volvé!
Su maire é buena mujé,
-a veces medio marraja-.
Yo no sé si nos ultraja
¡pero si resutta cieito...!
(Mejó tú no etés despieito)
¡meme meme, há-ha há-ha...!
¡Mi cocotín, mi coquito!
si hay frío ¿po qué tu quemas?
Con tu ojo abieito no duemas,
¿Po qué tá quieto, neguito?
¡Míame, nego bonito!
¿Po qué tu cabeza baja...?
¿Quele su leche con miaja?
¿Quele jugá con lo michi?
¿Qué le pasa? ¿quele pichi?
¿meme meme? ¿há-ha há-ha...?
¡Ay canamas camandonga!
¿qué tiene mi cocotín?
Mi neguito chiquitín,
acuricuricandonga...
Epéese que le ponga...
que le ponga su motaja.
Meme meme ahí en su caja
Pepita de tamarindo.
Duéimase mi nego lindo:
¡Meme meme, há-ha... há ... ha...
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Dolce e chiara è la notte e senza vento,
E queta sovra i tetti e in mezzo agli orti
Posa la luna, e di lontan rivela
Serena ogni montagna. O donna mia,
Già tace ogni sentiero, e pei balconi
Rara traluce la notturna lampa:
Tu dormi, che t'accolse agevol sonno
Nelle tue chete stanze; e non ti morde
Cura nessuna; e già non sai né pensi
Quanta piaga m'apristi in mezzo al petto.
Tu dormi: io questo ciel, che sì benigno
Appare in vista, a salutar m'affaccio,
E l'antica natura onnipossente,
Che mi fece all'affanno. A te la speme
Nego, mi disse, anche la speme; e d'altro
Non brillin gli occhi tuoi se non di pianto.
Questo dì fu solenne: or dà trastulli
Prendi riposo; e forse ti rimembra
In sogno a quanti oggi piacesti, e quanti
Piacquero a te: non io, non già ch'io speri,
Al pensier ti ricorro. Intanto io chieggo
Quanto a viver mi resti, e qui per terra
Mi getto, e grido, e fremo. Oh giorni orrendi
In così verde etate! Ahi, per la via
Odo non lunge il solitario canto
Dell'artigian, che riede a tarda notte,
Dopo i sollazzi, al suo povero ostello;
E fieramente mi si stringe il core,
A pensar come tutto al mondo passa,
E quasi orma non lascia. Ecco è fuggito
Il dì festivo, ed al festivo il giorno
Volgar succede, e se ne porta il tempo
Ogni umano accidente. Or dov'è il suono
Di què popoli antichi? Or dov'è il grido
Dè nostri avi famosi, e il grande impero
Di quella Roma, e l'armi, e il fragorio
Che n'andò per la terra e l'oceano?
Tutto è pace e silenzio, e tutto posa
Il mondo, e più di lor non si ragiona.
Nella mia prima età, quando s'aspetta
Bramosamente il dì festivo, or poscia
Ch'egli era spento, io doloroso, in veglia,
Premea le piume; ed alla tarda notte
Un canto che s'udia per li sentieri
Lontanando morire a poco a poco,
Già similmente mi stringeva il core.
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Con un trapo y un cuchillo
contra la idea fija
Contra el toro del miedo
Contra la tela contra el vacío
el surtidor
La llama azul del cobalto
el ámbar quemado
Verdes recién salidos del mar
añiles reflexivos
Con un trapo y un cuchillo
sin pinceles
Con los insomnios con la rabia con el sol
Contra el rostro en blanco del mundo
El surtidor
la ondulación serpentina
La vibración acuática del espacio
El triángulo el arcano
La flecha clavada en el altar nego
Los alfabetos coléricos
La gota de tinta de sangre de miel
Con un trapo y un cuchillo
el surtidor
Salta el rojo mexicano
y se vuelve *****
Salta el rojo de la India
y se vuelve *****
Los labios ennegrecen
***** de Kali
Carbón para tus cejas y tus párpados
Mujer deseada cada noche
***** de Kali
El amarillo y sus fieras abrasadas
El ocre y sus tambores subterráneos
El cuerpo verde de la selva negra
El cuerpo azul de Kali
el **** de la Guadalupe
Con un trapo y un cuchillo
contra el triángulo
El ojo revienta
surtidor de signos
La ondulación serpentina avanza
Marea de apariciones inminentes
El cuadro es un cuerpo
Vestido sólo por su enigma desnudo
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Koliko se puta moram uključiti u sustav i razoriti ga da bi dostigao neutralnost?
Jesam li ja sustav koji trebam razoriti?
Postoji li razlika između mene i svega oko mene?
Ako razorim sebe možda ću i svijet razoriti.
A onda se mogu ponovno roditi. Kao drugi sustav koji ima drugi zadatak. Jer moji je zadatak da razorim.
Mržnja, istinska mržnja dolazi iz ljubavi. Kao i potreba za osvetom. Možda mogu... i u ovom svijetu koji je lakše razoriti nego voliti..
Apr 15, 2018
Apr 15, 2018 at 12:13 PM UTC
Felt Board
In Sunday school we strained
to hear sandals scraping stone
snap and crackle of kindling
echo of gospel songs sung
in three part harmony
Shadrach, Meshach, and Abed-nego
overlays free floating
smiles all around, fronting
a fiery furnace more
beehive than crematorium
Nebuchadnezzar scowling
from the soft verge of his velvet palace
hush of orange aloe leaves
licking the plush pink
feet of an angel hovering over
the muffled din of a passing July morning.
Sep 22, 2016
Sep 22, 2016 at 9:03 AM UTC
O magnetismo que leva
Meus olhos até os teus
E prende, eleva
Já não sou mais só meu.
Nego-teu.
Nesse eterno descobrir de diferenças
Similaridades, mudanças
Seguimos no incessante demonstrar
Do que não precisamos falar
Sentimento.
Somos Sol-Mar
A brilhar e navegar
Aquecer e balançar
Iluminar e molhar.
Geramos vida junto
Ilumino o teu mais profundo-fundo
E me permito, em ti, me banhar
Porque agora sei onde quero me encontrar:
Em teus doces braços, abraços, meu Rei-Mar.
Jun 20, 2018
Jun 20, 2018 at 10:04 PM UTC
Já fomos poeira do mesmo lugar
Pousada calmamente junto ao mar.
Sufoca-me o vento que nos quer levar,
E este pobre pó estrelar,
Sem força suficiente para ficar,
Chora sem braços onde se agarrar.
Implora-te que me guardes num olhar,
E assim voamos eternamente,
Sem qualquer noção de ver desaparecer
Lá ao longe, o nosso lar.
Já fomos breves e inconstantes,
Pequenas rochas cobertas de diamantes.
Não quisemos saber do nosso valor,
E quando o número não interessa,
Qualquer fruto neste peito vira flor.
Mas que som é este
Que me enche de terror?!
Ah! É a minha linda borboleta,
Bate as asas e só ouço dor.
Pousa em mim…
Mas sentirá ela este calor?
Levanta voo…
Sem se recordar da minha cor.
Perco-a em ti,
Mas não me perco de todo este esplendor.
Já fomos canto de pássaro na madrugada,
Criança que corre sem ligar à roupa manchada.
E de mãos dadas pela estrada,
Brincámos nas infinitas ruas desta cruzada.
Sorriste-me sem ligar a nada,
Como qualquer criança louca,
E atrapalhada
Tropeças em mim…
E deitas abaixo cada fachada,
Pois como nego ao coração
Que estou, agora, aprisionada?
Já fomos a folha verde no outono
Que caiu e não voltou.
Cada onda que rebentou no rochedo
Desvendou-te logo quem eu sou.
Quis ser concha para ti,
Presente que o mar traz.
Mas sou fogo que arde aqui
E destrói tudo o que é capaz.
Consumo-te e inalo-te em mim,
A droga mais pura e eficaz.
E sobram as cinzas derramadas no jardim,
Memórias da alma que lá jaz.
Mar 3, 2022
Mar 3, 2022 at 2:51 PM UTC
tu me tem
teu corpo envolto no meu
transcendendo o que a gente entende por tempo e espaço
e logo eu to pirado
surtado
anestesiado
de ti
me pira a cabeça quando teus lábios me percorrem
e minha mente foge
de onde quer que eu esteja
por ti
o sol refletindo diretamente nos nossos corpos pretos
suados
é energia, meu nego
assim como a lua nos banha no final de qualquer tarde
sem segredo
a sintonia que nos envolve escapa de qualquer significado que já foi atrelado a essa palavra
e eu te digo
não existe explicação pro que eu tenho contigo
e vice-versa
o que a gente tem não envolve pressa
eu já falei
tempo e espaço não nos cabem mais
que mordomia de rei!
acordar do teu lado e sentir o fervor dos teus sentidos encostados em tudo que eu chamo de corpo
quente
eu vejo tuas chamas
e logo sinto quando tu me chama
pro abraço
ou pro amasso
tudo queima, de qualquer forma
é indiferente
a intensidade no ato define tudo que a gente sente
e eu não nego
só me entrego
me encaixo nas tuas mãos
e ali me aqueço
nego, ah, meu nego
esse sorriso bobo que tu vê não consegue
mais se manter em segredo
porque tu me tem
e sem qualquer bloqueio
ou explicação
eu arrisco dizer que te tenho também
Jun 18, 2018
Jun 18, 2018 at 8:10 PM UTC