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"longa" poems
Á procura de um olhar sobre minhas vinhas Na fogueira do rosmaninho sem aroma, Nele o teu olhar se agita, Olhar ganhando forma, Sem ser explicita. Esse teu olhar sem contrapartida, Parece uma longa vida, Peculiar e sem ter motivo, Porto seguro com abrigo. Pendulo de eterna censura, Ai olhar que procura, Nobre e entrelinhas, Olhar sobre minhas vinhas. Victor Marques
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Feb 28, 2012
Feb 28, 2012 at 12:21 PM UTC
Á procura de um olhar sobre as minhas vinhas
Santa Maria La Longa, 26 gennaio 1916 Vorrei imitare questo paese adagiato nel suo camice di neve.
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Dormire
Fecha-se assim hoje mesmo, uma etapa longa e dura, E agora sim, estou absolutamente são e convicto nos dizeres, Compreendo toda esta longa etapa, até esta arquitectura Não parei nem desisti, estou aqui para comigo viveres! Preocupei-me cedo em ser puro, não com o não ser duro, Meus gestos e minhas acções, são neutras e consequentes, Penetrar no intimo das questões, levou-me ao cremadouro, Não julgo gentes, nem compro amizades, das conscientes! De que agora tenho ou não tenho saudades e recordações, São dos carinhos destas gentes que são o que eu sentia, Nas longas viagens me perdia de saudade e desvanecia, Mas sempre as forças, na tortura, me levaram as ilusões! Como tantos e outros jovens, jogando nesta vida de loucura, Tantas vezes por eles e outras quantas por mim, eu aprendi, Vi, suei e chorei, por tudo que passei e eu nunca me prendi, Segurei sempre firme, o touro nos seus cornos, na aventura! Propus-me porém a arriscar valores de gentes menos crentes, Quando o mestre e sábio pai, me dizia olhando eu minha mãe, Sempre esperaram para ver o que eu via, e preocupações além, E ao encontro de tudo que diziam, eu fazia as asneiras constantes! Eis que um dia, chorei de dor e o calor do lar, que nunca me abandonou, Me trouxe de novo nas origens e aqui encontrei os valores, que bisquei, Aposto-os agora a cada dia, quando a ti, também te encontrei, o amor começou, Tudo que diziam meus pais e eu afirmava como inexistente, agora, mel, petisquei! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.08.30.02.18
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Aug 30, 2013
Aug 30, 2013 at 5:56 AM UTC
Transparente, puro e cristalino
Fecha-se assim hoje mesmo, uma etapa longa e dura, E agora sim, estou absolutamente são e convicto nos dizeres, Compreendo toda esta longa etapa, até esta arquitectura Não parei nem desisti, estou aqui para comigo viveres! Preocupei-me cedo em ser puro, não com o não ser duro, Meus gestos e minhas acções, são neutras e consequentes, Penetrar no intimo das questões, levou-me ao cremadouro, Não julgo gentes, nem compro amizades, das conscientes! De que agora tenho ou não tenho saudades e recordações, São dos carinhos destas gentes que são o que eu sentia, Nas longas viagens me perdia de saudade e desvanecia, Mas sempre as forças, na tortura, me levaram as ilusões! Como tantos e outros jovens, jogando nesta vida de loucura, Tantas vezes por eles e outras quantas por mim, eu aprendi, Vi, suei e chorei, por tudo que passei e eu nunca me prendi, Segurei sempre firme, o touro nos seus cornos, na aventura! Propus-me porém a arriscar valores de gentes menos crentes, Quando o mestre e sábio pai, me dizia olhando eu minha mãe, Sempre esperaram para ver o que eu via, e preocupações além, E ao encontro de tudo que diziam, eu fazia as asneiras constantes! Eis que um dia, chorei de dor e o calor do lar, que nunca me abandonou, Me trouxe de novo nas origens e aqui encontrei os valores, que bisquei, Aposto-os agora a cada dia, quando a ti, também te encontrei, o amor começou, Tudo que diziam meus pais e eu afirmava como inexistente, agora, mel, petisquei! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.08.30.02.18
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“Art washes away, from the soul the dust of everyday life.” No more pain, stress or strife. “Have no fear of perfection, you'll never reach it.” So don't ever throw a fit. “I saw the angel in the marble, and carved until I set him free." Amazed by what beauty could come from me. "Art is not a thing; it is a way." So carpe diem... seize the day.
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Aug 4, 2014
Aug 4, 2014 at 10:12 PM UTC
Ars longa, Vita brevis
Cordas soltas de uma língua, sedenta de sabor de saliva, Cordas das amarraras verdes, do barco que eu navego, Os serões de cordas amordaçando, uma vida decisiva, Perderam-se entre os ramos do futuro, que eu pego! Vejo-te pegar nas cordas da minha vida, que me orientam, Não és fútil ao pensar que elas não funcionem como marioneta, Dás-me alento, e o teu toque equilibrado, meus ideais afinam, O teu jeito de combinar os gestos, não são de uma paixoneta! O calor do carinho que me dás, é transpiração de amor na cama, O amor dos teus dias, são raios de vida, que regeneram meus desafios, Uma palavra tua, um carinho teu, é como água que sacia minha fama, O teu olhar atento, sob meus anseios, são como metais halogéneos! És a corrosão para os ferrugentos jumentos, instalados em galhardia, Cuidas-me do meu ser como do teu, e de minha vida, dando-lhe liberdade! Contigo a transpiração do meu caminho, não me assusta nem me é fantasia, É real, tu és bela e tornaste-me magnificamente de bem, com a verdade! Sentir-te respirar confortavelmente, é o meu maior objectivo, Verificar cuidadosamente cada poro teu e senti-lhe o cheiro a vida, Conduzir os meus sonhos no teu carro da felicidade, é agressivo, Metas são fins, nosso destino é conduzido por longa vida dividida! E assim, revelo ao mundo, o teu nome, maravilhoso ser de mulher fatal, O teu constante conforto, com que deliro, é agora muito e meu afinal! Patrícia os meus sonhos e os teus, são agora o meu diário mundial! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.08.03.02.14
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:04 AM UTC
As cordas estão em sintonia
Cordas soltas de uma língua, sedenta de sabor de saliva, Cordas das amarraras verdes, do barco que eu navego, Os serões de cordas amordaçando, uma vida decisiva, Perderam-se entre os ramos do futuro, que eu pego! Vejo-te pegar nas cordas da minha vida, que me orientam, Não és fútil ao pensar que elas não funcionem como marioneta, Dás-me alento, e o teu toque equilibrado, meus ideais afinam, O teu jeito de combinar os gestos, não são de uma paixoneta! O calor do carinho que me dás, é transpiração de amor na cama, O amor dos teus dias, são raios de vida, que regeneram meus desafios, Uma palavra tua, um carinho teu, é como água que sacia minha fama, O teu olhar atento, sob meus anseios, são como metais halogéneos! És a corrosão para os ferrugentos jumentos, instalados em galhardia, Cuidas-me do meu ser como do teu, e de minha vida, dando-lhe liberdade! Contigo a transpiração do meu caminho, não me assusta nem me é fantasia, É real, tu és bela e tornaste-me magnificamente de bem, com a verdade! Sentir-te respirar confortavelmente, é o meu maior objectivo, Verificar cuidadosamente cada poro teu e senti-lhe o cheiro a vida, Conduzir os meus sonhos no teu carro da felicidade, é agressivo, Metas são fins, nosso destino é conduzido por longa vida dividida! E assim, revelo ao mundo, o teu nome, maravilhoso ser de mulher fatal, O teu constante conforto, com que deliro, é agora muito e meu afinal! Patrícia os meus sonhos e os teus, são agora o meu diário mundial! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.08.03.02.14
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Sinto que eu posso pegar na viagem e levar comigo, Porque ela fica sempre junto de minhas recordações, Os teus olhos de lince fulminaram minhas emoções, Tua paciente espera preencheu meus espaços contigo! Acreditaste nas lágrimas quando quase desesperaste, Por aqui, o vazio era cada vez mais imenso e gaguejante, Também eu chorei que aparecesses e tu, meu amor vieste Foi longa a ilustre espera, mas eis que um dia tu apareceste! O que eu previa nos contos de fados era apenas fantasia, Escrita em livros como cativação de atenção da mordomia, De corações que como o meu e teu, viviam sem demasia, E hoje a quantidade que não cabia se descobriu anatomia! As nossas funções vitais estão em alerta e tão receptivas, Funcionam como correntes do mar que dão e recebem vida, O ar que inspiramos, traz e leva a galhardia, sem a dúvida, Porque hoje o sonho que era o nosso são mais perspectivas! As perspectivas se dissipem e surjam aquelas coisas alusivas, Ao que nos livros é tão igual afinal ao interior destes corações, Meu e teu, é tão nosso, como odor que se uniu nessas emoções, Descobri simples complexos e minha viaje, que tu sempre vivas! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.08.07.02.15
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:03 AM UTC
Hoje peguei na viagem
Lábios que mastigam Que beijam Falam Calam. Ouço-te com prazer Os pelos dos braços arrepiam Com amor elas te cobriam Como eu poderia te ter? Egoísta Desejando os lábios finos Visto até um figurino Não sou mais, nunca fui. Pele fina Cabelos, cílios, lírios Dedos finos Tilintando em minha mente como sinos. Amor da maneira errada Ou errado da maneira certa Errado de forma encoberta Certo na história passada. Essa é uma longa caminhada.
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Nov 7, 2016
Nov 7, 2016 at 5:17 PM UTC
Finos e errados
By morning her depression haunt's her By midday boredom gets her So the mall she pays a visit... And night the bookstore calleth her, As she gets lost in her dream's Whilst reading strange novels And romantic things.... She stay's and read's for hour's Fixed with her eyes glued Forgetting the world behind her She's a serpahim stuck in global noose... As tis she leaveth The book palace and goes to the park, She sits in her car reading Poem's on H.P by lonely heart's... As tis this moment shes not lonesome She stareth at her moon. All her daily sorrow's Art gone in her orb so true... Though tis she still thinketh of me In the back of her mind, I'm just glad when she responds to me To telleth me she is mine!!!!!! As mine heart doth flutter To a happiness of sweet divine.... ©Brandon nagley ( lonesome poet's poetry)
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Jul 2, 2015
Jul 2, 2015 at 7:41 PM UTC
Amour longa dies ( Amour's long day)latin tongue
AGORA que partis-te a explorar o deserto e eu fiquei só AGORA que partis-te em procura do rapaz de preto Sento-me neste quarto onde só me restam paredes, e oiço o tráfego lá fora O teu fantasma imagem de um outro tempo persegue-me por todos os lados Deixa-me num sono profundo Deixa-me para poder escrever poesia e libertar as pessoas dos seus limites Já agora atravessa para o outro lado transpõe a porta o Patrão espera-te. Não te resta muito tempo que a viagem é longa.
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Apr 15, 2014
Apr 15, 2014 at 6:02 PM UTC
sem regresso aqui
Don't know where she came from nor about her torrid path Sunshine and butterflies told me this is the one mac Ars longa, vita brevis Art is long life is short/sweet The marching bands are back promoting fighting in the streets She's a life-changer life-changer She's a life-changer life changer As caterpillars died off fast and darkness soon filled in I needed someone to reflect that way I felt with-in I know she'll pass this way again and hope and pray 'till then for another pretty girl just sending me to heaven
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Sep 24, 2015
Sep 24, 2015 at 2:36 PM UTC
Mindbender
Madrugada fria e eu aqui sozinho. Preciso de ti. Onde estás? Longa é a noite em que te espero. Mas não, não quero pensar, que não vais chegar, para me aqueceres nesta solidão. Não suporto mais sofrer. Quero o teu amor. O tempo parou e eu não percebi. Acho que tu chegas-te quando eu parti.
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Jul 6, 2014
Jul 6, 2014 at 4:46 PM UTC
a lua vai alta
É noite... lá fora a cidade já dorme. Aqui, o tempo passa lentamente, abro o maço, tiro um cigarro, e puxo-lhe fogo. Penso na vida. Dias passados, dores sofridas, pontapés levados, lágrimas a rolar, enfim, um amontoado de coisas, hoje já sem nexo. Sofro, estou só, desamparado, e acima de tudo odeio a vida, ou melhor dizendo, a vida repugna-me. A noite vai longa, o sono não chega, dou voltas na cama... por fim adormeço. 7h15m, o despertador toca, acordo, . . . enfim foi só mais uma noite.
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Jul 1, 2014
Jul 1, 2014 at 6:24 PM UTC
last night
a porta teias cheiro a pó a idade é longa sobrevivência chuva... vento... sol... condenação a demolição vem de longe sem licença desabitada desacreditada sem encanto, só. assustadora assombrada velha casa maldita.
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Aug 15, 2015
Aug 15, 2015 at 3:04 PM UTC
A casa
Art is long and life is short So paint your voice and draw your nerve. If your sound cannot be heard close your eyes and feel the words. From within a noise will grow Upon your skin it's waves will show. A map of a lifetime for all to see Just a stitch in the fabric of eternity. There's never the time to say what's wrong So paint it down and make it strong. Sing it out loud if that's what feels right Do it right now, feel the delight. Life is short and art is long So dance your life and live your song.
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Aug 5, 2016
Aug 5, 2016 at 11:39 AM UTC
Ars longa vita brevis.
Com a queda de neve ou geada, Na  aldeia ou cidade. Vento e muita nebulosidade, Inferno da minha liberdade. Ursos, esquilos,  marmotas adormecem, Folhas caem, aprodecem. Nos rostos falta amor, Inverno chuvoso sem odor. As aves anseiam voltar, A lua tem pouco luar. Noite longa de embalar, Anseio pelo dia, quero acordar... Tudo dorme profundamente, Hiportermia  e frio intolerante, Deixai o inferno não ser Inverno docemente. Haja esperança de um  Verão escaldante. Inverno,  frio,
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Jan 3, 2024
Jan 3, 2024 at 11:34 AM UTC
Inverno, Céu ou Inferno
Ontem começou a chover e eu logo já comecei meu ritual, agradeci e coloquei minhas pedras pra receber essa energia forte da chuva, tinha até raios e trovões pra lapidar. Porque o cheiro de chuva e terra molhada é tão bom? Vi uma matéria dizendo que deram um nome pra esse cheiro, chama-se Petrichor, do grego petros- pedra e ichor - o fluido que passa pelas veias dos deuses... Bem definido, pois era exatamente o que eu e minhas pedras precisávamos para aquele momento. O aroma de ozônio que os raios e trovoadas emitem com as descargas elétricas nos traz uma sensação de pureza, pois de certa forma essas substâncias limpam o ar. Essa pesquisa sobre o cheiro me caiu muito bem, logo em seguida eu sentei na cama e me permiti absorver os fluidos das deusas, sim as deusas fazem mais sentido para mim, devido a uma longa ligação com meu sagrado feminino e ainda uma tentativa de me entender com o sagrado masculino rs. Então quando senti que já estava ciente daquele cheiro tão bom e que a energia já havia fluído, meu olfato foi se acostumando e naturalizando toda aquela sensação intensa.
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Jan 26, 2019
Jan 26, 2019 at 12:02 PM UTC
Eu peço que caia devagar
Lovely flowers shall wither much too soon for you my darling! I can sing in only runes near your broken corpse sewn effigy and I will steal the energy from that place that I was meant to burn. So please my love do not rest for me. And i will sew a t h o u s a n d dolls only to bring to me your last lilac smile, Yet only you whisper those ever dreaded words. “Ars longa, vita brevis” So i can fake a dandy laugh At least I can give you that. Oh! The last of my fears lie stainless and dormant, with the tears that would stain your neck Yet “ad astra aspera” And no matter how much your body will crack your sage blue lips, forever you'll be with your coal black eyes until our lullabye turns to a cry. So I shall wait with deprived rest. Dripping heads, Frozen fingers, P u r p l e l i p s!! All the singing monitors and drippings bags turn pale and silent next to what your hands had told me by nightfall, oh baby hold me before i sleep despite all the holes in my feet. With faces and fingers that drip with salt With jarring moans that echo not but L I V E!! And oh if it could be that these four walls could speak. They would stay in such mournful silence for all the death that they've been borne to hold. OH! So I weep for these four battered walls!! And i can still hear your cursed breaths jumping through the halls And every single inhale delves in fear of being last. I wonder if darling witch breath will halt to an end. And dancing darling to your deathbed, I ask that slowly witch you dread. For what are to be letters you'll sing when at last you are to end. Then you breathe my name! You hold my hand and oh!!how it feels until i look at you with melting zeal! ...to see I was your last. For darling, now that you are dead.
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Oct 18, 2020
Oct 18, 2020 at 5:50 PM UTC
Lovely Flowers.
Lovely flowers shall wither much too soon for you my darling! I can sing in only runes near your broken corpse sewn effigy and I will steal the energy from that place that I was meant to burn. So please my love do not rest for me. And i will sew a t h o u s a n d dolls only to bring to me your last lilac smile, Yet only you whisper those ever dreaded words. “Ars longa, vita brevis” So i can fake a dandy laugh At least I can give you that. Oh! The last of my fears lie stainless and dormant, with the tears that would stain your neck Yet “ad astra aspera” And no matter how much your body will crack your sage blue lips, forever you'll be with your coal black eyes until our lullabye turns to a cry. So I shall wait with deprived rest. Dripping heads, Frozen fingers, P u r p l e l i p s!! All the singing monitors and drippings bags turn pale and silent next to what your hands had told me by nightfall, oh baby hold me before i sleep despite all the holes in my feet. With faces and fingers that drip with salt With jarring moans that echo not but L I V E!! And oh if it could be that these four walls could speak. They would stay in such mournful silence for all the death that they've been borne to hold. OH! So I weep for these four battered walls!! And i can still hear your cursed breaths jumping through the halls And every single inhale delves in fear of being last. I wonder if darling witch breath will halt to an end. And dancing darling to your deathbed, I ask that slowly witch you dread. For what are to be letters you'll sing when at last you are to end. Then you breathe my name! You hold my hand and oh!!how it feels until i look at you with melting zeal! ...to see I was your last. For darling, now that you are dead.
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while still a teen, the Bard of Avon wed the mother of his too-untimely child to whom--in death--he left his less-loved bed in memory of their days young, and wild if with maturity they'd grown apart inevitably, she--at least--got hurt the poet so attuned to pluck the heart- strings spent his time in London chasing skirt for English poets, he still sets the mark but whom he's wooing isn't ever clear the sonnets idolize a lady dark whom--second to his Muse--he holds most dear they're all long dead, yet still his art remains evoking timeless joys, and loves, and pains
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Dec 29, 2016
Dec 29, 2016 at 5:15 PM UTC
Ars longa, vita brevis
Something in me tries to blame The lack of guidance that i had Da lack of advice from a dad I only act right when she's sad It shouldnt reach that point. Reachin low emotions frequently Theres no longa anything she need in me No reason to be pleasin me Truth is so hard to ingest I make it so hard to invest Ive really putya to the test Ive hardened you in da chest They tell you that our kid isn't the glue Why you with him? If you always blue Even you wish dat u ****** knew Im no longa why you get up But im alway why you fed up Im Surprised you havent let up I made yo attitude become so bitter Brought the worst up out you I wanna fix this, ya i really do! I been watching how-tos But waiting on a broken record Isnt worth anotha ounce Inbox fulla otha cats Who always trynna pounce So I know the end is near That's the way the game go No needa live fear But ayo listen to dis Da OG told me Boy, she just anotha fish But she aint bitin yo bait/ So don't be trippin ***** If she ain't fighting dont say/
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Sep 22, 2017
Sep 22, 2017 at 1:19 PM UTC
Lack of guidance