"liberdade" poems
Chamo-vos Palavras
Tu que tens voz e dizes palavras,
Alegres e inacabadas.
Elas têm coragem,
São a tua imagem.
São misturas de cores,
Gritam perdas de amores,
São como as flores,
Outras de fingidores….
Inocente e incompreendida,
Experiência vivida.
Liberdade e esperança,
Sorriso de criança.
Diz palavras por amor,
Ama Jesus Nosso senhor,
Palavra santa que Te delicia,
Amanhece outro dia.
Victor Marques
Jul 3, 2012
Jul 3, 2012 at 1:44 PM UTC
Deus Deu-me vida, Deus me leva
A beleza de uma gaivota que voa,
O trovão que ressoa,
A existência de Deus,
Os passos meus.
A alegria quando algo se procura,
Deus é remédio, melhor cura.
Melro que voa em liberdade,
Deus eterno com bondade.
Deus formou o mundo com sabedoria,
Os rios, as montanhas, os mares,
Tudo o que nos foi dado,
Só por Deus é levado.
Victor Marques
Jun 29, 2010
Jun 29, 2010 at 1:32 AM UTC
O Comunismo cai
Polónia com fé na igreja católica,
Rússia comunista acabou por fim,
Jugoslávia insatisfeita com sua história,
Caíram os muros de Berlim.
Líderes com ideias ultrapassadas,
Caíram nas próprias emboscadas,
Dia 22 de Agosto em Moscovo,
O vencedor foi o povo.
Sonhos de um povo que tanto sofreram,
Epidemia da Rússia doentia,
Liberdade que o povo queria,
A foice e o martelo padeceram.
O regime foi derrotado,
Moscovo renegou o passado,
Hinos cantados com alegria,
O comunismo e a democracia.
Sabrosa 23 de Agosto de1991
Victor Marques
Aug 3, 2011
Aug 3, 2011 at 3:25 AM UTC
O mar dos poetas
Sereias do mar em que eu acredito,
Ilhas do oceano pacifico,
Noites que dormem em mim,
Cavalgadas no horizonte sem fim.
Escravizados pela monotonia que nos engana,
Faróis que alertam os desprevenidos,
O azul do mar que nos chama,
Poema dos poetas esquecidos.
A liberdade dos versos meus,
Ondas brancas com espuma,
Linhas azuis de coisa alguma,
O mar e Deus.
Cemitérios dos poetas sem nome,
Barcos sem velas içadas,
Imensidão que abraça e consome,
O mar, os poetas e suas cavalgadas.
Victor Marques
Jan 17, 2012
Jan 17, 2012 at 11:39 AM UTC
O Deus do Amor dá-te abrigo
A manhã começa com todo o sentido,
Durmo na noite do sonho vivido.
A cama com segredo inibido,
Deus do amor dá-te abrigo.
Os olhos com liberdade,
Aviões nos ***
Paisagem sem ter idade,
Deus com brancos véus.
A manhã rejuvenescida,
Orvalho tão terno,
O céu e o inferno,
Deus da vida.
Sentir pluralidade,
Acreditar na verdade,
Manhã que desperta,
Deus pela certa.
Victor Marques
Jun 13, 2011
Jun 13, 2011 at 8:49 AM UTC
Triste e sem caminho, assim ela pensava. Cansada de acordar todos os dias e ter aquela mesma sensação. Porra, eu já fiz isso! Todos os dias, toda hora, a mesma coisa. As pessoas não ligavam para isso, todo mundo sempre acha que o seu problema é maior do que o do outro. Mas no final, o problema de todo mundo é maior que o outro. É um ciclo repetitivo sem fim. Um ciclo de merda infinito. Assim era a vida dessa menina. Ela realmente estava perdida. Ou, achava que estava perdida. Nossa cabeça as vezes, ou sempre, nos faz prisioneiros de nós mesmos. Nós usamos, involuntariamente, nossos erros e medos contra nós mesmos. Onde ela estava com a cabeça? Eu quero ser assim, pensava ela... Pobre menina. Por que as pessoas acham "bonito" ter problemas emocionais, vidas dramáticas, coisas trágicas e o caralho a quatro de problema? Talvez a gente só queira ter uma aventura na vida, mas as vezes nós não lembramos, que a vida não é um filme, e que o final não vai ser feliz como sempre, ou que nós podemos evitar tal coisa, imaginamos sempre que sera aquela tragedia clichê tipo um Christiane f e no final tudo vai ficar bem. Não fica tudo bem. A nossa juventude está perdida. Realmente. Eu faço parte dessa geração. Nós temos vários tipos de pessoas, grupos sociais, gostos variados, culturas diferentes. Mas em uma coisa nós somos iguais. Nós sofremos. E isso meu amigo, não é brincadeira. Hoje em dia, não temos mais aquela amizade com as pessoas igual era 40 anos atrás, hoje em dia ta tudo muito superficial, muito mentiroso, muita encenação. O ser humano está perdendo cada vez mais a sua compaixão, a sua criatividade e a sua liberdade de se expressar. A nossa população está completamente alienada a coisas negativas e coisas que não levam a nada. Estamos perdidos. E eu, sou só mais uma, perdida. Mas em meus problemas, que eu não sei resolver.
Nov 24, 2013
Nov 24, 2013 at 10:26 AM UTC
Minha filha Victória,
Dou graças a Deus por tudo que me tem dado, o melhor de tudo foste tu teres nascido e durante estes anos compreender e apreender as melhores facetas e ensinamentos que tu mesma descobriste e aperfeiçoastes.
Fico muito feliz com o sucesso que tens tido em todas as vertentes da tua vida e com o final de ano com a tua licenciatura em Medicina Dentária. Sou pai orgulhoso, amigo e confidente e podes sempre contar comigo no futuro, sem eu nunca querer impor regras ou princípios.
Peço desculpa pelas vezes em que não consegui dar-te o apoio infinito que tu sempre mereces, por não ser mais calmo em todas as circunstâncias que a vida por vezes nos submete. Quero te agradecer pela filha maravilhosa que és, pela tua sabedoria, pelo teu carinho, pelo teu amor de filha que sempre guardo no meu coração.
Deus deu-me este grande privilégio e espero que continue por largos anos a poder privar da tua doce e excelsa companhia. Neste tempo de grandes transformações quero que esteja sempre presente na tua vida: o poder da alma, do amor, do respeito por todos os seres humanos, e pela natureza pura e imaculada que eu tanto divulgo e aprecio.
Obrigado filha por tu também teres contribuído para eu me tornar um ser humano melhor, mais amigo, mais companheiro, mais sonhador. Se todos os Pais amassem os seus filhos da forma mais genuína como as avezinhas amam os seus teríamos um mundo muito melhor.
Dar liberdade e confiança ajuda sempre para se ter a certeza do caminho a seguir. Eu sou daqueles que quer que a minha filha seja muito melhor do que eu, que tenha uma vida mais feliz, que tenha tudo sempre muito melhor do que eu. Esta é a minha forma de pensar e de viver e porque não dizer o quanto te quero bem.
Adoro-te filha
Victor Marques
May 25, 2015
May 25, 2015 at 9:44 AM UTC
O Comunismo cai
Polónia com fé na igreja católica,
Rússia comunista acabou por fim,
Jugoslávia insatisfeita com sua história,
Caíram os muros de Berlim.
Líderes com ideias ultrapassadas,
Caíram nas próprias emboscadas,
Dia 22 de Agosto em Moscovo,
O vencedor foi o povo.
Sonhos de um povo que tanto sofreram,
Epidemia da Rússia doentia,
Liberdade que o povo queria,
A foice e o martelo padeceram.
O regime foi derrotado,
Moscovo renegou o passado,
Hinos cantados com alegria,
O comunismo e a democracia.
Sabrosa 23 de Agosto de1991
Victor Marques
Aug 3, 2011
Aug 3, 2011 at 3:25 AM UTC
Hoje sinto que aquela bola de sabão existe!
É uma bola de verdade, leve e livre, pelo vento,
Sente-se os sons das palavras, que expeliste,
Sentiu-se aqui o timbre, presente do alento!
O longo curso, no horizonte dessa montanha,
Que um dia essa bola quis seguir, sente-se aqui!
Brilham olhares atentos à noite, agora estranha,
O olhar de bolas voando vê-se agora até daqui!
Desperta solto e livre o sol de medo dos ventos,
Dispersa cores cinza, que o habitaram por tempos,
Ouvem-se desejos de liberdade, nestes momentos,
Quem sabe agora, o tom dos seus passatempos?
Não vejo os Invernos, nem se sente o tom do inferno,
Plana sobre a linda natureza um cheiro aflito e difuso,
Que sonho teve o vento, que te levou e trouxe, recluso!
Voa-as pelos *** e nem sabes mais a forma do parafuso!
Os círculos controversos do prender da abertura das portas,
Sustentam como metal idêntico as formas do pensamento,
Não importa ser bola de sabão e voar ao saber do vento,
Foi disposição para soltar amarras e viver o que hoje adoras!
O homem fez-se fora e a mulher vê-se agora, ambos cintilantes,
Todos os medos e costumes, já doentios, na hora do descanso,
Quando à noite no silêncio, os medos dos sons são abundantes,
Fogem sorridentes porque mesmo carentes têm seu descanso!
Autor: António Benigno
Código de autor: 2013.09.18.02.23
Sep 18, 2013
Sep 18, 2013 at 8:36 AM UTC
Penso eu, que a plenitude de uma vida,
Não é ir ao mercado e comprar felicidade,
É sim, sem muito contar, adquirir uma dívida,
Não cobrável, muito menos reembolsável!
Os meus planos eram meramente vagos,
Seguia um caminho longo, sem ambição,
Pouco mais do que sobreviver meu coração,
Não havia muito sentido para estes lados!
Contudo, e porque eu agora acredito no destino,
Estes anos todos me preparei como homem,
Para que agora, sem contar, visse o céu divino,
Que Deus me quis dar! Deixei de ser lobisomem!
Decidi mesmo despir todas as vestimentas faciais,
Sem dúvidas e calmamente feliz, me dou todo a ti,
Porque nessa mulher fantástica, cheia de sonhos, eu vi,
O amor de verdade, nosso, de segredos confidenciais!
Decidi logo ao fim de poucas horas da minha presença,
Frente aos teus olhos directos e sorriso espontâneo,
Entregar a ti, em tuas mãos, o meu sonho, contemporâneo,
Nunca senti necessidade de te pedir a ti qualquer licença!
E a chave do meu mundo, dos meus sonhos, te dou agora na mão,
Sinto o teu corpo vibrar e felicitar-se, na confiança desta aliança,
Melhor que um anel, um qualquer contrato ou confissão,
É hoje sentir que sou feliz e não tenho qualquer fiança!
O preço dos meus sonhos, da minha felicidade,
Eu te devo a ti mulher, de estimada liberdade,
És ágil, subtil e eu sortudo com imensa vaidade,
Te prometo agora amar, pela nossa eternidade.
Autor: António Benigno
Para ti, Liliana. És o melhor na minha vida…
Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 9:58 AM UTC
A solidão espalha os seus frutos
Sou um ser controverso,
Com pena e verso.
Eu tenho uma vida,
Bem ou mal vivida.
A vida é um flagelo,
Um trovão descontrolado,
Um amor mal amado,
Um fio fino dum cabelo.
Coisas lindas eu já vi,
Muitas nem senti,
Existe por vezes beleza,
No pousar da natureza.
Na solidão e melancolia,
Vivo o dia-a-dia,
Gosto de amar de sentir saudade,
Caminheiro da liberdade.
Victor Marques
Jun 29, 2010
Jun 29, 2010 at 2:50 AM UTC
Oh grandes símbolos misteriosos
Outrora por vós fascinado fui
Mas a dúvida por minhas veias ainda flui
como águas correntes de rios fervorosos
Queria respostas evidentes e claras
Banhem-nos, rogo, em frias águas
Pois as humanas mentes ignaras
São perdidas na ilusão que as afaga
O que somos é pura hipnose
Quero ver com meus próprios olhos a gnose
Daquilo que a ciência não provou
Imploro, então, por saber quem de fato sou!
Provei do doce, o ácido veneno
que meu corpo em febre rejeitou
Meus olhos relutam em ver o que é pleno
E já não sei o que de mim restou
Acorde-me deste pesadelo de ilusão
Quero sentido, e lógica, e verdade
Mas rezo também por libertação
Há um fantasma que nos rouba a sanidade
Não posso crer que diante de todas as possibilidades da matéria
Possa existir algo tão patético quanto o homem
Grandes e sábios são os vermes e bactérias
Que sem questionar, nossas putrefatas entranhas consomem
Não sofrem, não se rendem,
nem se gabam, ou se vendem
De onde nasce nossa vontade?
O despertar da hipnose é não crer,
Não sentir, observe o que se vê
Ações são previsíveis e morta está a liberdade
Somos símbolos, e a tudo simbolizamos
Despersonalizado nos desvendo
Livres de pecados realizamos
O fim da roda de tormentos
Rouba-me um beijo e eu lhe mostrarei
algo que só posso me recordar
Não mais sinto, eu sei
mas me resta saborear
As lembranças do doce-amargo
que do meu corpo já se foi
Aug 14, 2014
Aug 14, 2014 at 6:30 PM UTC
Dignidade humana
Pensamento sincero e celeste,
Verde do acipreste,
Gosto pela seara verdejante,
Caminhar sempre para a frente.
Pensamento desigual e com sentido,
Verão com primavera em flor,
Correr sem andar fugido,
Paciente doente e sem dor.
Pensamento e liberdade que aprisiona,
Verde da bela azeitona,
Sustentar a leveza com regra,
Educar a saudade que nos cega.
Pensamento sem ultraje, com emoção,
Dignidade do ser irmão,
Perceber a realidade que engana,
Pobreza na dignidade humana.
Victor Marques
Apr 6, 2013
Apr 6, 2013 at 7:33 AM UTC
Céu Aberto da minha liberdade
Sentir saudade que irradia arrepios,
Olhar para a água dos rios,
Céu aberto infinito, insaciado,
Céu aberto, céu fechado…
Sentir nos outros desconfiança,
Olhar meigo de criança!
Céu aberto, céu feito do nada,
Céu da vida bem-amada.
Sentir por todos simpatia,
Olhar sem ousadia.
Céu aberto, céu do desconhecido,
Céu dum poema esquecido.
Sentir que temos alma engrandecida,
Olhar com amor sem medida,
Céu aberto, céu sem ter idade,
Céu da minha liberdade.
Victor Marques
Oct 3, 2013
Oct 3, 2013 at 12:37 PM UTC
Cordas soltas de uma língua, sedenta de sabor de saliva,
Cordas das amarraras verdes, do barco que eu navego,
Os serões de cordas amordaçando, uma vida decisiva,
Perderam-se entre os ramos do futuro, que eu pego!
Vejo-te pegar nas cordas da minha vida, que me orientam,
Não és fútil ao pensar que elas não funcionem como marioneta,
Dás-me alento, e o teu toque equilibrado, meus ideais afinam,
O teu jeito de combinar os gestos, não são de uma paixoneta!
O calor do carinho que me dás, é transpiração de amor na cama,
O amor dos teus dias, são raios de vida, que regeneram meus desafios,
Uma palavra tua, um carinho teu, é como água que sacia minha fama,
O teu olhar atento, sob meus anseios, são como metais halogéneos!
És a corrosão para os ferrugentos jumentos, instalados em galhardia,
Cuidas-me do meu ser como do teu, e de minha vida, dando-lhe liberdade!
Contigo a transpiração do meu caminho, não me assusta nem me é fantasia,
É real, tu és bela e tornaste-me magnificamente de bem, com a verdade!
Sentir-te respirar confortavelmente, é o meu maior objectivo,
Verificar cuidadosamente cada poro teu e senti-lhe o cheiro a vida,
Conduzir os meus sonhos no teu carro da felicidade, é agressivo,
Metas são fins, nosso destino é conduzido por longa vida dividida!
E assim, revelo ao mundo, o teu nome, maravilhoso ser de mulher fatal,
O teu constante conforto, com que deliro, é agora muito e meu afinal!
Patrícia os meus sonhos e os teus, são agora o meu diário mundial!
Autor: António Benigno
Código de autor: 2013.08.03.02.14
Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:04 AM UTC
The winds grow like wild flowers
in the Avenue of Liberty
sunlight kissing park benches
and statues of means
I have mingled with its people
The village fools,
The beggars,
The old men...
Retired to their places
in my river of memories
A swarm of street cars pass by
and I hear the soothing sounds
of the Portuguese tongue
But I missed the sight
of the purpose of my flight
even though the joys of her beauty
has become Lisbon's lullaby...
I have had my share of tears
In the Avenue of Liberty
I tried to drain the
sorrow of my pain
through bottles of
foreign liquor
in drunken passion
I laid myself
into a wishful slumber
yet nothing can erase
the shadows that tormented me
In the deep of the night
with pictures of your face
in my dreams
then all was dead silence
at the stroke of dawn
But the Avenue of Liberty
gave me no moment of peace
and the river of my memories
ran like arrow
eager to pierce its mark
A piece of my heart
will always remain
Down in the Avenue of Liberty
where you and I were so apart
yet, somehow, in spirit
we merged through the wires
In conversation and distance
we loved as we danced
The dance of fate
that pulled our strings
in a masquerade of feelings
into a labyrinth of consequences
Body and soul
I still long
for the hours I've spent
though alone,
though weeping,
in that haunting park
at the back of my French hotel
There in the liberty of Avenues
The Avenue of Liberty....
May 5, 2015
May 5, 2015 at 2:46 AM UTC
Eu digo isto do coração,
Sem sequer prestar atenção:
"Vou te prender na minha mão!"
Digo com grande exclamação.
Relembro-te como é que os pássaros cantam,
Como é que as ondas da praia dançam,
Como é que as palavras encantam
E como é que os por-do-sóis são.
Faço-te adeus. Aceno-te sem fim.
Mas, num ápice, corro atrás de ti
Quero sentir a tua pele de cetim.
E tu dizes "Quero ficar aqui."
Mas poder, não podes.
Mas querer, tu queres.
Mas sentir, tu sentes.
Mas vontade, não te falta.
Sabes o que te direi
Assim que partires?
Antes de falar chorarei
Para as minhas palavras obstruíres.
"Se te pedir para ficar
Tu ficarás?
Se te pedir para amar
Tu me amarás?"
Não podendo dizer mais nada
As minhas costas a ti eu volto.
Tu, te sentido numa alhada,
Desembargas a tua voz num suspiro solto:
"Vou te querer,
Sem me quereres.
Vou te ter,
Sem me teres.
"Vou te amar,
Sem me amares.
Vou te desejar,
Sem me desejares.
Paixão por paixão,
liberdade por liberdade,
Num coração vivo por outro coração,
É amor, por causa da amizade."
Mar 1, 2014
Mar 1, 2014 at 12:37 PM UTC
Após um ano desde escrevi aqui pela ultima vez, notei a imensa e,
acima de tudo,
mais profunda mudança no que eu poderia chamar de
ego.
Ache uma personalidade para promover, uma própria.
Promova essa personalidade.
Além do mais, eu nunca estive tão feliz e nunca,
em toda a história da minha vida,
aconteceu tanto quanto nesse ultimo ano.
Encontrei enquanto tentava não me perder,
a feiticeira que me aparou antes que eu caísse.
A caldeira que eu incendiaria até que minha chama acabasse.
E lhes conto que ninguém pode ensinar o que é a liberdade.
Bem vindos ao paradoxo.
Embora não possa dizer que
rompi a gaiola que nos toma àquilo de onde viemos,
consegui enxergar através.
E é muito confortável, poder sentir
o pássaro que voa além da gaiola
dormindo no meu peito.
Dec 30, 2014
Dec 30, 2014 at 11:03 PM UTC
amor é silêncio e liberdade
e eu não me calo nunca, presa
destes hábitos destrutivos, teias ou leões,
e não amo. não amo nada.
Mar 2, 2017
Mar 2, 2017 at 1:30 PM UTC
E foda.se a vida que demora a fazer-se homem.
E foda.se a o vinho que só me conta mentiras.
E foda.se a musica que me alivia a dor de não te ter.
E foda.se o espelho que é demasiado honesto.
E foda.se os livros que não consigo ler.
E foda.se os autores que não consigo entender.
E foda.se o que quer que seja que me retira confiança.
E foda.se o destino que não pude escolher.
E foda.se o passado que não pude escrever.
E foda.se o futuro que já só quero esquecer.
E foda.se a liberdade que não me deixa crescer.
E foda.se a inercia que me quer prender.
E foda.se as palavras que me deixão com sede.
E foda.se a sede que só quer vinho.
E foda.se o vinho que me voltou a enganar.
E foda.se o coração que não sabe como amar.
E foda.se o amor e a falta de ar.
E foda.se o sal que impede de chorar.
E foda.se o choro de quem me morde a alma.
E foda.se a quem me pede para ter calma.
E foda.se tudo resto que nada tem a ver contigo.
E foda.se a amizade que faz de mim só teu amigo.
E foda.se a cama que me faz sonhar.
E foda.se o sonho que se acha ordem.
E foda.se a idade que Eu já me devia ter feito homem.
Apr 29, 2014
Apr 29, 2014 at 10:47 PM UTC
Subtil e sem nome é nobre,
Fustiga rico ou pobre,
Inspiração de momento,
A magia do canto...
Memórias santificadas,
Pradarias sem ser filmadas.
Singelas com beleza,
Pensamento sem tristeza.
Noções do conhecimento,
Acaso e alento,
Liberdade não vence,
Sentir o evidente.
Razão sem dogma,
Ter vida e forma,
Suspiro ao vento,
Ter Pensamento.
Victor Marques
Apr 9, 2010
Apr 9, 2010 at 5:16 AM UTC
Se eu fosse pintor o amor queria pintar
O pintaria com as cores de verde e azul
Azul seria representaria liberdade que dá o mar,
E no verde estaria o amor que ninguém calcule!
Se fosse matemático o amor seriam somas,
Seriam somas de sentimentos sempre bons,
E se a arte fosse a musica imitaria seus sons,
Entregar os sentimentos sem quaisquer retomas!
Como seria bom encarar todas as profissões,
Dedica-las ao amor e viver todas as emoções,
Construindo em cada dia coisas das boas vibrações,
Sentir cá dentro o carinho nos nossos corações!
Mas o que é isto que é o amor?
Qual a cor e qual o som que tem esse calor?
O amor é a dissolução de qualquer dor,
São cores e sons que se apresentem com glamour!
E assim, que em todos os corações haja um ninho,
Como o deva haver também dentro de qualquer lar,
Porque o ninho é pequenino e há grande bem-estar
Que o amor nos siga sempre por qualquer caminho!
Autor: António Benigno
Código de Autor: 2014.09.07.13.21.08.05@
Sep 7, 2014
Sep 7, 2014 at 8:45 AM UTC
Nova Andradina, meu moinho
Sua gente me recebeu com carinho
Lembro-me de cada rua e praça
Ali construí uma vida cheia de graça
Domingos entre amigos e festas
Passeios pelos seus rios e florestas
Sábados aminados em seus bares
Papeando com os tipos populares
No caminho do trabalho aventuras garantidas
Na “Escola Agrícola” se vai parte da minha vida
Ali fiz amigos e tenho estudantes incríveis
E aprendi com as mais situações horríveis
Política, cultura, dia-dia e aventuras
Aproximaram-me da vida dura
Que esse povo forte e lutador
Ostenta com graça e esplendor
Aqui somente abri portas e janelas
Aprendi o preço da liberdade
Descobri a força da vida e da solidariedade
Para sobreviver às contradições e querelas
Jan 13, 2015
Jan 13, 2015 at 12:39 PM UTC
Sinto-me leve, livre
como um pássaro que voa
em busca da liberdade...
não sou de ninguém
não tenho lugar de origem,
de partida ou de chegada.
Sei que sou livre, livre...
como uma borboleta
que poisa de flor em flor
em busca do pólen
que lhe dá vida e força.
Sou eu, e ninguém mais para além de mim;
sou eu, com defeitos e virtudes;
vivo e deixo viver,
para amar e ser amado.
Sou livre como um pássaro
em busca do seu rumo
que o levará à felicidade.
Jan 9, 2014
Jan 9, 2014 at 3:26 AM UTC
Sentimento que expande teu ser,
Sofro por te ver sofrer,
Morro cada segundo por amor,
Queria morrer com tua dor.
Oh Deus que curas a morte,
Dá lhe vida e sorte.
Nesta espera com esperança redobrada,
Quero ver teu sorriso de madrugada.
Acorda para viveres no palco da vida,
Borboleta azul da minha vida,
Do meu amor , da minha liberdade
Morra eu para ser eternidade.
Com tua cura eu ressuscitaria,
Na esperança de um dia ,
Querer morrer sim senhor ,
Com as asas do teu amor.
Apr 14, 2023
Apr 14, 2023 at 5:54 PM UTC