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"leito" poems
Olhar a água do ribeiro, Encostado ao sobreiro. Paisagens feitas de qualquer jeito, Douro e Tua sem leito. Muros com primor e mestria, Encantos teus que nos vicia, Olivais que lindos sois assim, Quimera do meu jardim. Papoilas avermelhadas, cepas mal tratadas. Figueiras com figos, Douro e amigos. Não existe outro amor, Douro te adorna com labor, Os cavalos e rebanhos, Rabelos dos teus enganos. Victor Marques
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Apr 27, 2010
Apr 27, 2010 at 4:36 PM UTC
Douro meu...meu pecado
Ansiar por ti no nosso doce leito, Lúgubres as noites de cansaço, Amar-te do fundo do peito, Vivo no teu regaço. Teu calor que tua doença cura, Sentimento puro e forte, Amar-te com meiguices e ternura, Enlace da nossa sorte. O barco sem velas nos conduz, Carrocéis que rodeais  o ermo. Amar-te com palavras feitas de luz, Por ti estou enfermo. Juntar ao teu meu coração, Sofrer com excelsa mágoa, Amar-te com gratidão, Minha musa bem amada. Victor Marques
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Jul 7, 2010
Jul 7, 2010 at 4:11 AM UTC
AMAR-TE
O Douro na sua plenitude Quando me levantei, senti aquele sentido odor de uma linda manhã de primavera.  Os pintassilgos entoavam uma melodia que me ajudou a encarar o dia com mais serenidade e  encanto.  Olhei para este meu horizonte que se estende num infinito lonquinquo que parece estar ali para ser sempre contemplado e amado.        Que Douro sublime excelso de ser pintado por expressionistas e cantado em versos pelos nossos poetas que não deixam de o servir e o idolatrar.  Desde menino que eu ganhei uma consciência duriense que nem com a morte ninguém ma irá roubar.  Não me canso de tentar perceber o xisto em harmonia,  complexo e eternizado com estes lindos muros que parecem até nem serem feitos por pedreiros terrenos mas sim por anjos do bom Deus que por aqui quis passar. Casebres abandonados e fornos de secar os figos continuam na paisagem duriense vivos e ao mesmo tempo parecem sepultados para sempre no cemitério dum rio  Douro que se embala num Rabelo de outrora.         As videiras imponentes parecem ressuscitar todos os anos pela altura da Páscoa.  Que beleza sentir e amar um Deus vivo que  bebeu o vinho para nos mostrar seu amor e assim dignificar todos aqueles que se dedicam a tão nobre tarefa. Toda a vegetação duriense exala perfume,  permitindo ao homem encontrar aqui um paraíso terreno e ao mesmo tempo um purgatório disperso nos patamares onde vinhas, oliveiras, amendoeiras, figueiras, laranjeiras,  sobreiros, torgas e giestas coabitam.   Quem fala do Douro sublime não pode deixar de olhar para os rostos de suas gentes. Parece até que  não sabem amar mais nada, nem mais nada fazer. ... Um saber acumulado de gerações é um legado de arte de bem-fazer vinho aliado a novas técnicas utilizadas por enólogos sedentos de fazerem dos vinhos do Douro os melhores do mundo.         O Douro corre sem correrias. É meigo com seu leito. As vinhas bebem suavemente de suas águas doces.  Nós que aprendemos com o brilho do pôr-do-sol, que parece um verniz de esmalte que conforta crentes e não crentes. O Douro que é de oiro está de deleite, de quarentena para nos ajudar a viver e a estar sempre perto da margem para embarcar na barca dum destino já traçado. Victor Marques
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Apr 10, 2014
Apr 10, 2014 at 8:31 AM UTC
Douro Sublime
O Douro na sua plenitude Quando me levantei, senti aquele sentido odor de uma linda manhã de primavera.  Os pintassilgos entoavam uma melodia que me ajudou a encarar o dia com mais serenidade e  encanto.  Olhei para este meu horizonte que se estende num infinito lonquinquo que parece estar ali para ser sempre contemplado e amado.        Que Douro sublime excelso de ser pintado por expressionistas e cantado em versos pelos nossos poetas que não deixam de o servir e o idolatrar.  Desde menino que eu ganhei uma consciência duriense que nem com a morte ninguém ma irá roubar.  Não me canso de tentar perceber o xisto em harmonia,  complexo e eternizado com estes lindos muros que parecem até nem serem feitos por pedreiros terrenos mas sim por anjos do bom Deus que por aqui quis passar. Casebres abandonados e fornos de secar os figos continuam na paisagem duriense vivos e ao mesmo tempo parecem sepultados para sempre no cemitério dum rio  Douro que se embala num Rabelo de outrora.         As videiras imponentes parecem ressuscitar todos os anos pela altura da Páscoa.  Que beleza sentir e amar um Deus vivo que  bebeu o vinho para nos mostrar seu amor e assim dignificar todos aqueles que se dedicam a tão nobre tarefa. Toda a vegetação duriense exala perfume,  permitindo ao homem encontrar aqui um paraíso terreno e ao mesmo tempo um purgatório disperso nos patamares onde vinhas, oliveiras, amendoeiras, figueiras, laranjeiras,  sobreiros, torgas e giestas coabitam.   Quem fala do Douro sublime não pode deixar de olhar para os rostos de suas gentes. Parece até que  não sabem amar mais nada, nem mais nada fazer. ... Um saber acumulado de gerações é um legado de arte de bem-fazer vinho aliado a novas técnicas utilizadas por enólogos sedentos de fazerem dos vinhos do Douro os melhores do mundo.         O Douro corre sem correrias. É meigo com seu leito. As vinhas bebem suavemente de suas águas doces.  Nós que aprendemos com o brilho do pôr-do-sol, que parece um verniz de esmalte que conforta crentes e não crentes. O Douro que é de oiro está de deleite, de quarentena para nos ajudar a viver e a estar sempre perto da margem para embarcar na barca dum destino já traçado. Victor Marques
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Caminhar por entre vales sonolentos,Douro com amor, com encantos.Cachos verdes e sempre maduros,Azeites adocicados e sempre puros.Figueiras e olivais , rochas xistosas,Papoila, e rosas vaidosas.Douro sem vinho no seu leito,Paraíso, teu par perfeito.Pôr do sol no horizonte,Sombra em fresca fonte.Douro nobre ,sempre apaixonado,Douro do meu amor, do meu pecado.Muros que eu amo toda a vida,Cantam uma canção nunca ouvida.Douro sem pipas para transportar,Douro sorridente do teu olhar..Victor Marques
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Mar 1, 2010
Mar 1, 2010 at 8:00 AM UTC
Douro Com Encanto
Ansiar por ti no nosso doce leito, Noites de prazer e cansaço, Ter junto ao peito, Vivo em teu regaço. Calar doença sem cura, Sentimento sem norte, Sensibilidade e ternura, Tolerante e com sorte. O barco te conduz, Os cedros no ermo, Palavras com raios de luz, Por ti estou enfermo. Teu nobre coração, Claro como a água, Dar-te minha mão, Terra e enxada. Vic Alex
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Apr 19, 2010
Apr 19, 2010 at 3:36 AM UTC
Amar-te
Um grande amor nunca morre Um grande amor não pode morrer, Não pode fechar o livro sem ler…! O vento é por vezes altivo, Com este amor eu sempre vivo. O amor gosta do orvalho de madrugada, Com sua janela aberta, fechada? Os lugares boa lembrança sempre te mostrarão, O grande amor também vive de solidão. Não dorme sempre em teu leito, Pode até ser teu par perfeito? Estradas sinuosas por vezes num só caminho, Sorriso que se sente em menino… Um grande amor gosta de ver a lua, Ser verdade minha e sua, A tristeza nos mutila e invade, Amor que nunca acabe… Victor Marques
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Nov 5, 2012
Nov 5, 2012 at 11:49 AM UTC
Um grande amor nunca morre
E por hoje dizer-te não é banal Estive atento e discretamente olhei o teu doce olhar, Passei noites ao luar, descrevendo as estrelas de bonitas, Mas bonitas mesmo são tuas pétalas, flor de esplendor! Tua sensibilidade e visão de mulher, a mim das nas vistas! A certeza no destino, é como lotaria no caminho, Onde te encontrei, no meio de tantas eu te vi sozinho! Há muito tempo mesmo, que teimou em não passar, Suspirei, me cansei, tirei todas, para agora te inflamar! Sinto perto o carinho, da pessoa, minha amiga e mulher, Te chamei e falei ao coração, para te agarrar e poder amar, És tu hoje, em quem eu pego e petisco, com qualquer colher, Porque muito ou pouco que nela couber, te saboreio ao petiscar! És refeição completa para mim, como sangue vivo, ao coração, Tuas doses tão prudentes de afecto, é outro nível neste patamar, Orgulho de te cuidar, porque de mim, cuidas tu, como a terra do seu mar! Se eu hoje respiro vida, ao querer cada hora do dia, desde o levantar, Devo-te muito a ti e as palavras que escrevo não são hoje fantasias, Porque cuidas de mim, como terra do seu vazo, da planta, de encantar, Encanta meu sorriso, pelo teu cuidar, nas coisas que fazes e me dizias! Não é falso nem é mentira, acredito na realidade que tu me trazes, Não finjo, não mudo, não acredito que precises tu princesa, de mudar! Olhei-te do chão, mirei-te, e tu com teu jeito doce, levantas-te meu olhar, E eu confie-te nos braços tudo, na hora me deitar, pelo que tu me fazes! A falta de carinho não a sinto hoje, porque a não tenho, A ti te darei respeito, pela dama e senhora que te achei, Encontro-te a ti a cada dia, no meu leito, e no meu cardanho! Porque ele é gíria de tudo aquilo que tenho e em ti encontrei! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.09.09.02.20
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Sep 9, 2013
Sep 9, 2013 at 8:24 AM UTC
E por hoje dizer-te não é banal
E por hoje dizer-te não é banal Estive atento e discretamente olhei o teu doce olhar, Passei noites ao luar, descrevendo as estrelas de bonitas, Mas bonitas mesmo são tuas pétalas, flor de esplendor! Tua sensibilidade e visão de mulher, a mim das nas vistas! A certeza no destino, é como lotaria no caminho, Onde te encontrei, no meio de tantas eu te vi sozinho! Há muito tempo mesmo, que teimou em não passar, Suspirei, me cansei, tirei todas, para agora te inflamar! Sinto perto o carinho, da pessoa, minha amiga e mulher, Te chamei e falei ao coração, para te agarrar e poder amar, És tu hoje, em quem eu pego e petisco, com qualquer colher, Porque muito ou pouco que nela couber, te saboreio ao petiscar! És refeição completa para mim, como sangue vivo, ao coração, Tuas doses tão prudentes de afecto, é outro nível neste patamar, Orgulho de te cuidar, porque de mim, cuidas tu, como a terra do seu mar! Se eu hoje respiro vida, ao querer cada hora do dia, desde o levantar, Devo-te muito a ti e as palavras que escrevo não são hoje fantasias, Porque cuidas de mim, como terra do seu vazo, da planta, de encantar, Encanta meu sorriso, pelo teu cuidar, nas coisas que fazes e me dizias! Não é falso nem é mentira, acredito na realidade que tu me trazes, Não finjo, não mudo, não acredito que precises tu princesa, de mudar! Olhei-te do chão, mirei-te, e tu com teu jeito doce, levantas-te meu olhar, E eu confie-te nos braços tudo, na hora me deitar, pelo que tu me fazes! A falta de carinho não a sinto hoje, porque a não tenho, A ti te darei respeito, pela dama e senhora que te achei, Encontro-te a ti a cada dia, no meu leito, e no meu cardanho! Porque ele é gíria de tudo aquilo que tenho e em ti encontrei! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.09.09.02.20
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Os Nossos sonhos e o amor que existe em nós Os nossos sonhos são elos, alegria, tristeza, Vagueiam sem cultos e com beleza, O céu meu refúgio espiritual, Descanso eterno e fatal. A vida madrasta do que é perfeito, Sonhar deitado no nosso leito, Perdem-se com os dias, desvanecem, Renascem com o amor que os adormece. Sonhar alto com amor sem sentido, Sonhar acordado, vestido, despido. Tocar os vidros da janela que abriste, Sonho velho que já partiste… Victor Marques
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Dec 4, 2012
Dec 4, 2012 at 1:00 PM UTC
Os nossos sonhos e o amor que existe entre nós
Queria confessar, não resisto àqueles olhos os seus, verdes, me encarando, fixos. Corava-me a face, confundia-me o peito. Uma lua refulgente num céu opaco É como tentar descrever os olhos de Capitu. Quando nossas mãos se encostavam assim, de relance, sem querer um segundo no tempo. Arrepios. Preencheria esse vazio dentro de ti e te faria só meu. E nos meus poemas te descreveria com tanto fascínio quanto o guerreiro branco descreve a virgem Iracema. Seu sorriso doce, seu peito – meu leito Canta suas canções no ouvido meu Como fazem os pássaros na manhã, cortando o silêncio que paira nos montes. Deságuo no oceano da tua alma Me afogo no teu afago Procuro suas mãos de encontro com as minhas Sozinhas.
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Jul 1, 2013
Jul 1, 2013 at 3:14 PM UTC
Arrepios
Esperar que o sono te leve para a cama, Doce noite que nunca te engana, Eu ouço os teus anseios, as tuas preocupações de acordar, Novo dia sem a noite e o luar... Ai que sinfonia que nunca canso de ouvir, Bater do vento sem o sentir, Olho para tudo e não vejo nada, Mais sinto a natureza embriagada... Noite,ai noite que tu escondes com mestria, Em ti eu encontro paz e harmonia, Me deleito com tanta serenidade, Vales tanto para mim e para outros nada... Os poetas contigo adormecem, Ricos e pobres te recebem com satisfação, Uns até te agradecem, Outros dormem contigo e com sua solidão... Mas tu noite amiga que pareces vadia, Canta o mocho  e que linda melodia. Eu te venero com leveza e no leito eu sou simples sem hipocrisia... Noite que sempre vem e faz tanta falta como o dia.... Victor Marques
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Aug 31, 2018
Aug 31, 2018 at 5:32 PM UTC
A noite tem encanto...
Com amor, por amor, por ti. Bendito Outono que te trouxe quando as folhas apodrecem, As vinhas parecem flores do mais desprovido Jardim, As noites ficam maiores e muito escurecem, Eu perdido no silêncio do teu olhar sem fim... Com amor por ti e também por mim eu vivo, Pois meu amor mesmo acordado sonho contigo! No horizonte do meu mundo existencial, No céu, no paraíso, na vida afinal, O encanto de ser amado me rejuvenesce, Calor de quem te ama e merece. ! As estrelas sempre neste mundo brilharam, Eu junto rosas com amor e gratidão! Te ter é para mim o melhor presente, Te amar hoje amanhã e sempre. Com amor por ti eu me deito, Por amor a ti e a nosso leito... Quando se agradece o amor, ele se enaltece, Pois meu amor por ti permanece. As ondas do mar sempre te dirão, Que te amo do fundo do coração... Com amor, por amor, por ti minha querida, Amo te para toda a vida. Com amor, por amor, por ti... Victor Marques
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Oct 18, 2017
Oct 18, 2017 at 12:31 PM UTC
Com amor, por amor, por ti
¡Fita aquel branco galán, olla seu transido corpo! É a lúa que baila na Quintana dos mortos. Fita seu corpo transido, ***** de somas e lobos. Nai: A lúa está bailando na Quintana dos mortos. ¿Quén fire potro de pedra na mesma porta do sono? ¡É a lúa! ¡É a lúa na Quintana dos mortos! ¿Quén fita meus grises vidros cheos de nubens seus ollos? É a lúa, é a lúa na Quintana dos mortos. Déixame morrer no leito soñando con froles d'ouro. Nai: A lúa está bailando na Quintana dos mortos. ¡Ai filla, co ár do céo vólvome branca de pronto! Non é o ar, é a triste lúa na Quintana dos mortos. ¿Quén brúa co-este xemido d'imenso boi melancónico? Nai: É a lúa, é a lúa na Quintana dos mortos. íSi, a lúa, a lúa coronada de toxos, que baila, e baila, e baila na Quintana dos mortos!
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Danza da lua en santiago
Acordo. A água Não corre. Não chove. Todo o leito Vazio.
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Dec 6, 2016
Dec 6, 2016 at 2:56 PM UTC
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O que pensei em te dizer guardei. Ficou aprisionado no meu peito e em meu leito ainda penso. Mas não digo, porque só o pensamento de encarar teus olhos e abrir minha alma despertam em mim nervosismo. E sou arrastado para longe.
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Nov 8, 2015
Nov 8, 2015 at 8:18 PM UTC
Untitled
Nesta vida nós preparamos para o além, Fazendo boas acções,  o bem. Reino eterno e celestial, O que é a morte afinal? Temos um renascimento constante, Feito vida, feito semente, Para hoje, para todo o sempre. A vida requer recompensa   Provação,  estranha crença. Vivemos num sono profundo, Para Deus e para o mundo. A vida tudo acaba por perdoar, Nem precisamos de tumba ou altar. Deus é harmonia e é perfeito , Na morte trás a vida ao teu leito. Cristo aparece sem aviso, Te levando ao paraíso. O submundo é feito de punição, Cristo é vida, ressurreição. Nascemos e fomos ungidos, Por Deus amados e escolhidos. Espiritualidade humana com significado, Transcendente ao mal e ao pecado. Homem com Deus vive noutra dimensão, Sentimento feito amor e pão. Espiritualidade absoluta de todo o intelecto, Por Deus escolhido, morrerei com seu afecto. Victor Marques Deus,vida, morte
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May 3, 2023
May 3, 2023 at 4:17 PM UTC
Nascemos e vivemos com uma crença
As estrelas que se encontram na noite suavemente, Estão tão iluminadas e tão distantes. O escuro da noite esconde sonhos por sonhar, Raio doce de luar que se vai com o teu olhar. Estrelas cintilantes e tão brilhantes, Serpenteiam no leito de dois amantes. Astros de plasma com muita luz e matéria degenerada, Na esfera celeste hoje e sempre abençoada. Sois fonte energia e agrupadas em constelações, Olhar para vós alegra nossos corações. Contempladas e amadas pareceis imortais, Sois estrelas de meus avós e meus pais. Estrela joven de rotação que com o dia desaparece, Feliz o que nela gravita quando anoitece . Nas estrelas e com as estrelas adormeço, Desde que nasci e me conheço. Estrelas,luz,sol
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Jan 15, 2024
Jan 15, 2024 at 4:05 PM UTC
Estrelas cintilantes e brilhantes