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"justa" poems
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Sep 17, 2010
Sep 17, 2010 at 12:04 AM UTC
meaningless and cantaloupes
Flee the Ghetto Times and Motions Whirls and Swirls Around the universe we twirls Great Space is black all pinpoint lights So cold and bleak through all the night Our best minds sit and stare in awe In altars, perched on mountains tall Seeking vistas, Planets fine Warm and wet With Oceans Brine Pure, swept With winds fresh and new A Paradise, unblemished dew. For we must flee This planet small Too many we and soon the fall Is eminent if not we go and refuge find Pray God bestow While we have time To start anew To try again for we were fools And ruined the place gave us in Love God’’s great gift from Heav'n above Dear Earth, fair home All blessings be Beloved of Man On bended knee We bow to you You fleck of rock You grain of sand That bears our flock Our precious home for man to stand and look around and understand How fragile’s life A gift so rare For all we’ve found Of life Is here So search brave priests of this new age of our demise you are the sage Please Save us guys* you honored few To you we cry it’’s up to you For we poor clods have fought, and ruined This grant from God Destroyed too soon. Find us a home Another womb Another Harbor Please find one soon For us to raise our children strong and try to teach them right from wrong That black or white means not at all that violence precedes a fall Too many players Too small a stage A madness caused A screaming rage. Our history A tale of woe Of endless wars Tombstones in rows. Our weapons might Now reaches all no refuge from the killing fall You made those things Those killer toys Now turn your brains Look outward boys! We need your help and God’’s as well This fate to turn, This ride to hell For we have learned to dread the sight of timeless darkness endless night We need some friends To fight and play Another species Help us pray Or we will end. and all will turn to endless blackness Hell returned. Justa Civileon 2003 * gender neutral on the "guys" Not one of my uppiest rambles but I never was a light person
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Jan 2, 2010
Jan 2, 2010 at 7:12 AM UTC
Flee the Ghetto
Flee the Ghetto Times and Motions Whirls and Swirls Around the universe we twirls Great Space is black all pinpoint lights So cold and bleak through all the night Our best minds sit and stare in awe In altars, perched on mountains tall Seeking vistas, Planets fine Warm and wet With Oceans Brine Pure, swept With winds fresh and new A Paradise, unblemished dew. For we must flee This planet small Too many we and soon the fall Is eminent if not we go and refuge find Pray God bestow While we have time To start anew To try again for we were fools And ruined the place gave us in Love God’’s great gift from Heav'n above Dear Earth, fair home All blessings be Beloved of Man On bended knee We bow to you You fleck of rock You grain of sand That bears our flock Our precious home for man to stand and look around and understand How fragile’s life A gift so rare For all we’ve found Of life Is here So search brave priests of this new age of our demise you are the sage Please Save us guys* you honored few To you we cry it’’s up to you For we poor clods have fought, and ruined This grant from God Destroyed too soon. Find us a home Another womb Another Harbor Please find one soon For us to raise our children strong and try to teach them right from wrong That black or white means not at all that violence precedes a fall Too many players Too small a stage A madness caused A screaming rage. Our history A tale of woe Of endless wars Tombstones in rows. Our weapons might Now reaches all no refuge from the killing fall You made those things Those killer toys Now turn your brains Look outward boys! We need your help and God’’s as well This fate to turn, This ride to hell For we have learned to dread the sight of timeless darkness endless night We need some friends To fight and play Another species Help us pray Or we will end. and all will turn to endless blackness Hell returned. Justa Civileon 2003 * gender neutral on the "guys" Not one of my uppiest rambles but I never was a light person
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A Nossa Existência como seres humanos       Nascemos em qualquer lugar e somos filhos de quem quer por amor ou desejo simplesmente de procriar ou prazer puro. Não engrandece ou diminui a nossa natureza de seres humanos que nascendo por amor ou não! A partir deste início comprometedor existimos para gáudio de uns ou tristeza de outros. Milhões de células se uniram para fazer nascer seres nossos semelhantes com qualidades e defeitos que de uma maneira ou outra vão tentar sobreviver numa sociedade desproporcional e incapaz de controlar: os devaneios, crises, empreendimentos, crimes, loucuras de uma sociedade débil e moribunda. Mas humanos resistem com paixão, inteligência e idealismo puro para tentar combater: a fome, guerra e construir muros de paz. Sim com consciência temos homens que labutam por um mundo melhor e uma sociedade que fomente uma existência menos penosa e permita uma recompensa para a outra vida mais conveniente e digna.       Todos nós temos direito à abundância de coisas boas nesta vida. O universo é totalmente gratuito para todos com uma harmoniosa junção de todos os fenómenos temporais que durante as estações de ano se manifestam na perfeição em sinfonias elaboradas por Deus eterno, infinito e Senhor. Deus nós ama feliz com uma amor intemporal e manifesto no amor de Jesus por todos nós. Com sua morte na cruz e sua Ressurreição exaltou os homens bons a viver com amor e por amor ao seu semelhante.      Vivemos num sociedade global e intransigente em que os seres humanos coabitam nos mais diversos lugares. A nossa existência como seres será leal e justa se dermos todos as mãos uns aos outros e fazer algo nesta terra que nós faça orgulhar muito mais tarde no Céu. A nossa existência como seres humanos deixava de ser importante se não houvesse uma recompensa por tudo que divinamente o homem bom faz nesta vida terrena. Deus com sua infinita bondade disse ao homem para se multiplicar e difundir seu imaculado amor e ditou suas leis universais baseadas numa fé irracional e num amor de coração.                  Cabe a todo o ser humano justificar a sua existência com um amor inadiável a todos os seus semelhantes. Através da escrita e com tudo que Deus criador me deu não passa um dia nesta minha vida de passagem sem lhe agradecer por minha existência e por este planeta terra maravilhoso em todos os continentes e latitudes. Abraço amigo Victor Marques
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Jan 7, 2014
Jan 7, 2014 at 10:25 AM UTC
A nossa existência como seres humanos
A Nossa Existência como seres humanos       Nascemos em qualquer lugar e somos filhos de quem quer por amor ou desejo simplesmente de procriar ou prazer puro. Não engrandece ou diminui a nossa natureza de seres humanos que nascendo por amor ou não! A partir deste início comprometedor existimos para gáudio de uns ou tristeza de outros. Milhões de células se uniram para fazer nascer seres nossos semelhantes com qualidades e defeitos que de uma maneira ou outra vão tentar sobreviver numa sociedade desproporcional e incapaz de controlar: os devaneios, crises, empreendimentos, crimes, loucuras de uma sociedade débil e moribunda. Mas humanos resistem com paixão, inteligência e idealismo puro para tentar combater: a fome, guerra e construir muros de paz. Sim com consciência temos homens que labutam por um mundo melhor e uma sociedade que fomente uma existência menos penosa e permita uma recompensa para a outra vida mais conveniente e digna.       Todos nós temos direito à abundância de coisas boas nesta vida. O universo é totalmente gratuito para todos com uma harmoniosa junção de todos os fenómenos temporais que durante as estações de ano se manifestam na perfeição em sinfonias elaboradas por Deus eterno, infinito e Senhor. Deus nós ama feliz com uma amor intemporal e manifesto no amor de Jesus por todos nós. Com sua morte na cruz e sua Ressurreição exaltou os homens bons a viver com amor e por amor ao seu semelhante.      Vivemos num sociedade global e intransigente em que os seres humanos coabitam nos mais diversos lugares. A nossa existência como seres será leal e justa se dermos todos as mãos uns aos outros e fazer algo nesta terra que nós faça orgulhar muito mais tarde no Céu. A nossa existência como seres humanos deixava de ser importante se não houvesse uma recompensa por tudo que divinamente o homem bom faz nesta vida terrena. Deus com sua infinita bondade disse ao homem para se multiplicar e difundir seu imaculado amor e ditou suas leis universais baseadas numa fé irracional e num amor de coração.                  Cabe a todo o ser humano justificar a sua existência com um amor inadiável a todos os seus semelhantes. Através da escrita e com tudo que Deus criador me deu não passa um dia nesta minha vida de passagem sem lhe agradecer por minha existência e por este planeta terra maravilhoso em todos os continentes e latitudes. Abraço amigo Victor Marques
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Amigos queridos, sem faces e sem nomes. Retiradas foram suas vísceras, logo antes de seus corpos imergirem em um exacerbadamente denso volume de sangue grotesca e plenamente apreciado pelos algozes responsáveis, certos irreconhecíveis demônios. Vieram dos *** os tais tiranos, visíveis, mas imateriais, enquanto esperávamos inconscientes e inevitavelmente despreparados para uma luta justa. Sobre os indiferentes, distantes, mas ainda amigáveis e queridos companheiros, ainda recordo de alguma ordem: O primeiro não sentiu dor alguma, bem como nada viu ou percebeu; fora partido ao meio. O segundo, já desesperado e afogando-se em lagrimas, tornou-se borrão de um vermelho pesado, grosso e brutal; Dos outros, três ou quatro, somente tenho em mente os gemidos inexprimíveis; uma junção entre suspiros e soluços de uma morte nada convidativa e próxima. Foram todos rostos sem faces perdidos na espera do desconhecido fatalmente promulgado pelas minhas ânsias. O ultimo vivo me induziu à única ação possível: pude cair meus quinhentos intermináveis metros; deslizando, enquanto tentava me segurar, por um material recoberto de farpas que transpassavam minhas mãos, as quais sangravam em direção a um mar, sombrio e obscuro; me afundei irremediavelmente em minhas próprias aflições.
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May 22, 2013
May 22, 2013 at 8:21 PM UTC
Sonhos que se foram; pensamentos que eu não sei
I Can’t Find My Glasses - Care Givers Prayers I can’’t find my glasses? Okay little one just wait for a sec till the dishes are done I can’’t find my glasses? Okay *** lets look perhaps in the bedroom While reading your book I can’’t find my glasses? Now where could they be? On the couch, or the table On top the TV? I can’’t find my glasses? It’’s fine now , don’’t fret You’’ve just now misplaced them We oft times forget. I can’’t find my glasses? Prap’’s here, in this room Don’’t cry now my darling We’’ll locate them soon. I can’’t find my glasses? Here give me a hug. Don’’t cry and don’’t fret now. You cute little bug. I can’’t find my glasses? What’’s this that I feel. Your pockets the culprit See what is revealed. My glasses! You’’ve found them! Her smile’’s just a beam. Her joy is unbound less. Her panic serene. She skips to the bedroom To fuss and to play. "I can’’t find my glasses" The third time. Today. Dedicated to my wife a young grandmother with alzhieimers. Justa Civileon 2004
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Jan 2, 2010
Jan 2, 2010 at 7:09 AM UTC
I Can’t Find My Glasses - Care Givers Prayers
I wonder if the music is too loud or if I am just too soft. Cut my lip bleddin' blues into can RED, WHITE, BLUE My sunglasses are $ store commodity & clothes thrifty. Got my all-cotton white shirts runnin' roun Tejas Gallopin' legless into this can & that can SUPER IMPOSSIBLE is Bone dead ol' wives tale. A little trickery Here, there, everywhere Justa make ma shoes fit. Cuz no matter where ya walk there are bagpipes in the rain. Don't forget bout the ol' Beer cans in the road And numb legs dangling in Amsterdam Canals. Oh buddy, & I'm drinkin' another. An just like that: The blood had run And my can was DONE.
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Feb 15, 2014
Feb 15, 2014 at 5:44 PM UTC
16 oz Can Blues
Amar a vida primeiro Gratidão para o resto do dia, dando sorrisos para irem muito longe. As coisas estão serenas tais como os rios Douro e Tua que esperam pacientemente todas as águas que se deleitam em correr desenfreadamente para seus leitos. Vinhas com folhas que caem coloridas e se assemelham a um horizonte de ouro luzidio. Os pecadores sem sinos para tocar os remorsos dos seus pecados mais graves. A consciência humana dignifica e purifica ao mesmo tempo tantos seres que com pequenos delitos caminham livremente. Portas e janelas abertas logo de amanhã para espreitarem a biblioteca do universo. Amando cada ser humano em excesso, cada folhinha que tem medo de estar ligada. Folhas com o medo de estar no ar. A vida nem sempre é justa para leõezinhos que na selva com cabras e cordeiros confraternizam no paraíso de um Deus infinito e imparcial. Amar a vida meus queridos amigos porque não se pode amar ninguém senão amarmos a vida primeiro. . Victor Marques
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Nov 17, 2014
Nov 17, 2014 at 2:10 PM UTC
Amar a vida primeiro
A poet not Perhaps someday I’ll write a rhyme If so inclined and have the time A play on words, a touch of wit Tis true, I have some nack for it Of pace and meter, twisted words Passion, feelings, things I’ve heard But not just now, my soul is old My mind is numb , my muse too cold My thoughts are shallow, as a pond While poets need, an ocean strong And so for now I’ll meditate On poems of friends, I know are great Just a rhymer - Justa Civileon 2003
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Jan 2, 2010
Jan 2, 2010 at 7:15 AM UTC
A poet not
Oh for a muse of fire. Sitting quiet, meek and still Silent, silenced, till I shrill out Crys. Laments for words to use To spark, inflame, my chilly muse Prayers to heaven, to the gods To the furies, hear my sobs and pray now Send a spark sublime Perfect platter, all in rhyme. Justa Civileon 2003
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Jan 2, 2010
Jan 2, 2010 at 7:14 AM UTC
Oh for a muse of fire.
Hay, madre, un sitio en el mundo, que se llama París. Un sitio muy grande y lejano y otra vez grande. Mi madre me ajusta el cuello del abrigo, no porque empieza a nevar, sino para que empiece a nevar. La mujer de mi padre está enamorada de mí, viniendo y avanzando de espaldas a mi nacimiento y de pecho a mi muerte. Que soy dos veces suyo: por el adiós y por el regreso. La cierro, al retornar. Por eso me dieran tánto sus ojos, justa de mí, in fraganti de mí, aconteciéndose por obras terminadas, por pactos consumados. Mi madre está confesa de mí, nombrada de mí. ¿Cómo no da otro tanto a mis otros hermanos? A Víctor, por ejemplo, el mayor, que es tan viejo ya, que las gentes dicen: ¡Parece hermano menor de su madre! ¡Fuere porque yo he viajado mucho! ¡Fuere porque yo he vivido más! Mi madre acuerda carta de principio colorante a mis relatos de regreso. Ante mi vida de regreso, recordando que viajé durante dos corazones por su vientre, se ruboriza y se queda mortalmente lívida, cuando digo, en el tratado del alma: Aquella noche fui dichoso. Pero, más se pone triste; más se pusiera triste. -Hijo, ¡cómo estás viejo! Y desfila por el color amarillo a llorar, porque me halla envejecido, en la hoja de espada, en la desembocadura de mi rostro. Llora de mí, se entristece de mí. ¿Qué falta hará mi mocedad, si siempre seré su hijo? ¿Por qué las madres se duelen de hallar envejecidos a sus hijos, si jamás la edad de ellos alcanzará a la de ellas? ¿Y por qué, si los hijos, cuanto más se acaban, más se aproximan a los padres? ¡Mi madre llora porque estoy viejo de mi tiempo y porque nunca llegaré a envejecer del suyo! Mi adiós partió de un punto de su ser, más externo que el punto de su ser al que retorno. Soy, a causa del excesivo plazo de mi vuelta, más el hombre ante mi madre que el hijo ante mi madre. Allí reside el candor que hoy nos alumbra con tres llamas. Le digo entonces hasta que me callo: -Hay, madre, en el mundo un sitio que se llama París. Un sitio muy grande y muy lejano y otra vez grande. La mujer de mi padre, al oírme, almuerza y sus ojos mortales descienden suavemente por mis brazos.
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El buen sentido
Hay, madre, un sitio en el mundo, que se llama París. Un sitio muy grande y lejano y otra vez grande. Mi madre me ajusta el cuello del abrigo, no porque empieza a nevar, sino para que empiece a nevar. La mujer de mi padre está enamorada de mí, viniendo y avanzando de espaldas a mi nacimiento y de pecho a mi muerte. Que soy dos veces suyo: por el adiós y por el regreso. La cierro, al retornar. Por eso me dieran tánto sus ojos, justa de mí, in fraganti de mí, aconteciéndose por obras terminadas, por pactos consumados. Mi madre está confesa de mí, nombrada de mí. ¿Cómo no da otro tanto a mis otros hermanos? A Víctor, por ejemplo, el mayor, que es tan viejo ya, que las gentes dicen: ¡Parece hermano menor de su madre! ¡Fuere porque yo he viajado mucho! ¡Fuere porque yo he vivido más! Mi madre acuerda carta de principio colorante a mis relatos de regreso. Ante mi vida de regreso, recordando que viajé durante dos corazones por su vientre, se ruboriza y se queda mortalmente lívida, cuando digo, en el tratado del alma: Aquella noche fui dichoso. Pero, más se pone triste; más se pusiera triste. -Hijo, ¡cómo estás viejo! Y desfila por el color amarillo a llorar, porque me halla envejecido, en la hoja de espada, en la desembocadura de mi rostro. Llora de mí, se entristece de mí. ¿Qué falta hará mi mocedad, si siempre seré su hijo? ¿Por qué las madres se duelen de hallar envejecidos a sus hijos, si jamás la edad de ellos alcanzará a la de ellas? ¿Y por qué, si los hijos, cuanto más se acaban, más se aproximan a los padres? ¡Mi madre llora porque estoy viejo de mi tiempo y porque nunca llegaré a envejecer del suyo! Mi adiós partió de un punto de su ser, más externo que el punto de su ser al que retorno. Soy, a causa del excesivo plazo de mi vuelta, más el hombre ante mi madre que el hijo ante mi madre. Allí reside el candor que hoy nos alumbra con tres llamas. Le digo entonces hasta que me callo: -Hay, madre, en el mundo un sitio que se llama París. Un sitio muy grande y muy lejano y otra vez grande. La mujer de mi padre, al oírme, almuerza y sus ojos mortales descienden suavemente por mis brazos.
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Al pie de un roble escarchado donde Belardo el amante desbarató un tosco nido que habían tejido las aves, de breves pasadas glorias, de presentes largos males, así se queja diciendo: quien tal hace, que tal pague. La bella Filis un día, al tiempo que el sol esparce sus rayos por todo el suelo, dorando montes y valles, sintiendo que el corazón se le divide en dos partes, así el [lo] mesmo decía: quien tal hace, que tal pague. Hice a los desdenes guerra, guerra desdenes me hacen; maté a Belardo con celos, celos es bien que me maten. No atendí siendo llamada, agora no me oye nadie; con justa causa padezco: quien tal hace, que tal pague. Desamé a Belardo un tiempo, y el amor para vengarse, quiere que le quiera agora, y que él me olvide y desame. Dejadme, pasiones frescas, frescas pasiones, dejadme vivir para que publique: quien tal hace, que tal pague. No le da pena el rigor del frío tiempo que hace, que el fuego de amor la ampara que dentro en su pecho nace. Dando de coraje voces, que revienta de coraje, dice por momentos Filis: quien tal hace, que tal pague. ¿Do está, Belardo, la fe que prometiste guardarme? más yo la quebré primero, tú puedes de mí quejarte. Diste primero en quererme, yo primero en olvidarte, tú harta disculpa tienes: quien tal hace, que tal pague. Sacó del seno un papel y con mil ansias le abre, y antes de leerle todo le arruga, rompe y deshace diciendo: «Yo soy la causa, no tengo de quién quejarme, quien dio la causa revienta: quien tal hace, que tal pague».
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Al pie de un roble escarchado donde Belardo el amante desbarató un tosco nido que habían tejido las aves, de breves pasadas glorias, de presentes largos males, así se queja diciendo: quien tal hace, que tal pague. La bella Filis un día, al tiempo que el sol esparce sus rayos por todo el suelo, dorando montes y valles, sintiendo que el corazón se le divide en dos partes, así el [lo] mesmo decía: quien tal hace, que tal pague. Hice a los desdenes guerra, guerra desdenes me hacen; maté a Belardo con celos, celos es bien que me maten. No atendí siendo llamada, agora no me oye nadie; con justa causa padezco: quien tal hace, que tal pague. Desamé a Belardo un tiempo, y el amor para vengarse, quiere que le quiera agora, y que él me olvide y desame. Dejadme, pasiones frescas, frescas pasiones, dejadme vivir para que publique: quien tal hace, que tal pague. No le da pena el rigor del frío tiempo que hace, que el fuego de amor la ampara que dentro en su pecho nace. Dando de coraje voces, que revienta de coraje, dice por momentos Filis: quien tal hace, que tal pague. ¿Do está, Belardo, la fe que prometiste guardarme? más yo la quebré primero, tú puedes de mí quejarte. Diste primero en quererme, yo primero en olvidarte, tú harta disculpa tienes: quien tal hace, que tal pague. Sacó del seno un papel y con mil ansias le abre, y antes de leerle todo le arruga, rompe y deshace diciendo: «Yo soy la causa, no tengo de quién quejarme, quien dio la causa revienta: quien tal hace, que tal pague».
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Siempre tienes la rama preparada para la rosa justa; andas alerta siempre, el oído cálido en la puerta de tu cuerpo, a la flecha inesperada. Una onda no pasa de la nada, que no se lleve de tu sombra abierta la luz mejor. De noche, estás despierta en tu estrella, a la vida desvelada. Signo indeleble pones en las cosas. Luego, tornada gloria de las cumbres, revivirás en todo lo que sellas. Tu rosa será norma de las rosas; tu oír, de la armonía; de las lumbres tu pensar; tu velar, de las estrellas.
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A mi alma
the phrase instantaneously registers, dutifully stored for a new baby composition, for all my future lovers and you dear reader, “move at the speed of trust” too young to justa rush into, too old to justa rush from, y’all inquire “what’s the right speed, when the hunger pains of now-need, instantaneously beg for get-no(w)-satisfaction?” move at the speed of trust, whoa, the resonating free ringtone clangs like a fireball, sounds sensible but sensible and love are words illegal to use in a poem, and, about trust, as surely past burnt lovers will happily remind you at every chance, trust means bust fifty percent in romance every instinct says go, fall, let it happen, except for the bass squeaky one, from the rear mezzanine cheap seats, low and slow toned, hey remember me? trust, my name is trust, here to remind you that justa trusting yourself will never prove wrong, that’s the lesson of now-need, fifty percent anyway in matters romantic
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Oct 31, 2019
Oct 31, 2019 at 7:17 PM UTC
2. move at the speed of trust (vs. now-need)
Later's.. Where I want to be with you, Doing all the freaky things we do; Got-Me, Up-Against the wall with your hands down in my draws; yeah! I'm creaming in my jeans.. you about to make me scream. Later's, Where I want to be with you. Doing all the wild things, we do... got hard chocolate in your mouth,  and you're ******* in-and-out; Later's, Where I want to be with you. Later's, Where I want to be with you... doing all the ***** things we do; got you down on your knees and you're blowing me with ease; Later's, Where I want to be with you... Doing all the  crazy things that, we do, Yeah! I'm running in a thong and you're justa egging-me-on! Now, I'm ******* on your breast...like rain you're all wet. Later's, Where I want to be with you.. Doing all the **** things we-do; Like when you're down on your knees and I'm banging you to please; OOOO! Later's, Where I want to be with you. Doing those things we like to do...me loosing my tongue deep-inside you... front-to-back; nothing I don't do. Later's, Where I want to be with you... turn-off the lights; Now lets do what we do...OOOOOOOOOOOO! No-More, Later!
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Nov 28, 2014
Nov 28, 2014 at 8:48 PM UTC
Later's
Tu boca jugosa y fragante. Su risa coqueta reía. Tan fresca la risa fluía, que su agua la fuente sonante por ti detenía... Tu boca reía... tu boca, que tiene humedad de ambrosía, que tanto promete y provoca: Tu boca de miel y armonía, reía... Y vino una abeja dorada, de mieles ansiosa, y quiso, creyéndola rosa, posarse en tu boca encarnada, fragante y jugosa... Y en tanto la abeja volaba buscando la miel de la rosa, riendo una risa nerviosa, tu boca el ataque esquivaba medrosa... Tu boca reía y gemía de angustia. La abeja de oro, en pos de la rosa que huía, ritmaba su vuelo sonoro. Y, al cabo, la abeja posóse en tu boca riente: Tu risa fue grito doliente, fue queja... Decidme, señora, si es justa la cólera vuestra; decir si merezco esta adusta mirada que ira demuestra. Al ver vuestro aprieto, un instante, quedóse mi mente perpleja: ¡No había manera galante de darle muerte a la abeja! Verdad que os besé; pero en eso no hay sombra de culpa: Matar una abeja de un beso, tal beso disculpa. No fue, mi señora, osadía, besar vuestros labios, rosados: La abeja me hirió en su agonía: Miradme los labios hinchados. Cierto es que bendigo a la abeja traidora, mas, ved cuánto sufro, en castigo de haberos besado, señora. Reíd vuestra risa nerviosa, reíd vuestra risa coqueta; que ría la boca jugosa, que ría la húmeda rosa que adora el poeta... Reíd y pensad un instante si el beso una injuria refleja: ¿Había otro modo galante de darle muerte a la abeja?
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La abeja
Tu boca jugosa y fragante. Su risa coqueta reía. Tan fresca la risa fluía, que su agua la fuente sonante por ti detenía... Tu boca reía... tu boca, que tiene humedad de ambrosía, que tanto promete y provoca: Tu boca de miel y armonía, reía... Y vino una abeja dorada, de mieles ansiosa, y quiso, creyéndola rosa, posarse en tu boca encarnada, fragante y jugosa... Y en tanto la abeja volaba buscando la miel de la rosa, riendo una risa nerviosa, tu boca el ataque esquivaba medrosa... Tu boca reía y gemía de angustia. La abeja de oro, en pos de la rosa que huía, ritmaba su vuelo sonoro. Y, al cabo, la abeja posóse en tu boca riente: Tu risa fue grito doliente, fue queja... Decidme, señora, si es justa la cólera vuestra; decir si merezco esta adusta mirada que ira demuestra. Al ver vuestro aprieto, un instante, quedóse mi mente perpleja: ¡No había manera galante de darle muerte a la abeja! Verdad que os besé; pero en eso no hay sombra de culpa: Matar una abeja de un beso, tal beso disculpa. No fue, mi señora, osadía, besar vuestros labios, rosados: La abeja me hirió en su agonía: Miradme los labios hinchados. Cierto es que bendigo a la abeja traidora, mas, ved cuánto sufro, en castigo de haberos besado, señora. Reíd vuestra risa nerviosa, reíd vuestra risa coqueta; que ría la boca jugosa, que ría la húmeda rosa que adora el poeta... Reíd y pensad un instante si el beso una injuria refleja: ¿Había otro modo galante de darle muerte a la abeja?
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Fue tu primer amigo literario (¿Amigo? No es palabra justa), el que primero Te procuró experiencia en esa inevitable Falacia de nuestro trato humano: Ver cómo las palabras, las acciones Ajenas, son crudamente no entendidas. Pues no quería o no podía entenderte, Tus motivos él los trastocaba A su manera: de claros En oscuros y de razonables En insensatos. No se lo perdonaste Porque es imperdonable la voluntaria tontería. El escribió de ti eso de «Licenciado Vidriera» y aun es de agradecer que superior inepcia no escribiese, Siéndole tan ajenas las razones Que te movían. ¿Y te extrañabas De su desdén a tu amistad inocua, Favoreciendo en cambio la de otros? Estos eran los suyos. Los suyos, sus amigos predestinados, Los que él entendía, los que a él le entendieron, Si es que en el limbo entendimiento existe. Por eso su intención, aunque excelente, al no entenderte, Hizo de ti un fantoche a su medida: Raro, turbio, inútilmente complicado.
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Malentendu
Night and day, a thrashing like an invisible whiptail surge van hail, doth swell me ***** excruciatingly, doggedly blackmail capriciously be-numbingly, aggravatingly assail mine conscience in what paltry pale capacity of this gamboling male, I can "pay forward," whatever means shale be moost apropos avail to offset bewail ling (internal psyche doth ale hankering) against utter lifetime (mine) peppered with emotional, physical and social destitution bereft, viz fail ling to maximize inspiration reverberating as vibrant detail lacking even justa minimum desire to live (visa vis no way discover ring, nope nar even "FAKE" king minuscule appeasement of my body, mind, and spirit triage during) hell...shove (shelve) aside such gloriously noble benighted role, amidst upending folktale re: King Arthur and His Knights of the Round Table futilely searching for holy grail where steadfast conviction emboldens this heart and hale spirited mindful, sincere hard drive spurs (neigh saying horse sense of mine) where ambition saddled to air (dan sing) quailing, yen propelling (yours truly), with sincere humanitarian, (i.e. blood driven) philanthropic spiritual zeal, I tried to unveil, this reasonably rhyming thumbnail sketch poetically versatile within this spurious verse despite any trials undermining travail rather mine heart felt genuine motive fueled by impetus to contribute within e kale logi, fizzy hollow gee, humanity, with integrity, magnanimity, and quality fervency, while still adept, adroit, agile, and alert, (cuz America needs more lerts to become great again) ironically steel tougher than nails, duh pleating ability dovetail to bug (or wug) gee wholesale.
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Sep 25, 2018
Sep 25, 2018 at 6:42 PM UTC
A Positive Impact
Night and day, a thrashing like an invisible whiptail surge van hail, doth swell me ***** excruciatingly, doggedly blackmail capriciously be-numbingly, aggravatingly assail mine conscience in what paltry pale capacity of this gamboling male, I can "pay forward," whatever means shale be moost apropos avail to offset bewail ling (internal psyche doth ale hankering) against utter lifetime (mine) peppered with emotional, physical and social destitution bereft, viz fail ling to maximize inspiration reverberating as vibrant detail lacking even justa minimum desire to live (visa vis no way discover ring, nope nar even "FAKE" king minuscule appeasement of my body, mind, and spirit triage during) hell...shove (shelve) aside such gloriously noble benighted role, amidst upending folktale re: King Arthur and His Knights of the Round Table futilely searching for holy grail where steadfast conviction emboldens this heart and hale spirited mindful, sincere hard drive spurs (neigh saying horse sense of mine) where ambition saddled to air (dan sing) quailing, yen propelling (yours truly), with sincere humanitarian, (i.e. blood driven) philanthropic spiritual zeal, I tried to unveil, this reasonably rhyming thumbnail sketch poetically versatile within this spurious verse despite any trials undermining travail rather mine heart felt genuine motive fueled by impetus to contribute within e kale logi, fizzy hollow gee, humanity, with integrity, magnanimity, and quality fervency, while still adept, adroit, agile, and alert, (cuz America needs more lerts to become great again) ironically steel tougher than nails, duh pleating ability dovetail to bug (or wug) gee wholesale.
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La luz sostiene -ingrávidos, reales- el cerro blanco y las encinas negras, el sendero que avanza, el árbol que se queda; la luz naciente busca su camino, río titubeante que dibuja sus dudas y las vuelve certidumbres, río del alba sobre unos párpados cerrados; la luz esculpe al viento en la cortina, hace de cada hora un cuerpo vivo, entra en el cuarto y se desliza, descalza, sobre el filo del cuchillo; la luz nace mujer en un espejo, desnuda bajo diáfanos follajes una mirada la encadena, la desvanece un parpadeo; la luz palpa los frutos y palpa lo invisible, cántaro donde beben claridades los ojos, llama cortada en flor y vela en vela donde la mariposa de alas negras se quema: la luz abre los pliegues de la sábana y los repliegues de la pubescencia, arde en la chimenea, sus llamas vueltas sombras trepan los muros, yedra deseosa; la luz no absuelve ni condena, no es justa ni es injusta, la luz con manos invisibles alza los edificios de la simetría; la luz se va por un pasaje de reflejos y regresa a sí misma: es una mano que se inventa, un ojo que se mira en sus inventos. La luz es tiempo que se piensa.
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La vista, el tacto
Leathers ladies and insanity that's all that old fool needs ride to hell and **** the smell living by his own creed Your brothers belly's are full of beer their hearts are full of pride and power flirting with death and crystal **** and toking on that wild wood flower but he ain't no different bro's He justa whole lot further down the line Just thought I'd call to let you know He'll be coming in late tonight Pool ***** are crackin and the beer is guzzled down a couple more lines of whatever that was and he just gonna hang around Don't know where he's going now and frankly he don't care some other dimly lit smoky bar probably waitin for him there but he ain't no different bro's He justa whole lot further down the line He said to call to let you know He'd be comin in late tonight A diesel rig kinda hard on the chrome so ya lay that mother down justa couple miles from home but you're gone before ya hit the ground Don't where you're goin now but you can bet your bottom buck all us earth bound bro's down here We'll hoist a few and wish ya luck but you ain't no different now you're just a whole lot further down the line I guess I'll call to let em know You won't make it in tonight, so tell the operator, reverse the charges cause the call's on us tonight, I gotta call to let em know You won't make it in this time. So leathers ladies and insanity is all that old fool needs ride to hell and **** the smell he gonna live by his own creed
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Jan 22, 2016
Jan 22, 2016 at 8:23 AM UTC
For Ace (song)
ENCADENADOS Miradas encadenas, cadenas que no pesan nada, pues se han atado, a la persona amada. Ojos que miran con justicia, justicia en justa medida. Miradas que se miran con igualdad divina, con desquicia, pero sin avaricia de poseer el otro, solo, amarse hasta que el pozo del tiempo se seque por dentro, consecuentemente poniendo distancia de por medio. Cadenas con fibras de libertad - pues sus ojos en otros se pudieron fijar, mas el convenio de por siempre amarse, de encontrarse reflejado en el otro; sin atropellos, sin descuido, sin desacierto, sin desvarió convierte esas ataduras en liviana expresión que les llena de emoción su cotidiana convivencia, al encontrarse en cada mañana todavía atados a ese voto de amor que hace tiempo se prometieron. Miradas encadenadas, cautivos de la esperanza, de esa esperanza de siempre atravesar el mundo juntos sin inconveniencia, sin apuros, sin apatía a la noche fría, sin oposición a los cambiantes rayos del sol, sin disconformidad.., cada uno amando a raudales perdiéndose en esos espacios donde sus miradas reafirman su acuerdo. Se miran todos los días por primera vez, Se miran como si fuesen su mejor horizonte, Se miran y sus cadenas parecen invisibles, esas cadenas de amor que entre ellos existe. Encadenados por convicción cada eslabón fortaleciendo su conexión. Y sus ojos reafirman que son su mejor compromiso de lealtad y amor. LeydisProse 10/8/2018 https://m.facebook.com/LeydisProse//
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Oct 10, 2018
Oct 10, 2018 at 7:22 PM UTC
Encadenados
Éstos, amada, son sitios vulgares en que en el ruido mundanal se asusta el alma fidelísima, que gusta de evocar tus encantos familiares. Añoro dulcemente los lugares en donde imperas cual señora justa, tu voz real y tu mirada augusta que ungieron con su gracia mis pesares. Y recuerdo que en época lejana, por tus raras virtudes milagrosas y tu amable modestia provinciana, ebrio de amor te comparó el poeta con la mejor de las piedras preciosas oculta en pobres hojas de violeta. Tuviste, en la delicia de mi sueño, fuerza de mano que se da al caído y la piedad de un pájaro agreño que en la rama caduca pone el nido. De tu falda al seráfico pergeño cual párvulo medroso estoy asido, que en la infantil iglesia de mi ensueño las imágenes rotas han caído. Yo sé que en mis catástrofes internas no más quedas tú en pie, señora alta, de frente noble y de miradas tiernas. Condúceme en las noches inclementes porque sin ti para marchar me falta el óleo de las vírgenes prudentes.
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A una ausente seráfica
so many pleasures, yet this, the chiefest! it is the cellular sensation, a momentary swiping the real stroking of gentle grazing, the finger-tracing painting of another’s softest places this is what I will ever miss this is what I will   eye  mist *when the eyes, arms and all the rest age beyond, functioning justa at the “barely” test, as long my forefinger, tho crooked and bent, can draw lines upon the cheeks of my beloveds, the lover sleeping beside, so relaxed, eyes closed, the children, whose skins elasticity is living electricity, even the warped, veined, roughened dying skin of those yet glowing-gasping for the tactile worship,* I will desire to live
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Oct 26, 2019
Oct 26, 2019 at 9:12 AM UTC
1. so many pleasures, yet this, the chiefest!
Un hombre está mirando a una mujer, está mirándola inmediatamente, con su mal de tierra suntuosa y la mira a dos manos y la tumba a dos pechos y la mueve a dos hombres. Pregúntome entonces, oprimiéndome la enorme, blanca, acérrima costilla: Y este hombre ¿no tuvo a un niño por creciente padre? ¿ Y esta mujer, a un niño por constructor de su evidente **** Puesto que un niño veo ahora, niño ciempiés, apasionado, enérgico; veo que no le ven sonarse entre los dos, colear, vestirse; puesto que los acepto, a ella en condición aumentativa, a él en la flexión del heno rubio. Y exclamo entonces, sin cesar ni uno de vivir, sin volver ni uno a temblar en la justa que venero: ¡Felicidad seguida tardíamente del Padre, del Hijo y de la Madre! ¡Instante redondo, familiar, que ya nadie siente ni ama! ¡De qué deslumbramiento áfono, tinto, se ejecuta el cantar de los cantares! ¡De qué tronco, el florido carpintero! ¡De qué perfecta axila, el frágil remo! ¡De qué casco, ambos cascos delanteros!
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Un hombre está mirando a una mujer
This world is not my home, I'm justa 'passin through; I'll live with God one day, and pray that so will you. He's got a place for me, a mansion in the sky; A home that's all my own, the very day I die. Such beauty I will see, streets made of purest gold; Behind those gates of pearl, my loved one's there to hold. No more we'll feel life's pain, nor shed but one more tear; This time on earth won't count, one day or one more year. He's paid the price for us, forgiven by His blood; So live for Him today, surrounded by His Love.
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May 29, 2017
May 29, 2017 at 8:05 PM UTC
"Forgiving Love"
Quien fuera no me vio, me vio su sombra que vino justa, cálida a asomarse por mi vida entreabierta; esencia gris sin más olor; ola en donde dos ojos hechos uno se inmensaban. (Sombras que ven del todo, y no reciben mirada. Nos alarman, mas son invulnerablemente tranquilas como aceite. Con su espiralidad de escorzo exacto inventan todo acto imposible de espionaje, de introducción, de envolvimiento. Sobrecojen sin miedo, muerden sin labio, se van sin compromiso. A veces nos dejaron una rosa, esencia gris sin más olor, prenda sensual de fe sin nombre). Una rosa de sombras y de sombra, alargada a mi mano esbeltamente, con música sin son, con corrida sonrisa, por cuerpo que no vio, guardo en mi mano abierta.
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Confusión de la rosa ella