"justa" poems
etymolo gicilato
pervy and scribe
justa lovidactil
otta wormsandside
ima scribble bluey
evological snide
scriptiburgis outcast
meatiyum pride
urdadidafactus sum
party thatribe
looping over cants
and the meaningless tide
looping over cants
and the meaningless tide
Sep 17, 2010
Sep 17, 2010 at 12:04 AM UTC
Flee the Ghetto
Times and Motions
Whirls and Swirls
Around the universe
we twirls
Great Space is black
all pinpoint lights
So cold and bleak
through all the night
Our best minds sit
and stare in awe
In altars, perched
on mountains tall
Seeking vistas,
Planets fine
Warm and wet
With Oceans Brine
Pure, swept With winds
fresh and new
A Paradise,
unblemished dew.
For we must flee
This planet small
Too many we
and soon the fall
Is eminent
if not we go
and refuge find
Pray God bestow
While we have time
To start anew
To try again
for we were fools
And ruined the place
gave us in Love
God’’s great gift
from Heav'n above
Dear Earth, fair home
All blessings be
Beloved of Man
On bended knee
We bow to you
You fleck of rock
You grain of sand
That bears our flock
Our precious home
for man to stand
and look around
and understand
How fragile’s life
A gift so rare
For all we’ve found
Of life Is here
So search brave priests
of this new age
of our demise
you are the sage
Please Save us guys*
you honored few
To you we cry
it’’s up to you
For we poor clods
have fought, and ruined
This grant from God
Destroyed too soon.
Find us a home
Another womb
Another Harbor
Please find one soon
For us to raise
our children strong
and try to teach them
right from wrong
That black or white
means not at all
that violence
precedes a fall
Too many players
Too small a stage
A madness caused
A screaming rage.
Our history
A tale of woe
Of endless wars
Tombstones in rows.
Our weapons might
Now reaches all
no refuge from
the killing fall
You made those things
Those killer toys
Now turn your brains
Look outward boys!
We need your help
and God’’s as well
This fate to turn,
This ride to hell
For we have learned
to dread the sight
of timeless darkness
endless night
We need some friends
To fight and play
Another species
Help us pray
Or we will end.
and all will turn
to endless blackness
Hell returned.
Justa Civileon 2003
* gender neutral on the "guys"
Not one of my uppiest rambles but I never was a light person
Jan 2, 2010
Jan 2, 2010 at 7:12 AM UTC
A Nossa Existência como seres humanos
Nascemos em qualquer lugar e somos filhos de quem quer por amor ou desejo simplesmente de procriar ou prazer puro. Não engrandece ou diminui a nossa natureza de seres humanos que nascendo por amor ou não! A partir deste início comprometedor existimos para gáudio de uns ou tristeza de outros. Milhões de células se uniram para fazer nascer seres nossos semelhantes com qualidades e defeitos que de uma maneira ou outra vão tentar sobreviver numa sociedade desproporcional e incapaz de controlar: os devaneios, crises, empreendimentos, crimes, loucuras de uma sociedade débil e moribunda.
Mas humanos resistem com paixão, inteligência e idealismo puro para tentar combater: a fome, guerra e construir muros de paz. Sim com consciência temos homens que labutam por um mundo melhor e uma sociedade que fomente uma existência menos penosa e permita uma recompensa para a outra vida mais conveniente e digna.
Todos nós temos direito à abundância de coisas boas nesta vida. O universo é totalmente gratuito para todos com uma harmoniosa junção de todos os fenómenos temporais que durante as estações de ano se manifestam na perfeição em sinfonias elaboradas por Deus eterno, infinito e Senhor. Deus nós ama feliz com uma amor intemporal e manifesto no amor de Jesus por todos nós. Com sua morte na cruz e sua Ressurreição exaltou os homens bons a viver com amor e por amor ao seu semelhante.
Vivemos num sociedade global e intransigente em que os seres humanos coabitam nos mais diversos lugares. A nossa existência como seres será leal e justa se dermos todos as mãos uns aos outros e fazer algo nesta terra que nós faça orgulhar muito mais tarde no Céu. A nossa existência como seres humanos deixava de ser importante se não houvesse uma recompensa por tudo que divinamente o homem bom faz nesta vida terrena. Deus com sua infinita bondade disse ao homem para se multiplicar e difundir seu imaculado amor e ditou suas leis universais baseadas numa fé irracional e num amor de coração.
Cabe a todo o ser humano justificar a sua existência com um amor inadiável a todos os seus semelhantes. Através da escrita e com tudo que Deus criador me deu não passa um dia nesta minha vida de passagem sem lhe agradecer por minha existência e por este planeta terra maravilhoso em todos os continentes e latitudes.
Abraço amigo
Victor Marques
Jan 7, 2014
Jan 7, 2014 at 10:25 AM UTC
Amigos queridos,
sem faces e sem nomes.
Retiradas foram suas vísceras,
logo antes de seus corpos imergirem
em um exacerbadamente denso volume de sangue
grotesca e plenamente apreciado
pelos algozes responsáveis,
certos irreconhecíveis demônios.
Vieram dos *** os tais tiranos,
visíveis, mas imateriais,
enquanto esperávamos
inconscientes e inevitavelmente despreparados
para uma luta justa.
Sobre os indiferentes, distantes,
mas ainda amigáveis e queridos companheiros,
ainda recordo de alguma ordem:
O primeiro não sentiu dor alguma,
bem como nada viu ou percebeu; fora partido ao meio.
O segundo, já desesperado e afogando-se em lagrimas,
tornou-se borrão de um vermelho pesado, grosso e brutal;
Dos outros, três ou quatro,
somente tenho em mente os gemidos inexprimíveis;
uma junção entre suspiros e soluços
de uma morte nada convidativa e próxima.
Foram todos rostos sem faces perdidos
na espera do desconhecido fatalmente promulgado
pelas minhas ânsias.
O ultimo vivo me induziu à única ação possível:
pude cair meus quinhentos intermináveis metros;
deslizando, enquanto tentava me segurar,
por um material recoberto de farpas
que transpassavam minhas mãos,
as quais sangravam em direção a um mar, sombrio e obscuro;
me afundei irremediavelmente em minhas próprias aflições.
May 22, 2013
May 22, 2013 at 8:21 PM UTC
I Can’t Find My Glasses - Care Givers Prayers
I can’’t find my glasses?
Okay little one
just wait for a sec
till the dishes are done
I can’’t find my glasses?
Okay *** lets look
perhaps in the bedroom
While reading your book
I can’’t find my glasses?
Now where could they be?
On the couch, or the table
On top the TV?
I can’’t find my glasses?
It’’s fine now , don’’t fret
You’’ve just now misplaced them
We oft times forget.
I can’’t find my glasses?
Prap’’s here, in this room
Don’’t cry now my darling
We’’ll locate them soon.
I can’’t find my glasses?
Here give me a hug.
Don’’t cry and don’’t fret now.
You cute little bug.
I can’’t find my glasses?
What’’s this that I feel.
Your pockets the culprit
See what is revealed.
My glasses! You’’ve found them!
Her smile’’s just a beam.
Her joy is unbound less.
Her panic serene.
She skips to the bedroom
To fuss and to play.
"I can’’t find my glasses"
The third time. Today.
Dedicated to my wife a young grandmother with alzhieimers.
Justa Civileon 2004
Jan 2, 2010
Jan 2, 2010 at 7:09 AM UTC
I wonder if the music
is too loud
or if I
am just too soft.
Cut my lip
bleddin' blues into can
RED, WHITE, BLUE
My sunglasses
are $ store commodity
& clothes thrifty.
Got my all-cotton
white shirts
runnin' roun Tejas
Gallopin' legless
into
this can
& that can
SUPER IMPOSSIBLE is
Bone dead ol' wives tale.
A little trickery
Here, there, everywhere
Justa make
ma shoes fit.
Cuz no matter where ya walk there are bagpipes in the rain.
Don't forget
bout the ol'
Beer cans in the road
And numb legs
dangling
in Amsterdam Canals.
Oh buddy, & I'm
drinkin' another.
An just like that:
The blood had run
And my
can
was DONE.
Feb 15, 2014
Feb 15, 2014 at 5:44 PM UTC
Amar a vida primeiro
Gratidão para o resto do dia,
dando sorrisos para irem muito longe.
As coisas estão serenas tais como os rios Douro e Tua que esperam pacientemente todas as águas que se deleitam em correr desenfreadamente para seus leitos. Vinhas com folhas que caem coloridas e se assemelham a um horizonte de ouro luzidio.
Os pecadores sem sinos para tocar os remorsos dos seus pecados mais graves. A consciência humana dignifica e purifica ao mesmo tempo tantos seres que com pequenos delitos caminham livremente. Portas e janelas abertas logo de amanhã para espreitarem a biblioteca do universo. Amando cada ser humano em excesso, cada folhinha que tem medo de estar ligada. Folhas com o medo de estar no ar. A vida nem sempre é justa para leõezinhos que na selva com cabras e cordeiros confraternizam no paraíso de um Deus infinito e imparcial. Amar a vida meus queridos amigos porque não se pode amar ninguém senão amarmos a vida primeiro.
. Victor Marques
Nov 17, 2014
Nov 17, 2014 at 2:10 PM UTC
A poet not
Perhaps someday I’ll write a rhyme
If so inclined and have the time
A play on words, a touch of wit
Tis true, I have some nack for it
Of pace and meter, twisted words
Passion, feelings, things I’ve heard
But not just now, my soul is old
My mind is numb , my muse too cold
My thoughts are shallow, as a pond
While poets need, an ocean strong
And so for now I’ll meditate
On poems of friends, I know are great
Just a rhymer - Justa Civileon 2003
Jan 2, 2010
Jan 2, 2010 at 7:15 AM UTC
Oh for a muse of fire.
Sitting quiet, meek and still
Silent, silenced, till I shrill
out
Crys. Laments for words to use
To spark, inflame, my chilly muse
Prayers to heaven, to the gods
To the furies, hear my sobs
and pray now
Send a spark sublime
Perfect platter, all in rhyme.
Justa Civileon 2003
Jan 2, 2010
Jan 2, 2010 at 7:14 AM UTC
Hay, madre, un sitio en el mundo, que se llama París. Un sitio
muy grande y lejano y otra vez grande.
Mi madre me ajusta el cuello del abrigo, no porque empieza a nevar,
sino para que empiece a nevar.
La mujer de mi padre está enamorada de mí, viniendo y
avanzando de espaldas a mi nacimiento y de pecho a mi muerte. Que soy
dos veces suyo: por el adiós y por el regreso. La cierro, al
retornar. Por eso me dieran tánto sus ojos, justa de mí,
in fraganti de mí, aconteciéndose por obras terminadas,
por pactos consumados.
Mi madre está confesa de mí, nombrada de mí.
¿Cómo no da otro tanto a mis otros hermanos? A
Víctor, por ejemplo, el mayor, que es tan viejo ya, que las
gentes dicen: ¡Parece hermano menor de su madre! ¡Fuere
porque yo he viajado mucho! ¡Fuere porque yo he vivido más!
Mi madre acuerda carta de principio colorante a mis relatos de regreso.
Ante mi vida de regreso, recordando que viajé durante dos
corazones por su vientre, se ruboriza y se queda mortalmente
lívida, cuando digo, en el tratado del alma: Aquella noche fui
dichoso. Pero, más se pone triste; más se pusiera triste.
-Hijo, ¡cómo estás viejo!
Y desfila por el color amarillo a llorar, porque me halla envejecido,
en la hoja de espada, en la desembocadura de mi rostro. Llora de
mí, se entristece de mí. ¿Qué falta
hará mi mocedad, si siempre seré su hijo? ¿Por
qué las madres se duelen de hallar envejecidos a sus hijos, si
jamás la edad de ellos alcanzará a la de ellas? ¿Y
por qué, si los hijos, cuanto más se acaban, más
se aproximan a los padres? ¡Mi madre llora porque estoy viejo de
mi tiempo y porque nunca llegaré a envejecer del suyo!
Mi adiós partió de un punto de su ser, más externo
que el punto de su ser al que retorno. Soy, a causa del excesivo plazo
de mi vuelta, más el hombre ante mi madre que el hijo ante mi
madre. Allí reside el candor que hoy nos alumbra con tres
llamas. Le digo entonces hasta que me callo:
-Hay, madre, en el mundo un sitio que se llama París. Un sitio
muy grande y muy lejano y otra vez grande.
La mujer de mi padre, al oírme, almuerza y sus ojos mortales
descienden suavemente por mis brazos.
1.1k
Al pie de un roble escarchado
donde Belardo el amante
desbarató un tosco nido
que habían tejido las aves,
de breves pasadas glorias,
de presentes largos males,
así se queja diciendo:
quien tal hace, que tal pague.
La bella Filis un día,
al tiempo que el sol esparce
sus rayos por todo el suelo,
dorando montes y valles,
sintiendo que el corazón
se le divide en dos partes,
así el [lo] mesmo decía:
quien tal hace, que tal pague.
Hice a los desdenes guerra,
guerra desdenes me hacen;
maté a Belardo con celos,
celos es bien que me maten.
No atendí siendo llamada,
agora no me oye nadie;
con justa causa padezco:
quien tal hace, que tal pague.
Desamé a Belardo un tiempo,
y el amor para vengarse,
quiere que le quiera agora,
y que él me olvide y desame.
Dejadme, pasiones frescas,
frescas pasiones, dejadme
vivir para que publique:
quien tal hace, que tal pague.
No le da pena el rigor
del frío tiempo que hace,
que el fuego de amor la ampara
que dentro en su pecho nace.
Dando de coraje voces,
que revienta de coraje,
dice por momentos Filis:
quien tal hace, que tal pague.
¿Do está, Belardo, la fe
que prometiste guardarme?
más yo la quebré primero,
tú puedes de mí quejarte.
Diste primero en quererme,
yo primero en olvidarte,
tú harta disculpa tienes:
quien tal hace, que tal pague.
Sacó del seno un papel
y con mil ansias le abre,
y antes de leerle todo
le arruga, rompe y deshace
diciendo: «Yo soy la causa,
no tengo de quién quejarme,
quien dio la causa revienta:
quien tal hace, que tal pague».
903
Siempre tienes la rama preparada
para la rosa justa; andas alerta
siempre, el oído cálido en la puerta
de tu cuerpo, a la flecha inesperada.
Una onda no pasa de la nada,
que no se lleve de tu sombra abierta
la luz mejor. De noche, estás despierta
en tu estrella, a la vida desvelada.
Signo indeleble pones en las cosas.
Luego, tornada gloria de las cumbres,
revivirás en todo lo que sellas.
Tu rosa será norma de las rosas;
tu oír, de la armonía; de las lumbres
tu pensar; tu velar, de las estrellas.
817
the phrase instantaneously registers,
dutifully stored for a new baby composition,
for all my future lovers and you dear reader,
“move at the speed of trust”
too young to justa rush into,
too old to justa rush from,
y’all inquire “what’s the right speed,
when the hunger pains of now-need,
instantaneously beg for get-no(w)-satisfaction?”
move at the speed of trust,
whoa, the resonating free ringtone
clangs like a fireball,
sounds sensible
but sensible and love
are words illegal to use in a poem, and,
about trust, as surely past burnt lovers
will happily remind you at every chance,
trust means bust fifty percent in romance
every instinct says go, fall, let it happen,
except for the bass squeaky one,
from the rear mezzanine cheap seats,
low and slow toned, hey remember me?
trust, my name is trust, here to remind you
that justa trusting yourself will never prove wrong,
that’s the lesson of now-need, fifty percent anyway
in matters romantic
Oct 31, 2019
Oct 31, 2019 at 7:17 PM UTC
Later's.. Where I want to be with you, Doing all the freaky things we do; Got-Me, Up-Against the wall with your hands down in my draws; yeah! I'm creaming in my jeans.. you about to make me scream. Later's, Where I want to be with you. Doing all the wild things, we do... got hard chocolate in your mouth, and you're ******* in-and-out; Later's, Where I want to be with you. Later's, Where I want to be with you... doing all the ***** things we do; got you down on your knees and you're blowing me with ease; Later's, Where I want to be with you... Doing all the crazy things that, we do, Yeah! I'm running in a thong and you're justa egging-me-on! Now, I'm ******* on your breast...like rain you're all wet. Later's, Where I want to be with you.. Doing all the **** things we-do; Like when you're down on your knees and I'm banging you to please; OOOO! Later's, Where I want to be with you. Doing those things we like to do...me loosing my tongue deep-inside you... front-to-back; nothing I don't do. Later's, Where I want to be with you... turn-off the lights; Now lets do what we do...OOOOOOOOOOOO! No-More, Later!
Nov 28, 2014
Nov 28, 2014 at 8:48 PM UTC
Tu boca jugosa y fragante.
Su risa coqueta reía.
Tan fresca la risa fluía,
que su agua la fuente sonante
por ti detenía...
Tu boca reía... tu boca,
que tiene humedad de ambrosía,
que tanto promete y provoca:
Tu boca de miel y armonía,
reía...
Y vino una abeja dorada,
de mieles ansiosa,
y quiso, creyéndola rosa,
posarse en tu boca encarnada,
fragante y jugosa...
Y en tanto la abeja volaba
buscando la miel de la rosa,
riendo una risa nerviosa,
tu boca el ataque esquivaba
medrosa...
Tu boca reía y gemía
de angustia. La abeja de oro,
en pos de la rosa que huía,
ritmaba su vuelo sonoro.
Y, al cabo, la abeja
posóse en tu boca riente:
Tu risa fue grito doliente,
fue queja...
Decidme, señora, si es justa
la cólera vuestra;
decir si merezco esta adusta
mirada que ira demuestra.
Al ver vuestro aprieto, un instante,
quedóse mi mente perpleja:
¡No había manera galante
de darle muerte a la abeja!
Verdad que os besé; pero en eso
no hay sombra de culpa:
Matar una abeja de un beso,
tal beso disculpa.
No fue, mi señora, osadía,
besar vuestros labios, rosados:
La abeja me hirió en su agonía:
Miradme los labios hinchados.
Cierto es que bendigo
a la abeja traidora,
mas, ved cuánto sufro, en castigo
de haberos besado, señora.
Reíd vuestra risa nerviosa,
reíd vuestra risa coqueta;
que ría la boca jugosa,
que ría la húmeda rosa
que adora el poeta...
Reíd y pensad un instante
si el beso una injuria refleja:
¿Había otro modo galante
de darle muerte a la abeja?
690
Fue tu primer amigo literario
(¿Amigo? No es palabra justa), el que primero
Te procuró experiencia en esa inevitable
Falacia de nuestro trato humano:
Ver cómo las palabras, las acciones
Ajenas, son crudamente no entendidas.
Pues no quería o no podía entenderte,
Tus motivos él los trastocaba
A su manera: de claros
En oscuros y de razonables
En insensatos. No se lo perdonaste
Porque es imperdonable la voluntaria tontería.
El escribió de ti eso de «Licenciado Vidriera»
y aun es de agradecer que superior inepcia no escribiese,
Siéndole tan ajenas las razones
Que te movían. ¿Y te extrañabas
De su desdén a tu amistad inocua,
Favoreciendo en cambio la de otros? Estos eran los suyos.
Los suyos, sus amigos predestinados,
Los que él entendía, los que a él le entendieron,
Si es que en el limbo entendimiento existe.
Por eso su intención, aunque excelente, al no entenderte,
Hizo de ti un fantoche a su medida:
Raro, turbio, inútilmente complicado.
586
Night and day, a thrashing
like an invisible whiptail
surge van hail,
doth swell me *****
excruciatingly, doggedly blackmail
capriciously be-numbingly,
aggravatingly assail
mine conscience in
what paltry pale
capacity of this gamboling male,
I can "pay forward,"
whatever means shale
be moost apropos avail
to offset bewail
ling (internal psyche doth ale
hankering) against utter
lifetime (mine) peppered
with emotional, physical
and social destitution
bereft, viz fail
ling to maximize inspiration
reverberating as vibrant detail
lacking even justa minimum
desire to live
(visa vis no way
discover ring, nope nar even
"FAKE" king minuscule appeasement
of my body, mind,
and spirit triage during)
hell...shove (shelve) aside
such gloriously noble benighted role,
amidst upending folktale
re: King Arthur and His Knights
of the Round Table
futilely searching for holy grail
where steadfast conviction
emboldens this heart and hale
spirited mindful,
sincere hard drive spurs
(neigh saying horse
sense of mine)
where ambition saddled
to air (dan sing) quailing,
yen propelling (yours truly),
with sincere humanitarian,
(i.e. blood driven)
philanthropic spiritual zeal,
I tried to unveil,
this reasonably rhyming thumbnail
sketch poetically versatile
within this spurious verse despite
any trials undermining travail
rather mine heart felt genuine
motive fueled by impetus
to contribute within e kale
logi, fizzy hollow gee, humanity,
with integrity, magnanimity,
and quality fervency,
while still adept, adroit,
agile, and alert,
(cuz America needs more lerts
to become great again)
ironically steel tougher than nails,
duh pleating ability dovetail
to bug (or wug) gee wholesale.
Sep 25, 2018
Sep 25, 2018 at 6:42 PM UTC
La luz sostiene -ingrávidos, reales-
el cerro blanco y las encinas negras,
el sendero que avanza,
el árbol que se queda;
la luz naciente busca su camino,
río titubeante que dibuja
sus dudas y las vuelve certidumbres,
río del alba sobre unos párpados cerrados;
la luz esculpe al viento en la cortina,
hace de cada hora un cuerpo vivo,
entra en el cuarto y se desliza,
descalza, sobre el filo del cuchillo;
la luz nace mujer en un espejo,
desnuda bajo diáfanos follajes
una mirada la encadena,
la desvanece un parpadeo;
la luz palpa los frutos y palpa lo invisible,
cántaro donde beben claridades los ojos,
llama cortada en flor y vela en vela
donde la mariposa de alas negras se quema:
la luz abre los pliegues de la sábana
y los repliegues de la pubescencia,
arde en la chimenea, sus llamas vueltas sombras
trepan los muros, yedra deseosa;
la luz no absuelve ni condena,
no es justa ni es injusta,
la luz con manos invisibles alza
los edificios de la simetría;
la luz se va por un pasaje de reflejos
y regresa a sí misma:
es una mano que se inventa,
un ojo que se mira en sus inventos.
La luz es tiempo que se piensa.
625
Leathers ladies and insanity
that's all that old fool needs
ride to hell and **** the smell
living by his own creed
Your brothers belly's are full of beer
their hearts are full of pride and power
flirting with death and crystal ****
and toking on that wild wood flower
but he ain't no different bro's
He justa whole lot further down the line
Just thought I'd call to let you know
He'll be coming in late tonight
Pool ***** are crackin
and the beer is guzzled down
a couple more lines of whatever that was
and he just gonna hang around
Don't know where he's going now
and frankly he don't care
some other dimly lit smoky bar
probably waitin for him there
but he ain't no different bro's
He justa whole lot further down the line
He said to call to let you know
He'd be comin in late tonight
A diesel rig kinda hard on the chrome
so ya lay that mother down
justa couple miles from home
but you're gone before ya hit the ground
Don't where you're goin now
but you can bet your bottom buck
all us earth bound bro's down here
We'll hoist a few and wish ya luck
but you ain't no different now
you're just a whole lot further down the line
I guess I'll call to let em know
You won't make it in tonight,
so tell the operator, reverse the charges
cause the call's on us tonight,
I gotta call to let em know
You won't make it in this time.
So leathers ladies and insanity
is all that old fool needs
ride to hell and **** the smell
he gonna live by his own creed
Jan 22, 2016
Jan 22, 2016 at 8:23 AM UTC
ENCADENADOS
Miradas encadenas,
cadenas que no pesan nada,
pues se han atado, a la persona amada.
Ojos que miran con justicia,
justicia en justa medida.
Miradas que se miran con igualdad divina,
con desquicia, pero sin avaricia
de poseer el otro, solo, amarse
hasta que el pozo del tiempo
se seque por dentro,
consecuentemente poniendo
distancia de por medio.
Cadenas con fibras de libertad
- pues sus ojos en otros se pudieron fijar,
mas el convenio de por siempre amarse,
de encontrarse reflejado en el otro;
sin atropellos, sin descuido,
sin desacierto, sin desvarió
convierte esas ataduras
en liviana expresión
que les llena de emoción
su cotidiana convivencia,
al encontrarse en cada mañana
todavía atados a ese voto de amor
que hace tiempo se prometieron.
Miradas encadenadas,
cautivos de la esperanza,
de esa esperanza de siempre
atravesar el mundo juntos
sin inconveniencia, sin apuros,
sin apatía a la noche fría,
sin oposición a los cambiantes rayos del sol,
sin disconformidad..,
cada uno amando a raudales
perdiéndose en esos espacios
donde sus miradas reafirman su acuerdo.
Se miran todos los días por primera vez,
Se miran como si fuesen su mejor horizonte,
Se miran y sus cadenas parecen invisibles,
esas cadenas de amor que entre ellos existe.
Encadenados por convicción
cada eslabón fortaleciendo su conexión.
Y sus ojos reafirman que son su mejor
compromiso de lealtad y amor.
LeydisProse
10/8/2018
https://m.facebook.com/LeydisProse//
Oct 10, 2018
Oct 10, 2018 at 7:22 PM UTC
Éstos, amada, son sitios vulgares
en que en el ruido mundanal se asusta
el alma fidelísima, que gusta
de evocar tus encantos familiares.
Añoro dulcemente los lugares
en donde imperas cual señora justa,
tu voz real y tu mirada augusta
que ungieron con su gracia mis pesares.
Y recuerdo que en época lejana,
por tus raras virtudes milagrosas
y tu amable modestia provinciana,
ebrio de amor te comparó el poeta
con la mejor de las piedras preciosas
oculta en pobres hojas de violeta.
Tuviste, en la delicia de mi sueño,
fuerza de mano que se da al caído
y la piedad de un pájaro agreño
que en la rama caduca pone el nido.
De tu falda al seráfico pergeño
cual párvulo medroso estoy asido,
que en la infantil iglesia de mi ensueño
las imágenes rotas han caído.
Yo sé que en mis catástrofes internas
no más quedas tú en pie, señora alta,
de frente noble y de miradas tiernas.
Condúceme en las noches inclementes
porque sin ti para marchar me falta
el óleo de las vírgenes prudentes.
406
so many pleasures, yet this,
the chiefest!
it is the cellular sensation, a momentary
swiping the real stroking of gentle grazing,
the finger-tracing painting of another’s
softest places
this is what I will ever miss
this is what I will eye mist
*when the eyes, arms and all the rest
age beyond, functioning justa at the “barely” test,
as long my forefinger, tho crooked and bent,
can draw lines upon the cheeks of my beloveds,
the lover sleeping beside, so relaxed, eyes closed,
the children, whose skins elasticity is living electricity,
even the warped, veined, roughened dying skin
of those yet glowing-gasping for the tactile worship,*
I will desire to live
Oct 26, 2019
Oct 26, 2019 at 9:12 AM UTC
Un hombre está mirando a una mujer,
está mirándola inmediatamente,
con su mal de tierra suntuosa
y la mira a dos manos
y la tumba a dos pechos
y la mueve a dos hombres.
Pregúntome entonces, oprimiéndome
la enorme, blanca, acérrima costilla:
Y este hombre
¿no tuvo a un niño por creciente padre?
¿ Y esta mujer, a un niño
por constructor de su evidente ****
Puesto que un niño veo ahora,
niño ciempiés, apasionado, enérgico;
veo que no le ven
sonarse entre los dos, colear, vestirse;
puesto que los acepto,
a ella en condición aumentativa,
a él en la flexión del heno rubio.
Y exclamo entonces, sin cesar ni uno
de vivir, sin volver ni uno
a temblar en la justa que venero:
¡Felicidad seguida
tardíamente del Padre,
del Hijo y de la Madre!
¡Instante redondo,
familiar, que ya nadie siente ni ama!
¡De qué deslumbramiento áfono, tinto,
se ejecuta el cantar de los cantares!
¡De qué tronco, el florido carpintero!
¡De qué perfecta axila, el frágil remo!
¡De qué casco, ambos cascos delanteros!
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This world is not my home,
I'm justa 'passin through;
I'll live with God one day,
and pray that so will you.
He's got a place for me,
a mansion in the sky;
A home that's all my own,
the very day I die.
Such beauty I will see,
streets made of purest gold;
Behind those gates of pearl,
my loved one's there to hold.
No more we'll feel life's pain,
nor shed but one more tear;
This time on earth won't count,
one day or one more year.
He's paid the price for us,
forgiven by His blood;
So live for Him today,
surrounded by His Love.
May 29, 2017
May 29, 2017 at 8:05 PM UTC
Quien fuera no me vio, me vio su sombra que vino justa, cálida a asomarse por mi vida entreabierta; esencia gris sin más olor; ola en donde dos ojos hechos uno se inmensaban.
(Sombras que ven del todo, y no reciben mirada. Nos alarman, mas son invulnerablemente tranquilas como aceite.
Con su espiralidad de escorzo exacto inventan todo acto imposible de espionaje, de introducción, de envolvimiento.
Sobrecojen sin miedo, muerden sin labio, se van sin compromiso.
A veces nos dejaron una rosa, esencia gris sin más olor, prenda sensual de fe sin nombre).
Una rosa de sombras y de sombra, alargada a mi mano esbeltamente, con música sin son, con corrida sonrisa, por cuerpo que no vio,
guardo en mi mano abierta.
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