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"inalo" poems
Enero Diez y Otso, Dos mil Kinse Kayrami paring mga sumalubong sa kalye Unang tinungo Unibersidad ng Santo Tomas Tuloy parin ang pangaral at pagbasbas Nakipagkita mga pinuno ng ibang relihiyon Humingi ng pag-unawa at kapayapaan sa mga nasyon Nakinig sa hinaing ng mga kabataan Inalo isang batang babaeng luhaan Huling tinungo ang Grandstand sa Quirino Kung saan may pinakamaraming dumalo Tinig ng koro nakapangingilabot Mensahe ng Dios abot na abot Oh anong saya nang tawagin ng Santo Papa Na dakila ang aming munting bansa Ngayong kapistahan ni Santo Niño Kanyang ipinaalaala halaga ng mga bata sa mundo. -01/19/2015 (Dumarao) *Pope Francis Fever Collection
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Sep 21, 2019
Sep 21, 2019 at 9:43 PM UTC
Ikaapat na Araw ni Papa Francisco sa Pilipinas
Minsan pang kita'y inalo sa dusa mo't kalbaryo "tumakas kaya tayo.. dito.. dito..  sa magulong mundo" Sabi mo. (at tumakas ka nga.. patungong karimlan) Hinahayaan ang mga paa'y humakbang.. na sundan yaong mga iniwang bakas nitong mga aninong nagpumiglas At nilamon na tayo ng kawalan. (at hindi.. hindi ito ang alapaap) Ngunit gigising parin tayo..sa reyalidad.. sa buhay.. at sa tunay na anyo ng mundo "Hindi ba dapat ikaw mismo ang magbago nito, na sa halip ay ikaw ang binago ng mundo?"
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Jul 23, 2019
Jul 23, 2019 at 8:36 PM UTC
Sa katabi ko kanina
Teu nome é poesia Dele eu tiro maresias Luz, claridade Força, raízes, jardins Para enfrentar a vida
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Jul 18, 2015
Jul 18, 2015 at 9:25 PM UTC
inalo teu aroma
Inalo Expiro e inspiro-te És um céu de diamantes Numa noite de Primavera. Inspiras-me e Deixas-me ficar És Natureza que respira As sensações alheias dos mortais.
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Dec 6, 2016
Dec 6, 2016 at 3:07 PM UTC
29-02-2016
Já fomos poeira do mesmo lugar Pousada calmamente junto ao mar. Sufoca-me o vento que nos quer levar, E este pobre pó estrelar, Sem força suficiente para ficar, Chora sem braços onde se agarrar. Implora-te que me guardes num olhar, E assim voamos eternamente, Sem qualquer noção de ver desaparecer Lá ao longe, o nosso lar. Já fomos breves e inconstantes, Pequenas rochas cobertas de diamantes. Não quisemos saber do nosso valor, E quando o número não interessa, Qualquer fruto neste peito vira flor. Mas que som é este Que me enche de terror?! Ah! É a minha linda borboleta, Bate as asas e só ouço dor. Pousa em mim… Mas sentirá ela este calor? Levanta voo… Sem se recordar da minha cor. Perco-a em ti, Mas não me perco de todo este esplendor. Já fomos canto de pássaro na madrugada, Criança que corre sem ligar à roupa manchada. E de mãos dadas pela estrada, Brincámos nas infinitas ruas desta cruzada. Sorriste-me sem ligar a nada, Como qualquer criança louca, E atrapalhada Tropeças em mim… E deitas abaixo cada fachada, Pois como nego ao coração Que estou, agora, aprisionada? Já fomos a folha verde no outono Que caiu e não voltou. Cada onda que rebentou no rochedo Desvendou-te logo quem eu sou. Quis ser concha para ti, Presente que o mar traz. Mas sou fogo que arde aqui E destrói tudo o que é capaz. Consumo-te e inalo-te em mim, A droga mais pura e eficaz. E sobram as cinzas derramadas no jardim, Memórias da alma que lá jaz.
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Mar 3, 2022
Mar 3, 2022 at 2:51 PM UTC
Fomos tudo o que nos disseram que não podíamos ser