"fizeste" poems
Filha, filho, Filhos…
Quando me levanto com vontade de ver alguém com seu sorriso, não escolheria mais ninguém senão tu…
No mundo que Deus nos deu não existe puro e imaculado amor igual ao teu.
Depois de tanto tempo de vivências, compromissos, viagens pelo mundo fora sempre tive presente a dádiva de te ver nascer e crescer em sabedoria.
Tu sim tens a magia da lua comprometida com um mundo feito de bem que parece ao mesmo tempo teu e de mais ninguém….
No coração tu tens a doce melodia das harpas de Jacob, nas mãos a gentileza de quem faz tudo com mestria e exatidão. Tantas filhas, filhos nascem pelo simples facto de o homem querer se multiplicar, procriar…
Tu nasceste por um terno amor, por uma vontade que dois seres tiveram em elevar na terra através da matéria o poder da alma.
Neste mundo de injustiças, guerras económicas, sociais, políticas nascem todos os dias filhos, filhas com leveza e amor de dois seres. Tu, hoje fizeste me pensar na abundância que Deus nos dá, nas oportunidades que muitos não têm, nos que sofrem por não terem filhas, filhos…
O ciclo da vida me ajuda a amar, a compreender e a tolerar quem não consegue sentir força
Para caminhar e fazer uma descoberta diária da beleza da vida e da companhia de nossas filhas, filhos….
O meu legado não teria sentido sem ti, o meu ser nunca seria completo em harmonia com o Deus criador. O nosso futuro quer filhas, filhos melhor do que nós pais que tentamos apreender o constante evoluir da sociedade humana.
Não poderia deixar de estar grato a Deus, meus pais e meus antepassados pelo que me deram e continuam a dar. A vida de todos nós seria muito melhor se a nossa preocupação fosse dar sem lembrar e receber nunca esquecendo.
A ti nem sei que dizer… sei que nunca vai haver nada que por ti me faça desfalecer. Por ti se cair vou pedir a Deus que me ajude a erguer…
Victor Marques
Sep 25, 2013
Sep 25, 2013 at 6:24 AM UTC
Dedicado a Deus que tanto me deu e tao pouco lhe pedi
Este dom leve de Contigo comunicar,
Meu grito de sempre te amar…
Te encontro no universo, nas estrelas, no mar,
Deus meu barco para navegar.
Deus me confortas com horizontes distantes,
Com o eterno amor por nossos semelhantes,
Te encontro em tudo e acredito no firmamento,
Deus da minha alma e pensamento.
Me deste uma forca que ninguém vai combater,
A minha originalidade de para Ti escrever.
Simples, puro, genuíno e transparente,
Me fizeste assim para todo o sempre.
Dedicado a Deus que tanto me deu,
Pois como bom filho seu,
Tao pouco lhe pedi,
Por Deus e com Deus eu nasci…
Victor Marques
Sep 10, 2018
Sep 10, 2018 at 1:30 PM UTC
É tudo muito estranho nestes dias pálidos como a noite
Em que só sirvo para ficar na cama a ouvir a revolta natureza
Nada é cor à minha volta então pinto dentro de mim
Com ondas do mar e aguarelas de verão
Quase sinto o calor e a brisa a maresia.
Não amo as pessoas quando as amo
Mas as cores que cantam e o seu lugar na natureza,
Como iluminam meras banalidades
Para que não sejam mais banalidades mas nas minhas mãos poesia.
Fizeste-te tudo isso, calor, conforto, luz
Por isso e pelas flores dou-te versos e amor.
Dec 6, 2016
Dec 6, 2016 at 3:33 PM UTC
Tu és um milhão de coisas;
Desejos, pesadelos, alucinações que nem bálsamos aplacam
Olho ao meu redor, e lá estás,
Porém, em meu ser, não te sinto.
A voz do povo, como um roubo de opiniões, revela a lógica
E o absurdo,
Pois o verbo é o que é,
E também o que não pode ser.
Antigas poesias,
Clamando às estrelas e à lua,
Mais um divertimento fugaz.
Sentimentos que não encontram sentido em tua mente turvada,
Como uma epiléptica a observar um estroboscópio sem fim.
Tu fizeste flores brotarem em meus pulmões
E em meu peito;
Embora formosas sejam,
Não consigo respirar.
Arrancaria tais flores e te as entregaria,
Um ramo de “eu te amo” que jamais foram ditos.
Teu nome, como gelo, cala meu coração.
Espero, aguardo, pela próxima mensagem,
Risadas que me impelirem ao retorno,
Ansiedade que confunde o pensamento,
Sofrendo por males que não ocorreram… ou ainda ocorrerão?
Na minha sepultura, portas se fecham,
Meu corpo se desfaz,
As flores se tornam parte de mim,
Pouco chegam a mim as vozes que falam
De uma fantasia.
Resta, enfim, a solidão.
Jan 14, 2025
Jan 14, 2025 at 4:59 PM UTC