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"estrelas" poems
Naturalista com amor Escuta o chilrear dos passarinhos, A beleza de seus ninhos. Viver em eterna graça, Na vida tudo passa. O orvalho da manhã, O canto da rã… Amigo em tudo o que faço, Vida passo a passo. O cheiro das flores, Ama teus amores, O correr dos ribeiros, Posar junto aos salgueiros. Todos nus e sem nada, Magia e bela fada, Estrelas com seu esplendor, Naturalista por amor. Victor Marques
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Jun 6, 2011
Jun 6, 2011 at 2:44 AM UTC
Naturalista com amor...
Minha mãe sempre me contou a mesma história De como Narcissus quebrou Drinick Porque nem sempre o amor é suficiente Ás vezes ele só causa dor Narcissus foi o primeiro amor de Drinick A primeira verdadeira paixão Drinick foi o único amigo de Narcissus Durante longos verões e todo o resto do tempo Narcissus nunca chorou Nem quando sentiu dor Drinick nunca desacreditou Nem quando chegou ao fundo do poço Então Narcissus quebrou Drinick Em pedaços tão pequenos Que ninguém seria capaz de consertá-lo E ninguém nunca consertou Minha mãe sempre me contou a mesma história De como Narcissus quebrou Drinick Porque nem sempre o amor é suficiente Ás vezes ele só causa dor Narcissus se foi e nunca mais voltou Drinick ficou e nunca mais correu A história dos dois morreu No dia em que Narcissus quebrou Minha mãe sempre me disse Nunca seja como Narcissus Que perdeu tudo o que tinha E nunca seja como Drinick Que foi deixado sem nada Minha mãe sempre me contou a mesma história De como Narcissus quebrou Drinick Porque nem sempre o amor é suficiente Ás vezes ele só causa dor Eu já fui Narcissus E já tive meu Drinick Mas a história se repetiu Minha mãe sempre me disse Quando Narcissus quebrou Drinick Uma jovem lua pairava no céu Naquela noite as estrelas não apareceram E todas elas se apagaram do olhar de ambos
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Sep 13, 2016
Sep 13, 2016 at 8:27 AM UTC
Narcissus e Drinick
Sonhos Pairas no pensamento, no inconsciente! Estou eu a visionar as cataratas que explicam a beleza do salpicar das gotas de água… O paraíso com anjos vestidos de um rosa velho mal tratado passeia numa barca que até Já fora do diabo. A espuma desse mar celestial quase entra em tão enfadonha embarcação. Ruma em direção aos confins de lado nenhum, pois os sonhos se multiplicam e em segundos Se esvanecem. Foge o vento que em dias de tempestade é frio, bate em tudo que lhe aparece á frente. Temos sonhos dos dragões que no cabo das tormentas nos amedrontam todos os dias, nós fazem tremer de medo, chorar …transpirar junto aos lençóis de linho já raro. Que pesadelo, que sonho arrepiante! Existem sim os sonhos que também são sonhos de todos os seres humanos. O sonho de ser amado e amar na plenitude enquanto ser vivo. A dignidade humana está na perseverança de quem sonha com amor a causas nobres. Na sua vida terrena o homem sonha e obras maravilhosas nascem por amor. O meu sonho é um sonho de amor pelos outros, de dar de uma forma gratuita: um sorriso, um aperto de mão, um abraço, um conselho, uma troca positiva de olhar. O meu sonho é o sonhar com Deus amor feito de bem, um sonhar que vai sempre mais além… O meu sonho é amar a natureza sempre e respeitar suas leis… Nunca deixes de sonhar, de contemplar as estrelas, o orvalho, o sol, a lua. Estamos num tempo que temos de sonhar sempre mesmo estando acordados. Victor Marques
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Sep 24, 2013
Sep 24, 2013 at 5:19 AM UTC
Sonhos
No rosto leproso da noite, ventos giram cartas como quem não quer nada/ Ou talvez vultos guardam melancolia no quarto branco/ Oh! tão bom beber hálito gelado da lua junto aos antepassados, lá se vão fugidios das estrelas; sete são. Os mais jovens, no rio, colhem cristais & dançam ( ritual veludo puro, sombra azul circula)/ Rápido, múltiplas festas ecoam do infinito, este cínico pastor poda asas feridas; mãos sagradas dos mortos & dos mitos/ Bebemos & cantamos, no colo floresta desnuda/ Neste banquete vermelho, virgens dão o toque úmido & todos os santos saboreiam o útero/ Sob o aconchego do delírio a loucura desfila, santa de todos os dias!
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Feb 28, 2012
Feb 28, 2012 at 4:28 PM UTC
noite
You were my star amongst the stars, my own solar system inside my eyes. Hand you the knife and I'll let you cut out my insides, create the universe from my cells so I can be so absorbed in you I am no longer myself. Let me be what you want. I know that I am faded but if you let me I will chain myself to the insides of your ribcage protect your heart, because we both know all it controls is the rate at which your blood flows, and all it has ever known is to push everything it has ever met away, so it is a constant but with nothing of its own I guess that's the biggest break. Show me importance the same way I used to see it I wanna know every single one of your secrets, watch your eyes flicker on the train as you lose yourself to back gardens and brick built barriers, letting yourself inside the subtleties of a strangers life. Leave your bad days on my pillow love and I will never make the effort to wake up. I will swallow your pictures whole with no attempt to understand your charity shop bags full of yesterday's thrown out dreams. Punch me with your closed fist and I will pretend it is your beating heart they are the same shape, someone told me once, I can think of nothing better than the embrace of your vitals and veins, staple them to my chest so I can store the pain inside myself for future reference. I can still remember the way your voice tasted those nights, I counted each one of your heartbeats against my chest every evening we slept to check you were still breathing, that's how bad I wanted you to stay, my hands lying inside your make believe that you were feeding me, I never knew what it was what I wanted from you, and I never understood the languages you spoke in, But I used to wish on those nights that I was deep and dark and mysterious like the oceans we both know you'd love to swim in and I'd never have the courage to join you in. Maybe if the things you had told me hadn't have been as vast as that same ocean, I wouldn't be trying to pick between pieces of broken glass, trying to slice out the things which beat around inside my pulse whenever I think about you.
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Jul 10, 2013
Jul 10, 2013 at 9:09 AM UTC
"Mas pra mim foste a estrela entre as estrelas"
You were my star amongst the stars, my own solar system inside my eyes. Hand you the knife and I'll let you cut out my insides, create the universe from my cells so I can be so absorbed in you I am no longer myself. Let me be what you want. I know that I am faded but if you let me I will chain myself to the insides of your ribcage protect your heart, because we both know all it controls is the rate at which your blood flows, and all it has ever known is to push everything it has ever met away, so it is a constant but with nothing of its own I guess that's the biggest break. Show me importance the same way I used to see it I wanna know every single one of your secrets, watch your eyes flicker on the train as you lose yourself to back gardens and brick built barriers, letting yourself inside the subtleties of a strangers life. Leave your bad days on my pillow love and I will never make the effort to wake up. I will swallow your pictures whole with no attempt to understand your charity shop bags full of yesterday's thrown out dreams. Punch me with your closed fist and I will pretend it is your beating heart they are the same shape, someone told me once, I can think of nothing better than the embrace of your vitals and veins, staple them to my chest so I can store the pain inside myself for future reference. I can still remember the way your voice tasted those nights, I counted each one of your heartbeats against my chest every evening we slept to check you were still breathing, that's how bad I wanted you to stay, my hands lying inside your make believe that you were feeding me, I never knew what it was what I wanted from you, and I never understood the languages you spoke in, But I used to wish on those nights that I was deep and dark and mysterious like the oceans we both know you'd love to swim in and I'd never have the courage to join you in. Maybe if the things you had told me hadn't have been as vast as that same ocean, I wouldn't be trying to pick between pieces of broken glass, trying to slice out the things which beat around inside my pulse whenever I think about you.
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O teu amor.   Nunca escondas meu amor.   Te amo e te quero fazer sorrir Te baloiçar ao vento sem tu pedires,   Te amo seja onde for.   Quando nascestes choravas,   Teus pais davam gargalhadas de felicidade,   Nem sabias então o quanto me amavas,   O teu amor nunca teve idade.   Terei a vida toda para sempre te amar.   As estrelas do céu para olhar,   As portas e janelas sempre abertas,   Papoilas do campo e giestas.   Victor Marques
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Dec 10, 2009
Dec 10, 2009 at 10:14 PM UTC
O teu amor....
Nós e a universo O futuro será o que a mente pensa, Procuro resposta ao meu passado, Do meu interior rebuscado, Acção e boa esperança…. Fecham-se janelas, portas se abrem, Com boas razões e motivos, Estradas direitas e por vezes tortas, Pensamentos sempre positivos. O ser humano se fustiga e consome, As estrelas, as montanhas e o mar, Sentem o seu próprio nome, Nós somos navegadores sem navegar…. Victor Marques
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Dec 10, 2009
Dec 10, 2009 at 10:45 PM UTC
NÓS E O UNIVERSO
O dia que chegou tão depressa ao seu final, Trouxe-me a certeza de uma noite fria e pálida, Onde chego à cama, e espero ver-te ali deitada, Pelos tempos fora, sinto a certeza desse sinal! Foram três longos anos de vazio, tais como os teus sinais, As estrelas que carregas nos ombros, são juntas na tua lua, São profundos sonhos de um golfinho que a ti, se junta, lua tua, Imensas vezes, a olhei, para te ver a ti brilhar em vendavais! Hoje percebo porque sentia e via o meu quarto sempre vazio, Quando chegaste em dia de temporal, na noite sadia e vadia, Estava eu junto daquele precipício, esperando sair desse presidio, De cores sem tom, de cheiros sem fragância, naquela estadia! E assim nas voltas que dei, das estrelas que vi, tu chegas-te, Mesmo na hora que tudo parecia perdido, desenhada perfeitamente, E de todas as preces e palavras que preguei a Deus e ele me advir-te, Trazendo-te a ti, contornada de perfeitas coisas, cantando acusticamente! E assim percebi que a força que têm a cobardia de destruição, De um coração como o meu, perfeitamente bom e agora teu, Me dá ganas de pegar em ti, ao meu colo teu, deitar-te no céu, Decorar as estrelas, contigo no centro, meu quarto cresceu, paixão! Autor: António Benigno Escusado será dizer-te a ti, que te vejo, sabia que virias, não te imaginava chegando, mas surpreendentemente, tudo que lhe havia pedido, ele me trouxe triplicando, abusando mesmo de galhardia, e eu agora me contemplando, porque tudo que me trazia, era muito mais do que lhe pedia. Liliana, lhe peço agora mesmo, que meu coração mereça sempre, tudo aquilo que Deus me prometia.
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:12 AM UTC
Quarto crescente
O dia que chegou tão depressa ao seu final, Trouxe-me a certeza de uma noite fria e pálida, Onde chego à cama, e espero ver-te ali deitada, Pelos tempos fora, sinto a certeza desse sinal! Foram três longos anos de vazio, tais como os teus sinais, As estrelas que carregas nos ombros, são juntas na tua lua, São profundos sonhos de um golfinho que a ti, se junta, lua tua, Imensas vezes, a olhei, para te ver a ti brilhar em vendavais! Hoje percebo porque sentia e via o meu quarto sempre vazio, Quando chegaste em dia de temporal, na noite sadia e vadia, Estava eu junto daquele precipício, esperando sair desse presidio, De cores sem tom, de cheiros sem fragância, naquela estadia! E assim nas voltas que dei, das estrelas que vi, tu chegas-te, Mesmo na hora que tudo parecia perdido, desenhada perfeitamente, E de todas as preces e palavras que preguei a Deus e ele me advir-te, Trazendo-te a ti, contornada de perfeitas coisas, cantando acusticamente! E assim percebi que a força que têm a cobardia de destruição, De um coração como o meu, perfeitamente bom e agora teu, Me dá ganas de pegar em ti, ao meu colo teu, deitar-te no céu, Decorar as estrelas, contigo no centro, meu quarto cresceu, paixão! Autor: António Benigno Escusado será dizer-te a ti, que te vejo, sabia que virias, não te imaginava chegando, mas surpreendentemente, tudo que lhe havia pedido, ele me trouxe triplicando, abusando mesmo de galhardia, e eu agora me contemplando, porque tudo que me trazia, era muito mais do que lhe pedia. Liliana, lhe peço agora mesmo, que meu coração mereça sempre, tudo aquilo que Deus me prometia.
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Vivemos num sono profundo Os rios correm sem parar, As estrelas enlaçadas no luar. Ser comum de viver vagabundo, Embriagado num sono profundo. As montanhas inertes, transformadas, Arvores mal tratadas. Borboletas que poisam sobre as flores, Riachos sem rouxinóis reprodutores. Joio e as belas searas aloiradas, Uvas e suas lagaradas. Alegria e tristeza neste mundo controverso, Caminhar num caminho incerto. Estalar de dedos sobre sobreirais do destino, Vaguear nos sonhos de menino… As ervas daninhas e as grandes constelações, Me adormecem com um sono de ilusões. Victor Marques
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Oct 10, 2013
Oct 10, 2013 at 9:02 AM UTC
Vivemos num sono profundo
Eu sou o vazio As estrelas e o fim do mundo Eu sou o nada Que engole o nada Eu sou o vazio Que não tem início nem fim Eu sou o nada O nada absoluto Eu sou o vazio A escuridão mais escura Eu sou o nada A parte mais vazia de mim Eu sou o vazio Meu corpo inteiro é nada Eu sou o nada Minha vida é toda de vidro Eu sou o vazio O universo saiu de mim (me abandonou) Eu sou o nada E agora estou sozinho.
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Jan 20, 2017
Jan 20, 2017 at 6:28 PM UTC
Eu sou o vazio e o nada
Acordar Na noite adormeço os sonhos do dia, No travesseiro repouso poesia. As estrelas brilham no firmamento, Eu acordo a cada momento. Podemos ter sonhos inacabados, Segredos bem guardados. Silencio magistral para o corpo e nossa mente, Acordar novamente… Os que acordam em camas de ninguém, Felizes sem nada acordam também. A natureza com suas rolas a cantar, Quatro da manhã toca a despertar. O Silencio da noite santifica, O Sono te acolhe e dignifica. Nas estradas do mundo ao luar, Eu me sentei para acordar. Victor Marques
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Jun 18, 2012
Jun 18, 2012 at 11:11 PM UTC
Acordar
E por hoje dizer-te não é banal Estive atento e discretamente olhei o teu doce olhar, Passei noites ao luar, descrevendo as estrelas de bonitas, Mas bonitas mesmo são tuas pétalas, flor de esplendor! Tua sensibilidade e visão de mulher, a mim das nas vistas! A certeza no destino, é como lotaria no caminho, Onde te encontrei, no meio de tantas eu te vi sozinho! Há muito tempo mesmo, que teimou em não passar, Suspirei, me cansei, tirei todas, para agora te inflamar! Sinto perto o carinho, da pessoa, minha amiga e mulher, Te chamei e falei ao coração, para te agarrar e poder amar, És tu hoje, em quem eu pego e petisco, com qualquer colher, Porque muito ou pouco que nela couber, te saboreio ao petiscar! És refeição completa para mim, como sangue vivo, ao coração, Tuas doses tão prudentes de afecto, é outro nível neste patamar, Orgulho de te cuidar, porque de mim, cuidas tu, como a terra do seu mar! Se eu hoje respiro vida, ao querer cada hora do dia, desde o levantar, Devo-te muito a ti e as palavras que escrevo não são hoje fantasias, Porque cuidas de mim, como terra do seu vazo, da planta, de encantar, Encanta meu sorriso, pelo teu cuidar, nas coisas que fazes e me dizias! Não é falso nem é mentira, acredito na realidade que tu me trazes, Não finjo, não mudo, não acredito que precises tu princesa, de mudar! Olhei-te do chão, mirei-te, e tu com teu jeito doce, levantas-te meu olhar, E eu confie-te nos braços tudo, na hora me deitar, pelo que tu me fazes! A falta de carinho não a sinto hoje, porque a não tenho, A ti te darei respeito, pela dama e senhora que te achei, Encontro-te a ti a cada dia, no meu leito, e no meu cardanho! Porque ele é gíria de tudo aquilo que tenho e em ti encontrei! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.09.09.02.20
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Sep 9, 2013
Sep 9, 2013 at 8:24 AM UTC
E por hoje dizer-te não é banal
E por hoje dizer-te não é banal Estive atento e discretamente olhei o teu doce olhar, Passei noites ao luar, descrevendo as estrelas de bonitas, Mas bonitas mesmo são tuas pétalas, flor de esplendor! Tua sensibilidade e visão de mulher, a mim das nas vistas! A certeza no destino, é como lotaria no caminho, Onde te encontrei, no meio de tantas eu te vi sozinho! Há muito tempo mesmo, que teimou em não passar, Suspirei, me cansei, tirei todas, para agora te inflamar! Sinto perto o carinho, da pessoa, minha amiga e mulher, Te chamei e falei ao coração, para te agarrar e poder amar, És tu hoje, em quem eu pego e petisco, com qualquer colher, Porque muito ou pouco que nela couber, te saboreio ao petiscar! És refeição completa para mim, como sangue vivo, ao coração, Tuas doses tão prudentes de afecto, é outro nível neste patamar, Orgulho de te cuidar, porque de mim, cuidas tu, como a terra do seu mar! Se eu hoje respiro vida, ao querer cada hora do dia, desde o levantar, Devo-te muito a ti e as palavras que escrevo não são hoje fantasias, Porque cuidas de mim, como terra do seu vazo, da planta, de encantar, Encanta meu sorriso, pelo teu cuidar, nas coisas que fazes e me dizias! Não é falso nem é mentira, acredito na realidade que tu me trazes, Não finjo, não mudo, não acredito que precises tu princesa, de mudar! Olhei-te do chão, mirei-te, e tu com teu jeito doce, levantas-te meu olhar, E eu confie-te nos braços tudo, na hora me deitar, pelo que tu me fazes! A falta de carinho não a sinto hoje, porque a não tenho, A ti te darei respeito, pela dama e senhora que te achei, Encontro-te a ti a cada dia, no meu leito, e no meu cardanho! Porque ele é gíria de tudo aquilo que tenho e em ti encontrei! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.09.09.02.20
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Choras os dias passados Tolo projeto de homem novo? Descanse seguro de que aquele que o olha Não vê o que se move em teus miolos. Vista tua casca grossa, raivosa Todos os dias Religiosamente E saia, por favor Saia. Com um fogo fátuo nos olhos, mire a si mesmo nos reflexos Mire os olhos dos outros Seduza-os Mas deixe-os Afinal quando fechas os teus Tudo o que vês são dias passados Poeira que lhe incita muito mais que espirros Calma, vista tua casca grossa Relaxa, canta. E volta pra casa Olha as estrelas A noite é só tua Respira Corre Chora Chora toda a tua crueldade E vista, amanhã, tua casca grossa. Raivosa.
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Sep 27, 2014
Sep 27, 2014 at 4:58 AM UTC
Caixa verde poeirenta
ESPELHO COLORIDO DO TEU OLHAR Victor Alex Magalhaes Mar Estrelas em sinfonia, Natureza em harmonia, Animais com suas crias, Olhares nas pradarias. Ribeiros e lamentos, Saudade doentia, Brilho da nostalgia, Cabelos aos ventos. Cacho sempre excelso, Musgo e feto. Barcos que navegais, Vinho que embebedais. Elas constroem suas casas, Cartas voam ser ter asas, Sentinelas da noite, silêncio do mar, Espelho do teu olhar... Vic Alex
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Mar 1, 2010
Mar 1, 2010 at 8:15 AM UTC
ESPELHO COLORIDO DO TEU OLHAR
Argumentos que encaixam num turbilhão Sentimentos que se juntam no átrio ao luar, Mão tuas e de mais ninguém, Veleiros de outrora, do além, Sorriso multicolor que tu tens… Deixa-me embebedar em tudo que acredito, Queres o céu perdido no infinito. Caminhas vagarosa e calma, Melodia que sacia tua alma. Sensatez e furor que cessam, Ruído de amor e paixão, Argumentos de um turbilhão, Estrelas que a ti confessam… Victor Marques
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Dec 4, 2012
Dec 4, 2012 at 7:31 AM UTC
Argumentos que encaixam num turbilhão
AMOR DE MULHER Azul do mar que o amor sabe amar, Lua com magia purificadora. Estrelas que brilham na subtileza do olhar, Nuvens brancas que envolvem sentimento. Carinhos que purificam a dor, Lençóis ao vento para secar. Ribeiro que corre sem corrente, Água cristalina, redentora. Amor para sempre…. Escrito nos olhos, na boca, Beijo que alguém quer, Flores abertas com desejos, Pintado o amor de mulher, Sem sentido ele impera, Aromas de uma quimera, Madrugada que se ignora, Mulher que não chora. Victor Marques
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Dec 9, 2011
Dec 9, 2011 at 8:37 AM UTC
Amor de Mulher
• Vivendo, descobrindo e agradecendo. Parece que se nasce todos os dias, que Deus nos manifesta o seu amor através da beleza infindável que se descobre todos os dias no sol, na chuva, no vento, no mar, no ribeiro... Por o universo ser preciso, maravilhoso, e sempre constante nos seus ciclos criadores de vida. Temos de fazer alguma coisa por todos o que nascem desprovidos de amor, de sentimentos, de vontade de ser recordados neste mundo. Para sempre ficarem na memória dos outros seres humanos que parecendo insignificantes tem sempre presente quem tem coração. Respeitar uma sociedade que parece estar ali para acolher pobres, resolver os problemas dos mais desprovidos. O que faríamos nos em condições de pobreza, miséria, fome, guerra? O que faríamos nos se todos acreditassem na vida, na morte e numa ressurreição que Deus através dele seu Filho provou? O que faríamos nos se a natureza não fosse gratuita e uma fonte inesgotável de recursos? O que faríamos nos sem memória, pensamento, razão? Por sermos felizes agradecemos a beleza das estrelas do orvalho, da noite, do dia...Temos todos de viver com a esperança, com o trabalho, com as pessoas, com o amor! Se nosso lema fosse: viver, descobrir, agradecer tudo seria mais fácil para nos alegrar e dar a nossa vida um sentido mais puro e sereno. Viver de uma forma positiva e apaixonada ajuda nos a descobrir nossas potencialidades escondidas, adormecidas. Vivendo, descobrindo, agradecendo Nas vivências e descobertas todos os seres humanos conseguem perceber melhor a sua genialidade e existência. Quando penso em Deus, vivo mais... A nossa terra onde Nascemos nunca deixa de ser nossa e sempre bela aos olhos de quem nela nasce, vive e por vezes morre... Não existe quem não esteja grato a ela, seus antepassados, seus lugares preferidos que perduram nas noites, nos dias... A grandeza de ser grato ajuda a viver, impulsiona a descobrir caminhos inimagináveis e impossíveis de ser recordados. Quando se agradece: o cheiro de uma rosa branca, o canto da cigarra, o uivar do lobo, o chilrear dos Passarinhos, a luminosidade da lua cheia. Fico perplexo, emocionado, sentido por saber que vivendo e sempre agradecendo o meu ser. Victor Marques
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May 19, 2016
May 19, 2016 at 4:22 AM UTC
Vivendo,descobrindo e agradecendo...
• Vivendo, descobrindo e agradecendo. Parece que se nasce todos os dias, que Deus nos manifesta o seu amor através da beleza infindável que se descobre todos os dias no sol, na chuva, no vento, no mar, no ribeiro... Por o universo ser preciso, maravilhoso, e sempre constante nos seus ciclos criadores de vida. Temos de fazer alguma coisa por todos o que nascem desprovidos de amor, de sentimentos, de vontade de ser recordados neste mundo. Para sempre ficarem na memória dos outros seres humanos que parecendo insignificantes tem sempre presente quem tem coração. Respeitar uma sociedade que parece estar ali para acolher pobres, resolver os problemas dos mais desprovidos. O que faríamos nos em condições de pobreza, miséria, fome, guerra? O que faríamos nos se todos acreditassem na vida, na morte e numa ressurreição que Deus através dele seu Filho provou? O que faríamos nos se a natureza não fosse gratuita e uma fonte inesgotável de recursos? O que faríamos nos sem memória, pensamento, razão? Por sermos felizes agradecemos a beleza das estrelas do orvalho, da noite, do dia...Temos todos de viver com a esperança, com o trabalho, com as pessoas, com o amor! Se nosso lema fosse: viver, descobrir, agradecer tudo seria mais fácil para nos alegrar e dar a nossa vida um sentido mais puro e sereno. Viver de uma forma positiva e apaixonada ajuda nos a descobrir nossas potencialidades escondidas, adormecidas. Vivendo, descobrindo, agradecendo Nas vivências e descobertas todos os seres humanos conseguem perceber melhor a sua genialidade e existência. Quando penso em Deus, vivo mais... A nossa terra onde Nascemos nunca deixa de ser nossa e sempre bela aos olhos de quem nela nasce, vive e por vezes morre... Não existe quem não esteja grato a ela, seus antepassados, seus lugares preferidos que perduram nas noites, nos dias... A grandeza de ser grato ajuda a viver, impulsiona a descobrir caminhos inimagináveis e impossíveis de ser recordados. Quando se agradece: o cheiro de uma rosa branca, o canto da cigarra, o uivar do lobo, o chilrear dos Passarinhos, a luminosidade da lua cheia. Fico perplexo, emocionado, sentido por saber que vivendo e sempre agradecendo o meu ser. Victor Marques
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Ah, pobre Dolores Mais uma vez está cansada de suas mágoas e constipada com suas dores Há quem diga que quando olha o céu, sonha com estrelas Acalme-se Dolores, hoje tenho um presente para entretê-la Acorde de seu sonho e largue esses afazeres Olhe para A Casa Abandonada dos Prazeres Almeja tanto assim? O seu ignoto fim? Por quê toma todos esses remédios? Se o que deseja é pular do mais alto prédio Para quê todas essas doenças inventadas? E essas mulheres, para quê invejá-las? Na casa encontrará a cura Não mais carregará sua imaginária feiura Lá será bela como sempre quis Mas pergunte-se o que é ser feliz Lá, em todas as paredes, encontrará espelhos E em todas camas encontrará lençóis vermelhos Onde finalmente poderá gozar E a beleza que não é sua, contemplar Goze, goze Dolores Mistura seu prazer com suas dores Goze, goze mais uma vez Goze toda sua estupidez Saiba que nem tudo que cintila é ouro E fora da casa continuará seu agouro Quando fora estiver, da vida perderá a crença E a cada vez que entrar e sair, nascerá uma nova doença Uma daquelas de sua hipocondria E a cada dia verá a verdadeira agonia Sentirá dor, e fome Não se lembrará de seu nome Não poderá comer, pois a doença te devastará E para a casa todos os dias irá correr, a sonhar Lembre-se de novo Que nem tudo que brilha é ouro Ganhará a casa e perderá o mundo E seu eu estará perdido num poço profundo Um dia dirá: Será? Toda aquela estética... era tão assim... patética? Nossas escolhas não tem volta Para o destino não há revolta Não devo mais chorar Só me resta, agora, gozar Goze, goze Dolores Mistura seu prazer com suas dores Goze, goze mais uma vez Goze toda sua estupidez
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Aug 22, 2014
Aug 22, 2014 at 4:34 PM UTC
Dolores
Ah, pobre Dolores Mais uma vez está cansada de suas mágoas e constipada com suas dores Há quem diga que quando olha o céu, sonha com estrelas Acalme-se Dolores, hoje tenho um presente para entretê-la Acorde de seu sonho e largue esses afazeres Olhe para A Casa Abandonada dos Prazeres Almeja tanto assim? O seu ignoto fim? Por quê toma todos esses remédios? Se o que deseja é pular do mais alto prédio Para quê todas essas doenças inventadas? E essas mulheres, para quê invejá-las? Na casa encontrará a cura Não mais carregará sua imaginária feiura Lá será bela como sempre quis Mas pergunte-se o que é ser feliz Lá, em todas as paredes, encontrará espelhos E em todas camas encontrará lençóis vermelhos Onde finalmente poderá gozar E a beleza que não é sua, contemplar Goze, goze Dolores Mistura seu prazer com suas dores Goze, goze mais uma vez Goze toda sua estupidez Saiba que nem tudo que cintila é ouro E fora da casa continuará seu agouro Quando fora estiver, da vida perderá a crença E a cada vez que entrar e sair, nascerá uma nova doença Uma daquelas de sua hipocondria E a cada dia verá a verdadeira agonia Sentirá dor, e fome Não se lembrará de seu nome Não poderá comer, pois a doença te devastará E para a casa todos os dias irá correr, a sonhar Lembre-se de novo Que nem tudo que brilha é ouro Ganhará a casa e perderá o mundo E seu eu estará perdido num poço profundo Um dia dirá: Será? Toda aquela estética... era tão assim... patética? Nossas escolhas não tem volta Para o destino não há revolta Não devo mais chorar Só me resta, agora, gozar Goze, goze Dolores Mistura seu prazer com suas dores Goze, goze mais uma vez Goze toda sua estupidez
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Vive de alternâncias imperceptíveis; possui a maldição de viver momentos somente para si inesquecíveis. Quando se volta para o equilíbrio apolíneo, percebe nele a maior incongruência, uma limitação impraticável. Vê-se desfocado de seus próprios pensamentos; não julga, mas observa. Tem medo. Somente sente-se promissor ao som de seus poderosos companheiros, que o auxiliam a destituir-se de seus próprios pesares. Em sequência a isso, por um tamanho ardor é acometido e tantos sentimentos que até ele vão para compor, que sua existência e vida tornam-se intensas demais; de tão pesadas e densas, o levam ao caos, a observar e esperar pelo surgimento de estrelas e brilho.
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Jul 4, 2013
Jul 4, 2013 at 3:41 PM UTC
Instabilidade de um colosso inerte
"Teu amor me escoria, vítima de seu fulgurar; Por dentro o meu e o teu são igualhas, mas por fora minha língua te é ignota. De certa forma meu fomentar te é írrito. mas sabemos que só está tentando se isentar. Por que teu amor me é um metonímio? Obtusindo tentativas falhas de se esvairar. Façamos um preito entre nós, obstinado a não pulgir, mas sim pulsar, e finalmente parar de quitar e demonstrar, que a frincha desse amor nos faz frisar… Perceber que nem as próprias estrelas se equiparam a esse sentimento a perfurar nossas veias, e nossos peitos. E de repente o que parecia entenebrecido, estava enternecido. E minha taça de vinho que havia esvaziado, ensandecia com a necessidade de transbordar de você. Ente ao ensurdecer de sua boca. Ente ao enleio de minha mente louca. Que se perguntava hora a hora, por quê?"
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Oct 5, 2012
Oct 5, 2012 at 10:36 PM UTC
Metonímio de Corruptela
Mãe Já corri mundo, tudo Deus me deu, Já tive amor, nenhum como o teu. Já vi mares com branca espuma, Mas Mãe é só uma…! O teu espírito sofredor, Vaso do teu amor, Tuas palavras sempre meigas e doces, Eterna sempre fosses… Penso sempre em ti, Falarei sempre com coração, As estrelas um dia te dirão, Que as rosas que eu já vi, Não existem simplesmente afinal, Mãe minha sem igual. Victor Marques
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May 30, 2011
May 30, 2011 at 4:57 AM UTC
Mãe
Quando me levanto e olho a vidraça, Canta o galo empoleirado. Escuto o cantar do chão molhado Sem sono e com graça. Desde logo olho este desafio, De ser gratuito sem favor, Olho para corrente do rio, Tudo começa por amor. O percurso de um caminho, Louva tudo com o sorriso, Agradecer é sempre preciso, Nunca se vive sozinho. O universo é infinitamente bom, Estrelas com cor e som, Dou graças a tudo que conheço, O céu nesta vida sem qualquer preço. Victor Marques
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Nov 10, 2013
Nov 10, 2013 at 2:26 PM UTC
Gratidão
Estava sentado e olhava para o vento? Sabia que o som tem pensamento. Estou no mundo da imaginação e do encanto, Complexo lunar que quero tanto... As estrelas brilham sem luz, Amor a Deus e a Jesus. Rascunhos e poesia, Luz do sol e do dia. Pessoas distantes com simpatia, Naves espaciais com alegria. Ressurreição da vida ,do amor, Mundo mágico com som e cor. O mundo embriagado, Futuro sem ter passado, Cadeirão da simplicidade, Mundo sem idade... Vic Alex
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Apr 9, 2010
Apr 9, 2010 at 5:24 AM UTC
Vaguear pelo mundo...
Observo-te como observo a lua Cobiçando o inalcançável Esperando por um triunfo Onde o fracasso já foi fadado. Um vislumbre de suas emoções Mil caminhos a considerar Tais suposições me enlouquecem Me chamando para dançar. De mim as ações não tomam formas Parada na pista de dança a observar Um corpo separado da mente Chora silenciosamente a luz do luar. Platonicamente o mundo gira Nossas vidas se entrelaçam E juntas traçam Um futuro indigno Ouvindo outros gritos no espaço. Guiada pelo medo Com as estrelas a me chamar Sussurrando-me a possibilidade De nossas estrelas estarem juntas A brilhar. A mente grita não A mente grita sim Em um mundo de sonhos Esperando da realidade O estopim.
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Nov 7, 2016
Nov 7, 2016 at 6:50 PM UTC
Perseguida por estrelas
Seu rosto já não é mais o mapa que me guia Seu sorriso já não representam as estrelas que me fascinam E as morfina de suas palavras estão longe de ser efetivas Mas o que fazer? Sempre soube que meu sim foi carregado de insensatez E mais uma vez tenho que pensar Em qual moeda essas fantasias devo pagar Angustia que pode virar combustível Ou talvez, raiva que será nosso castigo Talvez apenas devo esquecer isso Mas o pensamento de puxar o gatilho É muito mais forte do que o de sofrer sozinho E você não sabe como é difícil Saber que essa noite estarei sozinho E a falta que sinto dos seus carinhos Mas agora tudo isso é passado E apenas agora consigo enxergar O que onde existia um começo Coexistia um erro E o que achávamos que seria amor Apenas era a euforia de um perdedor que ocupa o segundo lugar no pódio do amor
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Oct 27, 2015
Oct 27, 2015 at 2:08 PM UTC
Reflexões sobre os sentimentos de 7 meses e duas semanas