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"estavam" poems
A treze de Maio A fé de milhares de peregrinos, Oram ao Deus menino. O aroma das rosas, flores benditas, Deus nos honra com suas visitas. Em prece suplicante, Passam nos locais sagrados, O caminho nunca é fatigante, Quando os passos são compassados. Cânticos suaves, hinos de amor, Todos em seu redor, Virgem Maria, nossa Mãe! Teu regaço é feito de bem. A treze de Maio apareceu um dia, Vistosa, brilhante nossa Mãe Maria. As giestas já estavam floridas, Francisco e Lúcia colhiam as preferidas. Victor Marques
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Oct 26, 2010
Oct 26, 2010 at 10:09 AM UTC
A treze de Maio
A nobreza de tua família, teus descendentes! Fernando era teu nome, Deus te chamou... Junto a água pura Deus te abençoou, Os peixes estavam contentes, Tua catedral resplandecente, Santo do amor eterno e confiante. A tua voz sagrada, Em Pádua a vi idolatrada. Teu túmulo que me fez chorar com amor, Meu santo amigo, eterno confessor. Contigo aprendi a ser humano e amigo, Me deleito a orar contigo. Rezo a Deus e busco tua sabedoria infinita, Pois Deus a todos beatifica.. Victor Marques
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Dec 14, 2009
Dec 14, 2009 at 8:11 AM UTC
Santo António de Lisboa e Padova
Recorda o que de bom viveste.... Comecei por fazer um pequena viagem ao reino do meu ser...tentei neste grande trajecto descobrir as afinidades e singularidades do meu ser. Nesta viagem ímpar e impiedosamente sincera terá um relevo especial tudo o que me toca e apaixona de uma forma continua e desmesuradamente bela. Como não poderia deixar de ser, esta minha viagem completa um percurso começado há muitos anos. Num pequena aldeia de Carrazeda de Ansiães, Castanheiro do Norte nasci para gáudio de meus progenitores. Durante anos fui um menino feliz jogando pião, bola de trapos, usei socos de pau duro, livros, estudei,escrevi muita poesia e sempre olhei para aquele horizonte tão belo que desde o primeiro dia me apaixonou. Aprendi a gostar dos nossos, vinhedos, olivais,montes de sobreiros, torgas , giestas, zimbros. Fazia caminhadas com meus amigos do **** masculino e íamos todos felizes tomar banho ao rio Tua, passando pelo Gavião e descobrindo sempre e sempre uma beleza intimamente rejuvenescedora . As coisas simplesmente belas estavam ali sem querer contrapartidas, para serem simplesmente observadas por quem as queria sempre ver... Nesta viagem existe sempre a vontade de regressar, de olhar para tudo que aqui temos com mestria, carinho e porque não com amor eterno. As pessoas que se encontram nesta viagem nos ensinam a viajar com cuidado, com sabedoria, com uma leveza de seres excepcionais que procuram nesta vida uma felicidade ligada ao meio envolvente de suas terras, de seus lugares preferidos que perduram nas suas mentes. Um abraço amigo. Victor Marques
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Jan 7, 2016
Jan 7, 2016 at 11:24 AM UTC
RECORDA O QUE TIVESTE DE BOM
Recorda o que de bom viveste.... Comecei por fazer um pequena viagem ao reino do meu ser...tentei neste grande trajecto descobrir as afinidades e singularidades do meu ser. Nesta viagem ímpar e impiedosamente sincera terá um relevo especial tudo o que me toca e apaixona de uma forma continua e desmesuradamente bela. Como não poderia deixar de ser, esta minha viagem completa um percurso começado há muitos anos. Num pequena aldeia de Carrazeda de Ansiães, Castanheiro do Norte nasci para gáudio de meus progenitores. Durante anos fui um menino feliz jogando pião, bola de trapos, usei socos de pau duro, livros, estudei,escrevi muita poesia e sempre olhei para aquele horizonte tão belo que desde o primeiro dia me apaixonou. Aprendi a gostar dos nossos, vinhedos, olivais,montes de sobreiros, torgas , giestas, zimbros. Fazia caminhadas com meus amigos do **** masculino e íamos todos felizes tomar banho ao rio Tua, passando pelo Gavião e descobrindo sempre e sempre uma beleza intimamente rejuvenescedora . As coisas simplesmente belas estavam ali sem querer contrapartidas, para serem simplesmente observadas por quem as queria sempre ver... Nesta viagem existe sempre a vontade de regressar, de olhar para tudo que aqui temos com mestria, carinho e porque não com amor eterno. As pessoas que se encontram nesta viagem nos ensinam a viajar com cuidado, com sabedoria, com uma leveza de seres excepcionais que procuram nesta vida uma felicidade ligada ao meio envolvente de suas terras, de seus lugares preferidos que perduram nas suas mentes. Um abraço amigo. Victor Marques
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Nascia o amor Um certo dia de outono, As noites sonolentas, Deixei-me ao teu abandono, Pois, tu me encantas. O sol espreitava nas penedias, O orvalho sempre branco, Tu e tuas alegrias, Teu amor dá alento. As janelas estavam fechadas, Tua pele morena e boca, Pestanas bem cuidadas, Nasce o amor numa vida oca. Victor Marques
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Feb 28, 2012
Feb 28, 2012 at 11:42 AM UTC
Nascia o amor
Meus caros, eu vi! Quem sabe num sonho, ou talvez não fosse exatamente um sonho Quem sabe as luzes estivessem baixas demais E a escuridão que promove vultos, houvesse enegrecido minha mente -Entorpecido por meus próprios pensamentos- Ali estava, a visão atemporal da existência Trafegando por aterradores espaços infinitos A escuridão assombrava o devastado pântano das almas amaldiçoadas ouvia-se os gritos daqueles que encontravam ali o fatal destino Os mortos que estavam aprisionados ansiavam por companhia Uma fumaça fétida pairava sobre as águas apodrecidas Animais se decompunham retidos pela lama pegajosa Vermes se proliferavam naquele ambiente hostil enquanto o atormentador zumbido de moscas preenchia o silêncio daquele lugar horrível As criaturas mais horrendas e bestiais ali faziam sua morada à espreita das desavisadas presas que por aquele caminho se perderam Há um homem perdido em seus próprios passos Ele caminha ao longo da estrada Entre-a-vida-e-a-morte Ele está vivo, mas nunca viveu Como também está morto, sem de fato ter morrido Anseia por luz, mas se perde na escuridão do pântano O bater de asas dos abutres lhe contam que tudo é um sonho, mas também uma profecia Abaixo da árvore da vida sete urubus mortos estão se decompondo Não há quem possa devorar seus cadáveres apodrecidos Uma formosa águia sobrevoa o pântano Sete ratos tentam se esconder Sete cobras tentam fugir Mas a águia devora os sete ratos E também devora as sete cobras O homem se torna dois, e um terceiro que não é homem Ambos deverão transitar pelo inferno Arrastar-se pela terra infértil da morte Um morrerá para si mesmo E renascerá como a fênix mitológica O outro morrerá eternamente Consumido pela legião de sombras Sua tristeza será incomensurável E como se uma ira brotasse em seu âmago E uma dor gigantesca consumisse todo o seu ser Sem derramar uma lágrima Mergulhará sua existência nas águas esquecidas do Lethe Embora o primeiro igualmente experimentasse dor tamanha Ele encontrará seu guia dentro de si mesmo Pois o guia na escuridão é a luz Na luz nenhuma escuridão prevalece O terceiro é como se jamais existisse Permanecendo no limbo do crepúsculo Sem dormir ou acordar Apodrecendo como os urubus mortos aos pés da árvore da vida Sem jamais experimentar seus frutos Os três se tornam um só novamente Mas algo havia mudado Já não poderia mais ser o mesmo E como num súbito – abri meus olhos Não poderia ter sido um sonho Por mais que estivesse sonhando… Meus caros, eu vi!
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Dec 29, 2016
Dec 29, 2016 at 4:38 PM UTC
O Hades
Meus caros, eu vi! Quem sabe num sonho, ou talvez não fosse exatamente um sonho Quem sabe as luzes estivessem baixas demais E a escuridão que promove vultos, houvesse enegrecido minha mente -Entorpecido por meus próprios pensamentos- Ali estava, a visão atemporal da existência Trafegando por aterradores espaços infinitos A escuridão assombrava o devastado pântano das almas amaldiçoadas ouvia-se os gritos daqueles que encontravam ali o fatal destino Os mortos que estavam aprisionados ansiavam por companhia Uma fumaça fétida pairava sobre as águas apodrecidas Animais se decompunham retidos pela lama pegajosa Vermes se proliferavam naquele ambiente hostil enquanto o atormentador zumbido de moscas preenchia o silêncio daquele lugar horrível As criaturas mais horrendas e bestiais ali faziam sua morada à espreita das desavisadas presas que por aquele caminho se perderam Há um homem perdido em seus próprios passos Ele caminha ao longo da estrada Entre-a-vida-e-a-morte Ele está vivo, mas nunca viveu Como também está morto, sem de fato ter morrido Anseia por luz, mas se perde na escuridão do pântano O bater de asas dos abutres lhe contam que tudo é um sonho, mas também uma profecia Abaixo da árvore da vida sete urubus mortos estão se decompondo Não há quem possa devorar seus cadáveres apodrecidos Uma formosa águia sobrevoa o pântano Sete ratos tentam se esconder Sete cobras tentam fugir Mas a águia devora os sete ratos E também devora as sete cobras O homem se torna dois, e um terceiro que não é homem Ambos deverão transitar pelo inferno Arrastar-se pela terra infértil da morte Um morrerá para si mesmo E renascerá como a fênix mitológica O outro morrerá eternamente Consumido pela legião de sombras Sua tristeza será incomensurável E como se uma ira brotasse em seu âmago E uma dor gigantesca consumisse todo o seu ser Sem derramar uma lágrima Mergulhará sua existência nas águas esquecidas do Lethe Embora o primeiro igualmente experimentasse dor tamanha Ele encontrará seu guia dentro de si mesmo Pois o guia na escuridão é a luz Na luz nenhuma escuridão prevalece O terceiro é como se jamais existisse Permanecendo no limbo do crepúsculo Sem dormir ou acordar Apodrecendo como os urubus mortos aos pés da árvore da vida Sem jamais experimentar seus frutos Os três se tornam um só novamente Mas algo havia mudado Já não poderia mais ser o mesmo E como num súbito – abri meus olhos Não poderia ter sido um sonho Por mais que estivesse sonhando… Meus caros, eu vi!
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o vento fazia o pó levantar. de olhar maduro, óculos de protecção, casaco preto e chapéu, ao peito um medalhão. ele era um rapaz nobre. nunca se tinha visto ninguém como ele. que segredos antigos estavam à espreita? e ali estava ele, flutuando na magia da brisa. ao peito a mais perfeita arma de julgamento. cano curto. o segredo fora revelado, e o carrasco chegava para mim. com uma intenção maravilhosa de assassino malicioso, Spyglass olhou-me nos olhos e senti o vento no meu cabelo. flashes de fogo na calada da noite. a maravilhosa máquina de sua majestade. gritei: "semeador de chumbo". o sangue, escuro, corria, mortal.
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Apr 9, 2015
Apr 9, 2015 at 5:05 PM UTC
Semeador de chumbo
Compassadamente as estruturas internas do edifício começam a ruir Ninguém se atreve a saltar da Torre temem a morte eterna do espírito e a dívida a ser paga eternamente As labaredas do desespero já estavam acesas consumindo dia a dia os alicerces que ainda estavam em construção e os próprios pedreiros atiravam pedras à obra Eis que o grande Arquiteto faz o prédio desabar As lágrimas dos pedreiros escorrem Já é tarde para arrependimentos Um raio cósmico atravessa minha morada Enquanto um buraco ***** engole meu alento Sofro em silêncio... Como um guerreiro deve sofrer Uma nova casa foi erguida Um a um vejo meus irmãos retornarem para casa Embora meu pai não aceite o meu retorno Há uma multidão que escarnece minha amargura Seus lábios se compadecem do meu exílio Enquanto seus pensamentos louvam minha derrota E eu... que tanto lutei... Mas fora vaidade Tudo fora vaidade De nada valeu minhas batalhas Eu permaneço no vale dos caídos E meu pai se recusa a se dirigir a mim Assassinei a minha honra Descartei minha lealdade Mas ei de edificar novamente minha própria morada
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Sep 29, 2016
Sep 29, 2016 at 10:11 AM UTC
XVI
Noites de amor e canto suave de aves em manhas cristalinas, Nasci com o encanto de areias do mar sempre finas. A meus pais eu vou sempre agradecer, Com seu amor sempre viver... Quando eu nasci olhando o rio com olhos meios fechados, Senti o cheiro das flores dos meus antepassados, Grato a todos os seres que estavam ali para me ver nascer, Amando salgueiros do ribeiro que corre por correr... Quando eu nasci protegido por Deus e sua Igreja, Lirios campestres que a natureza sempre proteja. Alma divina que em minha vida logo entrou, Sorrir com inocência e carinho sim senhor, Tudo pelo desejo de DEUS criador. As estrelas do céu comigo estavam em harmonia, Ansiava viver, ver a luz do dia, Nasci para ser amor, vida, alegria... Nasci perdido nesses horizontes durienses avermelhados, Sem ideia do mundo, nem de todos os seres criados, Nem que havia uma eternidade onde iria regressar, Nasci para tudo amar e contemplar... Deus deu me o corpo para minha alma aperfeiçoar, Deus deu me tudo, a terra , o céu , o mar....
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Nov 26, 2020
Nov 26, 2020 at 3:48 AM UTC
Quando eu nasci...
a costela dele quebrada. mal podia ficar reto. dela só se sabe que ficou impressionada quando ele se curou. um momento rápido passou e ela percebeu que se sentava torta. e lembrou dele. privilégio que os ossos dela estavam no lugar. coluna, costela, fêmur. ainda jovens. senti culpa e a vontade de escrever tudo isso. não se pode perder momentos de paz, onde normalmente se encontra o conformismo da decadência. triste isso: só se sentir melhor quando se compara a algo pior. frases curtas pois pensa que fala demais e às vezes acha que pensa demais, quase vomitando coisas que não deveria. sim. sou eu. escrevo. que insegurança chata. vontade de falar pra todo mundo. era bem sobre isso que eu tava falando.
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Oct 25, 2017
Oct 25, 2017 at 5:08 PM UTC
costela
Eu vi as nádegas da minha mulher sendo apertadas e abertas por mãos grandes e peludas enquanto um trombolho descomunal abria caminho à caverna escura que acredito nunca antes ter sido explorada. Eu ouvi os ecos no corredor de nosso apartamento, de sons transmitidos pelo esgoelamento de suas cordas vocais delirantes e indiferentes à opinião da vizinhança. Provei o sabor acre da facada pelas costas sem derramar uma gota de lágrima ou de sangue. Os braços estavam amarrados à cabeceira, sodomizada, num transe hipnótico engendrado pelo pecado. Não me viram entrando. Sentei-me numa poltrona, ainda imperceptível, quase inexistente, um magma quente borbulhava em meu estômago, um vulcão erodia em meu peito, sentia morrendo todos os meus valores, toda a minha compreensão de mim mesmo, faltava-me ar aos pulmões, faltava-me alma ao corpo, já não poderia ser compatível com a ideia de pecado, o ódio se apossava como um demônio em meu corpo obrigando meus braços a se moverem, um escravo arrastado por suas correntes, arranquei minhas roupas, meu pau ereto desprovido de qualquer amor, de qualquer sentimento humano, erguia-se pelo horror, pelo prazer perverso que se apoderava das minhas ideias, o que estaria por vir me excitava. Aquele homem diante minha indiferença. Seu pau broxado pelo terror da minha imagem. Meu pau duro como uma muralha impenetrável, pontiagudo como uma estaca, atravessou seu peito como uma lança, empalado pelo ânus até a boca. Mudo como um peixe fisgado pelo arpão. Castrado engoliu seus próprios testículos. Ela com a pele esfolada em músculo crú, estuprada como uma puta barata pelo meu punho a atravessar sua boceta seca, amarrada com suas entranhas gosmentas e fedidas de mentiras e recoberta por fezes, esquartejei em treze parágrafos seu falso discurso . Deixei sua cabeça largada ao canto daquele quarto sujo. Estancaram-se me encarando. Nenhuma reação, nenhum movimento.
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Nov 7, 2018
Nov 7, 2018 at 12:55 AM UTC
Capítulo 1 - O prazer da Carne
Eu vi as nádegas da minha mulher sendo apertadas e abertas por mãos grandes e peludas enquanto um trombolho descomunal abria caminho à caverna escura que acredito nunca antes ter sido explorada. Eu ouvi os ecos no corredor de nosso apartamento, de sons transmitidos pelo esgoelamento de suas cordas vocais delirantes e indiferentes à opinião da vizinhança. Provei o sabor acre da facada pelas costas sem derramar uma gota de lágrima ou de sangue. Os braços estavam amarrados à cabeceira, sodomizada, num transe hipnótico engendrado pelo pecado. Não me viram entrando. Sentei-me numa poltrona, ainda imperceptível, quase inexistente, um magma quente borbulhava em meu estômago, um vulcão erodia em meu peito, sentia morrendo todos os meus valores, toda a minha compreensão de mim mesmo, faltava-me ar aos pulmões, faltava-me alma ao corpo, já não poderia ser compatível com a ideia de pecado, o ódio se apossava como um demônio em meu corpo obrigando meus braços a se moverem, um escravo arrastado por suas correntes, arranquei minhas roupas, meu pau ereto desprovido de qualquer amor, de qualquer sentimento humano, erguia-se pelo horror, pelo prazer perverso que se apoderava das minhas ideias, o que estaria por vir me excitava. Aquele homem diante minha indiferença. Seu pau broxado pelo terror da minha imagem. Meu pau duro como uma muralha impenetrável, pontiagudo como uma estaca, atravessou seu peito como uma lança, empalado pelo ânus até a boca. Mudo como um peixe fisgado pelo arpão. Castrado engoliu seus próprios testículos. Ela com a pele esfolada em músculo crú, estuprada como uma puta barata pelo meu punho a atravessar sua boceta seca, amarrada com suas entranhas gosmentas e fedidas de mentiras e recoberta por fezes, esquartejei em treze parágrafos seu falso discurso . Deixei sua cabeça largada ao canto daquele quarto sujo. Estancaram-se me encarando. Nenhuma reação, nenhum movimento.
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as ruas do coração dela estavam desertos ela não tinha nada para ajudar cidades que ela não tinha visto ela estava sozinha mas as cidades, eles chamaram o nome dela.
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Feb 15, 2019
Feb 15, 2019 at 11:39 AM UTC
preterito imperfeito