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"esses" poems
Os Homens e a natureza! Quando me levanto sem o toque do galo, com o despertador de forma assustadora. Vejo um novo dia de eterna graça e bênção para todos aqueles que por um motivo se entrelaçaram em minha vida. Os comboios, aviões, carros seus ruídos e rapidez nos fazem cavalgar por imensos lugares que outrora eram esquecidos no tempo. A natureza diferente de nós homens acorda com sinfonias de pássaros, grilos e rãs! A ganância consome corações rotineiros e injustiçados de homens sem valor que são falsos profetas de um tempo sem ser tempo, de um mundo maltratado por esses mesmos homens, Que se vestem de fato e gravata e exploram seus semelhantes. Enquanto o homem se esquecer de que todo o seu irmão nasce, vive e morre por uma vontade sublime da criação de um Deus infinito. Por de lado o amor pelo luxo, dinheiro, poder e plena satisfação pessoal. A natureza sim é plena, gratuita, nobre, singela. A harmonia de vales e montes sonolentos motivos de meditação, sustento e um amor infindável com seu criador me bafeja hinos cantados com belas harpas do tempo de David. Um mundo de homens que deixam de ser homens, que o tempo deixa de ser tempo e que a natureza é mal-amada geram uma desconfiança e um sofrimento em todos os seres humanos que labutam por dias melhores na rotina do nosso tempo. Ensinamentos de cada pedra que se pisa, de cada ave livre que esvoaça no céu, dos golfinhos que comunicam sem o homem os entenderem… Victor Marques
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Jul 17, 2012
Jul 17, 2012 at 9:58 AM UTC
Os Homens e a natureza!
Os Homens e a natureza! Quando me levanto sem o toque do galo, com o despertador de forma assustadora. Vejo um novo dia de eterna graça e bênção para todos aqueles que por um motivo se entrelaçaram em minha vida. Os comboios, aviões, carros seus ruídos e rapidez nos fazem cavalgar por imensos lugares que outrora eram esquecidos no tempo. A natureza diferente de nós homens acorda com sinfonias de pássaros, grilos e rãs! A ganância consome corações rotineiros e injustiçados de homens sem valor que são falsos profetas de um tempo sem ser tempo, de um mundo maltratado por esses mesmos homens, Que se vestem de fato e gravata e exploram seus semelhantes. Enquanto o homem se esquecer de que todo o seu irmão nasce, vive e morre por uma vontade sublime da criação de um Deus infinito. Por de lado o amor pelo luxo, dinheiro, poder e plena satisfação pessoal. A natureza sim é plena, gratuita, nobre, singela. A harmonia de vales e montes sonolentos motivos de meditação, sustento e um amor infindável com seu criador me bafeja hinos cantados com belas harpas do tempo de David. Um mundo de homens que deixam de ser homens, que o tempo deixa de ser tempo e que a natureza é mal-amada geram uma desconfiança e um sofrimento em todos os seres humanos que labutam por dias melhores na rotina do nosso tempo. Ensinamentos de cada pedra que se pisa, de cada ave livre que esvoaça no céu, dos golfinhos que comunicam sem o homem os entenderem… Victor Marques
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Explicar a minha descendência Deitei-me na cama e não consegui encontrar amor para me amar ou até me confortar e dar guarida.    Não preciso de ter a luz acesa para entender a minha descendência.  O Pelourinho centenário que venera  minha casa é um privilégio celeste que Reis terrenos gostariam de ter e poder contemplar....       Nossos antepassados deixarem um pouco deles que perdura para sempre em nossos corações enquanto seres humanos aptos para sobreviver.         As pessoas estabelecem nesta vida laços que seriam impossíveis senão acreditassem que por qualquer razão iriam ser lembrados depois da sua morte. A este pensamento  de lembrar quem docemente amou eu chamo imortalidade.  A minha definição de imortalidade é diferente de todas as outras. A imortalidade depende duma descendência adequada que se manifesta no amor eterno por quem por amor nos deu a conhecer tantas vezes  coisas que pareciam imagens distorcidas de uma realidade que parecia não ser adequada aos nossos antepassados.       Nem sempre todos os seres humanos conseguem perceber a sua genialidade , nem sequer a sua disponibilidade para completar percursos iniciados por seus entes queridos. Ou melhor ainda,  seus descendentes,  seus antepassados....!       Eu vou receber sempre na minha memória,  esses ensinamentos que um dia alguém me ofereceu. Que coisa bonita , que encanto,  que vontade sublime estes meus antepassados tiveram em me fazer acreditar que eu fazia parte de uma geração nobre .   Victor Marques
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Feb 24, 2014
Feb 24, 2014 at 10:50 AM UTC
Explicar a minha descendência
Explicar a minha descendência Deitei-me na cama e não consegui encontrar amor para me amar ou até me confortar e dar guarida.    Não preciso de ter a luz acesa para entender a minha descendência.  O Pelourinho centenário que venera  minha casa é um privilégio celeste que Reis terrenos gostariam de ter e poder contemplar....       Nossos antepassados deixarem um pouco deles que perdura para sempre em nossos corações enquanto seres humanos aptos para sobreviver.         As pessoas estabelecem nesta vida laços que seriam impossíveis senão acreditassem que por qualquer razão iriam ser lembrados depois da sua morte. A este pensamento  de lembrar quem docemente amou eu chamo imortalidade.  A minha definição de imortalidade é diferente de todas as outras. A imortalidade depende duma descendência adequada que se manifesta no amor eterno por quem por amor nos deu a conhecer tantas vezes  coisas que pareciam imagens distorcidas de uma realidade que parecia não ser adequada aos nossos antepassados.       Nem sempre todos os seres humanos conseguem perceber a sua genialidade , nem sequer a sua disponibilidade para completar percursos iniciados por seus entes queridos. Ou melhor ainda,  seus descendentes,  seus antepassados....!       Eu vou receber sempre na minha memória,  esses ensinamentos que um dia alguém me ofereceu. Que coisa bonita , que encanto,  que vontade sublime estes meus antepassados tiveram em me fazer acreditar que eu fazia parte de uma geração nobre .   Victor Marques
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E abriu um buraco na alma, deram alguns tiros na alma e agora ela ta toda furada. Até pouco tempo atrás esses buracos eram um problema, mas o homem percebeu que os furos eram pequenos e não atrapalhavam em nada, eles até melhoravam a alma, pois ela acabou se tornando uma peneira, que filtra tudo o que passa por ela e só permanece com o necessário. A alma fura e remenda, até o dia que ela se solta e vai viver em outras vidas. "Alma mole, vida dura, tanto insiste em sua fuga."
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Mar 31, 2015
Mar 31, 2015 at 1:29 AM UTC
"Água mole, pedra dura, tanto bate até que fura"
Como uma gota de água se juntando formando um oceano, É a cor da esperança azulada desse mar perto dos teus seios, Nada diferente da saudade das noites loucas perto da água, Em que vivi momentos eternos para o meu coração, Não poderia nunca esquecer que aqueci meus anseios junto de ti, Acreditei na realização dos melhores sonhos perante o teu sorriso, O teu silêncio confortou-me sempre que precisava de paz e harmonia. A cor dos teus olhos igual à do meu coração nunca eu vou esquecer, Como não me esqueço das tuas mãos quentes agarrando o meu corpo, O teu suspiro suave mantendo-me quente e aconchegado nos teus braços. Se eu voltar a viver esses momentos para sempre recordar, Será ironia de um destino permanente e cada vez mais distante, Mas é essa a verdade que ficou, é difícil ocuparem o teu lugar, Também porque continua ocupado com as tuas coisas, O teu cheiro mantem-se impregnado em mim como se fosse hoje, O som das tuas palavras doces ficou nos meus ouvidos, E ainda hoje te ouço por vezes nos meus sonhos! Tudo acabou mal mas não muda a pessoa que tu és! És exactamente aquilo que te dizia tantas vezes ao ouvido! Coisas que só eu e tu sabemos e vamos recordando! Um desejo que estejas bem e guardes de mim boa lembrança! Se assim for nada que pudesse existir me deixaria mais feliz. Autor: António Benigno
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:01 AM UTC
Desejo chegar ao teu ouvido
Got silken silver scratches etched deep into my ring, their lascivious lines lick up and down like an ecg they match the beat of my heart when with kisses i am carefree It says surrendered but it's a constant act of surrendering I twirl it in circles I realize it is not a shackle I realize that it is protection That in its silver and ebony reflection I see a more beautiful picture of the future of this thing That where the esses sliver into scratches of black at their edges i trace my faith, my face with my eyes in introspection and where the three ees travel in between the other letters on the ring there on the surface, its purpose is surfacing
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Mar 12, 2013
Mar 12, 2013 at 2:12 AM UTC
black and silver ring that sings surrendered, though marred speaks of mending
Ah, pobre Dolores Mais uma vez está cansada de suas mágoas e constipada com suas dores Há quem diga que quando olha o céu, sonha com estrelas Acalme-se Dolores, hoje tenho um presente para entretê-la Acorde de seu sonho e largue esses afazeres Olhe para A Casa Abandonada dos Prazeres Almeja tanto assim? O seu ignoto fim? Por quê toma todos esses remédios? Se o que deseja é pular do mais alto prédio Para quê todas essas doenças inventadas? E essas mulheres, para quê invejá-las? Na casa encontrará a cura Não mais carregará sua imaginária feiura Lá será bela como sempre quis Mas pergunte-se o que é ser feliz Lá, em todas as paredes, encontrará espelhos E em todas camas encontrará lençóis vermelhos Onde finalmente poderá gozar E a beleza que não é sua, contemplar Goze, goze Dolores Mistura seu prazer com suas dores Goze, goze mais uma vez Goze toda sua estupidez Saiba que nem tudo que cintila é ouro E fora da casa continuará seu agouro Quando fora estiver, da vida perderá a crença E a cada vez que entrar e sair, nascerá uma nova doença Uma daquelas de sua hipocondria E a cada dia verá a verdadeira agonia Sentirá dor, e fome Não se lembrará de seu nome Não poderá comer, pois a doença te devastará E para a casa todos os dias irá correr, a sonhar Lembre-se de novo Que nem tudo que brilha é ouro Ganhará a casa e perderá o mundo E seu eu estará perdido num poço profundo Um dia dirá: Será? Toda aquela estética... era tão assim... patética? Nossas escolhas não tem volta Para o destino não há revolta Não devo mais chorar Só me resta, agora, gozar Goze, goze Dolores Mistura seu prazer com suas dores Goze, goze mais uma vez Goze toda sua estupidez
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Aug 22, 2014
Aug 22, 2014 at 4:34 PM UTC
Dolores
Ah, pobre Dolores Mais uma vez está cansada de suas mágoas e constipada com suas dores Há quem diga que quando olha o céu, sonha com estrelas Acalme-se Dolores, hoje tenho um presente para entretê-la Acorde de seu sonho e largue esses afazeres Olhe para A Casa Abandonada dos Prazeres Almeja tanto assim? O seu ignoto fim? Por quê toma todos esses remédios? Se o que deseja é pular do mais alto prédio Para quê todas essas doenças inventadas? E essas mulheres, para quê invejá-las? Na casa encontrará a cura Não mais carregará sua imaginária feiura Lá será bela como sempre quis Mas pergunte-se o que é ser feliz Lá, em todas as paredes, encontrará espelhos E em todas camas encontrará lençóis vermelhos Onde finalmente poderá gozar E a beleza que não é sua, contemplar Goze, goze Dolores Mistura seu prazer com suas dores Goze, goze mais uma vez Goze toda sua estupidez Saiba que nem tudo que cintila é ouro E fora da casa continuará seu agouro Quando fora estiver, da vida perderá a crença E a cada vez que entrar e sair, nascerá uma nova doença Uma daquelas de sua hipocondria E a cada dia verá a verdadeira agonia Sentirá dor, e fome Não se lembrará de seu nome Não poderá comer, pois a doença te devastará E para a casa todos os dias irá correr, a sonhar Lembre-se de novo Que nem tudo que brilha é ouro Ganhará a casa e perderá o mundo E seu eu estará perdido num poço profundo Um dia dirá: Será? Toda aquela estética... era tão assim... patética? Nossas escolhas não tem volta Para o destino não há revolta Não devo mais chorar Só me resta, agora, gozar Goze, goze Dolores Mistura seu prazer com suas dores Goze, goze mais uma vez Goze toda sua estupidez
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Monstros convictos tomam, a todo instante, minha mente. A ilusão é ignorá-los. A restrição é encontrá-los. Gracioso o tédio provocado pelas rupturas sangrentas que professam tal destino indiscretamente escrito pelos sombrios passageiros que me acompanham, que se rebelam contra mim todos os dias. Em súbitos sons, surtos e tons, abraçam-me e acariciam-me essas anomalias negadas por muitos, esses assombros temidos por todos. Enquanto o inocultável poder de persuasão das criaturas faz-me síntese inexprimível, a perfeição defendida pelos *** é fatalmente extinguida pela percepção concedida à TERRA.
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May 25, 2013
May 25, 2013 at 12:15 AM UTC
Alusão ao desconhecido
Nunca achei que seria tão fácil me vendar Mas olhando para trás Havia tantas coisas que não gostaria de ver E talvez graças a essa cegueira, lembrar não me faz sofrer Apenas buscar um abraço e tentar esquecer Ver o mundo desaparecer Talvez viver de promessas e sonhos foi o que nós fez perder E todo esses pedregulhos viraram aterros Para os próximos sonhos Que podem se tornar verdadeiros E não apenas uma moldura sem fotografia Que decora a mobília de um cômodo sem a pintura do apego E deixar o tempo passar seja o melhor que tenho a fazer Ele revigora e maquia cicatrizes que nem podemos ver Por isso talvez, mesmo sem historias para contar Acho que deveria me entregar Para que ele me leve ao lugar mais distante de ti Sempre achei que um pouco de nós faria bem O que dizer? nunca fui muito bom em escolher Mas talvez se nós reencontrarmos em alguns anos quais quer Podemos perceber que o jogo nunca terminou Apenas virou, e agora estamos em times diferentes Sempre se esbarrando e se machucando Mas nunca se cumprimentando Talvez devesse ter visto de longe Ou não ter me iludido tanto E saber que fomos Destinados a fingir Viver de falsas proximidades e carícias geladas E nunca de ternura nos abraços ou paixão nos beijos Destinados a fingir Uma paixão idiota Que mais parecia um cigarro Que logo se transforma em fumaça E no vento para o mundo se esvai
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Nov 5, 2015
Nov 5, 2015 at 7:48 PM UTC
Tempo de fingir
De que cor sopra hoje o teu vento e que sol o faz voar, Quais os caprichos do teu tempo que desdenham ao luar, Qual a cor das tuas pétalas que ao rubro quero provar, Um sabor e uma lembrança pra sempre eu vou recordar! Foi no brilho dos teus olhos e na tristeza do teu olhar, Foi as formas da tua face que me acolheram o despertar, Tantas outras tantas de voltas eu te quero a ti reencontrar, Provar de novo os teus beijos doces e me poder deliciar! Ouro fino cor de cetim para te cobrir e levar ao pé do mar, Jogar na areia todas as lembranças e poder ali te abraçar, Dar um aperto louco, quente e mouco no silêncio a te amar, Viver de novos todas as caricias dadas e poder fervilhar! Como eu voou de novo nos meus sonhos a te ver voar, Como me entrego na loucura que se apoderou como colar, Me dá voltas nas voltas mas me segura não vai estrangular, É preciso apenas acreditar que nada foi em vão e vai voltar! As saudades frescas a vontade mais forte de te vir a poder amar, Sejam esses os caminhos de dois seres que acreditaram nesse amar, Uma febre fresca, um alívio doce, um jeito sem força, apenas te amar! Autor: António Benigno Pelos caminhos do tempo pelas vontades do vento apenas gestos e palavras certas!
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:02 AM UTC
Se hoje o céu é cinzento
I Queira a ter-te tal sacrifício impune à beleza Desventurar no ofício da morte formosa No rito estrangulado, no campo da destreza, Pensamentos que julgo uma ilusão honrosa Sob a lembrança dos antigos, arcaica proeza Se medos sentimos dessa prática tão dolorosa, Aquieta-se! A relva abaixo espera em sua frieza, Para o pútrido sepulcro de uma luz ardorosa Onde graça, cuja índole se esquiva, Singram os raciocínios obscuros De uma consciência a julgar-se viva É o fim a tocar alma fugitiva, A único respeito, tomar com acuro Um fadário apagado de perspectivas II Ao meu semblante prefere-se o nada, diante das vãs venturas Pois se é hábito e desconcerto sempre padecer, Coerente é, por esses horrores, nunca me ater Para que não lastime o infinito desta amargura Esta angústia vazia que na miséria perdura Sufocando meu espírito em sofrer, Vede a todos dura sentença! É preferível já não ser, Que fugir do fim que, em descrença, meu corpo procura Se Dido no desalento, por Eneias, deixa vida, Estou cá, em silêncio de alma desvarrida A cessar aos vermes o que vivo eternamente Em álgido lamento, pude cantar nesta partida, Algumas rimas de mi'a face enlanguescida, Em que pude prezar da morte seu beijo unicamente
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May 30, 2017
May 30, 2017 at 10:29 PM UTC
Anseios
It’s the midsty morning, all grammar’s run amuck and the rapture won’t take me. They’re lining up, the letters and errant punctuation. Spray-tagged against walls they’ll torment the souls who’ll stay here in god’s mean timing. I keep putting apostrophe’s where they don’t belong. It’s an oblonging of words and it will always be my denial. What’s possessed me? I could pose esses, caressing them down to tildes, til disappointed and unsexed by a symbolic life on its side, they'd rise back up to text, not angry but sure their standing’s worth fighting for. That’s nothing but a bad dream. Line theft has left this man fantastical and it’s broken my container of finger-twitching quotations.
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Jun 15, 2011
Jun 15, 2011 at 6:31 PM UTC
A language for the end times
I paid for the two coffees and brought them back to the table, swear they chinkled in my hands like the music in my teeth jouncing around when I see you. You wrote letters in your bright notebook and as I sipped you asked me to discover them. High task. Could barely read your cursive boughs and sinewy slippery esses, slip slip sliding off the page as you smiled with a pixieish shrug—see, can’t do it. But I sipped a little more deliberately, slitted my eyes back to you, wrote you some mischief on a napkin and you laughed. It was buoyant and I floated for a second above the wooden bench, sustained by other voices like cushions of marzipan I could dip in your coffee and you would love it. And back then you were really in front of me, I should have limned your lines and ridges onto your notebook, just to show you. Should have taken out my camera in a way you wouldn’t have seen and taken a picture of those eyes, the way you looked right there, right then. Maybe you’d have seen mine being created then—suddenly rushing, flushing blood to a created thing, made out of thin air, substantive. Seen how you gave me my flesh, how you made me an unknown drinker of all life’s subtle blessings, peacefully, even while within the mist of its peaceless ecstasy and fury.
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Mar 27, 2012
Mar 27, 2012 at 7:14 PM UTC
It Was Buoyant
I like to rub her righteous Rubber baby buggy bumpers While her Sister Susie Sells seashells by the sea shore. Susie works in a shoeshine shop, She sits, and she shines all day long. She confesses with too many esses It lispers up her whispered song. Peter Piper picking peppers Putting pickled peppers in a *** Woodchuck chucked wood, Chuckling, chucked the wood he got. Susie’s sister Betty Botter Bought a pound of bitter butter. Betty was a bit of a ****** She said her butter was better bitter. I thought of a thought, thinking It was a very difficult thing to occur. Thinking, busily thinking; Blinking, and winking, thinking of her We made a date at a quarter to eight Said, “I’ll see you at the gate, don’t be late.” Lucky and plucky, my ducky doo, It was a heavy date, and a heavy gate. Leary of a really weary ***** We wandered in our wandering leathers Wondered if whether wetter Weather were better to weather together. We celebrate our late date We didn’t skate, or deliberate our fate Suffice is to further elucidate And cheerily chewed the churros we ate.
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Apr 25, 2016
Apr 25, 2016 at 9:54 PM UTC
EASY FOR YOU TO SAY
That child, seems to be reading to my old dog friend. Can we teach a dog to read and see the significance some men find in syllables unsaid? In print, Sibilant denture whistles, perk no ear silent esses no ear can hear, un spoken esses essentially signify nothing, simple noise. But a good dog will respond to the slightest whistle, as if… A sibyl said listen, hear the wind enter the world once with inspired expired whistling sound found in song this way, this is the way, Say plain the sound of each sign. Alpha Beta, Aleph Bet, Ayee Bee See, these let words be saved as signals Letters, let silent sounds hold meaning in signs of sounds men can make, Like Ah. or baah, which certain ruminants make as well… A man can say ah, and mean plain nothin' and some dogs can too, but when dogs say, ah, it's often a yawn gone into a groan like a stretched out awww as the back arches backward and front paws stretch out. Tail swishing slow sweeps swirling dust mites in a shaft of morning light, more wind than any butterfly wing or humming bird wing could stir. "Remember", his brown eyes say, this posture always meant, "let's do some fun, go for a run, follow a scent" But then, another yawn and a shake. a glance from those knowing eyes, signifying, signing , if I am happy, he is, too. A dog friend then punctuates, by curling down into a black and white comma with a bit of golden tail covering the nose twitiching ante cipitating a chase that leads to this new place, where new sounds can sound insignificant, dream time humms, not worth the effort to hear, since we are not going anywhere, today. Ah, be, still. Tomorrow is the myth. My dog swears that's true. Today, or never, and never's fine. He Yawns.
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Aug 27, 2022
Aug 27, 2022 at 4:37 PM UTC
Plain words, not many, from four years ago
That child, seems to be reading to my old dog friend. Can we teach a dog to read and see the significance some men find in syllables unsaid? In print, Sibilant denture whistles, perk no ear silent esses no ear can hear, un spoken esses essentially signify nothing, simple noise. But a good dog will respond to the slightest whistle, as if… A sibyl said listen, hear the wind enter the world once with inspired expired whistling sound found in song this way, this is the way, Say plain the sound of each sign. Alpha Beta, Aleph Bet, Ayee Bee See, these let words be saved as signals Letters, let silent sounds hold meaning in signs of sounds men can make, Like Ah. or baah, which certain ruminants make as well… A man can say ah, and mean plain nothin' and some dogs can too, but when dogs say, ah, it's often a yawn gone into a groan like a stretched out awww as the back arches backward and front paws stretch out. Tail swishing slow sweeps swirling dust mites in a shaft of morning light, more wind than any butterfly wing or humming bird wing could stir. "Remember", his brown eyes say, this posture always meant, "let's do some fun, go for a run, follow a scent" But then, another yawn and a shake. a glance from those knowing eyes, signifying, signing , if I am happy, he is, too. A dog friend then punctuates, by curling down into a black and white comma with a bit of golden tail covering the nose twitiching ante cipitating a chase that leads to this new place, where new sounds can sound insignificant, dream time humms, not worth the effort to hear, since we are not going anywhere, today. Ah, be, still. Tomorrow is the myth. My dog swears that's true. Today, or never, and never's fine. He Yawns.
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Pernas longas e cabeças grandes Olhos pequenos e cílios gigantes Roupas iguais Conversas vazias É ridículo Tudo Todos Previsível e Decepcionante Orgulhosos e Invejosos Esperançosos e Iludidos Mas quem sou eu pra julgar? Sou mais um entre esses seres malditos
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Jun 25, 2013
Jun 25, 2013 at 5:53 PM UTC
Seres Humanos
I have a plethora of empty et ceteras ahead of ya for getting you a head of yeahs. With this thick pen i spaz, repeat my jazz, ****** foobaz. Move through new class. U2 sweet lass or move it last. like molasses through the past without esses. Witout ss? Ooh, too fast? So we give r for morales, too, dad. You don't get it? Oh, too bad.
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Jun 20, 2013
Jun 20, 2013 at 8:42 PM UTC
alphabet
Vejam todos esses Cristãos, Se orgulham tanto de ir à Igreja, E não enxergam o próprio irmão. Que por aí ainda passando fome, Com medo, com frio e sem nome, Mais um excluído da sociedade. Vejam todos esses Cristãos, Celebrando o Natal com presentes, Se esquecendo do verdadeiro motivo, Da existência do Natal. Gastam, gastam, gastam, E esquecem que pelo mundo à fora, Muita gente queria só amor no Natal. Vejam estes cristãos, egocêntricos, Que são alguém na Igreja, E fora dela mudam tanto. Estes Cristãos perderam o amor, Perderam Jesus. Já não amam mais ao seu Deus, Mas sim a sua religião, Estão obcecados por uma instituição: A Igreja!
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Dec 25, 2012
Dec 25, 2012 at 8:48 AM UTC
Hipocrisia Cristã
Limpou-se a terra e o mar E os maus pensamentos, Nascia amor, sentia-se no ar Coisas de novos encantos! Tudo era novo agora, A alegria era ordem do dia, Acertava-se a nova hora, O Tempo era a academia! Ninguém crescia depressa, Vida não era a mesma correria, O Homem cumpria a promessa, Daquilo que sonhamos um dia! Não havia dor nem maus sentimentos, Não, não era o céu o mundo onde vivia Era o mundo que o Homem tanto queria, Deu-se o valor a esses limados acabamentos! Ligou-se a dor e o sofrimento Com o amor e o sentimento, Se cuidaram  e deram alimento Exemplificaram esse casamento! Autor: António Benigno Código de Autor: 2015.06.03.11.17.06.01
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Jun 3, 2015
Jun 3, 2015 at 6:32 AM UTC
Agora, novo lar
Isso é um sonho lucido Acorde, todos esses tempos andou dormindo sonhando com amor cure essas feridas depois de todos esses anos viu que o amor, o que é amor? uma ilusão, ou um sonho interminável.
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Aug 12, 2013
Aug 12, 2013 at 6:55 PM UTC
Sonho Lucido
Estou na margem... Para lá do abismo. Longe de mim ficaram os momentos que vivi à beira-mar. Mais longe, como uma visão, o teu rosto vindo do céu, esses lábios que não são do ser que nunca fostes e que eu beijei ao esquecer-me de beijar. Tua mão desdobra meus dedos, dobrados pelo tempo. Se o que sou não sinto, o que sinto e sou não importa.
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Jul 7, 2014
Jul 7, 2014 at 5:30 PM UTC
tu
Sabe, eu tenho medo de dizer que sinto falta de você A ultima vez que nós vimos, queria muito te abraçar E esses sentimentos pouco a pouco se empoeiram aqui dentro Mas como poderia negar todas essas borboletas que sinto quando vejo você E espero que eu não esteja muito longe na sua lista de espera Porque, sabe, eu gosto de você, realmente gosto de você Venho sonhando com você e algumas cores que não existem E apenas consigo pensar Eu gosto de você, verdadeiramente gosto de você E espero que você goste de mim Você me ajudou por tudo que passei O jeito que você sorri me deixa tão bem Ou quando o calor da sua mão me faz sentir tão seguro Então, como eu poderia negar seus lábios no meu? E sabe eu gosto de você, gosto mesmo de você
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Jan 19, 2016
Jan 19, 2016 at 1:52 PM UTC
Untitled
Quando a noite vinha e eu me deitava, Me guardavas com alma purificada, A manha chega e como a flor que brota, Te encontravas a mim junto a porta... Percorrias esses vales de madrugada, Eu seguia a tua pegada, Tudo te encantava e seduzia, Amavas a gente que eu conhecia... Eras fiel, seguro de ti sem pedir nada, Tinhas doçura com ternura misturada, Na quinta viveste com meu amor e minha poesia, Me deixaste da noite para o dia... Sem ti e sem me aperceber, Que nasceste para também morrer, Brado a Deus Rei e Senhor Te imortalizo com meu amor. Victor Marques
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Sep 20, 2018
Sep 20, 2018 at 4:32 PM UTC
Meu amigo fiel companheiro
Lá bem no fundo, no escuro; o tédio, a mágoa e uma tristeza de sonhos irrealizáveis. Sonhos esses impossíveis de esquecer e por quem existe sempre uma profunda e verdadeira lágrima. Porque será que apenas nos apercebemos do verdadeiro valor do que possuímos somente quando o perdemos.
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Jul 17, 2014
Jul 17, 2014 at 3:56 PM UTC
lágrima
Em épocas de instabilidade, Caro navegante... Tenha muita cautela ao escolher teus caminhos. Pois existem portas que, quando abertas... Nunca mais se fecharão. Já outras portas, quando se fecham, Jamais poderão ser abertas novamente. Grande amigo... Há caminhos em que os Espíritos gritam E o sangue se derrama... Caminhos esses por onde o fogo consumidor se alastra E o ímpio se transmuta. Ali a dor é colossal. E cresce a cada passo dado. Onde a guerra é lei. E te fere a todos instantes. A morte será teu guia por estes vales estreitos. Lugar em que abismos devoram os injustos Em que a própria terra engole os fracos E o veneno proferido se multiplica no retorno Afogando os incautos nas marés do próprio sangue. Por ali deve ser o teu andar, filho meu. Não temas. Tais caminhos se cruzarão, um dia Onde não houver mais tempo nem espaço, nobre guerreiro... E os véus ocultos do eterno se abrirão, Para os vitoriosos que se deleitarão Nas glórias do amor infinito.
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Aug 24, 2016
Aug 24, 2016 at 11:44 AM UTC
CONCILIUM
os muros da cidade estão pintados de poesia, pintados de palavras rudes que revelam os sonhos de cada alma. Esses são os sonhos da cidade e todos eles se tornam num só.
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Nov 13, 2015
Nov 13, 2015 at 11:24 PM UTC
os muros da cidade