"esses" poems
Os Homens e a natureza!
Quando me levanto sem o toque do galo, com o despertador de forma assustadora. Vejo um novo dia de eterna graça e bênção para todos aqueles que por um motivo se entrelaçaram em minha vida. Os comboios, aviões, carros seus ruídos e rapidez nos fazem cavalgar por imensos lugares que outrora eram esquecidos no tempo.
A natureza diferente de nós homens acorda com sinfonias de pássaros, grilos e rãs!
A ganância consome corações rotineiros e injustiçados de homens sem valor que são falsos profetas de um tempo sem ser tempo, de um mundo maltratado por esses mesmos homens,
Que se vestem de fato e gravata e exploram seus semelhantes.
Enquanto o homem se esquecer de que todo o seu irmão nasce, vive e morre por uma vontade sublime da criação de um Deus infinito. Por de lado o amor pelo luxo, dinheiro, poder e plena satisfação pessoal.
A natureza sim é plena, gratuita, nobre, singela. A harmonia de vales e montes sonolentos motivos de meditação, sustento e um amor infindável com seu criador me bafeja hinos cantados com belas harpas do tempo de David.
Um mundo de homens que deixam de ser homens, que o tempo deixa de ser tempo e que a natureza é mal-amada geram uma desconfiança e um sofrimento em todos os seres humanos que labutam por dias melhores na rotina do nosso tempo.
Ensinamentos de cada pedra que se pisa, de cada ave livre que esvoaça no céu, dos golfinhos que comunicam sem o homem os entenderem…
Victor Marques
Jul 17, 2012
Jul 17, 2012 at 9:58 AM UTC
Explicar a minha descendência
Deitei-me na cama e não consegui encontrar amor para me amar ou até me confortar e dar guarida.
Não preciso de ter a luz acesa para entender a minha descendência. O Pelourinho centenário que venera minha casa é um privilégio celeste que Reis terrenos gostariam de ter e poder contemplar....
Nossos antepassados deixarem um pouco deles que perdura para sempre em nossos corações enquanto seres humanos aptos para sobreviver.
As pessoas estabelecem nesta vida laços que seriam impossíveis senão acreditassem que por qualquer razão iriam ser lembrados depois da sua morte.
A este pensamento de lembrar quem docemente amou eu chamo imortalidade. A minha definição de imortalidade é diferente de todas as outras.
A imortalidade depende duma descendência adequada que se manifesta no amor eterno por quem por amor nos deu a conhecer tantas vezes coisas que pareciam imagens distorcidas de uma realidade que parecia não ser adequada aos nossos antepassados.
Nem sempre todos os seres humanos conseguem perceber a sua genialidade , nem sequer a sua disponibilidade para completar percursos iniciados por seus entes queridos. Ou melhor ainda, seus descendentes, seus antepassados....!
Eu vou receber sempre na minha memória, esses ensinamentos que um dia alguém me ofereceu.
Que coisa bonita , que encanto, que vontade sublime estes meus antepassados tiveram em me fazer acreditar que eu fazia parte de uma geração nobre .
Victor Marques
Feb 24, 2014
Feb 24, 2014 at 10:50 AM UTC
E abriu um buraco na alma, deram alguns tiros na alma e agora ela ta toda furada. Até pouco tempo atrás esses buracos eram um problema, mas o homem percebeu que os furos eram pequenos e não atrapalhavam em nada, eles até melhoravam a alma, pois ela acabou se tornando uma peneira, que filtra tudo o que passa por ela e só permanece com o necessário. A alma fura e remenda, até o dia que ela se solta e vai viver em outras vidas.
"Alma mole, vida dura, tanto insiste em sua fuga."
Mar 31, 2015
Mar 31, 2015 at 1:29 AM UTC
Como uma gota de água se juntando formando um oceano,
É a cor da esperança azulada desse mar perto dos teus seios,
Nada diferente da saudade das noites loucas perto da água,
Em que vivi momentos eternos para o meu coração,
Não poderia nunca esquecer que aqueci meus anseios junto de ti,
Acreditei na realização dos melhores sonhos perante o teu sorriso,
O teu silêncio confortou-me sempre que precisava de paz e harmonia.
A cor dos teus olhos igual à do meu coração nunca eu vou esquecer,
Como não me esqueço das tuas mãos quentes agarrando o meu corpo,
O teu suspiro suave mantendo-me quente e aconchegado nos teus braços.
Se eu voltar a viver esses momentos para sempre recordar,
Será ironia de um destino permanente e cada vez mais distante,
Mas é essa a verdade que ficou, é difícil ocuparem o teu lugar,
Também porque continua ocupado com as tuas coisas,
O teu cheiro mantem-se impregnado em mim como se fosse hoje,
O som das tuas palavras doces ficou nos meus ouvidos,
E ainda hoje te ouço por vezes nos meus sonhos!
Tudo acabou mal mas não muda a pessoa que tu és!
És exactamente aquilo que te dizia tantas vezes ao ouvido!
Coisas que só eu e tu sabemos e vamos recordando!
Um desejo que estejas bem e guardes de mim boa lembrança!
Se assim for nada que pudesse existir me deixaria mais feliz.
Autor: António Benigno
Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:01 AM UTC
Got silken silver scratches etched deep into my ring,
their lascivious lines lick up and down like an ecg
they match the beat of my heart when with kisses i am carefree
It says surrendered but it's a constant act of surrendering
I twirl it in circles
I realize it is not a shackle
I realize that it is protection
That in its silver and ebony reflection
I see a more beautiful picture of the future of this thing
That where the esses sliver into scratches of black at their edges
i trace my faith, my face with my eyes in introspection
and where the three ees travel in between the other letters on the ring
there on the surface, its purpose is surfacing
Mar 12, 2013
Mar 12, 2013 at 2:12 AM UTC
Ah, pobre Dolores
Mais uma vez está cansada de suas mágoas e constipada com suas dores
Há quem diga que quando olha o céu, sonha com estrelas
Acalme-se Dolores, hoje tenho um presente para entretê-la
Acorde de seu sonho e largue esses afazeres
Olhe para A Casa Abandonada dos Prazeres
Almeja tanto assim?
O seu ignoto fim?
Por quê toma todos esses remédios?
Se o que deseja é pular do mais alto prédio
Para quê todas essas doenças inventadas?
E essas mulheres, para quê invejá-las?
Na casa encontrará a cura
Não mais carregará sua imaginária feiura
Lá será bela como sempre quis
Mas pergunte-se o que é ser feliz
Lá, em todas as paredes, encontrará espelhos
E em todas camas encontrará lençóis vermelhos
Onde finalmente poderá gozar
E a beleza que não é sua, contemplar
Goze, goze Dolores
Mistura seu prazer com suas dores
Goze, goze mais uma vez
Goze toda sua estupidez
Saiba que nem tudo que cintila é ouro
E fora da casa continuará seu agouro
Quando fora estiver, da vida perderá a crença
E a cada vez que entrar e sair, nascerá uma nova doença
Uma daquelas de sua hipocondria
E a cada dia verá a verdadeira agonia
Sentirá dor, e fome
Não se lembrará de seu nome
Não poderá comer, pois a doença te devastará
E para a casa todos os dias irá correr, a sonhar
Lembre-se de novo
Que nem tudo que brilha é ouro
Ganhará a casa e perderá o mundo
E seu eu estará perdido num poço profundo
Um dia dirá:
Será?
Toda aquela estética...
era tão assim... patética?
Nossas escolhas não tem volta
Para o destino não há revolta
Não devo mais chorar
Só me resta, agora, gozar
Goze, goze Dolores
Mistura seu prazer com suas dores
Goze, goze mais uma vez
Goze toda sua estupidez
Aug 22, 2014
Aug 22, 2014 at 4:34 PM UTC
Monstros convictos tomam,
a todo instante, minha mente.
A ilusão é ignorá-los.
A restrição é encontrá-los.
Gracioso o tédio provocado pelas rupturas sangrentas que professam tal destino
indiscretamente escrito pelos sombrios passageiros que me acompanham,
que se rebelam contra mim todos os dias.
Em súbitos sons, surtos e tons,
abraçam-me e acariciam-me
essas anomalias negadas por muitos,
esses assombros temidos por todos.
Enquanto o inocultável poder de persuasão das criaturas
faz-me síntese inexprimível,
a perfeição defendida pelos *** é fatalmente extinguida
pela percepção concedida à TERRA.
May 25, 2013
May 25, 2013 at 12:15 AM UTC
Nunca achei que seria tão fácil me vendar
Mas olhando para trás
Havia tantas coisas que não gostaria de ver
E talvez graças a essa cegueira, lembrar não me faz sofrer
Apenas buscar um abraço e tentar esquecer
Ver o mundo desaparecer
Talvez viver de promessas e sonhos foi o que nós fez perder
E todo esses pedregulhos viraram aterros
Para os próximos sonhos
Que podem se tornar verdadeiros
E não apenas uma moldura sem fotografia
Que decora a mobília de um cômodo sem a pintura do apego
E deixar o tempo passar seja o melhor que tenho a fazer
Ele revigora e maquia cicatrizes que nem podemos ver
Por isso talvez, mesmo sem historias para contar
Acho que deveria me entregar
Para que ele me leve ao lugar mais distante de ti
Sempre achei que um pouco de nós faria bem
O que dizer? nunca fui muito bom em escolher
Mas talvez se nós reencontrarmos em alguns anos quais quer
Podemos perceber que o jogo nunca terminou
Apenas virou, e agora estamos em times diferentes
Sempre se esbarrando e se machucando
Mas nunca se cumprimentando
Talvez devesse ter visto de longe
Ou não ter me iludido tanto
E saber que fomos
Destinados a fingir
Viver de falsas proximidades e carícias geladas
E nunca de ternura nos abraços ou paixão nos beijos
Destinados a fingir
Uma paixão idiota
Que mais parecia um cigarro
Que logo se transforma em fumaça
E no vento para o mundo se esvai
Nov 5, 2015
Nov 5, 2015 at 7:48 PM UTC
De que cor sopra hoje o teu vento e que sol o faz voar,
Quais os caprichos do teu tempo que desdenham ao luar,
Qual a cor das tuas pétalas que ao rubro quero provar,
Um sabor e uma lembrança pra sempre eu vou recordar!
Foi no brilho dos teus olhos e na tristeza do teu olhar,
Foi as formas da tua face que me acolheram o despertar,
Tantas outras tantas de voltas eu te quero a ti reencontrar,
Provar de novo os teus beijos doces e me poder deliciar!
Ouro fino cor de cetim para te cobrir e levar ao pé do mar,
Jogar na areia todas as lembranças e poder ali te abraçar,
Dar um aperto louco, quente e mouco no silêncio a te amar,
Viver de novos todas as caricias dadas e poder fervilhar!
Como eu voou de novo nos meus sonhos a te ver voar,
Como me entrego na loucura que se apoderou como colar,
Me dá voltas nas voltas mas me segura não vai estrangular,
É preciso apenas acreditar que nada foi em vão e vai voltar!
As saudades frescas a vontade mais forte de te vir a poder amar,
Sejam esses os caminhos de dois seres que acreditaram nesse amar,
Uma febre fresca, um alívio doce, um jeito sem força, apenas te amar!
Autor: António Benigno
Pelos caminhos do tempo pelas vontades do vento apenas gestos e palavras certas!
Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:02 AM UTC
I
Queira a ter-te tal sacrifício impune à beleza
Desventurar no ofício da morte formosa
No rito estrangulado, no campo da destreza,
Pensamentos que julgo uma ilusão honrosa
Sob a lembrança dos antigos, arcaica proeza
Se medos sentimos dessa prática tão dolorosa,
Aquieta-se! A relva abaixo espera em sua frieza,
Para o pútrido sepulcro de uma luz ardorosa
Onde graça, cuja índole se esquiva,
Singram os raciocínios obscuros
De uma consciência a julgar-se viva
É o fim a tocar alma fugitiva,
A único respeito, tomar com acuro
Um fadário apagado de perspectivas
II
Ao meu semblante prefere-se o nada, diante das vãs venturas
Pois se é hábito e desconcerto sempre padecer,
Coerente é, por esses horrores, nunca me ater
Para que não lastime o infinito desta amargura
Esta angústia vazia que na miséria perdura
Sufocando meu espírito em sofrer,
Vede a todos dura sentença! É preferível já não ser,
Que fugir do fim que, em descrença, meu corpo procura
Se Dido no desalento, por Eneias, deixa vida,
Estou cá, em silêncio de alma desvarrida
A cessar aos vermes o que vivo eternamente
Em álgido lamento, pude cantar nesta partida,
Algumas rimas de mi'a face enlanguescida,
Em que pude prezar da morte seu beijo unicamente
May 30, 2017
May 30, 2017 at 10:29 PM UTC
It’s the midsty morning,
all grammar’s run amuck
and the rapture won’t take me.
They’re lining up,
the letters and errant punctuation.
Spray-tagged against walls
they’ll torment the souls
who’ll stay here in god’s mean timing.
I keep putting apostrophe’s
where they don’t belong.
It’s an oblonging of words
and it will always be
my denial.
What’s possessed me?
I could pose esses,
caressing them down to tildes,
til disappointed and unsexed
by a symbolic life on its side,
they'd rise back up to text,
not angry but sure
their standing’s worth fighting for.
That’s nothing but a bad dream.
Line theft has left
this man fantastical
and it’s broken my container
of finger-twitching quotations.
Jun 15, 2011
Jun 15, 2011 at 6:31 PM UTC
I paid for the two coffees and brought
them back to the table, swear they
chinkled in my hands like the music
in my teeth jouncing around when I
see you. You wrote letters in your
bright notebook and as I sipped you
asked me to discover them. High task.
Could barely read your cursive boughs
and sinewy slippery esses, slip slip
sliding off the page as you smiled
with a pixieish shrug—see, can’t do it.
But I sipped a little more deliberately,
slitted my eyes back to you, wrote
you some mischief on a napkin and
you laughed. It was buoyant and I
floated for a second above the wooden
bench, sustained by other voices like
cushions of marzipan I could dip in
your coffee and you would love it.
And back then you were really in
front of me, I should have limned your
lines and ridges onto your notebook,
just to show you. Should have taken
out my camera in a way you wouldn’t
have seen and taken a picture of those
eyes, the way you looked right there,
right then. Maybe you’d have seen
mine being created then—suddenly
rushing, flushing blood to a created
thing, made out of thin air, substantive.
Seen how you gave me my flesh, how
you made me an unknown drinker of
all life’s subtle blessings, peacefully,
even while within the mist of its
peaceless ecstasy and fury.
Mar 27, 2012
Mar 27, 2012 at 7:14 PM UTC
I like to rub her righteous
Rubber baby buggy bumpers
While her Sister Susie
Sells seashells by the sea shore.
Susie works in a shoeshine shop,
She sits, and she shines all day long.
She confesses with too many esses
It lispers up her whispered song.
Peter Piper picking peppers
Putting pickled peppers in a ***
Woodchuck chucked wood,
Chuckling, chucked the wood he got.
Susie’s sister Betty Botter
Bought a pound of bitter butter.
Betty was a bit of a ******
She said her butter was better bitter.
I thought of a thought, thinking
It was a very difficult thing to occur.
Thinking, busily thinking;
Blinking, and winking, thinking of her
We made a date at a quarter to eight
Said, “I’ll see you at the gate, don’t be late.”
Lucky and plucky, my ducky doo,
It was a heavy date, and a heavy gate.
Leary of a really weary *****
We wandered in our wandering leathers
Wondered if whether wetter
Weather were better to weather together.
We celebrate our late date
We didn’t skate, or deliberate our fate
Suffice is to further elucidate
And cheerily chewed the churros we ate.
Apr 25, 2016
Apr 25, 2016 at 9:54 PM UTC
That child,
seems to be reading to my old dog friend.
Can we teach a dog to read and see the significance
some men find in syllables unsaid?
In print,
Sibilant denture whistles, perk no ear
silent esses no ear can hear, un spoken esses essentially
signify nothing, simple noise.
But a good dog will respond to the slightest whistle, as if…
A sibyl said listen,
hear the wind enter the world once with
inspired expired whistling sound found in song
this way,
this is the way,
Say plain the sound of each sign.
Alpha Beta, Aleph Bet, Ayee Bee
See, these let words be saved as signals
Letters, let silent sounds hold meaning in
signs of sounds men can make,
Like
Ah. or baah, which certain ruminants make as well…
A man can say ah, and mean plain nothin'
and some dogs can too,
but when dogs say, ah, it's often
a yawn gone into a groan like a stretched out
awww as the back arches
backward and front paws stretch out.
Tail swishing slow sweeps
swirling dust mites in a shaft of morning light,
more wind than any butterfly wing or
humming bird wing could stir.
"Remember", his brown eyes say,
this posture always meant,
"let's do some fun,
go for a run,
follow a scent"
But then, another yawn
and a shake. a glance from those knowing eyes,
signifying, signing , if I am happy, he is, too.
A dog friend then punctuates, by curling down into
a black and white comma
with a bit of golden tail
covering the nose
twitiching ante
cipitating a chase that leads to this new place,
where new sounds can sound
insignificant,
dream time humms,
not worth the effort to hear,
since we are not going anywhere, today.
Ah, be, still.
Tomorrow is the myth.
My dog swears that's true.
Today, or never, and
never's fine. He Yawns.
Aug 27, 2022
Aug 27, 2022 at 4:37 PM UTC
Pernas longas e cabeças grandes
Olhos pequenos e cílios gigantes
Roupas iguais
Conversas vazias
É ridículo
Tudo
Todos
Previsível e Decepcionante
Orgulhosos e Invejosos
Esperançosos e Iludidos
Mas quem sou eu pra julgar?
Sou mais um entre esses seres malditos
Jun 25, 2013
Jun 25, 2013 at 5:53 PM UTC
I have a plethora of empty et ceteras ahead of ya for getting you a head of yeahs. With this thick pen i spaz, repeat my jazz, ****** foobaz. Move through new class. U2 sweet lass or move it last. like molasses through the past without esses. Witout ss? Ooh, too fast? So we give r for morales, too, dad. You don't get it? Oh, too bad.
Jun 20, 2013
Jun 20, 2013 at 8:42 PM UTC
Vejam todos esses Cristãos,
Se orgulham tanto de ir à Igreja,
E não enxergam o próprio irmão.
Que por aí ainda passando fome,
Com medo, com frio e sem nome,
Mais um excluído da sociedade.
Vejam todos esses Cristãos,
Celebrando o Natal com presentes,
Se esquecendo do verdadeiro motivo,
Da existência do Natal.
Gastam, gastam, gastam,
E esquecem que pelo mundo à fora,
Muita gente queria só amor no Natal.
Vejam estes cristãos, egocêntricos,
Que são alguém na Igreja,
E fora dela mudam tanto.
Estes Cristãos perderam o amor,
Perderam Jesus.
Já não amam mais ao seu Deus,
Mas sim a sua religião,
Estão obcecados por uma instituição:
A Igreja!
Dec 25, 2012
Dec 25, 2012 at 8:48 AM UTC
Limpou-se a terra e o mar
E os maus pensamentos,
Nascia amor, sentia-se no ar
Coisas de novos encantos!
Tudo era novo agora,
A alegria era ordem do dia,
Acertava-se a nova hora,
O Tempo era a academia!
Ninguém crescia depressa,
Vida não era a mesma correria,
O Homem cumpria a promessa,
Daquilo que sonhamos um dia!
Não havia dor nem maus sentimentos,
Não, não era o céu o mundo onde vivia
Era o mundo que o Homem tanto queria,
Deu-se o valor a esses limados acabamentos!
Ligou-se a dor e o sofrimento
Com o amor e o sentimento,
Se cuidaram e deram alimento
Exemplificaram esse casamento!
Autor: António Benigno
Código de Autor: 2015.06.03.11.17.06.01
Jun 3, 2015
Jun 3, 2015 at 6:32 AM UTC
Isso é um sonho lucido
Acorde, todos esses tempos
andou dormindo
sonhando com amor
cure essas feridas
depois de todos esses anos
viu que o amor, o que é amor?
uma ilusão, ou um sonho interminável.
Aug 12, 2013
Aug 12, 2013 at 6:55 PM UTC
Estou na margem... Para lá do abismo.
Longe de mim ficaram os momentos que vivi à beira-mar. Mais longe, como uma visão, o teu rosto vindo do céu, esses lábios que não são do ser que nunca fostes e que eu beijei ao esquecer-me de beijar. Tua mão desdobra meus dedos, dobrados pelo tempo. Se o que sou não sinto, o que sinto e sou não importa.
Jul 7, 2014
Jul 7, 2014 at 5:30 PM UTC
Sabe, eu tenho medo de dizer que sinto falta de você
A ultima vez que nós vimos, queria muito te abraçar
E esses sentimentos pouco a pouco se empoeiram aqui dentro
Mas como poderia negar todas essas borboletas que sinto quando vejo você
E espero que eu não esteja muito longe na sua lista de espera
Porque, sabe, eu gosto de você, realmente gosto de você
Venho sonhando com você e algumas cores que não existem
E apenas consigo pensar
Eu gosto de você, verdadeiramente gosto de você
E espero que você goste de mim
Você me ajudou por tudo que passei
O jeito que você sorri me deixa tão bem
Ou quando o calor da sua mão me faz sentir tão seguro
Então, como eu poderia negar seus lábios no meu?
E sabe eu gosto de você, gosto mesmo de você
Jan 19, 2016
Jan 19, 2016 at 1:52 PM UTC
Quando a noite vinha e eu me deitava,
Me guardavas com alma purificada,
A manha chega e como a flor que brota,
Te encontravas a mim junto a porta...
Percorrias esses vales de madrugada,
Eu seguia a tua pegada,
Tudo te encantava e seduzia,
Amavas a gente que eu conhecia...
Eras fiel, seguro de ti sem pedir nada,
Tinhas doçura com ternura misturada,
Na quinta viveste com meu amor e minha poesia,
Me deixaste da noite para o dia...
Sem ti e sem me aperceber,
Que nasceste para também morrer,
Brado a Deus Rei e Senhor
Te imortalizo com meu amor.
Victor Marques
Sep 20, 2018
Sep 20, 2018 at 4:32 PM UTC
Lá bem no fundo, no escuro; o tédio, a mágoa e uma tristeza de sonhos irrealizáveis. Sonhos esses impossíveis de esquecer e por quem existe sempre uma profunda e verdadeira lágrima. Porque será que apenas nos apercebemos do verdadeiro valor do que possuímos somente quando o perdemos.
Jul 17, 2014
Jul 17, 2014 at 3:56 PM UTC
Em épocas de instabilidade,
Caro navegante...
Tenha muita cautela ao escolher teus caminhos.
Pois existem portas que, quando abertas...
Nunca mais se fecharão.
Já outras portas, quando se fecham,
Jamais poderão ser abertas novamente.
Grande amigo...
Há caminhos em que os Espíritos gritam
E o sangue se derrama...
Caminhos esses por onde o fogo consumidor se alastra
E o ímpio se transmuta.
Ali a dor é colossal. E cresce a cada passo dado.
Onde a guerra é lei. E te fere a todos instantes.
A morte será teu guia por estes vales estreitos.
Lugar em que abismos devoram os injustos
Em que a própria terra engole os fracos
E o veneno proferido se multiplica no retorno
Afogando os incautos nas marés do próprio sangue.
Por ali deve ser o teu andar, filho meu. Não temas.
Tais caminhos se cruzarão, um dia
Onde não houver mais tempo nem espaço, nobre guerreiro...
E os véus ocultos do eterno se abrirão,
Para os vitoriosos que se deleitarão
Nas glórias do amor infinito.
Aug 24, 2016
Aug 24, 2016 at 11:44 AM UTC
os muros da cidade estão
pintados de poesia,
pintados de palavras rudes
que revelam os sonhos
de cada alma.
Esses são os sonhos da cidade
e todos eles se tornam
num só.
Nov 13, 2015
Nov 13, 2015 at 11:24 PM UTC