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"esquece" poems
Penso um pouco Problemas surgem a qualquer momento, Alguns rápidos como o vento, Ninguém diga que é rico ou feliz, Somos  aquilo que Deus quis. O homem como ser consciente, Esquece passado, forja presente, Falsas regras de corruptas instituições, Homem simples sem condecorações. Mundo que se deixa para trás, Falta amor e também paz, Lençóis soltos ao vento, Sou eu e o meu pensamento. Não ser ninguém, ter memória, Alma branca como a aurora, Sonhador dum mundo mais perfeito, Acordado sinto meu peito. Victor  Marques
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Jun 29, 2010
Jun 29, 2010 at 3:07 AM UTC
Penso um pouco
O amor de Pai Na minha mente nobre e cansada, Te vejo com carinho e abrigo, Os anjos passam sem prévio aviso, Caminhas pelas vinhas no paraíso. A tua preocupação doentia, O teu labor te bendizia. Janela sempre aberta, Teu amor me desperta. Horizonte duriense que padece, O teu amor vive e não se esquece. O xisto continua inerte e não esmorece, Teu amor é uma como uma prece. Victor Marques 11/11/2005
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May 30, 2011
May 30, 2011 at 8:38 AM UTC
O amor de Pai
Raiva. **** Dança. Um bipe, susto, esquecimento, raiva, dois bipes, três, soneca. Cinco minutos. - - - - ------------ - - – - – - – - – - – - – - – - – - – – ----------- - – - – - - - - - - – --___ - __ - __ - _ Bipe. Resmungo. Piscar. Interruptor, luz, ardência, explosão. Porta, cozinha. Frigideira, ovos, omelete, engasgue, tosse, água. Maçã. Quarto, vestimentas, capacete. Mochila: 15kg. Rua, bicicleta. Firmeza, foco, parábola, impulso. Curvas, carro, fechada. Porra! Esquece. Vocalise. Caminho: metade → Calor, suor. Vestimentas, despir, mochila, guardar, impulso. Partir. Subida: força, constância, relaxamento, foco. Acidente. Morte? Não. ***** olhos, claridade. Gelo. Suspiro. Rua, asfalto. Inferno? Subterrâneo, ainda... Chegada, contra-mão. Bom-dia. Raiva.
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Sep 24, 2014
Sep 24, 2014 at 11:16 AM UTC
O Ciclo do Oitenta
Caminhos sentidos de vivência, Olhar meigo de criança, Sentir só o presente, o sol que aquece, Dia novo que sempre se esquece. Rosto da vida, do amor, do momento. Planície que se estende no horizonte, Penedo se ergue no cimo do monte, Legado do ser, do pensamento. Sentir o calor com os lábios semi-abertos, Procura de carinhos e afectos, Ternura tua com eterna leveza, Arco-íris cobre-me com tua pureza. 27 De Novembro de 2008 Grande abraço. Victor Marques
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Dec 10, 2009
Dec 10, 2009 at 10:20 PM UTC
Caminhos sentidos...
Queda fugidia pensamento ínfimo Verdades vítreas de um sangue imaculado Mensagem pagã pairando sobre o lago Metamórfico Outra vez vivendo súbita miragem Eterno retorno ao calafrio & o caminho que volta é longe Para calar um anjo Emudeço Sou caimorpheuperséfone Em performance abissal Logo remeto podres virtudes dolorosas Ao ventre frio procura esquece vozes tardias Socorro, I need walk to the moon & descobrir Seu sangue No meu sangue Nada Existe TUDO é sim
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Feb 26, 2014
Feb 26, 2014 at 10:23 PM UTC
Passagem
abro os olhos, não o vejo. o meu passado fugiu de mim... impossível! foi-me outrora tatuado, na epiderme da minha existência. é uma parte do meu todo! sofro de dupla personalidade? até agora controlei-me, não foi? o passado não se esquece dizes tu... digo-te eu... nunca te vai largar... nunca! penso... rapidamente percebi o que devia ser feito! vou matar aquilo que fui, o meu outro eu... puumm já está!!! uma só bala... uma só bala e tudo acabou. e agora... quem sou eu agora?
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Aug 21, 2015
Aug 21, 2015 at 6:09 AM UTC
E agora... quem sou eu agora?
Ele finge que não se importa Ele finge que está tudo bem Ele finge que não sente Ele finge que não sabe Ele finge que esquece Ele finge que dorme Ele finge que não vê Ele finge que vive Ele finge que ri Porém, Ele apenas Finge
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Sep 7, 2013
Sep 7, 2013 at 8:10 PM UTC
Untitled
cada véu de fumaça que sopro dessa minha boca e que se perde no meio do ar e some. é só mais uma preocupação dentre outros véus que fogem sobre os dentes e a gengiva e a garganta que fica seca porque esquece de engolir saliva daí o coração bate devagar e vai sossegando aquele palpitar visível no antebraço. cada vez mais calma. mais calma. calma. agora os olhos semicerrados encaram a tela branca. um bela cena de enforcamento por causa de amor perdido passa na tela. isso se chama poesia visual. há uma representação ali. a calma. pegou no sono e perdeu o fim do filme.
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Apr 15, 2018
Apr 15, 2018 at 10:15 PM UTC
fumo