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"duas" poems
R is for the radiance of the relaxation of  pure souls that float in the highest degrees of faith ! A is the awesome pure morals we try to keep in our minds and hearts M is for the mercy of Allah that covers our hearts with blessings and love D is for the duas and honest prayers we pray every night seeking Allah's super mercy A another A for the ardent spiritual hopes of vanishing all the sins and mopes N is for the new better version of our hearts with brand  new beats of faith, joy, love and mercy Ramadan is our lantern of hope and blissful chance to get the blessings of Allah and spread peace and love all over our surroundings ... Ramadan is the most fascinating chance to change towards the Best and to blossom the entire year with faithful flowers ...
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Jul 11, 2014
Jul 11, 2014 at 9:19 AM UTC
Ramadan
This Ramadan Will I be in your Duas ??
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Jun 13, 2014
Jun 13, 2014 at 1:13 AM UTC
This Ramadan
Namaz have been prayed, Duas have have been said, Sev khurma and biryani is ready, Just go slow and steady. Make the most of this joyous day I request, I wish you and your family all the best, On this Eid Day 5/6/2019
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Jun 5, 2019
Jun 5, 2019 at 8:34 AM UTC
EID MUBARAK
Careta era o cavalo A quem o sal dado Em mim sangrava. Tinka, um dos 2 cachorros – Meu predileto era o Leão. Brigavam como cães e gatos. I Think era como o chamava - ao primeiro dos cães o americano missionário. Shibiu, ou será Chibiu? – era o cachorro de dona Modesta Nossa mãe adotada: sempre atenta A que nenhum bicho nos agarrasse. Lembro-me também do Bito – Aquele disgramado, culpado duas Vezes por esta cicatriz que trago No meio das costelas e no fardo Pessoal que carregamos vida afora. Bito não era bode expiatório – mas cabrito imolado tampouco. Acho que era o diabo tocando viola. Eu alimentava os porcos Sem expulsar ninguém Morro abaixo...
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Jun 14, 2015
Jun 14, 2015 at 7:51 AM UTC
Traduzindo a Infância (Bichos)
I'll secretly protect you with my duas, Cause my love for you is neither a speech nor a pen drawing , My love for you is a dua that only Allah knows ♡
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Jul 3, 2014
Jul 3, 2014 at 8:18 AM UTC
Secret Prayers
Seu rosto já não é mais o mapa que me guia Seu sorriso já não representam as estrelas que me fascinam E as morfina de suas palavras estão longe de ser efetivas Mas o que fazer? Sempre soube que meu sim foi carregado de insensatez E mais uma vez tenho que pensar Em qual moeda essas fantasias devo pagar Angustia que pode virar combustível Ou talvez, raiva que será nosso castigo Talvez apenas devo esquecer isso Mas o pensamento de puxar o gatilho É muito mais forte do que o de sofrer sozinho E você não sabe como é difícil Saber que essa noite estarei sozinho E a falta que sinto dos seus carinhos Mas agora tudo isso é passado E apenas agora consigo enxergar O que onde existia um começo Coexistia um erro E o que achávamos que seria amor Apenas era a euforia de um perdedor que ocupa o segundo lugar no pódio do amor
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Oct 27, 2015
Oct 27, 2015 at 2:08 PM UTC
Reflexões sobre os sentimentos de 7 meses e duas semanas
My duas folded hands with wishing wells, wonder if sinner pray their daily 5, 20 years of slaves to my creator, ironic why am I chained to this life, Times where broken bills don't carry change, and money taste like shay-tan, When clouds grows there horns out, not enough good deed get rains on, This world need to get refurbished, paid work shifts don't excuse refused worship, just like when death chuck deuces, don't mean it mean the peace signs, Im dead tired with strength alive enough to poke holes through a loopholes I cant allow ourselves to dumb it down, if we come to bring truth to the pseudos, I cant discriminate with y'all Son of your God, we see as messenger, You say only god can judge me , like you forget judgement day come with hot temperatures?
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May 25, 2014
May 25, 2014 at 12:56 AM UTC
"Untitled pt.1 (random) by Shahrukh Zamir
Sobre a grande mesa A luz de duas velas O telefone tocou Interrupção Lá fora, situação delicada Choro - Desespero Mais tarde o jogo Truques da vida Conversa, mais conversa No limiar da noite - O filme Acordo Um choro Duas mortes Um repousar incompleto Manhã Um outro dia
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Jan 15, 2014
Jan 15, 2014 at 3:13 PM UTC
a noite passada
People stare but nobody want to care Are you a piece that doesn't fit anywhere? They say, live your life, you're commander in chief, now what's with the long grief? Oh dear you've gotten so naive wearing your heart on your sleeve tell me please what's there to achieve? Darling, love The Greatest One, soon you'll find what you want by that time, do not grunt as duas may come to a grant
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Oct 12, 2012
Oct 12, 2012 at 11:04 AM UTC
Finding Pieces
Nos meus lábios tocam lágrimas. Lágrimas que meus olhos vertem sobre v e r d a d e s c r u a s e insuportáveis. Passo os dias a recordar-te e aos momentos que passámos “ juntos “. Momentos tão especiais em que eu era capaz de jurar que me amavas. Eram os teus olhos sem fim que o diziam... era tanta a mentira nas tuas palavras e nos teus carinhos... era, e é tanto o amor em mim. Mais uma quimera. Mas tu partiste... partiste dizendo que não me amavas. Que julgavas tê-lo sentido, mas não. E agora cabisbaixo e triste divagarei constantemente com meus olhos, como duas nuvens nostálgicas.
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Jan 14, 2014
Jan 14, 2014 at 2:02 PM UTC
Lágrimas
Fiquei feliz ao ouvir as chaves rodar na fechadura. “Porque é que a cozinha está tão escura?” “Tive saudades, tudo nesta casa me faz lembrar de ti.” “Por isso apagaste a luz?” “Aproxima-te. Porque é que ainda estás aí?” Pegou-me pela mão, subimos a escadaria Acabámos uma garrafa de vinho, duas talvez Deitada, A cama subia Pelo menos parecia. Acho que as garrafas foram três “Amor, não leves as chaves outra vez.”
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Nov 16, 2014
Nov 16, 2014 at 3:01 PM UTC
Untitled
A technicolor thriller movie hits me up the head. It comes sneaking around the bright corners of my mind. It breaks through the firewalls of pleasant memories. It melts my thoughts into mush. I give in. My heads drop to my side and my nails begin to dig in to my palm. Immediately I started toying with the dead skin on my bottom lip. The winter has been cruel to my skin. Each rip of dead skin feels cathartic. I am peeling away my pain and discomfort. My Flashbavk looms over until I am completely defenseless. Which is one or hits. I feel I am on a shaky old roller coaster that have up. The ride attendee has side bye. The silence is deafening. My breath catches in my ears. I wake up on the floor of the cold, wood floor of the living room. I have no recollection of what happened. I feel deattached and removed like a minor character in a big movie. The star has just gotten hit by a track and the perky comic relief friend turns serious. That is my flashbacks. I am not as scared as before but I don't trust him. I worry he'll come when my defenses are even more eroden. I whisper the duas I learned in Sunday school to ward the ailments of my conditions. I tell myself it's a just a test. I put my headphones back in and resume listening to stromae, letting the tears take control. It's all that I have known.
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Dec 6, 2016
Dec 6, 2016 at 5:55 PM UTC
Flashbacks
Estamos sempre à procura, sigo tentando entender o motivo de querermos sempre estar com alguém, penso eu que em todas as ruas dessa cidade as vezes barulhenta e as vezes calma, tem alguém olhando ao redor a procura daquele amor, que é tão leve como a brisa de um vento. São duas da tarde e eu ainda nem almocei, porque fico procurando motivos para me movimentar nesse dia tão calorento. Ingerir algo pra me nutrir parece ser um bom motivo, mas nesse momento nem isso estou fazendo questão. A procura continua, porque agora já são duas da manhã e eu ainda não to satisfeita, pode ser porque não comi nada o dia inteiro, ou algumas línguas irão dizer que é porque eu ainda preciso aprender a me amar mais... acho que acredito mais na segunda opção mesmo. A questão toda é: sair pra jantar e talvez te achar ou ficar em casa pra me encontrar? Ultimamente tenho feito as duas coisas, tento me encontrar no meio desses livros e incensos acesos, ou até por meio dos sonhos, que muitos já me mostraram onde estou, só não sei pra onde preciso ir, talvez seja jantar mesmo, vai que nesse caminho das ruas dessa cidade eu me encontro e de quebra te acho.
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Jan 26, 2019
Jan 26, 2019 at 11:59 AM UTC
Cadê?
Hoje eu joguei o dado e ele me mandou voltar duas casas, passos pra trás. Eu estava tão bem, mas do nada, como um flash, você me veio à cabeça e a saudade gritou seu nome. Revi nossas fotos, lembrei de tantos momentos lindos, que jamais esquecerei e em seguida me veio uma imagem do seu sorriso, que continua bem aberto, marcando essas covinhas. Vi uma imagem de você feliz, feliz no momento de agora, sem mim e tudo bem com isso. Acho isso de fato muito bom, pois essa é a vida, jamais te desejarei infelicidade, como já dizia a música: "quero te ver, dando voltas no mundo, indo atrás de você". Ver você sorrindo me deixa genuinamente feliz, pois sei o quanto a vida nos fode, mas sei que pelo menos naquele momento em que seu sorriso foi registrado, você estava ali em paz. Eu também continuo sorrindo e sei bem o quanto você gosta de ver isso em mim e também de saber que estou bem, com todos os seus "cuida dela". Hoje eu tive que voltar atrás, meu coração posou num sentimento antigo, trazendo à tona a saudade das nossas vivências juntas e eu não sei definir se isso é bom ou ruim, acho que tem um pouco dos dois. Ruim por talvez me apegar a esse sentimento, mas penso que está mais voltado para o bom, pois foi tão lindo e sabe, não temos que excluir tudo o que aconteceu de nossas vidas. Vivemos, está marcado em nossa pele, não dá pra jogar fora. Agora escrevendo isso te peço e me peço também, para que não ignoremos o que tivemos, vamos apenas entender que a vida é assim mesmo e agradecer por termos experienciado sentimentos tão intensos e bonitos. Ainda sinto um amor enorme por você, mas este amor mudou, ele ainda é intenso e bonito, mas mudou. Quero que siga sua vida feliz, pois jamais suportaria saber que você está mal de alguma forma. Então me retiro aqui com meu agradecimento por me fazer sentir isso tudo: Senti em mim Energia solar Esquentou tanto Que fez até iluminar Obrigada mais uma vez Por me proporcionar Este lindo ato Que foi o de amar Me despeço aqui Com um vá voar Em outras vidas Que você há de alegrar
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May 23, 2018
May 23, 2018 at 6:08 PM UTC
É isso
Hoje eu joguei o dado e ele me mandou voltar duas casas, passos pra trás. Eu estava tão bem, mas do nada, como um flash, você me veio à cabeça e a saudade gritou seu nome. Revi nossas fotos, lembrei de tantos momentos lindos, que jamais esquecerei e em seguida me veio uma imagem do seu sorriso, que continua bem aberto, marcando essas covinhas. Vi uma imagem de você feliz, feliz no momento de agora, sem mim e tudo bem com isso. Acho isso de fato muito bom, pois essa é a vida, jamais te desejarei infelicidade, como já dizia a música: "quero te ver, dando voltas no mundo, indo atrás de você". Ver você sorrindo me deixa genuinamente feliz, pois sei o quanto a vida nos fode, mas sei que pelo menos naquele momento em que seu sorriso foi registrado, você estava ali em paz. Eu também continuo sorrindo e sei bem o quanto você gosta de ver isso em mim e também de saber que estou bem, com todos os seus "cuida dela". Hoje eu tive que voltar atrás, meu coração posou num sentimento antigo, trazendo à tona a saudade das nossas vivências juntas e eu não sei definir se isso é bom ou ruim, acho que tem um pouco dos dois. Ruim por talvez me apegar a esse sentimento, mas penso que está mais voltado para o bom, pois foi tão lindo e sabe, não temos que excluir tudo o que aconteceu de nossas vidas. Vivemos, está marcado em nossa pele, não dá pra jogar fora. Agora escrevendo isso te peço e me peço também, para que não ignoremos o que tivemos, vamos apenas entender que a vida é assim mesmo e agradecer por termos experienciado sentimentos tão intensos e bonitos. Ainda sinto um amor enorme por você, mas este amor mudou, ele ainda é intenso e bonito, mas mudou. Quero que siga sua vida feliz, pois jamais suportaria saber que você está mal de alguma forma. Então me retiro aqui com meu agradecimento por me fazer sentir isso tudo: Senti em mim Energia solar Esquentou tanto Que fez até iluminar Obrigada mais uma vez Por me proporcionar Este lindo ato Que foi o de amar Me despeço aqui Com um vá voar Em outras vidas Que você há de alegrar
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Peço desculpa pelos meus extremos. Tenho tanta urgência em mim, Tanto desespero, Sei lá eu de quê. Às vezes sinto-me sufocada dentro de mim mesma, às vezes tenho duas mãos à volta do pescoço e nem penso em me debater para as retirar. Sempre fui um pouco masoquista, sempre consegui encontrar na dor uma forma de a admirar. São sensações que aparecem subitamente, sinto o meu corpo a entrar numa agressiva combustão que me arde em todo o lado e, logo depois, se esvanece num grito calado. E de repente,   Fico demasiado pequena Para aguentar o calor da minha própria erupção. E esta alma inquieta luta,   Protesta, Escraviza-me, Nem sequer me escuta, Só arranha as paredes dentro de mim À procura duma fenda por onde se escapar. Mas porque me quer ela abandonar?!    Eu sei, e quero deixá-la ir! Para a roda da fortuna que a veio seduzir, para o penhasco de onde ela se quer mandar. Sem sequer se questionar se terá uma rede por baixo que a vá amparar. Sempre fui assim, muita emoção e pouca razão. Impulsiva, selvagem, bruta, desmedida, em todos os assuntos que se relacionam com o coração. “C(ALMA)”…grito-lhe de volta. E afinal, ela ouve, Mas não quer saber. Às vezes dou por mim a chorar Sem me aperceber de como comecei E sem qualquer noção De como irei parar. Às vezes sinto a sua dor,   E choro com ela,   Enquanto ela me implora por uma última dança   Contigo. Enquanto eu lhe imploro Algo muito semelhante. Algo que se assemelhe a um porto de abrigo. MAS CALMA NA ALMA! Dobra os extremos Junta-os num ponto não tão distante. E assim, bailemos, Sem fazer do amor um bailado agoniante. Pois só no meio termo é que se dança bem quando pretendes dançar com uma acompanhante.
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Mar 7, 2022
Mar 7, 2022 at 4:51 PM UTC
Dança Contemporânea
Peço desculpa pelos meus extremos. Tenho tanta urgência em mim, Tanto desespero, Sei lá eu de quê. Às vezes sinto-me sufocada dentro de mim mesma, às vezes tenho duas mãos à volta do pescoço e nem penso em me debater para as retirar. Sempre fui um pouco masoquista, sempre consegui encontrar na dor uma forma de a admirar. São sensações que aparecem subitamente, sinto o meu corpo a entrar numa agressiva combustão que me arde em todo o lado e, logo depois, se esvanece num grito calado. E de repente,   Fico demasiado pequena Para aguentar o calor da minha própria erupção. E esta alma inquieta luta,   Protesta, Escraviza-me, Nem sequer me escuta, Só arranha as paredes dentro de mim À procura duma fenda por onde se escapar. Mas porque me quer ela abandonar?!    Eu sei, e quero deixá-la ir! Para a roda da fortuna que a veio seduzir, para o penhasco de onde ela se quer mandar. Sem sequer se questionar se terá uma rede por baixo que a vá amparar. Sempre fui assim, muita emoção e pouca razão. Impulsiva, selvagem, bruta, desmedida, em todos os assuntos que se relacionam com o coração. “C(ALMA)”…grito-lhe de volta. E afinal, ela ouve, Mas não quer saber. Às vezes dou por mim a chorar Sem me aperceber de como comecei E sem qualquer noção De como irei parar. Às vezes sinto a sua dor,   E choro com ela,   Enquanto ela me implora por uma última dança   Contigo. Enquanto eu lhe imploro Algo muito semelhante. Algo que se assemelhe a um porto de abrigo. MAS CALMA NA ALMA! Dobra os extremos Junta-os num ponto não tão distante. E assim, bailemos, Sem fazer do amor um bailado agoniante. Pois só no meio termo é que se dança bem quando pretendes dançar com uma acompanhante.
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O meu amor é uma flor azul Que decidiu florir no meu peito. Dança embalada na magia da noite E chama por ti. Não posso impedir que ela cresça, Se ela assim o quiser. Admiro esta visão encantadora E ela cresce... à velocidade de um olhar. E porque haveria eu De impedir algo   Tão lindo   E tão natural? Não o faço. O meu amor é uma flor azul Com pétalas tão frágeis, como eu Um caule que ainda não ganhou raízes na Terra. E lá se vai ela segurando. O meu amor é uma flor azul Que precisa de ser cuidada, Regada com carinho, só o suficiente Para que possa crescer forte. E lá vai ela sendo regada... O meu amor é uma flor azul Aberta no meu peito. Tão mas tão perto do coração Que quase bate com ele. E ainda chama por ti... Mas não vens… O meu amor é uma flor azul. Duas pétalas caíram com o tempo E sorriram em conjunto Ao secar neste mesmo chão que partilham. O meu amor é uma flor azul. E não lhe tocas, nem lhe cantas Não a convidas para uma última dança. E bem sabes que ela só chama por ti... O meu amor é uma flor azul Que tento manter viva no peito. Mas ela fraqueja Treme tanto com o som do vento. E lá vai ela balançada num suspiro... O meu amor é uma flor azul Que te ofereço E tu rejeitas. Quero cuidar dela Mas não posso. Bem sabes que ela só chama por ti. E esta linda flor azul… Um dia terei de a arrancar   Para que ela não me mate a mim. Nesse dia morrerão Todas as flores do meu jardim.
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Mar 4, 2022
Mar 4, 2022 at 8:42 AM UTC
O meu amor é uma flor azul
Acho curioso como, só na língua portuguesa, existem mais de 450 000 palavras e, é impossível manter uma conta exata porque todos os dias são criadas palavras novas. E por muitas palavras que se tenham criado ao longo da existência da linguagem verbal, muitas das vezes, continuam a ser todas insuficientes para nos expressarmos, para chegarmos ao outro, para que ele nos entenda ou àquilo que tentamos transmitir. Curioso, não é? Nem sempre a abundância serve de muito se não soubermos como a repartir. Há coisas que não podem ser escritas…Descritas…Mas é tão bonito  tentar! Há coisas que nasceram para serem faladas, outras para serem simplesmente observadas, outras para serem sentidas, outras para serem ignoradas…Mas há sempre muito mais, muito mais para além do que se vê e do que se pode compreender. Quantas mais palavras me passam pela cabeça, menos vontade tenho de as escrever. Quanto mais enrolada estiver no meio das emoções, menos vontade tenho de falar sobre elas. Não acredito que algum dia se possa ter dito tudo, há sempre mais, muito mais. Mas às vezes, parece que não há nada mais a escrever ou a comunicar. (Mas quem estou eu a tentar enganar?!) A escrita é só outro abrigo para onde fujo da vida. Um bom abrigo, sim, mas o que acontece quando não quero fugir da vida e sim entrar nela de cabeça? Ora, aí fujo da escrita! Talvez seja nesses mesmos momentos em que não consigo escrever nada. Como se não me lembrasse de uma única palavra entre as 450 000 existentes. Nos momentos em que mais quero saltar para a vida, agarrá-la e abraçá-la, senti-la simplesmente, como se nunca me tivessem ensinado o que são as palavras e como as posso utilizar. Há momentos em que não sinto que as precise de usar, então, abro o caderno, olha para a página em branco e, fico só a contemplar.   Neste momento, parei de perseguir a vida para a poder vir escrever, porque tenho sempre algo mais que quero dizer. E curioso, há muito mais em mim que se pode ler sem ter de carregar o peso de uma única palavra.   Há uma linguagem secreta entendida por toda a gente, uma linguagem universal e paciente, mas só pode ser compreendida no silêncio, na beleza do olhar, em duas mãos entrelaçadas ou entre lábios que se estão prestes a beijar.
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Mar 9, 2022
Mar 9, 2022 at 9:53 AM UTC
A insuficiência das palavras
Acho curioso como, só na língua portuguesa, existem mais de 450 000 palavras e, é impossível manter uma conta exata porque todos os dias são criadas palavras novas. E por muitas palavras que se tenham criado ao longo da existência da linguagem verbal, muitas das vezes, continuam a ser todas insuficientes para nos expressarmos, para chegarmos ao outro, para que ele nos entenda ou àquilo que tentamos transmitir. Curioso, não é? Nem sempre a abundância serve de muito se não soubermos como a repartir. Há coisas que não podem ser escritas…Descritas…Mas é tão bonito  tentar! Há coisas que nasceram para serem faladas, outras para serem simplesmente observadas, outras para serem sentidas, outras para serem ignoradas…Mas há sempre muito mais, muito mais para além do que se vê e do que se pode compreender. Quantas mais palavras me passam pela cabeça, menos vontade tenho de as escrever. Quanto mais enrolada estiver no meio das emoções, menos vontade tenho de falar sobre elas. Não acredito que algum dia se possa ter dito tudo, há sempre mais, muito mais. Mas às vezes, parece que não há nada mais a escrever ou a comunicar. (Mas quem estou eu a tentar enganar?!) A escrita é só outro abrigo para onde fujo da vida. Um bom abrigo, sim, mas o que acontece quando não quero fugir da vida e sim entrar nela de cabeça? Ora, aí fujo da escrita! Talvez seja nesses mesmos momentos em que não consigo escrever nada. Como se não me lembrasse de uma única palavra entre as 450 000 existentes. Nos momentos em que mais quero saltar para a vida, agarrá-la e abraçá-la, senti-la simplesmente, como se nunca me tivessem ensinado o que são as palavras e como as posso utilizar. Há momentos em que não sinto que as precise de usar, então, abro o caderno, olha para a página em branco e, fico só a contemplar.   Neste momento, parei de perseguir a vida para a poder vir escrever, porque tenho sempre algo mais que quero dizer. E curioso, há muito mais em mim que se pode ler sem ter de carregar o peso de uma única palavra.   Há uma linguagem secreta entendida por toda a gente, uma linguagem universal e paciente, mas só pode ser compreendida no silêncio, na beleza do olhar, em duas mãos entrelaçadas ou entre lábios que se estão prestes a beijar.
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"Oi!" Ele me disse, com os olhos cheios de água... "Quanto tempo não?! Eu pensei que você não voltava!" Eu disfarcei, pensei duas vezes no que dizer, não nasci pra sofrer! Por amor então que não. E ficamos nessa pequena caixa de texto, nesse pequeno diálogo... Passaram-se os anos, 20... Ele se casou, Teve filhos, Morreu. Eu fui ao seu enterro. Eu não me casei, nem tive filhos, nem sofri. Nem amei. Mas ah o amor, é só sofrimento... Eu não nasci pra sofrer, Ainda mais por amor.
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Jun 30, 2017
Jun 30, 2017 at 7:51 AM UTC
Untitled
hoje plantei duas mudas de rosa vermelha também duas de boldo. comprei sementes de margarida branca e salsa do tipo que não é graúda. esvaziei um vaso e arranquei fora a planta quando olhei pra raiz descobri que plantei batatas miúdas. guardei elas pra plantar novamente. como é gostoso cultivar vidas que não falam.
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Jan 19, 2018
Jan 19, 2018 at 5:17 PM UTC
horta
Deixo de herança todos os pensamentos Perdidos ao luar, Escritos na página invisível da vida, Impossíveis de partilhar. Deixo de herança todas as garrafas, Que esvaziei e pousei à beira-mar, Com uma carta escondida lá dentro, Incógnita ainda por entregar. Deixo de herança todo o fumo, Que compulsivamente inalei Para tentar matar a doença Da qual nunca me curei. Deixo as pegadas na areia, Que rapidamente se apagaram. Marcas da efémera passagem dos seres Que por mim passaram. Deixo de herança o sol de inverno, Tão apreciado por toda a gente. Desejo que aqueça as almas frias, Que não deixe ninguém indiferente. Deixo de herança o incenso Que nunca acendi. Espalhado pela brisa, Como qualquer cheiro que senti. Deixo de herança toda a música E cada marca que deixou. Atenciosa companheira, Que tantas vezes me salvou. Deixo de herança o rio, No seu mesmo exato lugar. Lembrança eterna que existe um sítio seguro Para onde o desespero nos pode levar. Deixo de herança a pedra afiada, Que me esculpiram no lugar do coração. Memória da crueldade no olhar De quem a infância me roubou. Deixo ligadas as luzes da aldeia, Que me abrigaram no solitário berço. Agarro o impulso que me levou à procura De tudo o que ainda desconheço.    Deixo de herança em papel amarrotado, Algum sangue que derramei. Lágrimas, cicatrizes e o fardo, De ser tão brutalmente consciente De tudo aquilo que sei. Deixo de herança o meu amor, Sorrisos, abraços e essências, Partilhadas no pôr-do-sol. E que nesta viagem de turbulências, Repares na simplicidade do sentimento Que achaste saber de cor. Deixo de herança uma moeda, Ao pedinte que conheci E que nunca a chegou a gastar. Esqueceu-se que para a salvação da vida Não há dinheiro, nem há fornecedor Onde ele a possa ir comprar. Deixo de herança o pássaro branco, Que ainda não se atreveu a pousar. Canta mais alto a cada Primavera, Só para me relembrar, Que as raízes são uma ilusão Criadas por quem não as consegue descolar. Deixo de herança duas mãos quentes, No peito frágil de uma criança, Que nasceu órfão de mãe E cresceu sem esperança. “Nas noites escuras que te abraçam. Nos dias cinzentos a que te entregas Que sintas neste aperto a mensagem De toda a força que carregas.” Deixo de herança este poema, Escrito num sonho que se entranha E do qual nunca acordei. Vem… Traz o mapa que queimei. E encontra-me para lá da montanha Onde também eu me encontrei.
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Mar 3, 2022
Mar 3, 2022 at 4:09 PM UTC
Deixo-me de herança
Deixo de herança todos os pensamentos Perdidos ao luar, Escritos na página invisível da vida, Impossíveis de partilhar. Deixo de herança todas as garrafas, Que esvaziei e pousei à beira-mar, Com uma carta escondida lá dentro, Incógnita ainda por entregar. Deixo de herança todo o fumo, Que compulsivamente inalei Para tentar matar a doença Da qual nunca me curei. Deixo as pegadas na areia, Que rapidamente se apagaram. Marcas da efémera passagem dos seres Que por mim passaram. Deixo de herança o sol de inverno, Tão apreciado por toda a gente. Desejo que aqueça as almas frias, Que não deixe ninguém indiferente. Deixo de herança o incenso Que nunca acendi. Espalhado pela brisa, Como qualquer cheiro que senti. Deixo de herança toda a música E cada marca que deixou. Atenciosa companheira, Que tantas vezes me salvou. Deixo de herança o rio, No seu mesmo exato lugar. Lembrança eterna que existe um sítio seguro Para onde o desespero nos pode levar. Deixo de herança a pedra afiada, Que me esculpiram no lugar do coração. Memória da crueldade no olhar De quem a infância me roubou. Deixo ligadas as luzes da aldeia, Que me abrigaram no solitário berço. Agarro o impulso que me levou à procura De tudo o que ainda desconheço.    Deixo de herança em papel amarrotado, Algum sangue que derramei. Lágrimas, cicatrizes e o fardo, De ser tão brutalmente consciente De tudo aquilo que sei. Deixo de herança o meu amor, Sorrisos, abraços e essências, Partilhadas no pôr-do-sol. E que nesta viagem de turbulências, Repares na simplicidade do sentimento Que achaste saber de cor. Deixo de herança uma moeda, Ao pedinte que conheci E que nunca a chegou a gastar. Esqueceu-se que para a salvação da vida Não há dinheiro, nem há fornecedor Onde ele a possa ir comprar. Deixo de herança o pássaro branco, Que ainda não se atreveu a pousar. Canta mais alto a cada Primavera, Só para me relembrar, Que as raízes são uma ilusão Criadas por quem não as consegue descolar. Deixo de herança duas mãos quentes, No peito frágil de uma criança, Que nasceu órfão de mãe E cresceu sem esperança. “Nas noites escuras que te abraçam. Nos dias cinzentos a que te entregas Que sintas neste aperto a mensagem De toda a força que carregas.” Deixo de herança este poema, Escrito num sonho que se entranha E do qual nunca acordei. Vem… Traz o mapa que queimei. E encontra-me para lá da montanha Onde também eu me encontrei.
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Sou uma criança apaixonada!... E tu bem sabes que sou uma criança apaixonada!... Mas isolo-me, confortavelmente, na esfera do casulo. Pronta a renascer, Mas ainda enganada… Sinto um amor!... Que de tanto ser infantil,   Chega a ser puro! (E talvez o deixemos assim, meu amor.) Talvez nos encontremos apenas no ar. Como dois passarinhos feridos, Ainda ingenuamente atrapalhados, Pelas asas que os guiam. Apenas cruzando estas simples energias, Em cada nuvem batente daquele tal céu ardente. E onde nelas escalarei… Até ao cimo do teu próprio inferno. Onde nele, ainda te manténs refém. Amarte-ei pela literatura, Como tu tão bem me sabes amar…                                  (E quanto do nosso amor,                                    Será também feito poesia?) Sou uma criança apaixonada!... E tu bem sabes que sou uma criança apaixonada!... E agora, pronta a renascer, Bato, suavemente, as minhas asas… Sinto um vento!... Alegremente, espreito fora do casulo!... E a brisa que corre e me leva,   Carrega em cada batida,   Só para mim, A sustentável leveza do amor. (E talvez o deixemos assim, meu amor.) Talvez nos encontremos apenas no fogo. Como duas belas fénixes, Usando as suas próprias cinzas, Para pintar a mais bela das telas. Apenas cruzando os nossos caminhos, Em cada folha queimada que paira Sobre os nossos tristes olhares. E onde nelas escalarei… Até ao cimo do nosso paraíso distante, Onde nele ainda me mantenho refém. Amarte-ei pelo silêncio, Como tu tão bem me sabes amar…                                   (E quanto do nosso amor,                                   Será também feito poesia?) Sou uma criança apaixonada!... E tu bem sabes que sou uma criança apaixonada!... E aquelas frágeis asas que me bateram, Criaram em mim uma bela metamorfose. Onde na beleza do simples ser, Encontramo-nos e fomos voando.                                    (E quanto do nosso amor,                                  Será também feito poesia?)                        (Cada bater de asas da borboleta o dirá…)
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Mar 3, 2022
Mar 3, 2022 at 2:48 PM UTC
Amor Como Metamorfose
Sou uma criança apaixonada!... E tu bem sabes que sou uma criança apaixonada!... Mas isolo-me, confortavelmente, na esfera do casulo. Pronta a renascer, Mas ainda enganada… Sinto um amor!... Que de tanto ser infantil,   Chega a ser puro! (E talvez o deixemos assim, meu amor.) Talvez nos encontremos apenas no ar. Como dois passarinhos feridos, Ainda ingenuamente atrapalhados, Pelas asas que os guiam. Apenas cruzando estas simples energias, Em cada nuvem batente daquele tal céu ardente. E onde nelas escalarei… Até ao cimo do teu próprio inferno. Onde nele, ainda te manténs refém. Amarte-ei pela literatura, Como tu tão bem me sabes amar…                                  (E quanto do nosso amor,                                    Será também feito poesia?) Sou uma criança apaixonada!... E tu bem sabes que sou uma criança apaixonada!... E agora, pronta a renascer, Bato, suavemente, as minhas asas… Sinto um vento!... Alegremente, espreito fora do casulo!... E a brisa que corre e me leva,   Carrega em cada batida,   Só para mim, A sustentável leveza do amor. (E talvez o deixemos assim, meu amor.) Talvez nos encontremos apenas no fogo. Como duas belas fénixes, Usando as suas próprias cinzas, Para pintar a mais bela das telas. Apenas cruzando os nossos caminhos, Em cada folha queimada que paira Sobre os nossos tristes olhares. E onde nelas escalarei… Até ao cimo do nosso paraíso distante, Onde nele ainda me mantenho refém. Amarte-ei pelo silêncio, Como tu tão bem me sabes amar…                                   (E quanto do nosso amor,                                   Será também feito poesia?) Sou uma criança apaixonada!... E tu bem sabes que sou uma criança apaixonada!... E aquelas frágeis asas que me bateram, Criaram em mim uma bela metamorfose. Onde na beleza do simples ser, Encontramo-nos e fomos voando.                                    (E quanto do nosso amor,                                  Será também feito poesia?)                        (Cada bater de asas da borboleta o dirá…)
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O ano de 2020 é um restauro. Combinação exponencial do algoritmo máximo duplicado e zerado. Porém são números espero que errados. Nada alterou nestes últimos tempos a não ser a fórmula biológica que acrescentou ruína. Publicamente a verdade, voltou-se a economia bélica pra área da necessidade. Só se para quem o diz. Impossível compreender o homem! Enfim, ou eu sou burro cego ou surdo que não entendo a serenidade na resolução do problema. A política nua e crua, pelo menos a política que até aqui conhecemos. Surgiu uma doença séria com consequências nefastas e o combate há doença? Duas tragédias juntas! Os países caminham para uma destruição previsível. Apocalipse de quê. Por desaparecer o que não faz falta ao mundo, tudo iria acabar e escondiam tudo numa caixinha debaixo da cama. O homem é semelhante a si mesmo, nada têm de divino. O dito Deus que se conste não vive observado por dinheiro ou coisas bélicas. As profecias também dizem que o Alfa e o Omega, fizeram este mundo e não teve início nem terá fim. Supomos que estamos a meio. Era óptimo que o homem na sua existência virasse a sua inteligência para a sua fragilidade desde início. Destruíram escolas, hospitais, quartéis e serviços públicos, isolaram os contribuintes de primeira dos contribuintes do fundo. Existe Portugal do Oeste e o Portugal de Leste. No meio uma papa de arroz 🍚 com água fervida. No combate há guerra soltaram abelhas biológicas sem rainha. Temos rainha? por quanto tempo? A caça à colmeia começará depois. Unidades militares a socorrer civis. Bravo. E os hospitais privados socorrerão os militares? Talvez não seja preciso. Deixem de ser betinhos e assumam a condição de Homens. Afinal como me dizia um amigo: As prisões foram feitas pros Homens assim como esta arma biológica, ou não é de interesse resolver o problema. À democracia do momento exige-se regidez e a meu ver que nada invejo na política averdadeira democracia têm regras a esta pátria a quem devemos a vida. Pensem senhores se é que ainda vamos a tempo. Autor: António Benigno Código de Autor: 2020.03.25.23.08.03.01
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Dec 16, 2020
Dec 16, 2020 at 3:03 AM UTC
Incerteza
O ano de 2020 é um restauro. Combinação exponencial do algoritmo máximo duplicado e zerado. Porém são números espero que errados. Nada alterou nestes últimos tempos a não ser a fórmula biológica que acrescentou ruína. Publicamente a verdade, voltou-se a economia bélica pra área da necessidade. Só se para quem o diz. Impossível compreender o homem! Enfim, ou eu sou burro cego ou surdo que não entendo a serenidade na resolução do problema. A política nua e crua, pelo menos a política que até aqui conhecemos. Surgiu uma doença séria com consequências nefastas e o combate há doença? Duas tragédias juntas! Os países caminham para uma destruição previsível. Apocalipse de quê. Por desaparecer o que não faz falta ao mundo, tudo iria acabar e escondiam tudo numa caixinha debaixo da cama. O homem é semelhante a si mesmo, nada têm de divino. O dito Deus que se conste não vive observado por dinheiro ou coisas bélicas. As profecias também dizem que o Alfa e o Omega, fizeram este mundo e não teve início nem terá fim. Supomos que estamos a meio. Era óptimo que o homem na sua existência virasse a sua inteligência para a sua fragilidade desde início. Destruíram escolas, hospitais, quartéis e serviços públicos, isolaram os contribuintes de primeira dos contribuintes do fundo. Existe Portugal do Oeste e o Portugal de Leste. No meio uma papa de arroz 🍚 com água fervida. No combate há guerra soltaram abelhas biológicas sem rainha. Temos rainha? por quanto tempo? A caça à colmeia começará depois. Unidades militares a socorrer civis. Bravo. E os hospitais privados socorrerão os militares? Talvez não seja preciso. Deixem de ser betinhos e assumam a condição de Homens. Afinal como me dizia um amigo: As prisões foram feitas pros Homens assim como esta arma biológica, ou não é de interesse resolver o problema. À democracia do momento exige-se regidez e a meu ver que nada invejo na política averdadeira democracia têm regras a esta pátria a quem devemos a vida. Pensem senhores se é que ainda vamos a tempo. Autor: António Benigno Código de Autor: 2020.03.25.23.08.03.01
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That was my husband, He rarely said "I love you," But his actions showed what I meant to him. He was always by my side, Kind, gentle and reassuring, Be it a visit to a doctor, A family feud, Or hassle with my in-laws. Though he was not for candlelight dinner, He took me frequently to dinner, picnic and movies, But to the ones I enjoyed. He did all the DIY work around the house, Before I knew something needed to be repaired it was already done. After early morning and evening prayers I enjoy reciting Quran, duas and talking to Allah, So he would help me with sending the children to school, And bed at night, Though he never helped with cooking or housework, He lived for his family, And when he died, For me it was as if my computer had crashed and I had to start all over again. I never knew the house needed so much repair, Nor so many bills needed to be settled, Or where to shop for groceries. 19/12/2021
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Dec 19, 2021
Dec 19, 2021 at 7:25 AM UTC
Action Speaks Louder Than Words