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"doce" poems
inteiramente perfeito tirava-me suspiros és tão belo, tão doce tal como uma miragem com certo atrevimento tentei lhe alcançar porém não consegui pois tal como uma miragem você nem mesmo esteve ali
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Feb 10, 2022
Feb 10, 2022 at 11:37 PM UTC
miragem
isang sundalo gitara ang sandata laban sa mga sigaw ng mga multong galing sa gubat ng pagtataksil
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Apr 12, 2014
Apr 12, 2014 at 7:51 AM UTC
umaga, doce
Saudade solta ao vento Na saudade solta ao vento, Tenho amor com encanto. Caminhadas eternas com esplendor, Santificam teu amor… Na vida dos sonhos inacabados, Fado dos meus fados. Sorriso doce e transparente, Ser lindo, impaciente. Sonho sempre sonhado, Amor meu amado. Sentimento do sentido sem lamento, Saudade solta ao vento… Victor Marques
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Dec 12, 2009
Dec 12, 2009 at 6:39 AM UTC
Saudade Solta ao Vento
En esas doce horas que somos la espalda del mundo en aquel diario eclipse eclipse de pueblos ecllipse de montes y páramos eclipse de humanos eclipse de mar el ***** le tiñe a la Tierra mitad de la cara por más que se ponga luz artificial negrura de sombra sombra de negrura que a nadie le asombra y a todo perdura obscura la España y claro Japón obscura Caracas y claro Cantón y siempre girando hacia el Este aquí está tiznando allá está celeste esa sombra inmensa esa sombra eterna que tuvo comienzo al comienzo del comienzo rotativo eclipse eclipse total pide a los humanos un solemne rito que es horizontal y cada doce horas que llega me alegro porque medio mundo se tiñe de ***** y en ello no cabe distingo racial
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La noche
Ansiar por ti no nosso doce leito, Lúgubres as noites de cansaço, Amar-te do fundo do peito, Vivo no teu regaço. Teu calor que tua doença cura, Sentimento puro e forte, Amar-te com meiguices e ternura, Enlace da nossa sorte. O barco sem velas nos conduz, Carrocéis que rodeais  o ermo. Amar-te com palavras feitas de luz, Por ti estou enfermo. Juntar ao teu meu coração, Sofrer com excelsa mágoa, Amar-te com gratidão, Minha musa bem amada. Victor Marques
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Jul 7, 2010
Jul 7, 2010 at 4:11 AM UTC
AMAR-TE
Filha, filho, Filhos… Quando me levanto com vontade de ver alguém com seu sorriso, não escolheria mais ninguém senão tu… No mundo que Deus nos deu não existe puro e imaculado amor igual ao teu. Depois de tanto tempo de vivências, compromissos, viagens pelo mundo fora sempre tive presente a dádiva de te ver nascer e crescer em sabedoria. Tu sim tens a magia da lua comprometida com um mundo feito de bem que parece ao mesmo tempo teu e de mais ninguém…. No coração tu tens a doce melodia das harpas de Jacob, nas mãos a gentileza de quem faz tudo com mestria e exatidão. Tantas filhas, filhos nascem pelo simples facto de o homem querer se multiplicar, procriar… Tu nasceste por um terno amor, por uma vontade que dois seres tiveram em elevar na terra através da matéria o poder da alma. Neste mundo de injustiças, guerras económicas, sociais, políticas nascem todos os dias filhos, filhas com leveza e amor de dois seres. Tu, hoje fizeste me pensar na abundância que Deus nos dá, nas oportunidades que muitos não têm, nos que sofrem por não terem filhas, filhos… O ciclo da vida me ajuda a amar, a compreender e a tolerar quem não consegue sentir força Para caminhar e fazer uma descoberta diária da beleza da vida e da companhia de nossas filhas, filhos…. O meu legado não teria sentido sem ti, o meu ser nunca seria completo em harmonia com o Deus criador. O nosso futuro quer filhas, filhos melhor do que nós pais que tentamos apreender o constante evoluir da sociedade humana. Não poderia deixar de estar grato a Deus, meus pais e meus antepassados pelo que me deram e continuam a dar. A vida de todos nós seria muito melhor se a nossa preocupação fosse dar sem lembrar e receber nunca esquecendo. A ti nem sei que dizer… sei que nunca vai haver nada que por ti me faça desfalecer. Por ti se cair vou pedir a Deus que me ajude a erguer… Victor Marques
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Sep 25, 2013
Sep 25, 2013 at 6:24 AM UTC
Filha,filho , Filhas
Filha, filho, Filhos… Quando me levanto com vontade de ver alguém com seu sorriso, não escolheria mais ninguém senão tu… No mundo que Deus nos deu não existe puro e imaculado amor igual ao teu. Depois de tanto tempo de vivências, compromissos, viagens pelo mundo fora sempre tive presente a dádiva de te ver nascer e crescer em sabedoria. Tu sim tens a magia da lua comprometida com um mundo feito de bem que parece ao mesmo tempo teu e de mais ninguém…. No coração tu tens a doce melodia das harpas de Jacob, nas mãos a gentileza de quem faz tudo com mestria e exatidão. Tantas filhas, filhos nascem pelo simples facto de o homem querer se multiplicar, procriar… Tu nasceste por um terno amor, por uma vontade que dois seres tiveram em elevar na terra através da matéria o poder da alma. Neste mundo de injustiças, guerras económicas, sociais, políticas nascem todos os dias filhos, filhas com leveza e amor de dois seres. Tu, hoje fizeste me pensar na abundância que Deus nos dá, nas oportunidades que muitos não têm, nos que sofrem por não terem filhas, filhos… O ciclo da vida me ajuda a amar, a compreender e a tolerar quem não consegue sentir força Para caminhar e fazer uma descoberta diária da beleza da vida e da companhia de nossas filhas, filhos…. O meu legado não teria sentido sem ti, o meu ser nunca seria completo em harmonia com o Deus criador. O nosso futuro quer filhas, filhos melhor do que nós pais que tentamos apreender o constante evoluir da sociedade humana. Não poderia deixar de estar grato a Deus, meus pais e meus antepassados pelo que me deram e continuam a dar. A vida de todos nós seria muito melhor se a nossa preocupação fosse dar sem lembrar e receber nunca esquecendo. A ti nem sei que dizer… sei que nunca vai haver nada que por ti me faça desfalecer. Por ti se cair vou pedir a Deus que me ajude a erguer… Victor Marques
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Mi primer amor tenía doce años y uñas negras. Mi primer amor tiene ojos grandes y una sonrisa de cachete a cachete, Aunque nunca te miraba a los ojos, Y nunca sonreía en fotos. Mi primer amor me rompio el corazón. Lo fue sacando de pedazo en pedazo, Y yo la deje… En autos, en parques, en cines, Me entregue.
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Mar 4, 2016
Mar 4, 2016 at 1:13 AM UTC
Mi Primer Amor
IRMA LÚCIA A tua devoção eterna à Virgem dos *** Aclamam-te anjos com brancos véus. Nasceste tu Lúcia com Coração doce nesta terra, Pediste a Nossa Senhora para nos livrar da Guerra. A santidade te pertence, pois foste escolhida, Amaste Deus toda a vida. Com um amor sem igual, Nasceste no nosso Portugal. Amas com amor e eterna verdade, Cheia de carinho e simplicidade. Viveste sempre no mundo da espiritualidade, Te recordamos sempre com saudade. Victor Marques
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Dec 10, 2009
Dec 10, 2009 at 10:29 PM UTC
Irmã LÚCIA FÁTIMA
Memória branca da tua imagem Rio Tua Por entre vales e frescas fontes, Socalcos e belos horizontes. No comboio sempre do Tua, Um beijo na doce lua. Rio tão belo que engoles as colinas, Memória branca da tua imagem, Comboio sem carruagem, Carrocel sem suas meninas. S. Lourenço que te olha divinal, Rio Tua do bom Deus e de Portugal. Pedras inertes tuas sempre serão, És rio e bom vilão… Tantas histórias os vindouros contarão, Dum rio com memória e solidão, Rio dum comboio que nunca vai passar, Excelso amor vai perdurar. Victor Marques
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Oct 22, 2013
Oct 22, 2013 at 5:28 AM UTC
Memória branca da tua imagem
Ansiar por ti no nosso doce leito, Noites de prazer e cansaço, Ter junto ao peito, Vivo em teu regaço. Calar doença sem cura, Sentimento sem norte, Sensibilidade e ternura, Tolerante e com sorte. O barco te conduz, Os cedros no ermo, Palavras com raios de luz, Por ti estou enfermo. Teu nobre coração, Claro como a água, Dar-te minha mão, Terra e enxada. Vic Alex
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Apr 19, 2010
Apr 19, 2010 at 3:36 AM UTC
Amar-te
O olhar silencioso Junto ao mar eu parei, Olhar no olhar eu deixei, Ondas eu até sentia, Sussurro de quem te conhecia. Na boca doce perfeita, Um sentimento apertado, O Vento até se deita, No olhar apaixonado. O olhar até molhado, sentido, Sorriso bom e querido, Pestanejar sem ruído, Olhar comprometido Olhar de quem nada sabe, Devaneio e desejo, Olhar sem idade, Silencio e um beijo. Victor Marques
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Jan 17, 2012
Jan 17, 2012 at 1:01 PM UTC
O olhar silencioso
Deus, Nossa Senhora e Santo António Acredito em Deus com amor, convicção, Rezo com a fé do coração. Na estrada da vida e da sorte, Deus nos dá a vida e a morte…. Virgem Maria, eterna Mãe e companhia, Me iluminas com luz resplandecente, Durante a noite e o dia, Hoje, amanhã e sempre. Santo António, de Padova , Lisboa saudosista, Dos doutores Deus te abençoo, Amor do Teu Deus te santificou, Doutor celestial meu predilecto, És meu Santo com afecto…. Tua linda catedral, Te toquei com encanto divinal, És santo com doce ternura, Tudo por ti tem cura… Victor Marques
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Aug 30, 2010
Aug 30, 2010 at 9:21 AM UTC
Deus, Nossa Senhora e Santo António
O Douro fica longe, fica mais além. Alegria do rio Tua que o Douro tem, Socalcos do amor sem desdém, Abraço do carinho feito de bem. A generosidade dos seus trabalhadores, O vinho feito com aromas das flores. Colinas que se deitam no horizonte, Arco-íris que bebe na fresca fonte. Ai flor de giesta que o Douro adornais, Encosta de Bizarra que amaste até demais, Transcendeste a natureza dos meus pais, Com hinos celestes me embebedais. Terra linda que se enaltece, Frescura de seus rios nos envaidece, S. Lourenço tens lindo berço e doce fonte, Recanto soalheiro, Hotel flor do monte. Em terra suculenta Erguendo o cálice divino Do tinto e generoso vinho Victor Marques
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Dec 10, 2009
Dec 10, 2009 at 10:15 PM UTC
O Douro Fica Longe...
Minha filha Victória, Dou graças a Deus por tudo que me tem dado, o melhor de tudo foste tu teres nascido e durante estes anos compreender e apreender as melhores facetas e ensinamentos que tu mesma descobriste e aperfeiçoastes. Fico muito feliz com o sucesso que tens tido em todas as vertentes da tua vida e com o final de ano com a tua licenciatura em Medicina Dentária. Sou pai orgulhoso, amigo e confidente e podes sempre contar comigo no futuro, sem eu nunca querer impor regras ou princípios. Peço desculpa pelas vezes em que não consegui dar-te o apoio infinito que tu sempre mereces, por não ser mais calmo em todas as circunstâncias que a vida por vezes nos submete. Quero te agradecer pela filha maravilhosa que és, pela tua sabedoria, pelo teu carinho, pelo teu amor de filha que sempre guardo no meu coração. Deus deu-me este grande privilégio e espero que continue por largos anos a poder privar da tua doce e excelsa companhia. Neste tempo de grandes transformações quero que esteja sempre presente na tua vida: o poder da alma, do amor, do respeito por todos os seres humanos, e pela natureza pura e imaculada que eu tanto divulgo e aprecio. Obrigado filha por tu também teres contribuído para eu me tornar um ser humano melhor, mais amigo, mais companheiro, mais sonhador. Se todos os Pais amassem os seus filhos da forma mais genuína como as avezinhas amam os seus teríamos um mundo muito melhor. Dar liberdade e confiança ajuda sempre para se ter a certeza do caminho a seguir. Eu sou daqueles que quer que a minha filha seja muito melhor do que eu, que tenha uma vida mais feliz, que tenha tudo sempre muito melhor do que eu. Esta é a minha forma de pensar e de viver e porque não dizer o quanto te quero bem. Adoro-te filha Victor Marques
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May 25, 2015
May 25, 2015 at 9:44 AM UTC
Minha filha Victória
Minha filha Victória, Dou graças a Deus por tudo que me tem dado, o melhor de tudo foste tu teres nascido e durante estes anos compreender e apreender as melhores facetas e ensinamentos que tu mesma descobriste e aperfeiçoastes. Fico muito feliz com o sucesso que tens tido em todas as vertentes da tua vida e com o final de ano com a tua licenciatura em Medicina Dentária. Sou pai orgulhoso, amigo e confidente e podes sempre contar comigo no futuro, sem eu nunca querer impor regras ou princípios. Peço desculpa pelas vezes em que não consegui dar-te o apoio infinito que tu sempre mereces, por não ser mais calmo em todas as circunstâncias que a vida por vezes nos submete. Quero te agradecer pela filha maravilhosa que és, pela tua sabedoria, pelo teu carinho, pelo teu amor de filha que sempre guardo no meu coração. Deus deu-me este grande privilégio e espero que continue por largos anos a poder privar da tua doce e excelsa companhia. Neste tempo de grandes transformações quero que esteja sempre presente na tua vida: o poder da alma, do amor, do respeito por todos os seres humanos, e pela natureza pura e imaculada que eu tanto divulgo e aprecio. Obrigado filha por tu também teres contribuído para eu me tornar um ser humano melhor, mais amigo, mais companheiro, mais sonhador. Se todos os Pais amassem os seus filhos da forma mais genuína como as avezinhas amam os seus teríamos um mundo muito melhor. Dar liberdade e confiança ajuda sempre para se ter a certeza do caminho a seguir. Eu sou daqueles que quer que a minha filha seja muito melhor do que eu, que tenha uma vida mais feliz, que tenha tudo sempre muito melhor do que eu. Esta é a minha forma de pensar e de viver e porque não dizer o quanto te quero bem. Adoro-te filha Victor Marques
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Chisto è 'o ritratto e chiste so' 'e capille: na ciocca 'e seta nera avvellutata. E cheste songo 'e llettere: cchiù 'e mille; lettere 'e 'na guagliona nnammurata. Ngiulina se chiammava sta figliola ch'è stata 'a primma nnammurata mia. Trent'anne sò passate... Mamma mia! 'A tengo nnanze a ll'uocchie, pare aiere: vocca 'e curallo, 'na faccella 'e cera, 'nu paro d'uocchie verde, 'e cciglie nere, senza russetto... semplice e sincera. Teneva sidece anne e io diciotto. Faceva 'a sartulella a 'o Chiatamone. Scenneva d' 'a fatica 'mpunto ll'otto, e mm'aspettava a me sotto 'o purtone. Senza parlà, subbeto sotto 'o vraccio nce pigliavemo e ghievemo a ffà ammore. Vicino 'a casa soia, 'ncoppa Brancaccio, parole doce e zucchero int' 'o core. Mettennoce appuiate 'nfaccia 'o muro, a musso a mmusso, tutt' e dduie abbracciate: dint' 'a penombra 'e n' angulillo oscuro, quanta suspire e vvase appassiunate! 'A tengo nnanze a ll'uocchie, pare aiere: vocca 'e curallo, na faccella 'e cera; nu paro d'uocchie verde, 'e cciglie nere, senza russetto... semplice e sincera.
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Ngiulina
A Tua última vindima A vindima é colheita eterna do nosso amado Deus. O vinho é o fruto delicioso que exalta e conforta, A uva manjar que na videira brota. A Cepa fortalece com amor, Poda de seu podador. Frio e calor a videira recebe, Como paga de quem nada deve. Vinho doce e verde na colheita, Maduro que videira enfeita. Deus fez engenhosa prensa, Touriga nacional casta mansa. Os bagos são espremidos com pudor, Fruto de cansaço e tanto labor. Vinho feito pelo homem e mulher, Vinho bebido por quem quer. Victor Marques
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Sep 17, 2012
Sep 17, 2012 at 2:05 PM UTC
A tua vindima
Seus cabelos, ondas escuras na noite, Seus olhos, um mistério que não posso desvendar, Ela caminha entre os vivos e os mortos, E eu a sigo, perdido em seu encanto sombrio. Seu toque é o frio da meia-noite, Sua presença, um tormento doce, Cada passo que ela dá me arrasta, Mais fundo em um labirinto de solidão. Pois ela é a musa de meus pesadelos, A personificação do desejo que me destrói, E eu, um tolo, danço na borda do abismo, Fascinado por sua escuridão eterna.
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Aug 31, 2024
Aug 31, 2024 at 11:35 AM UTC
Sombra na Escuridão
A cocachos aprendí mi labor de colegial en el Colegio Fiscal del barrio donde nací. Tener primaria completa era raro en mi niñez (nos sentábamos de a tres en una sola carpeta). Yo creo que la palmeta la inventaron para mí, de la vez que una rompí me apodaron "mano 'e fierro", y por ser tan mataperro a cocachos aprendí. Juguetón de nacimiento, por dedicarme al recreo sacaba Diez en Aseo y Once en Aprovechamiento. De la Conducta ni cuento pues, para colmo de mal era mi voz general "¡chócala pa' la salida!" dejando a veces perdida mi labor de colegial. ¡Campeón en lingo y bolero! ¡Rey del trompo con huaraca! ¡Mago haciéndome "la vaca" y en bolitas, el primero...! En Aritmética, Cero. En Geografía, igual. Doce en examen oral, Trece en examen escrito. Si no me "soplan" repito en el Colegio Fiscal. Con esa nota mezquina terminé mi Quinto al tranco, tiré el guardapolvo blanco (de costalitos de harina). Y hoy, parado en una esquina lloro el tiempo que perdí: los otros niños de allí alcanzaron nombre egregio. Yo no aproveché el Colegio del barrio donde nací...
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La escuelita
E por hoje dizer-te não é banal Estive atento e discretamente olhei o teu doce olhar, Passei noites ao luar, descrevendo as estrelas de bonitas, Mas bonitas mesmo são tuas pétalas, flor de esplendor! Tua sensibilidade e visão de mulher, a mim das nas vistas! A certeza no destino, é como lotaria no caminho, Onde te encontrei, no meio de tantas eu te vi sozinho! Há muito tempo mesmo, que teimou em não passar, Suspirei, me cansei, tirei todas, para agora te inflamar! Sinto perto o carinho, da pessoa, minha amiga e mulher, Te chamei e falei ao coração, para te agarrar e poder amar, És tu hoje, em quem eu pego e petisco, com qualquer colher, Porque muito ou pouco que nela couber, te saboreio ao petiscar! És refeição completa para mim, como sangue vivo, ao coração, Tuas doses tão prudentes de afecto, é outro nível neste patamar, Orgulho de te cuidar, porque de mim, cuidas tu, como a terra do seu mar! Se eu hoje respiro vida, ao querer cada hora do dia, desde o levantar, Devo-te muito a ti e as palavras que escrevo não são hoje fantasias, Porque cuidas de mim, como terra do seu vazo, da planta, de encantar, Encanta meu sorriso, pelo teu cuidar, nas coisas que fazes e me dizias! Não é falso nem é mentira, acredito na realidade que tu me trazes, Não finjo, não mudo, não acredito que precises tu princesa, de mudar! Olhei-te do chão, mirei-te, e tu com teu jeito doce, levantas-te meu olhar, E eu confie-te nos braços tudo, na hora me deitar, pelo que tu me fazes! A falta de carinho não a sinto hoje, porque a não tenho, A ti te darei respeito, pela dama e senhora que te achei, Encontro-te a ti a cada dia, no meu leito, e no meu cardanho! Porque ele é gíria de tudo aquilo que tenho e em ti encontrei! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.09.09.02.20
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Sep 9, 2013
Sep 9, 2013 at 8:24 AM UTC
E por hoje dizer-te não é banal
E por hoje dizer-te não é banal Estive atento e discretamente olhei o teu doce olhar, Passei noites ao luar, descrevendo as estrelas de bonitas, Mas bonitas mesmo são tuas pétalas, flor de esplendor! Tua sensibilidade e visão de mulher, a mim das nas vistas! A certeza no destino, é como lotaria no caminho, Onde te encontrei, no meio de tantas eu te vi sozinho! Há muito tempo mesmo, que teimou em não passar, Suspirei, me cansei, tirei todas, para agora te inflamar! Sinto perto o carinho, da pessoa, minha amiga e mulher, Te chamei e falei ao coração, para te agarrar e poder amar, És tu hoje, em quem eu pego e petisco, com qualquer colher, Porque muito ou pouco que nela couber, te saboreio ao petiscar! És refeição completa para mim, como sangue vivo, ao coração, Tuas doses tão prudentes de afecto, é outro nível neste patamar, Orgulho de te cuidar, porque de mim, cuidas tu, como a terra do seu mar! Se eu hoje respiro vida, ao querer cada hora do dia, desde o levantar, Devo-te muito a ti e as palavras que escrevo não são hoje fantasias, Porque cuidas de mim, como terra do seu vazo, da planta, de encantar, Encanta meu sorriso, pelo teu cuidar, nas coisas que fazes e me dizias! Não é falso nem é mentira, acredito na realidade que tu me trazes, Não finjo, não mudo, não acredito que precises tu princesa, de mudar! Olhei-te do chão, mirei-te, e tu com teu jeito doce, levantas-te meu olhar, E eu confie-te nos braços tudo, na hora me deitar, pelo que tu me fazes! A falta de carinho não a sinto hoje, porque a não tenho, A ti te darei respeito, pela dama e senhora que te achei, Encontro-te a ti a cada dia, no meu leito, e no meu cardanho! Porque ele é gíria de tudo aquilo que tenho e em ti encontrei! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.09.09.02.20
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Probablemente mientras duermes, alrededor de las once yo sigo despierto y dormito ideas, mi cuerpo flota y en el sillón viendo al techo esta tu espacio, un metro cincuenta y ocho, eternos. Una extraña marca en la pared que solo yo puedo ver ha quedado,  me estoy acostumbrando a ella ya que de vez en cuando logro evitar su mirada, sobre todo cuando es de noche y apago la luz; todos lo saben, la noche hace invisible la propia oscuridad y encierra en un dulce  parpadeo la cordura. Y así son las doce y tú duermes, mientras yo camino por las calles, solo para seguir en la luna al reflejo de tus ojos. ¿Has notado como las cosas cambian en la noche?, las horas se doblan sobre otras y hacen perder el hilo de los minutos, la sombra cambia los colores, la forma de la vereda hacia tu casa ya no es tan segura, ni las figuras que se puede imaginar en ella durante el día y quizás en la noche el tiempo pasa más lento en tu boca, pero me queda la duda de que solo sea la noche y no tu boca, ¿cómo saber si el sabor será el mismo mañana a las seis? Y así son las tres, y me pierdo en el mismo lugar al que mi mente llega todas las noches, el desenlace y el terminal al que a esta hora conducen todos los caminos, espejismo. Solo sé que no soy yo el que duerme.
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Jan 28, 2016
Jan 28, 2016 at 11:39 PM UTC
Un metro cincuenta y ocho
Ì faccio 'o schiattamuorto 'e prufessione, modestamente songo conosciuto pè tutt'e ccase 'e dinto a stu rione, peccheè quann'io manèo 'nu tavuto, songo 'nu specialista 'e qualità. Ì tengo mode, garbo e gentilezza. 'O muorto nmano a me pò stà sicuro, ca nun ave 'nu sgarbo, 'na schifezza. Io 'o tratto comme fosse 'nu criaturo che dice 'o pate, mme voglio jì a cuccà. E 'o co'cco luongo, stiso 'int"o spurtone, oure si è viecchio pare n'angiulillo. 'O muorto nun ha età, è 'nu guaglione ca s'è addurmuto placido e tranquillo 'nu suonno doce pè ll'eternità. E 'o suonno eterno tene stu vantaggio, ca si t'adduorme nun te scite maie. Capisco, pè murì 'nce vò 'o curaggio; ma quanno chella vene tu che ffaie? Nn'a manne n'ata vota all'al di là? Chella nun fa 'o viaggio inutilmente. Chella nun se ne va maie avvacante. Sì povero, sì ricco, sì putente, 'nfaccia a sti ccose chella fa a gnurante, comme a 'nu sbirro che t'adda arrestà. E si t'arresta nun ce stanno sante, nun ce stanno raggione 'a fà presente; te ll'aggio ditto, chella fa 'a gnurante... 'A chesta recchia, dice, io nun ce sento; e si nun sente, tu ch'allucche a ffà? 'A morta, 'e vvote, 'e comme ll'amnistia che libbera pè sempe 'a tutt'e guaie a quaccheduno ca, parola mia, 'ncoppa a sta terra nun ha avuto maie 'nu poco 'e pace... 'na tranquillità. E quante n'aggio visto 'e cose brutte: 'nu muorto ancora vivo dinto 'o lietto, 'na mugliera ca già teneva 'o llutto appriparato dinto a nù cassetto, aspettanno 'o mumento 'e s'o 'ngignà. C'è quacche ricco ca rimane scritto: " Io voglio un funerale 'e primma classe! ". E 'ncapo a isso penza 'e fà 'o deritto: " Così non mi confondo con la ***** ". Ma 'o ssape, o no, ca 'e llire 'lasse ccà?! 'A morta è una, 'e mezze songhe tante ca tene sempe pronta sta signora. Però, 'a cchiù trista è " la morte ambulante " che può truvà p'a strada a qualunq'ora (comme se dice?... ) pè fatalità. Ormai per me il trapasso è 'na pazziella; è 'nu passaggio dal sonoro al muto. E quanno s'è stutata 'a lampella significa ca ll'opera è fernuta e 'o primm'attore s'è ghiuto a cuccà.
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'O schiattamuorto
Ì faccio 'o schiattamuorto 'e prufessione, modestamente songo conosciuto pè tutt'e ccase 'e dinto a stu rione, peccheè quann'io manèo 'nu tavuto, songo 'nu specialista 'e qualità. Ì tengo mode, garbo e gentilezza. 'O muorto nmano a me pò stà sicuro, ca nun ave 'nu sgarbo, 'na schifezza. Io 'o tratto comme fosse 'nu criaturo che dice 'o pate, mme voglio jì a cuccà. E 'o co'cco luongo, stiso 'int"o spurtone, oure si è viecchio pare n'angiulillo. 'O muorto nun ha età, è 'nu guaglione ca s'è addurmuto placido e tranquillo 'nu suonno doce pè ll'eternità. E 'o suonno eterno tene stu vantaggio, ca si t'adduorme nun te scite maie. Capisco, pè murì 'nce vò 'o curaggio; ma quanno chella vene tu che ffaie? Nn'a manne n'ata vota all'al di là? Chella nun fa 'o viaggio inutilmente. Chella nun se ne va maie avvacante. Sì povero, sì ricco, sì putente, 'nfaccia a sti ccose chella fa a gnurante, comme a 'nu sbirro che t'adda arrestà. E si t'arresta nun ce stanno sante, nun ce stanno raggione 'a fà presente; te ll'aggio ditto, chella fa 'a gnurante... 'A chesta recchia, dice, io nun ce sento; e si nun sente, tu ch'allucche a ffà? 'A morta, 'e vvote, 'e comme ll'amnistia che libbera pè sempe 'a tutt'e guaie a quaccheduno ca, parola mia, 'ncoppa a sta terra nun ha avuto maie 'nu poco 'e pace... 'na tranquillità. E quante n'aggio visto 'e cose brutte: 'nu muorto ancora vivo dinto 'o lietto, 'na mugliera ca già teneva 'o llutto appriparato dinto a nù cassetto, aspettanno 'o mumento 'e s'o 'ngignà. C'è quacche ricco ca rimane scritto: " Io voglio un funerale 'e primma classe! ". E 'ncapo a isso penza 'e fà 'o deritto: " Così non mi confondo con la ***** ". Ma 'o ssape, o no, ca 'e llire 'lasse ccà?! 'A morta è una, 'e mezze songhe tante ca tene sempe pronta sta signora. Però, 'a cchiù trista è " la morte ambulante " che può truvà p'a strada a qualunq'ora (comme se dice?... ) pè fatalità. Ormai per me il trapasso è 'na pazziella; è 'nu passaggio dal sonoro al muto. E quanno s'è stutata 'a lampella significa ca ll'opera è fernuta e 'o primm'attore s'è ghiuto a cuccà.
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"Uma corte recheada de incertezas. Diz o mestre: - A todos vocês condeno essas correntes ventrais. Condeno essa pressão cardíaca, essa confusão mental. Não desejeis vós que o sentimento profundo lhes fosse concedido? E quem há de me jurar que com ele não viria tremenda descordenação, tremendo derrocamento? Ouçam o bardo correndo louco entre as paredes de pedra. Ouçam o gondoleiro, barcarolando as canções de amor. Ouçam o basbaque som dos encantados, os afeiçoados e doados de coração. Eis a verdade, corte, corte de sentimentos. Jaz aqui o vento que me tragou a esta ilusão. Gritam altissonantes os mares, arriscai-vos corações, antes que o mar os leve a vossos esquifes, antes que seja muito tarde para arriscar. Porém que seja espúrioso o vosso amor. Pois é sentimento que se perde em lamentações, e para vive-lo, arriscar é necessário, não aja com esquivança, uma vez entrelaçado, o amor é mais que a promessa, é a eternidade, é um fado, é um facho, é imensurável, é imane, é ilibado, insinuante sinal de maravilhas, ofusca os olhos de quem sente, faz plenitude e traz saudade a quem não tem, mas ainda sim muito além, é uma reta paralela, e dele deve ser padrinho em solenidade, é um pardieiro implorando piedade, e nós somos a reconstrução. Então amem corte, mas paguem o preço, na labuta e na luta, pois o amor é um mestiço, meio amargo, meio doce, mas é nato em perfeição."
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Oct 5, 2012
Oct 5, 2012 at 10:38 PM UTC
Corte de Nautas I
O quarto escuro e apenas a luz vinda de fora só me deixavam ver o contorno do seu rosto, mas eu ainda conseguia decifrar seus traços, o gosto molhado da sua boca, a textura do seu cabelo. Experimentava seus lábios, tão feroz quanto o vento quando toca as flores, fazendo-as exalarem seus perfumes, assim como o seu gosto o fazia em mim. Desfrutava de todo o tato possível, e pelos seus braços, caminhava uma das mãos, enquanto eles se envolviam e se apaixonavam pelo meu corpo, abraçando-o forte, como um leão agarrando sua presa. Seus beijos me completavam e me envolviam, tal como a mais fina seda do mais belo vestido cai perfeitamente no mais maravilhoso corpo de mulher. Seu cheiro doce, de pele morena, sufocava toda a hesitação que ainda me restava e me fazia entregar-me por inteiro. Suas mãos teimavam em bagunçar meu cabelo que, envolto em seus dedos, se realizava por encontrar tanta obstinação vinda de um único conjunto de dedos. Por um momento, antes de dar-me um outro beijo, me olhou nos olhos, com olhar de pescador que foi fisgado pelo canto da sereia e, de repente, nada mais existia.
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May 17, 2013
May 17, 2013 at 7:20 PM UTC
Nada mais existia.
O beijo Um beijo doce, molhado, Dado na noite do sentimento. Odor sem neblina e vento, Fustigam meu pensamento, Beijo sem apelo nem agravo! Beijo com o cheiro das rosas, Toca nos seios das musas, Trilhos de caminhadas confusas, Beijo polar em terras lusas. Beijo pedido a preceito, Peito meu juntou teu peito, Sensações de um amor eleito, Beijo dado de qualquer jeito. Beijo incompleto na farsa da vida, Sentir-te mulher experiente, Dar um beijo já ausente, Beijo de uma saudade vivida. Victor Marques
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Dec 4, 2012
Dec 4, 2012 at 7:44 AM UTC
Beijo...
Triste há de ser; curto e doce e terno. Que seja breve dizendo tudo. Que seja doce confeito de manhã eterna. Que seja belo qual água de cachoeira. Que a pureza o invada: morte indolor. Da febre se dissipe como quem à tempestade vence. **** Fonte: Cadernos de Sizenando, vol. II, 2016
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Feb 10, 2016
Feb 10, 2016 at 2:27 PM UTC
O último poema, à moda de Manuel Bandeira (2)