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"devo" poems
Uomo, mi hanno condotta dall'estremo dove vivevo intera la "mia" vita al Tuo opposto tremendo di giustizia: che cosa dedurranno dal confronto dei nostri due insondabili princìpi? Qualcuno certo, conscio del Tuo inizio, tratteneva i Tuoi volti successivi in un travaglio cieco di rapporti ma io, ancor prima che gli anelli tutti della mia vita fossero congiunti, mi distaccai precipite dal nulla e proclamai la carne concepita. Uomo Perfetto, cosa dannerai di questo seme che, nel modularsi, s'è rinforzato solo di se stesso senza estasiarsi in giochi di virtù? Certo conoscerai che equilibrando ogni comandamento che mi esorta a saturarmi tutta di peccato, che riportando a questo intendimento la perfezione delle mie lacune, confluirei con adeguato passo verso una vita lineare e assente. Ma per ora, il peccato del mio tutto, resta la tappa ultima e possente ed un ritmo incessante di condanna mi rigetta dal muovermi comune. Quando, fanciulla appena, mi concessi, quando mi sciolsi per la prima volta da quel bruciore acuto di purezza che sublimava ambiguità tremende, sentii l'impegno che covavo dentro crescere, quasi a forza di missione. Non ** altra virtù che di condurmi a prodigiose altezze di consenso e una stanchezza illimite mi prende se non mi adagio sopra un'altra forma... Allineando tutte le mie ombre volte perdutamente verso terra, posso durare un tempo indefinito accentrata in un'unica figura. Ma che dolore sale le mie braccia reggenti il grave fascio di me stessa: l'essere dura giova solamente a questa dubbia resistenza mia... Sotto il piede che immagino sicuro cerco il terreno viscido di sempre: la tentazione è come un tempo lungo ch'io devo bere, abbrividendo, in fretta... Guarda, perché previeni il Tuo guardarmi con errata coscienza di pudore? Guarda, senza sapere l'astinenza, queste carni purgate dal piacere, questi occhi sinceri nell'orgoglio, questi capelli dal profumo intenso di vita e di memorie... Peccato questo vivere me stessa? So che la santità germoglierebbe esercitando in me falsi connubi, ma asségnami una giusta tolleranza se l'indulgenza nega questo passo, fa che il ritorno al vivere di sempre non sprofondi nel buio di un abisso e che non mi si dia maggiore colpa se come gli altri, e con eguale indugio, gioco il distacco dalla mia matrice.
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Una Maddalena
Uomo, mi hanno condotta dall'estremo dove vivevo intera la "mia" vita al Tuo opposto tremendo di giustizia: che cosa dedurranno dal confronto dei nostri due insondabili princìpi? Qualcuno certo, conscio del Tuo inizio, tratteneva i Tuoi volti successivi in un travaglio cieco di rapporti ma io, ancor prima che gli anelli tutti della mia vita fossero congiunti, mi distaccai precipite dal nulla e proclamai la carne concepita. Uomo Perfetto, cosa dannerai di questo seme che, nel modularsi, s'è rinforzato solo di se stesso senza estasiarsi in giochi di virtù? Certo conoscerai che equilibrando ogni comandamento che mi esorta a saturarmi tutta di peccato, che riportando a questo intendimento la perfezione delle mie lacune, confluirei con adeguato passo verso una vita lineare e assente. Ma per ora, il peccato del mio tutto, resta la tappa ultima e possente ed un ritmo incessante di condanna mi rigetta dal muovermi comune. Quando, fanciulla appena, mi concessi, quando mi sciolsi per la prima volta da quel bruciore acuto di purezza che sublimava ambiguità tremende, sentii l'impegno che covavo dentro crescere, quasi a forza di missione. Non ** altra virtù che di condurmi a prodigiose altezze di consenso e una stanchezza illimite mi prende se non mi adagio sopra un'altra forma... Allineando tutte le mie ombre volte perdutamente verso terra, posso durare un tempo indefinito accentrata in un'unica figura. Ma che dolore sale le mie braccia reggenti il grave fascio di me stessa: l'essere dura giova solamente a questa dubbia resistenza mia... Sotto il piede che immagino sicuro cerco il terreno viscido di sempre: la tentazione è come un tempo lungo ch'io devo bere, abbrividendo, in fretta... Guarda, perché previeni il Tuo guardarmi con errata coscienza di pudore? Guarda, senza sapere l'astinenza, queste carni purgate dal piacere, questi occhi sinceri nell'orgoglio, questi capelli dal profumo intenso di vita e di memorie... Peccato questo vivere me stessa? So che la santità germoglierebbe esercitando in me falsi connubi, ma asségnami una giusta tolleranza se l'indulgenza nega questo passo, fa che il ritorno al vivere di sempre non sprofondi nel buio di un abisso e che non mi si dia maggiore colpa se come gli altri, e con eguale indugio, gioco il distacco dalla mia matrice.
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E por hoje dizer-te não é banal Estive atento e discretamente olhei o teu doce olhar, Passei noites ao luar, descrevendo as estrelas de bonitas, Mas bonitas mesmo são tuas pétalas, flor de esplendor! Tua sensibilidade e visão de mulher, a mim das nas vistas! A certeza no destino, é como lotaria no caminho, Onde te encontrei, no meio de tantas eu te vi sozinho! Há muito tempo mesmo, que teimou em não passar, Suspirei, me cansei, tirei todas, para agora te inflamar! Sinto perto o carinho, da pessoa, minha amiga e mulher, Te chamei e falei ao coração, para te agarrar e poder amar, És tu hoje, em quem eu pego e petisco, com qualquer colher, Porque muito ou pouco que nela couber, te saboreio ao petiscar! És refeição completa para mim, como sangue vivo, ao coração, Tuas doses tão prudentes de afecto, é outro nível neste patamar, Orgulho de te cuidar, porque de mim, cuidas tu, como a terra do seu mar! Se eu hoje respiro vida, ao querer cada hora do dia, desde o levantar, Devo-te muito a ti e as palavras que escrevo não são hoje fantasias, Porque cuidas de mim, como terra do seu vazo, da planta, de encantar, Encanta meu sorriso, pelo teu cuidar, nas coisas que fazes e me dizias! Não é falso nem é mentira, acredito na realidade que tu me trazes, Não finjo, não mudo, não acredito que precises tu princesa, de mudar! Olhei-te do chão, mirei-te, e tu com teu jeito doce, levantas-te meu olhar, E eu confie-te nos braços tudo, na hora me deitar, pelo que tu me fazes! A falta de carinho não a sinto hoje, porque a não tenho, A ti te darei respeito, pela dama e senhora que te achei, Encontro-te a ti a cada dia, no meu leito, e no meu cardanho! Porque ele é gíria de tudo aquilo que tenho e em ti encontrei! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.09.09.02.20
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Sep 9, 2013
Sep 9, 2013 at 8:24 AM UTC
E por hoje dizer-te não é banal
E por hoje dizer-te não é banal Estive atento e discretamente olhei o teu doce olhar, Passei noites ao luar, descrevendo as estrelas de bonitas, Mas bonitas mesmo são tuas pétalas, flor de esplendor! Tua sensibilidade e visão de mulher, a mim das nas vistas! A certeza no destino, é como lotaria no caminho, Onde te encontrei, no meio de tantas eu te vi sozinho! Há muito tempo mesmo, que teimou em não passar, Suspirei, me cansei, tirei todas, para agora te inflamar! Sinto perto o carinho, da pessoa, minha amiga e mulher, Te chamei e falei ao coração, para te agarrar e poder amar, És tu hoje, em quem eu pego e petisco, com qualquer colher, Porque muito ou pouco que nela couber, te saboreio ao petiscar! És refeição completa para mim, como sangue vivo, ao coração, Tuas doses tão prudentes de afecto, é outro nível neste patamar, Orgulho de te cuidar, porque de mim, cuidas tu, como a terra do seu mar! Se eu hoje respiro vida, ao querer cada hora do dia, desde o levantar, Devo-te muito a ti e as palavras que escrevo não são hoje fantasias, Porque cuidas de mim, como terra do seu vazo, da planta, de encantar, Encanta meu sorriso, pelo teu cuidar, nas coisas que fazes e me dizias! Não é falso nem é mentira, acredito na realidade que tu me trazes, Não finjo, não mudo, não acredito que precises tu princesa, de mudar! Olhei-te do chão, mirei-te, e tu com teu jeito doce, levantas-te meu olhar, E eu confie-te nos braços tudo, na hora me deitar, pelo que tu me fazes! A falta de carinho não a sinto hoje, porque a não tenho, A ti te darei respeito, pela dama e senhora que te achei, Encontro-te a ti a cada dia, no meu leito, e no meu cardanho! Porque ele é gíria de tudo aquilo que tenho e em ti encontrei! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.09.09.02.20
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Penso eu, que a plenitude de uma vida, Não é ir ao mercado e comprar felicidade, É sim, sem muito contar, adquirir uma dívida, Não cobrável, muito menos reembolsável! Os meus planos eram meramente vagos, Seguia um caminho longo, sem ambição, Pouco mais do que sobreviver meu coração, Não havia muito sentido para estes lados! Contudo, e porque eu agora acredito no destino, Estes anos todos me preparei como homem, Para que agora, sem contar, visse o céu divino, Que Deus me quis dar! Deixei de ser lobisomem! Decidi mesmo despir todas as vestimentas faciais, Sem dúvidas e calmamente feliz, me dou todo a ti, Porque nessa mulher fantástica, cheia de sonhos, eu vi, O amor de verdade, nosso, de segredos confidenciais! Decidi logo ao fim de poucas horas da minha presença, Frente aos teus olhos directos e sorriso espontâneo, Entregar a ti, em tuas mãos, o meu sonho, contemporâneo, Nunca senti necessidade de te pedir a ti qualquer licença! E a chave do meu mundo, dos meus sonhos, te dou agora na mão, Sinto o teu corpo vibrar e felicitar-se, na confiança desta aliança, Melhor que um anel, um qualquer contrato ou confissão, É hoje sentir que sou feliz e não tenho qualquer fiança! O preço dos meus sonhos, da minha felicidade, Eu te devo a ti mulher, de estimada liberdade, És ágil, subtil e eu sortudo com imensa vaidade, Te prometo agora amar, pela nossa eternidade. Autor: António Benigno Para ti, Liliana. És o melhor na minha vida…
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 9:58 AM UTC
A minha pública carta de amor
Prima di venire Portami tre rose rosse Prima di venire Portami un grosso ditale Perché devo ricucirmi il cuore E portami una lunga pazienza Grande come un telo d'amore Prima di venire Dai un calcio al muro di fronte Perché li dentro c'è la spia Che ha guardato in faccia il mio amore Prima di venire Socchiudi piano la porta E se io sto piangendo Chiama i violini migliori Prima di venire Dimmi che sei già andato via Perché io mi spaventerei E prima di andare via Smetti di salutarmi Perché a lungo io non vivrei.
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Prima di venire
Ah, pobre Dolores Mais uma vez está cansada de suas mágoas e constipada com suas dores Há quem diga que quando olha o céu, sonha com estrelas Acalme-se Dolores, hoje tenho um presente para entretê-la Acorde de seu sonho e largue esses afazeres Olhe para A Casa Abandonada dos Prazeres Almeja tanto assim? O seu ignoto fim? Por quê toma todos esses remédios? Se o que deseja é pular do mais alto prédio Para quê todas essas doenças inventadas? E essas mulheres, para quê invejá-las? Na casa encontrará a cura Não mais carregará sua imaginária feiura Lá será bela como sempre quis Mas pergunte-se o que é ser feliz Lá, em todas as paredes, encontrará espelhos E em todas camas encontrará lençóis vermelhos Onde finalmente poderá gozar E a beleza que não é sua, contemplar Goze, goze Dolores Mistura seu prazer com suas dores Goze, goze mais uma vez Goze toda sua estupidez Saiba que nem tudo que cintila é ouro E fora da casa continuará seu agouro Quando fora estiver, da vida perderá a crença E a cada vez que entrar e sair, nascerá uma nova doença Uma daquelas de sua hipocondria E a cada dia verá a verdadeira agonia Sentirá dor, e fome Não se lembrará de seu nome Não poderá comer, pois a doença te devastará E para a casa todos os dias irá correr, a sonhar Lembre-se de novo Que nem tudo que brilha é ouro Ganhará a casa e perderá o mundo E seu eu estará perdido num poço profundo Um dia dirá: Será? Toda aquela estética... era tão assim... patética? Nossas escolhas não tem volta Para o destino não há revolta Não devo mais chorar Só me resta, agora, gozar Goze, goze Dolores Mistura seu prazer com suas dores Goze, goze mais uma vez Goze toda sua estupidez
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Aug 22, 2014
Aug 22, 2014 at 4:34 PM UTC
Dolores
Ah, pobre Dolores Mais uma vez está cansada de suas mágoas e constipada com suas dores Há quem diga que quando olha o céu, sonha com estrelas Acalme-se Dolores, hoje tenho um presente para entretê-la Acorde de seu sonho e largue esses afazeres Olhe para A Casa Abandonada dos Prazeres Almeja tanto assim? O seu ignoto fim? Por quê toma todos esses remédios? Se o que deseja é pular do mais alto prédio Para quê todas essas doenças inventadas? E essas mulheres, para quê invejá-las? Na casa encontrará a cura Não mais carregará sua imaginária feiura Lá será bela como sempre quis Mas pergunte-se o que é ser feliz Lá, em todas as paredes, encontrará espelhos E em todas camas encontrará lençóis vermelhos Onde finalmente poderá gozar E a beleza que não é sua, contemplar Goze, goze Dolores Mistura seu prazer com suas dores Goze, goze mais uma vez Goze toda sua estupidez Saiba que nem tudo que cintila é ouro E fora da casa continuará seu agouro Quando fora estiver, da vida perderá a crença E a cada vez que entrar e sair, nascerá uma nova doença Uma daquelas de sua hipocondria E a cada dia verá a verdadeira agonia Sentirá dor, e fome Não se lembrará de seu nome Não poderá comer, pois a doença te devastará E para a casa todos os dias irá correr, a sonhar Lembre-se de novo Que nem tudo que brilha é ouro Ganhará a casa e perderá o mundo E seu eu estará perdido num poço profundo Um dia dirá: Será? Toda aquela estética... era tão assim... patética? Nossas escolhas não tem volta Para o destino não há revolta Não devo mais chorar Só me resta, agora, gozar Goze, goze Dolores Mistura seu prazer com suas dores Goze, goze mais uma vez Goze toda sua estupidez
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Devo says, "We must repeat" and so it goes day in and day out same old, same old but we know better actually because change occurs moment by moment and everything changes, although it seems the same.
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Jul 18, 2011
Jul 18, 2011 at 7:05 AM UTC
Repitition
Carrego nos olhos o peso do vazio A infinidade de possibilidades não me permite mover-me Se espantas com essa condição? Queres correr e nunca mais voltar? Tens medo da dor e da culpa? Pois que vás, e não voltes Pouco me importa tua dor E sabes que tampouco se importas com a minha Dizes que tens carinho, ou será pena? Não sou miserável, não quero compaixão Dizes que beiro a loucura? Nunca estive tão lúcido! Sim, aquilo vistes em meus olhos é a alma dos homens Se me dizes que não vistes nada É por que de fato estas certa Os homens não tem alma! Quanto ao amor, é certo que ainda te amo e não creio que deixarei de fazê-lo algum dia Mas devo eu ter qualquer ambição quanto a isso? Não é necessário tê-la tal como um objeto Deveras alegraria-me tê-la, e sim, quando chegas muito perto... a ponto de encostar-me, sim, tenho impulsos quase incontroláveis... nada que a distância não resolva. Não me digas o que fazer Não me digas que preciso de ajuda um homem não precisa de ajuda Se estou me destruindo, é porque é o que devo fazer E se um dia, nesses lapsos, eu não voltar saiba que finalmente estarei livre!
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Jan 5, 2014
Jan 5, 2014 at 9:05 PM UTC
Catatonismo
mio caro amore ** deciso che i tempi dello scrivere sotto sedativi sono tornati quindi poggia la testa al sedile, chiudi gli occhi e goditi la corsa. I: ** messo la testa fuori dalla finestra nella speranza di riempire i miei polmoni di aria gelida ma tutto ciò che ** visto è la solita strada con il solito alienante senso di vuoto che solo un paesino del Sud può regalare. quando ** detto che i vicini di casa mi spaventano non stavo dicendo una bugia: aspetto ancora che qualcuno ammazzi qualcuno sulla mia strada, probabilmente perché un paio di anni fa quello sarebbe dovuto essere il mio destino. II: chissà se le persone hanno capito che le mie domande non hanno un doppio fine ma semplicemente ** una vera e propria dipendenza da informazioni, devo avere tutto perfettamente chiaro e perfettamente illuminato, altrimenti perdo il controllo e divento ossessiva finché il tutto non si chiarisce. III; penso alle ninfee, alle ranocchie, agli stagni putridi in cui riposano ossa. ogni Monet occulta un cadavere. IV; le tue mani sono molto belle e non mi importa se ti mangi le pellicine e non mi importa se le rovini col cemento finché le usi anche per costruìre imperi sulla mia schiena, palazzi con i miei capelli intrecciati. V: sono le 02:02 e il mondo non è bello ma almeno è silenzioso.
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Jun 28, 2015
Jun 28, 2015 at 8:02 PM UTC
01:48 am
In my psychology class we looked at some recent studies on how the pandemic has changed people. Apparently there’s a new breed of post-pandemic man. This new strain is more grown up, well-rounded and getting more sleep. They’ve experienced intellectual growth in lock-down, they’ve taken up hobbies and gained in self confidence. It seems they’re looking less for *** and more for long-term stability and partnership in relationships. I’m hoping they’ll be easy to identify - maybe they’ll wear those old punk DEVO hats or Billy Porter dresses to set themselves apart. I really want to see one of these new overlords. I hope they’re not skittish.
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Nov 12, 2021
Nov 12, 2021 at 7:01 AM UTC
post-man
Seu rosto já não é mais o mapa que me guia Seu sorriso já não representam as estrelas que me fascinam E as morfina de suas palavras estão longe de ser efetivas Mas o que fazer? Sempre soube que meu sim foi carregado de insensatez E mais uma vez tenho que pensar Em qual moeda essas fantasias devo pagar Angustia que pode virar combustível Ou talvez, raiva que será nosso castigo Talvez apenas devo esquecer isso Mas o pensamento de puxar o gatilho É muito mais forte do que o de sofrer sozinho E você não sabe como é difícil Saber que essa noite estarei sozinho E a falta que sinto dos seus carinhos Mas agora tudo isso é passado E apenas agora consigo enxergar O que onde existia um começo Coexistia um erro E o que achávamos que seria amor Apenas era a euforia de um perdedor que ocupa o segundo lugar no pódio do amor
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Oct 27, 2015
Oct 27, 2015 at 2:08 PM UTC
Reflexões sobre os sentimentos de 7 meses e duas semanas
A cadence of breaths stings my lungs, my tissues contracting in a rhythmic pattern, oh how it stung. Turgid veins swelling with blood, it bites like battery acid. Tepid vision is clouded, and I'm placing a bid, one still tacit. Bathing in the moonlight, I have sworn to remain focused, the stale breath of the night drawing me nearer. Contentions bind us together, it attracts me, I almost fear her. Atop the mountains I have had a revelation. Unlike before, synapses fail to send reason for any stipulations. A feverishly beating heart, once stagnant, is evolving passion again, becoming ostentatious. This pen and ink portend my timidity, acting out for me, love has again become contagious. I can feel it in my brittle bones, a tingling spine indicates I must offer to amalgamate. Though ardent, I linger in ambivalence, as to when my heart will proceed, I can only speculate.
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May 5, 2014
May 5, 2014 at 2:56 AM UTC
Devo(id)tion (of)to Emotion
Nella striscia di sabbia lasciata da questi sedici anni mi guardo indietro, poi guardo davanti e non riconosco nemmeno le mie mani, sento una voce e all'improvviso vedo le mie labbra muoversi, ma quel suono inquieto non fa altro che fondersi insieme a tutto ciò che lo circonda, come preso da un onda che lo rapisce, lo stordisce, e poi lo abbandona davanti al proprio destino finche egli stesso non svanisce. Guardando lontano all'orizzonte si nota una luce, dolce, calda, che tanto timorosa fugge; sarà lei la risposta alle mie domande? non lo so ... ma la sento vicina a me, come nient'altro nella mia vita , anche se qualvolta così estranea e lontana. Forse un giorno la raggiungerò lì, in quel mondo che sembra incantato... ma devo affrontare l'inferno, prima del mondo fatato dove spero arriverò in tempo... perché il desiderio della vendetta ,lo trattengo a stento !
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Jul 23, 2014
Jul 23, 2014 at 10:52 AM UTC
sand of time
È difficile dire con parole di figlio ciò a cui nel cuore ben poco assomiglio. Tu sei la sola al mondo che sa, del mio cuore, ciò che è stato sempre, prima d'ogni altro amore. Per questo devo dirti ciò ch'è orrendo conoscere: è dentro la tua grazia che nasce la mia angoscia. Sei insostituibile. Per questo è dannata alla solitudine la vita che mi hai data. E non voglio esser solo. ** un'infinita fame d'amore, dell'amore di corpi senza anima. Perché l'anima è in te, sei tu, ma tu sei mia madre e il tuo amore è la mia schiavitù: ** passato l'infanzia schiavo di questo senso alto, irrimediabile, di un impegno immenso. Era l'unico modo per sentire la vita, l'unica tinta, l'unica forma: ora è finita. Sopravviviamo: ed è la confusione di una vita rinata fuori dalla ragione. Ti supplico, ah, ti supplico: non voler morire. Sono qui, solo, con te, in un futuro aprile….
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Supplica a mia madre
Posso eu enlouquecer? Ou devo ficar aqui nesse mar morto esperando maremotos que me desloque para algum lugar qualquer distante dessa realidade. Devo eu continuar parada, incrustada? Sendo levada por essa sociedade que já não quer nada, que anda muito mal organizada. E se eu me exaltar? Sim, vão me julgar pois a maioria não irá acreditar numa alienada e solitária vida que só pensa em amar. Cabe a mim então, fantasiar, sonhar e crer no dia em que essa minha insanidade se transformará em realidade, fazendo com que os loucos, agora, não sejam mais poucos, e sim todos.
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Jun 4, 2014
Jun 4, 2014 at 11:54 AM UTC
Devaneios de um ser
Spesso ripeto sottovoce che si deve vivere di ricordi solo quando mi sono rimasti pochi giorni. Quello che è passato è come se non ci fosse mai stato. Il passato è un laccio che stringe la gola alla mia mente e toglie energie per affrontare il mio presente. Il passato è solo fumo di chi non ha vissuto. Quello che ** già visto non conta più niente. Il passato ed il futuro non sono realtà ma solo effimere illusioni. Devo liberarmi del tempo e vivere il presente giacché non esiste altro tempo che questo meraviglioso istante.
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Il mio passato
Eu te amo com todo meu coração, 
você simplesmente é uma benção. 
Obrigada por tudo que você me deu e que sempre me entendeu. Obrigada por tudo que você me ensinou, por tudo que você me mostrou. Obrigada por sempre estar ao meu lado, 
e por nunca me deixar abandonado(a). Obrigada pelo carinho e pela companhia neste caminho. Obrigada por secar minhas lágrimas e depois de cada chorinho, 
deixar tudo de novo certinho. Obrigada pelo seu amor que enche o meu coração de cor. Obrigada por segurar a minha mão
e também cuidar do meu irmão. Obrigada por me abraçar, me beijar e me cuidar. Você me mostrou o que significa “amar”. Obrigada pelas brigas. Elas me disseram que apesar de tudo somos amigas. Em dias nublados você precisou lutar, mas depois da tempestade o sol sempre voltou a brilhar. Obrigada pela sua coragem e seu esforço durante esta viagem. Já notou que isso é uma homenagem? Obrigada por ser você, por ser linda, maravilhosa, inteligente e forte Tenho uma mãe fantástica e já nasci com sorte! Dizem que não há amor maior do que o amor de uma mãe, e é verdade. mas esqueceram que uma filha pelo amor da mãe cresce em paz, gratidão e liberdade. Não existe pessoa que merece mais estas minhas palavras do que você. Hoje sou uma mulher jovem, bonita e inteligente. mas o que disso tudo eu seria sem você presente? Pois tudo que eu sou, eu devo a você. Obrigada mamãe.   - gio, 13.05.2018
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Mar 21, 2020
Mar 21, 2020 at 3:38 PM UTC
dia das mães
Amore mio, Ma solo se sapessi Quanto ti darei così che Potremmo insieme di nuovo -- Ma non devo essere triste Perché mi ha regalato qualcosa Che non mai dimenticherò
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Jan 10, 2020
Jan 10, 2020 at 7:02 PM UTC
gratitudine
eco was a friend of pow! now in this crazy world of laws that shimmer heard there made devo and the recalcitrant publics future dank with superfluousness why so very green in remote time.
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Oct 17, 2017
Oct 17, 2017 at 6:29 PM UTC
my environment
penso sobre mim o tempo todo que acho que é doença esse fascínio. muito embora saiba que deveria me amar antes de todo mundo, devo admitir que passo horas contemplando minhas criações vestindo apenas um óculos transparente desprovida de roupa íntima. gosto de pensar que preencher todos os espaços vai me trazer paz e de alguma forma que não poderia explicar, a sensação que tanto procuro sentir mas nunca consegui alcançar. é como se eu fosse uma conta matemática que tive dificuldade de entender na quarta série [e ainda não entendo]: gostaria de saber como resolvê-la só não sei como. acho brega todos os meus sentimentos íntimos que envolvem apenas o eu. mas ao mesmo tempo os aprecio, os amo, os idolatro, os venero! veja bem, escrevo todas essas palavras pra quem? pra mim mesma! pra alimentar a fome que tenho de mim, da minha própria vontade de possessão. é um absurdo pensar agora em deixar pra trás tudo isso e deletar as emoções e as vontades e o calor que minha pele sente pela minha pele. nunca duvidei do meu amor por mim mesma. esse que falei a pouco que é grande demais e não cabe aqui. preciso preencher tudo. esse quadrado branco todo sobre mim. sobre o quanto eu sou apaixonada por mim. quanto eu pagaria pela minha estátua? se um dia descobrir que existe uma outra eu: me apaixonaria por ela também? me questiono e procuro letras que juntam palavras simpáticas pra me fazer sentir melhor sobre isso, apesar de saber que independente do que mostre ou não, nada vai mudar. um dia eu estava transando na frente do espelho e só conseguia olhar pra mim. transando comigo mesma, sentindo arrepios na pele completamente apaixonada pelo reflexo nu com os seios em movimento e a boca ofegante. gozei porque era eu ali no espelho.
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Jan 17, 2018
Jan 17, 2018 at 7:15 PM UTC
mania essa de escrever sem pensar num ponto
penso sobre mim o tempo todo que acho que é doença esse fascínio. muito embora saiba que deveria me amar antes de todo mundo, devo admitir que passo horas contemplando minhas criações vestindo apenas um óculos transparente desprovida de roupa íntima. gosto de pensar que preencher todos os espaços vai me trazer paz e de alguma forma que não poderia explicar, a sensação que tanto procuro sentir mas nunca consegui alcançar. é como se eu fosse uma conta matemática que tive dificuldade de entender na quarta série [e ainda não entendo]: gostaria de saber como resolvê-la só não sei como. acho brega todos os meus sentimentos íntimos que envolvem apenas o eu. mas ao mesmo tempo os aprecio, os amo, os idolatro, os venero! veja bem, escrevo todas essas palavras pra quem? pra mim mesma! pra alimentar a fome que tenho de mim, da minha própria vontade de possessão. é um absurdo pensar agora em deixar pra trás tudo isso e deletar as emoções e as vontades e o calor que minha pele sente pela minha pele. nunca duvidei do meu amor por mim mesma. esse que falei a pouco que é grande demais e não cabe aqui. preciso preencher tudo. esse quadrado branco todo sobre mim. sobre o quanto eu sou apaixonada por mim. quanto eu pagaria pela minha estátua? se um dia descobrir que existe uma outra eu: me apaixonaria por ela também? me questiono e procuro letras que juntam palavras simpáticas pra me fazer sentir melhor sobre isso, apesar de saber que independente do que mostre ou não, nada vai mudar. um dia eu estava transando na frente do espelho e só conseguia olhar pra mim. transando comigo mesma, sentindo arrepios na pele completamente apaixonada pelo reflexo nu com os seios em movimento e a boca ofegante. gozei porque era eu ali no espelho.
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lembro que um dia acordei e de repente gostava de coisa antiga e eu: usava os anéis da minha mãe que eram da minha avó gostava mais de usar batom com cheiro de velho tinha apreço por histórias passadas de amor recatado adorava o fusca do vô. e passou um tempo, me esqueci desse meu gosto indo de cabeça na juventude adolescente incorporando meu olhar a moda daquele tempo. até que o tempo passou e mais uma vez me apaixonei pela velhice; usava vestidos floridos e bem cortados, assistia filmes antigos e suspirava viver numa época em que vanguardas nasciam e a arte, política e comportamentos revolucionários construiam caminhos que hoje apenas nos inspiramos. por um tempo quis fingir que o digital não existia pintando em telas, escrevendo em papéis, datilografando e fotografando em rolo; tudo pra construir uma cegueira sobre as atualizações constantes ao redor. é engraçado ver o tempo passar e imaginar minhas tentativas de cópia do passado que nunca vivi e tanto desejei. esquecendo que o agora é onde devo estar e que aquele tal passado fabuloso era difícil e mais solitário, árduo e penoso. o ontem já é passado e uma hora atrás também, é só olhar no relógio do celular.
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Jul 30, 2019
Jul 30, 2019 at 7:54 PM UTC
analógica