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"desta" poems
Vano el motivo desta prosa: nada... Cosas de todo día. Sucesos banales. Gente necia, local y chata y roma. Gran tráfico en el marco de la plaza. Chismes. Catolicismo. Y una total inopia en los cerebros... Cual si todo se fincara en la riqueza, en menjurjes bursátiles y en un mayor volumen de la panza.
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Villa de la candelaria
Saudades de ti Labirinto que a todos convida, Sofrimento que sempre sufoca, Na despedida desta vida, Fugiu a vontade própria. Peregrinos cansados de sonhos vividos, Esperança no reino de Deus, Riscos por vezes corridos, Saudade dos filhos teus. Despedida que nunca acabe, Famintos de nova luz, Sentir sempre saudade, Rezamos por ti a Jesus. A tua companhia era tão terna, Recordação deste teu dia, Morte que a todos condena, Nobre e eterna fidalguia. Victor Marques
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Apr 17, 2012
Apr 17, 2012 at 11:27 AM UTC
Saudades de Ti
III Qual in colle aspro, al imbrunir di sera L’avezza giovinetta pastorella Va bagnando l’herbetta strana e bella Che mal si spande a disusata spera Fuor di sua natia alma primavera, Cosi Amor meco insu la lingua snella Desta il fior novo di strania favella, Mentre io di te, vezzosamente altera, Canto, dal mio buon popol non inteso E’l bel Tamigi cangio col bel Arno Amor lo volse, ed io a l’altrui peso Seppi ch’ Amor cosa mai volse indarno. Deh! foss’ il mio cuor lento e’l duro seno A chi pianta dal ciel si buon terreno.
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Sonnet 03
Falta-me progressiva consistência que me tire desta constante inércia do recordar. Permeiam-me contrarreações ilógicas do universo; do meu universo. Irrisório inaceitável tempo que desfaleça minha imutável memória atormentada por falsas angustiadas imagens. Maldito brilho que por vezes ofusca meu coeso e desejável leal raciocínio. Fatos agora estáveis foram, por vezes, acontecimentos importunos, que propuseram ao meu bem estar uma obscuridade incontínua, porém intransigível. Embora uma situação não muito clara e nítida a mim mesmo, pude perceber confessadamente o que de caótica maneira me ponderava – e que talvez ainda o faça - meu oneroso conivente dionisíaco. Ainda não compreendo porém, se estou franqueado disto que mal posso interpretar; que nem mesmo sei se ainda existe legitimamente. É tudo inevitavelmente sobre eles, os olhos que me acorrentam por anos em um relance de ódio freudiano; a mais esplêndida e simplesmente bela face de todo e qualquer universo: hei de conquistá-la em meus sonhos platônicos ou tristemente afogá-la em minha morte vividamente devotada em tê-la.
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May 22, 2013
May 22, 2013 at 8:09 PM UTC
A respeito daquela que se tornou minha efêmera abstêmia
Penso eu, que a plenitude de uma vida, Não é ir ao mercado e comprar felicidade, É sim, sem muito contar, adquirir uma dívida, Não cobrável, muito menos reembolsável! Os meus planos eram meramente vagos, Seguia um caminho longo, sem ambição, Pouco mais do que sobreviver meu coração, Não havia muito sentido para estes lados! Contudo, e porque eu agora acredito no destino, Estes anos todos me preparei como homem, Para que agora, sem contar, visse o céu divino, Que Deus me quis dar! Deixei de ser lobisomem! Decidi mesmo despir todas as vestimentas faciais, Sem dúvidas e calmamente feliz, me dou todo a ti, Porque nessa mulher fantástica, cheia de sonhos, eu vi, O amor de verdade, nosso, de segredos confidenciais! Decidi logo ao fim de poucas horas da minha presença, Frente aos teus olhos directos e sorriso espontâneo, Entregar a ti, em tuas mãos, o meu sonho, contemporâneo, Nunca senti necessidade de te pedir a ti qualquer licença! E a chave do meu mundo, dos meus sonhos, te dou agora na mão, Sinto o teu corpo vibrar e felicitar-se, na confiança desta aliança, Melhor que um anel, um qualquer contrato ou confissão, É hoje sentir que sou feliz e não tenho qualquer fiança! O preço dos meus sonhos, da minha felicidade, Eu te devo a ti mulher, de estimada liberdade, És ágil, subtil e eu sortudo com imensa vaidade, Te prometo agora amar, pela nossa eternidade. Autor: António Benigno Para ti, Liliana. És o melhor na minha vida…
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 9:58 AM UTC
A minha pública carta de amor
Las huestes de don Rodrigo   desmayaban y huían cuando en la octava batalla   sus enemigos vencían. Rodrigo deja sus tiendas   y del real se salía, solo va el desventurado,   sin ninguna compañía; el caballo de cansado   ya moverse no podía, camina por donde quiera   sin que él le estorbe la vía. El rey va tan desmayado   que sentido no tenía; muerto va de sed y hambre,   de velle era gran mancilla; iba tan tinto de sangre   que una brasa parecía. Las armas lleva abolladas,   que eran de gran pedrería; la espada lleva hecha sierra   de los golpes que tenía; el almete de abollado   en la cabeza se hundía; la cara llevaba hinchada   del trabajo que sufría. Subióse encima de un cerro,   el más alto que veía; desde allí mira su gente   cómo iba de vencida; de allí mira sus banderas   y estandartes que tenía, cómo están todos pisados   que la tierra los cubría; mira por los capitanes,   que ninguno parescía; mira el campo tinto en sangre,   la cual arroyos corría. Él, triste de ver aquesto,   gran mancilla en sí tenía, llorando de los sus ojos   desta manera decía: «Ayer era rey de España,   hoy no lo soy de una villa; ayer villas y castillos,   hoy ninguno poseía; ayer tenía criados   y gente que me servía, hoy no tengo ni una almena,   que pueda decir que es mía. ¡Desdichada fue la hora,   desdichado fue aquel día en que nací y heredé   la tan grande señoría, pues lo había de perder   todo junto y en un día! ¡Oh muerte!, ¿por qué no vienes   y llevas esta alma mía de aqueste cuerpo mezquino,   pues se te agradecería?»
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Romance sexto. el reino perdido
Las huestes de don Rodrigo   desmayaban y huían cuando en la octava batalla   sus enemigos vencían. Rodrigo deja sus tiendas   y del real se salía, solo va el desventurado,   sin ninguna compañía; el caballo de cansado   ya moverse no podía, camina por donde quiera   sin que él le estorbe la vía. El rey va tan desmayado   que sentido no tenía; muerto va de sed y hambre,   de velle era gran mancilla; iba tan tinto de sangre   que una brasa parecía. Las armas lleva abolladas,   que eran de gran pedrería; la espada lleva hecha sierra   de los golpes que tenía; el almete de abollado   en la cabeza se hundía; la cara llevaba hinchada   del trabajo que sufría. Subióse encima de un cerro,   el más alto que veía; desde allí mira su gente   cómo iba de vencida; de allí mira sus banderas   y estandartes que tenía, cómo están todos pisados   que la tierra los cubría; mira por los capitanes,   que ninguno parescía; mira el campo tinto en sangre,   la cual arroyos corría. Él, triste de ver aquesto,   gran mancilla en sí tenía, llorando de los sus ojos   desta manera decía: «Ayer era rey de España,   hoy no lo soy de una villa; ayer villas y castillos,   hoy ninguno poseía; ayer tenía criados   y gente que me servía, hoy no tengo ni una almena,   que pueda decir que es mía. ¡Desdichada fue la hora,   desdichado fue aquel día en que nací y heredé   la tan grande señoría, pues lo había de perder   todo junto y en un día! ¡Oh muerte!, ¿por qué no vienes   y llevas esta alma mía de aqueste cuerpo mezquino,   pues se te agradecería?»
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Nefertari Amenities of the African lands Indigenous black beautiful roses Of the African soil Dark and strong In a black alluring archaic vogue an amara in black woman Sisters of samandzie Balleting in a black dulcet rhythm Of the African ancient song With an Idrissa desta The power of Thee Black Spiritus mundi Brown eyes, Thick bones Curly ***** afros Dark is deep and strong An authentic unique beauty of nature Glows and Flourishing From deep within I like it black and strong
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Dec 14, 2015
Dec 14, 2015 at 6:51 AM UTC
I like it black and strong
A paz inexistente em mim Gaivotas voam como se em eterna harmonia, A paz é inexistente em mim, não tenho alegria, Milhões vivem em fedorenta Guerra, Desgraçados são os homens desta terra. A paz tenho no sono sem vontade, Tenho que tentar contra a realidade. Crianças com fome, Pais sem nome. A paz depende de ti meu companheiro, O pedinte pede o dia inteiro. Num mundo sem preconceitos, De malícia e obscuridade, Ingrato e sem verdade, A que paz estamos sujeitos? Seres maltratados e humilhados, Luta tu pela paz inexistente, Hoje amanhã e sempre… Victor Marques
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Dec 14, 2011
Dec 14, 2011 at 11:30 AM UTC
A paz inexistente em mim
I Queira a ter-te tal sacrifício impune à beleza Desventurar no ofício da morte formosa No rito estrangulado, no campo da destreza, Pensamentos que julgo uma ilusão honrosa Sob a lembrança dos antigos, arcaica proeza Se medos sentimos dessa prática tão dolorosa, Aquieta-se! A relva abaixo espera em sua frieza, Para o pútrido sepulcro de uma luz ardorosa Onde graça, cuja índole se esquiva, Singram os raciocínios obscuros De uma consciência a julgar-se viva É o fim a tocar alma fugitiva, A único respeito, tomar com acuro Um fadário apagado de perspectivas II Ao meu semblante prefere-se o nada, diante das vãs venturas Pois se é hábito e desconcerto sempre padecer, Coerente é, por esses horrores, nunca me ater Para que não lastime o infinito desta amargura Esta angústia vazia que na miséria perdura Sufocando meu espírito em sofrer, Vede a todos dura sentença! É preferível já não ser, Que fugir do fim que, em descrença, meu corpo procura Se Dido no desalento, por Eneias, deixa vida, Estou cá, em silêncio de alma desvarrida A cessar aos vermes o que vivo eternamente Em álgido lamento, pude cantar nesta partida, Algumas rimas de mi'a face enlanguescida, Em que pude prezar da morte seu beijo unicamente
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May 30, 2017
May 30, 2017 at 10:29 PM UTC
Anseios
E nesta tarde em que a chuva cai madura Pego nesta folha e neste lápis de carvão Rascunho esta tua suave pintura Com a subtileza desta minha mão. Quem desenha sou eu, feito alquimista Que em ti sempre viu algo especial Com estes meus olhos de artista E esta minha sensibilidade radical. Estou simplesmente apaixonado por ti E p´ró papel, eu te levo p’ra te ter P’ra sempre ficarás junto de mim Nesta pintura que de ti estou a fazer. E em teus olhos eu vejo acalento Um brilho especial e muita alegria Um dia destes chegará o momento Em que ficaremos junto o dia-a-dia. Este singelo papel é agora um tesouro Porque nele está desenhada a tua imagem És a face dum anjo que vale mais que ouro Por mim criado em tua homenagem. Venero-te com sublime fervor Agora que és o meu quadro principal Para sempre te darei o meu amor Minha filha, minha princesa real.
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Jun 6, 2013
Jun 6, 2013 at 5:43 AM UTC
Katy Song
Videira do homem, de Deus, do amor…. Sentindo e compreendendo o amor em cada cepa torta bem ou mal formada, escrevo eu no lagar da vida que guarda segredos, e não esqueço folhas verdes que parecem se transformar num bonito por do sol, que ao fim do dia chega para aconchegar corações. O amor pela terra, por os montes sonolentos, pelos vinhedos durienses, seus muros graníticos e xistosos nos levam a perceber a colheita deste nosso precioso néctar que nos liga ao mundo e a Deus infinito e todo-poderoso. Recordar o ciclo da videira nos leva a perceber que também nos nascemos, damos frutos e tal como o vinho nos transformamos. Não poderia Jesus Cristo ter escolhido outra coisa, a não ser o vinho para nos dizer que um dia nossa alma vivera eternamente. Parece que nos durienses não queremos fazer outra coisa senão tratar a videira, e esperar pelas suas uvas mais doces que o mel. Sim precisamos de sensibilidade, amor para entender todo o processo desta planta maravilhosa que acolhe tempo tórrido de verão e um inverno chuvoso e friorento. Victor Marques
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Sep 19, 2016
Sep 19, 2016 at 4:22 AM UTC
Videira do homem, de Deus, do amor...
Sem ti os dias são longos, passam longos e um vazio permanece em mim. Sinto a tua falta, o teu amor, o teu carinho. Uma tristeza imensa invade a minha alma e dilacera o meu peito. Vem preencher este vazio com o teu nome, tu que estás perto e longe de mim. Deixa-me sentir esta nossa doce amizade até ao perecer das eras. Sinto o sangue fervilhar como que envenenado na espera constante do teu ser. Mas, sinto agora a tua mão e nada mais está perdido. Sinto agora a tua mão em meu auxílio, para me tirares desta fria desilusão. E por mais vazia que seja esta distância, sei que sempre seguras-te a minha mão. No meu peito habita agora uma doce esperança, e sei que um dia vou poder olhar nos teus olhos e dizer-te: AMO-TE MÃE!
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Jan 19, 2014
Jan 19, 2014 at 3:05 PM UTC
mãe
Domenica! Il dì che a mattina sorride e sospira al tramonto!... Che ha quella teglia in cucina? Che brontola brontola brontola... È fuori un frastuono di giuoco, per casa è un sentore di spigo... Che ha quella pentola al fuoco? Che sfrigola sfrigola sfrigola... E già la massaia ritorna da messa; così come trovasi adorna, s'appressa: la brage qua copre, là desta, passando, frr, come in un volo, spargendo un odore di festa, di nuovo, di tela e giaggiolo. La macchina è in punto; l'agnello nel lungo schidione è già pronto; la teglia è sul chiuso fornello, che brontola brontola brontola... Ed ecco la macchina parte da sé, col suo trepido intrigo: la pentola nera è da parte, che sfrigola sfrigola sfrigola... Ed ecco che scende, che sale, che frulla, che va con un dondolo eguale di culla. La legna scoppietta; ed un fioco fragore all'orecchio risuona di qualche invitato, che un poco s'è fermo su l'uscio, e ragiona. È l'ora, in cucina, che troppi due sono, ed un solo non basta: si cuoce, tra murmuri e scoppi, la bionda matassa di pasta. Qua, nella cucina, lo svolo di piccole grida d'impero; là, in sala, il ronzare, ormai solo, d'un ospite molto ciarliero. Avanti i suoi ciocchi, senz'ira né pena, la docile macchina gira serena, qual docile servo, una volta ch'ha inteso, né altro bisogna: lavora nel mentre che ascolta, lavora nel mentre che sogna. Va sempre, s'affretta, ch'è l'ora, con una vertigine molle: con qualche suo fremito incuora la pentola grande che bolle. È l'ora: s'affretta, né tace, ché sgrida, rimprovera, accusa, col suo ticchettìo pertinace, la teglia che brontola chiusa. Campana lontana si sente sonare. Un'altra con onde più lente, più chiare, risponde. Ed il piccolo schiavo già stanco, girando bel bello, già mormora, in tavola! In tavola!, e dondola il suo campanello.
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La canzone del Girarrosto
Domenica! Il dì che a mattina sorride e sospira al tramonto!... Che ha quella teglia in cucina? Che brontola brontola brontola... È fuori un frastuono di giuoco, per casa è un sentore di spigo... Che ha quella pentola al fuoco? Che sfrigola sfrigola sfrigola... E già la massaia ritorna da messa; così come trovasi adorna, s'appressa: la brage qua copre, là desta, passando, frr, come in un volo, spargendo un odore di festa, di nuovo, di tela e giaggiolo. La macchina è in punto; l'agnello nel lungo schidione è già pronto; la teglia è sul chiuso fornello, che brontola brontola brontola... Ed ecco la macchina parte da sé, col suo trepido intrigo: la pentola nera è da parte, che sfrigola sfrigola sfrigola... Ed ecco che scende, che sale, che frulla, che va con un dondolo eguale di culla. La legna scoppietta; ed un fioco fragore all'orecchio risuona di qualche invitato, che un poco s'è fermo su l'uscio, e ragiona. È l'ora, in cucina, che troppi due sono, ed un solo non basta: si cuoce, tra murmuri e scoppi, la bionda matassa di pasta. Qua, nella cucina, lo svolo di piccole grida d'impero; là, in sala, il ronzare, ormai solo, d'un ospite molto ciarliero. Avanti i suoi ciocchi, senz'ira né pena, la docile macchina gira serena, qual docile servo, una volta ch'ha inteso, né altro bisogna: lavora nel mentre che ascolta, lavora nel mentre che sogna. Va sempre, s'affretta, ch'è l'ora, con una vertigine molle: con qualche suo fremito incuora la pentola grande che bolle. È l'ora: s'affretta, né tace, ché sgrida, rimprovera, accusa, col suo ticchettìo pertinace, la teglia che brontola chiusa. Campana lontana si sente sonare. Un'altra con onde più lente, più chiare, risponde. Ed il piccolo schiavo già stanco, girando bel bello, già mormora, in tavola! In tavola!, e dondola il suo campanello.
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Somos seres de voluptuosas paixões, vultos que pranteiam na escuridão, presos nas trevas obscuras desta prisão, pela tristeza que inunda os nossos corações. Nossas almas repletas de ilusões, vagueiam pelas sombras da solidão, na procura incessante da razão, esquecida num mundo de maldições. São lágrimas negras, vertidas, que em fel são convertidas, e rolam por uma face triste. De traje lúgubre e sombrio, vivendo num mundo ***** e frio, um mundo utópico que não existe.
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Jan 6, 2014
Jan 6, 2014 at 3:08 PM UTC
quem somos?
Sinto a necessidade de ter calor humano, Por puro conforto, De sentir o meu corpo absorto. Necessidade tão intensa e imensa Longe do que se pensa, Longe de qualquer dano. O vento ouve-me, benevolente, O que vai na alma. Das palavras que correm na mente, Traz a minha outra metade na sua palma Para a alegria tomar conta da calma. Reparo no meu cabelo a voar, Nos meus dedos a moldar As linhas do horizonte. E tento retratar, magicar e afeiçoar A imagem que tenho de ti na fonte. Aproximo-me em passo na calada E os meus olhos aborvem cada camada Que no meu ver emerge. Tudo diverge Pois apareceste tu. O meu coração acelera Calmo noutra era. Num ápice lento Num rápido murmúrio Olho-te com um muito atento. Procuro fugir do teu olhar, Com o sangue a ferver, Com a cara a escaldar Cansada desta fuga por resolver: É aqui que vou ficar.
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May 16, 2014
May 16, 2014 at 7:43 AM UTC
Amor na calada
Queima é destruição. Amor é destruição, amor é queima. A destruição vem de mim, está dentro de mim, pois sou toda amor. Uso meu coração de cinzeiro e minha mente de isqueiro. Minha alma é fumaça. Sou combustível e comburente desta combustão, que é a própria vida.
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Jun 24, 2013
Jun 24, 2013 at 8:59 PM UTC
Queima
La tarde se escurecía entre la una y las dos, que viendo que el Sol se muere, se vistió de luto el sol. Tinieblas cubren los aires, las piedras de dos en dos se rompen unas con otras, y el pecho del hombre no. Los ángeles de paz lloran con tan amargo dolor, que los cielos y la tierra conocen que muere Dios. Cuando está Cristo en la cruz diciendo al Padre, Señor, ¿por qué me bas desamparado? ¡ay Dios, qué tierna razón!, ¿qué sentiría su Madre, cuando tal palabra oyó, viendo que su Hijo dice que Dios le desamparó? No lloréis Virgen piadosa, que aunque se va vuestro Amor, antes que pasen tres días volverá a verse con vos. ¿Pero cómo las entrañas, que nueve meses vivió, verán que corta la muerte fruto de tal bendición? «¡Ay Hijo!, la Virgen dice, ¿qué madre vio como yo tantas espadas sangrientas traspasar su corazón? ¿Dónde está vuestra hermosura? ¿quién los ojos eclipsó, donde se miraba el Cielo como de su mismo Autor? Partamos, dulce Jesús, el cáliz desta pasión, que Vos le bebéis de sangre, y yo de pena y dolor. ¿De qué me sirvió guardaros de aquel Rey que os persiguió, si al fin os quitan la vida vuestros enemigos hoy?» Esto diciendo la Virgen Cristo el espíritu dio; alma, si no eres de piedra llora, pues la culpa soy.
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A la muerte de cristo nuestro señor
Un murmure, un rombo... Son solo: ** la testa confusa di tetri pensieri. Mi desta quel murmure ai vetri. Che brontoli, o bombo? Che nuove mi porti? E cadono l'ore giù giù, con un lento gocciare. Nel cuore lontane risento parole di morti... Che brontoli, o bombo? Che avviene nel mondo? Silenzio infinito. Ma insiste profondo, solingo smarrito, quel lugubre rombo.
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Il Nunzio
horizonte um raio de luar um túmulo escuro um anjo vela na noite e lágrimas caem eufónicas no lodo desta existência mundana e uma lanterna brilha sobre a laje de pedra escura
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Sep 8, 2015
Sep 8, 2015 at 6:12 AM UTC
O outro lado de lá
Aiiii . . . não sei se é amor ou é loucura, essa força, enfim, que desconheço, amarrou-me a vida à tua vida obscura, e a ti, a ti somente “AMOR” eu peço. O agridoce desta nossa aventura, as delicias que me dás e não mereço, todo este amor com toda a sua loucura, o amor em que vivo e desfaleço. Fazes-me lembrar as negras rosas, que me deixam assim embevecido, inalando o teu aroma delicado. Como que atingido pela seta do cupido, abraço as tuas pétalas maravilhosas, sucumbindo assim ao teu beijo envenenado.
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Jul 24, 2014
Jul 24, 2014 at 5:57 PM UTC
amor gótico
Por esta selva tan espesa, donde nunca el sol penetró, buscando voy una princesa que se me perdió. Entre los árboles copudos, entre las lianas verdinegras que trepan por los desnudos troncos, como culebras; entre las rocas de hosquedad hostil y provocativa y la pavorosa soledad y la penumbra esquiva, buscando voy una princesa rubia como la madrugada que no ha partido y que no regresa desta espesura malhadada. Dicen que al fin de aquella ruta, que bordan el ciprés y el enebro, hay una reina muy enjuta que mora en un castillo muy ***** que guarda en fieros torreones otras princesas como la mía, y que es sorda a las rogaciones del desamparo y la agonía. Mas, acaso si yo pudiese ver a la reina, y su huella seguir astuto, al cabo diese con el castillo ***** ¡y con Ella! Pero el más seguro instinto no se sentiría capaz de guiarse por el laberinto desta penumbra pertinaz. Es que el espíritu presiente algo fatal que se avecina, y es que acaso es más imponente que lo que vemos claramente lo que tan sólo se adivina. Heme aquí, pues, con la alma opresa en medio de obscuridad, enamorado de una princesa que se perdió en la selva espesa tal vez por una eternidad...
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I. por esta selva...
Nell'orto, a ***** - o blocchi di turchese, alpi Apuane! o lunghi intagli azzurri nel celestino, all'orlo del paese! un odorato e lucido verziere pieno di frulli, pieno di sussurri, pieno dè flauti delle capinere. Nell'aie acuta la magnolia odora, lustra l'arancio popolato d'oro - io, quando al Belvedere era l'aurora, venivo al piede d'uno snello alloro. Sorgeva presso il vecchio muro, presso il vecchio busto d'un imperatore, col tronco svelto come di cipresso. Slanciato avanti, sopra il muro, al sole dava la chioma. Intorno era un odore, sottil, di vecchio, e forse di viole. Io sognava: una corsa luna il puro Frigido, l'oro di capelli sparsi, una fanciulla... Ancora al vecchio muro, tremava il lauro che parea slanciarsi. Un'alba - si sentìa di due fringuelli chiaro il francesco mio: la capinera già desta squittinìa di tra i piselli - tu più non c'eri, o vergine fugace: netto il pedale era tagliato: v'era quel vecchio odore e quella vecchia pace; il lauro, no. Sarchiava li vicino Fiore, un ragazzo pieno di bontà. Gli domandai del lauro; e Fiore, chino sopra il sarchiello: Faceva ombra, sa! E m'accennavi un campo glauco, o Fiore, di cavolo cappuccio e cavolfiore.
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Il lauro
La dejé marcharse sola... y, sin embargo, tenía para evitar mi agonía la piedad de una pistola. "¿Por qué no morir? -pensé-. ¿Por qué no librarme desta tortura? ¿Ya qué me resta despúés que ella se me fue?" Pero el resabio cristiano me insinuó con voces graves: «¡Pobre necio, tú que sabes!» Y paralizó mi mano. Tuve miedo..., es la verdad; miedo, sí, de ya no verla, miedo inmenso de perderla por toda una eternidad. Y preferí, no vivir, que no es vida la presente, sino acabar lentamente, lentamente, de morir.
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Vi. por miedo
transpiro o medo que em mim habita se alastra e me consome faz frio uma lágrima aflita cai no tempo e emana em mim uma dor cruel o sangue procura uma saída e escorre ímpio pela minha boca fria procuro paralisado no tempo o que ainda resta desta vida onde nestas entranhas jaz imóvel o meu coração e a vida é bela
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Jun 12, 2015
Jun 12, 2015 at 5:35 AM UTC
A vida é bela
Oscilação de um verbo, um minuto de vazio Um lápis, uma folha branca e um verso Um poeta, um mundo e um universo Criação infértil, um ousar rápido e estio Deste breve soneto não guardarei feitio Pois a estética de meu agrado é o inverso E se na subversão de minhas palavras, imerso Desmeço o ritmo desta rima rica que emergiu Adiciono mais seis versos para o fim E cá escolho a palavra para rimas seguidas Que, por conforto da língua, dou-lhe conferida Para que torne-se um soneto, enfim Com a solidez de uma música erguida, E o feiume silábico de uma pétala caída!
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Feb 10, 2019
Feb 10, 2019 at 11:25 PM UTC
Soneto Inominável