"dedico" poems
La mujer que yo amo
No es quien crees que es
Le escribo poemas a diario
Le dedico las palabras más bellas del diccionario
Mas no entiende el trasfondo
No ve más allá de la superficie
La mujer que yo amo
No conoce el amor
Acepta amores de cama
Amores de cuerpos desnudos
De sudorosas cabelleras
De sucias sábanas y vacíos amaneceres
La mujer que yo amo
Me ama de vuelta
Pero no conoce el alcance de mi amor
No quiere verlo o no se da cuenta
Un trago o un viaje le bastan
Para caer en brazos de otro hombre
Conmigo desahoga sus penas
Conmigo llora su soledad y su miseria
Conmigo habla hasta que los segundos se tornan horas
Pero no soy yo su salvación
La mujer que yo amo
Nunca cae en mis brazos
Aquellos que la han de proteger
Aquellos que la envuelven con el calor de una fogata en un frío y apartado bosque
Aquellos que sostienen las piezas de su roto corazón juntos en su lugar
La mujer que yo amo
No es quien crees que es
Oct 16, 2016
Oct 16, 2016 at 4:47 PM UTC
Um terceiro terço livrado de fúria e de autoridade,
Um homem duro bêbado e por demais vadio,
Procurando na noite prazeres de um defunto,
Sem vida, nem espaço para entrar em outra vida!
Se eu fosse assim escuro perdido pelos vícios,
E se eu me esquecesse mesmo, que eras mulher,
Procurasse nesses rabos oferecidos de saia,
Prazer, loucura, hábitos de gente vadia!
Se me pintasse de vida, e me vestisse de Gay,
Mostrando fantasias de pouco valor,
Coisas que mesmo feitas, eram coisas de contentor,
Seria eu assim Homem de mais esplendor?
Porque não posso ser eu assim, roto por fora,
E dentro ter o meu maior tesouro, partilhando-to,
Cheiro de verdades, carinhos e cimentados valores!
Porque não podes ouvir a experiencia, que nunca te enganou!
Querer fluir pensamentos alcoolizados, de uma vida sem fé,
Sem alimento quarente algum, que permanece duradouramente?
Nem tu sabes, nem eu entendo o porquê de não teres esperança,
Porque duvidas-te de mim se só te contei verdades confirmadas!
Autor: António Benigno
Dedico este poema à vida de merda da gente que está perdida.
Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:00 AM UTC
Sentado e descalço, sobe um banco de madeira preta,
Pintei o quarto de verde vivo, igual ao vaso do quintal,
Contrastando com a cor amarela da flor que parara de crescer!
Queria ver aquela flor mais verde que o vaso que acabara de pintar.
Apressado como de costume e porque admito é feitio meu,
Pegava desajeitado e pouco reflectido com vontade de florir,
O amarelo perdido daquela planta que me havia já esquecido,
Não era tinta vazia, que ela queria, mas carinho de minhas mãos,
Peguei nela caída, encostei-a a mim e disse-lhe que gostava dela,
Suspirou-me ao ouvido e perguntou-me porque não a levava comigo,
Encostei-a a mim trouce-a cuidadosamente ao colo para dentro de casa,
Dei-lhe um copo de água e aconcheguei-lhe a terra do caule,
O adubo que ela recebia de mim, em carinhos fizeram-na adormecer!
Sentei-me no banco quase seco de tinta verde e pintei as calças,
Adormecendo como que um pai olhando seu filho dormir!
Sonhei pela noite fora e quando acordei, aquela flor amarela,
Que eu havia trazido comigo, sorriu-me nos olhos estremunhados,
Acordei feliz e cheio de alegria porque em seu olhar a flor vivia.
Por vezes a vida descabida de pressa por coisas vazias,
É tão bonita quando na calma do tempo um carinho te dá alento.
E eu voltei a pintar todo dia e em cada dia que passava a flor crescia,
O amarelo que lhe percorria o ser mudava de cor para a cor de esperança.
A cada dia, eu dormia mais feliz, porque sentia seu cheiro chegar a mim.
Essa flor um dia pegou-me nos olhos e pediu-me de novo carinho,
E eu olhei-a, da maneira que sempre quis cheirá-la e encostei-a a mim,
Enquanto dormia!
Autor: António Benigno
Dedico à minha vida que nem para nem anda!
Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 4:58 AM UTC
Hoje apetece-me penetrar no fundo da vossa escuridão,
E desde já, uma palavra ao leitor passageiro de viagem,
Estas palavras, são minhas e de quem as consegue ler,
Não são para ninguém, a menos que as consiga querer!
A todas as almas negras da minha vida, peço calma,
Não podereis ter sabor de vitória, nem de mim glória,
Sendo pobre que nem riacho sem peixes, ou rico de gral,
Como pobre, sou feliz porque respiro o cheiro do amor,
Do amor que me consola e que como eu se sente rico!
Se fossem de riqueza os meus bolsos, eram as coisas mais simples,
Que teriam lugar em minha vida, pois só assim me deitaria feliz!
Por isso nem que o corpo me tirem, nunca nem assim me venderei,
Nunca a vós darei almas negras, o desdém de perder a minha honra!
Por mais pobre que sejam minhas vestimentas, há coisas que manterei,
Minha integridade e valores de amor verdadeiro, por amigos e meu amor!
Eles conhecem-me a mim e eu conheço-os a eles, e de vós a ideia não mudarei!
Por isso, dediquem-se a ter uma vida de utilidade, deitem-se à noite ignorantes!
Acordem de manha, pensando em vossas vidas, porque eu estou vivendo,
Apesar de pensarem que quero gritar e me despedir, é mentira agora e será.
Será assim, sempre, porque o destino de minhas mãos, depende de eu querer,
Daquilo que me dedico, eu sei fazer, e por isso faço para as merecer!
O céu agora é escuro, distinto do meu coração verde de esperança,
Não desejo a meus inimigos, pior do que aquilo que quero para mim,
Porém, eu sei que o homem, não faz justiça tão atempo, como a de Deus!
E agora vou dormir, continuar sonhando com os sonhos que de dia já vivi,
Sei que vou acordar na lembrança de alguém, de quem eu amo e me ama também!
Autor: António Benigno
Código de autor: 2013.07.15.02.05
Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:11 AM UTC
Y he perdido las ganas...
Ya no quiero hacer aquello que antes disfrutaba.
Ya nada me causa la alegría que antes causaba.
Ni la música me consuela.
Ni los libros me distraen.
Ni los juegos me transportan a un lugar sin dolor.
Las palabras que te escribo ya no van a tu pantalla.
Las canciones que te dedico nunca llegan a tus oídos.
Mis caricias y mis besos me los trago con amargura, pues no quieres recibirlos.
Y así me quedo yo sin ganas.
Sin ganas de ver la luz de un nuevo día.
Sin ganas de afrontar las horas en las que estoy despierto.
Sin ganas de moverme, respirar, reír, llorar.
Sin ganas de beber para olvidar tu nombre, aunque sea por un segundo.
Sin ganas de morir para no verte nunca más.
Sin ganas de vivir una vida alejado de ti.
Sin ganas de llorar para vaciar el corazón.
Sin ganas de buscarte para que me rechaces de nuevo.
Aug 8, 2016
Aug 8, 2016 at 1:28 PM UTC
solía escribirte poemas
dedicarte canciones
pensamientos
suspiros
escritos
tiempo
ahora sólo te dedico espacios
en los que te lloro
te desprecio
te extraño
te echo
de
m
e
n
o
s
Sep 6, 2017
Sep 6, 2017 at 12:30 AM UTC
En nombre de tu rostro de lirio enfermo,
en nombre de tu seno, frágil abrigo
donde en noches pobladas de espanto duermo,
¡yo te bendigo!
En nombre de tus ojos de adormideras,
doliente y solitario fanal que sigo;
en nombre de lo inmenso de tus ojeras,
¡yo te bendigo! Yo te dedico
el ímpetu orgulloso con que en las cimas
de todos los calvarios, me crucifico
iluso ¡pretendiendo que te redimas!
Yo te consagro
un cuerpo que martirio sólo atesora
y un alma siempre oscura, que por milagro,
del cáliz de ese cuerpo no se evapora...
Mujer, tu sangre yela mi sangre cálida;
mujer, tus besos fingen besos de estrella;
mujer, todos me dicen que eres muy pálida,
pero muy bella...
Te hizo el Dios tremendo mi desposada;
ven, te aguardo en un lecho nupcial de espinas;
no puedes alejarte de mi jornada,
porque une nuestras vidas ensangrentada
cadena de cilicios y disciplinas.
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under this grey suburban sky, it is not my habit to complain
although lately you seem empty
yet every day I dedicate myself to you
and you do not look at me
you frame of fire, scar of wind!
maybe I'm too old
and too resentful
or it irritates me the fact that I have to keep looking at you
looking for a meaning in my eyes
just leave me or let me go
as you wish as I know
.......
sotto questo grigio cielo suburbano,
non è mia abitudine lamentarmi
ma ultimamente sembri vuoto
eppure ogni giorno mi dedico a te
e tu non mi guardi
tu cornice di fuoco, cicatrice del vento!
forse sono troppo vecchio
e pieno di risentimento
oppure mi irrita il fatto di dover continuare a guardarti
cercando un significato nei miei occhi
lasciami o lasciami andare
come tu desideri come io so
...............
bajo este cielo gris, no es mi costumbre quejarme.
aunque últimamente pareces vacío
sin embargo, todos los días yo me dedico a ti
y tu no me miras
marco de fuego, cicatriz de viento!
tal vez you sea demasiado viejo
y ya muy resentido
o me irrita el hecho de que tengo que seguir mirándote
buscando un significado en mis ojos
solo déjame o déjame ir
como tu desees como yo se
..........
sous ce ciel gris de banlieue,
je n'ai pas l'habitude de me plaindre
mais récemment tu sembles vide
bien que chaque jour je me dédie à vous
et tu ne me regarde pas
vous encadrez de feu, cicatrice du vent!
peut-être que je suis trop vieux
et trop rancunier
ou que m'irrite le fait que je dois continuer à vous regarder
a la recherche d'un sens dans mes yeux
laisse-moi ou laisse-moi partir
comme tu veux comme je sais
Nov 11, 2018
Nov 11, 2018 at 5:39 PM UTC