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"controlo" poems
não consigo parar de te amar. não consigo parar de te amar. não consigo parar de te amar. não consigo parar de te amar. não consigo parar de te amar. não consigo parar de te amar. não consigo parar de te amar.
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Aug 10, 2015
Aug 10, 2015 at 6:38 AM UTC
A minha mente está fora de controlo
Repito em alto e bom grito: Enterremos a dualidade! A constante escolha entre o bem e o mal. O certo e o errado. Isto ou aquilo. A frustração de parecer nunca conseguir fazer a escolha certa. Porque não há uma escolha certa! Que alívio! Aceitemos a existência. A existência da luz e do escuro,   dos extremos que se tocam. Aceitemos que a luz branca carrega nela um espectro enorme   de muitas outras cores. E não ignoremos nenhuma! Aprendemos a ver. A ver e a reconhecer que tudo existe ao mesmo tempo, independentemente da nossa vontade. Não há escolha possível entre isto e aquilo   quando ambos se misturam a toda a hora. Aceitemos o ridículo. O quão patéticos somos ao achar que estamos no controlo da nossa vida. E desfeita a ilusão, vivemos então! Aprendemos a viver. A amar na incerteza   de que amanhã ainda amaremos Mas certos de que o amor está na nossa Natureza. E a natureza, Essa ninguém controla.
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Mar 3, 2022
Mar 3, 2022 at 4:28 PM UTC
Enterremos a dualidade!
Bésame ahora, cada vez que puedas. Bésame siempre, cada vez que quieras. Bésame, y no dejes de mirarme, mañana, bien, puede ser muy tarde. Tócame, cuando tu carne me necesite. Tócame, cuando tu sed sea insaciable. Tócame, y no sucumbas a mi plañir, no sabes, pues, que el amor es para sufrir. Mírame, cada que observe tu cuerpo. Mírame, cada que sea tu pasatiempo. Mírame, y no pierdas el control, te consta; no me controlo bajo los efectos del alcohol. Abrázame fuerte, cuando sienta ganas de llorar. Abrázame bien, cuando sienta que quiero gritar. Abrázame mucho, cuando sienta que no puedo más, es difícil vivir en agonía; no soy tan capáz.
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Dec 1, 2018
Dec 1, 2018 at 7:19 AM UTC
Sentidos
Cresci. E crescer é isto. Não estar restringida pelo passado. Cresci. E entendi O tremer das mãos da minha mãe, O vazio no olhar do meu pai, O ódio no coração do meu irmão. Não sei se perdoei, Mas cresci. E crescer é isto, estar sempre um passo mais perto de entender. E entendi. Entendi que às vezes o que nos acontece tem mais a ver com os outros do que conosco, e os outros, nós não podemos controlar, só podemos tentar entender para não os termos de condenar. Então, Controlo-me a mim, E cresço. Amadureço, Longe da árvore onde foi o meu começo. Eu cresço... Cresci tanto que os deixei a todos para trás,   no sítio onde estagnaram,   rodeados de raízes invisíveis que os prendem, de crenças estúpidas que os limitaram.   Cresci. Mas não me esqueci. Não me esqueci de voltar atrás para lhes dar a mão.   Sei que os posso visitar   e estou grata por aquele lugar que em tempos chamei de lar. Só não fiquei para trás, Porque cresci. Cresci tanto… Que algures a meio do caminho, Talvez desde o início, Eles deixaram de me entender a mim. Mas eu entendi…   E então, claro que cresci.
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Mar 5, 2022
Mar 5, 2022 at 1:04 PM UTC
Cresci!