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"contemplar" poems
*Volverán las oscuras golondrinas en tu balcón sus nidos a colgar, y otra vez con el ala a sus cristales jugando llamarán. Pero aquellas que el vuelo refrenaban tu hermosura y mi dicha a contemplar, aquellas que aprendieron nuestros nombres... ¡esas... no volverán!. Volverán las tupidas madreselvas de tu jardín las tapias a escalar, y otra vez a la tarde aún más hermosas sus flores se abrirán. Pero aquellas, cuajadas de rocío cuyas gotas mirábamos temblar y caer como lágrimas del día... ¡esas... no volverán! Volverán del amor en tus oídos las palabras ardientes a sonar; tu corazón de su profundo sueño tal vez despertará. Pero mudo y absorto y de rodillas como se adora a Dios ante su altar, como yo te he querido...; desengáñate, ¡así... no te querrán! Lee todo en: Rima LIII - Poemas de Gustavo Adolfo Bécquer http://www.poemas-del-alma.com/rima-liii.htm#ixzz32XxscF4bVolverán las oscuras golondrinas en tu balcón sus nidos a colgar, y otra vez con el ala a sus cristales jugando llamarán. Pero aquellas que el vuelo refrenaban tu hermosura y mi dicha a contemplar, aquellas que aprendieron nuestros nombres... ¡esas... no volverán!. Volverán las tupidas madreselvas de tu jardín las tapias a escalar, y otra vez a la tarde aún más hermosas sus flores se abrirán. Pero aquellas, cuajadas de rocío cuyas gotas mirábamos temblar y caer como lágrimas del día... ¡esas... no volverán! Volverán del amor en tus oídos las palabras ardientes a sonar; tu corazón de su profundo sueño tal vez despertará. Pero mudo y absorto y de rodillas como se adora a Dios ante su altar, como yo te he querido...; desengáñate, ¡así... no te querrán!* ― Gustavo Adolfo Bécquer
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May 23, 2014
May 23, 2014 at 9:57 AM UTC
Volverán las oscuras golondrinas - Rima LIII
*Volverán las oscuras golondrinas en tu balcón sus nidos a colgar, y otra vez con el ala a sus cristales jugando llamarán. Pero aquellas que el vuelo refrenaban tu hermosura y mi dicha a contemplar, aquellas que aprendieron nuestros nombres... ¡esas... no volverán!. Volverán las tupidas madreselvas de tu jardín las tapias a escalar, y otra vez a la tarde aún más hermosas sus flores se abrirán. Pero aquellas, cuajadas de rocío cuyas gotas mirábamos temblar y caer como lágrimas del día... ¡esas... no volverán! Volverán del amor en tus oídos las palabras ardientes a sonar; tu corazón de su profundo sueño tal vez despertará. Pero mudo y absorto y de rodillas como se adora a Dios ante su altar, como yo te he querido...; desengáñate, ¡así... no te querrán! Lee todo en: Rima LIII - Poemas de Gustavo Adolfo Bécquer http://www.poemas-del-alma.com/rima-liii.htm#ixzz32XxscF4bVolverán las oscuras golondrinas en tu balcón sus nidos a colgar, y otra vez con el ala a sus cristales jugando llamarán. Pero aquellas que el vuelo refrenaban tu hermosura y mi dicha a contemplar, aquellas que aprendieron nuestros nombres... ¡esas... no volverán!. Volverán las tupidas madreselvas de tu jardín las tapias a escalar, y otra vez a la tarde aún más hermosas sus flores se abrirán. Pero aquellas, cuajadas de rocío cuyas gotas mirábamos temblar y caer como lágrimas del día... ¡esas... no volverán! Volverán del amor en tus oídos las palabras ardientes a sonar; tu corazón de su profundo sueño tal vez despertará. Pero mudo y absorto y de rodillas como se adora a Dios ante su altar, como yo te he querido...; desengáñate, ¡así... no te querrán!* ― Gustavo Adolfo Bécquer
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Aprendo a ser eu Aprendi a ser menino contigo, A Contemplar teu sorriso. Emoção serena e descontrolada, Regaço de uma bela fada. Aprendi a sonhar de novo, Não via a cor do céu, Nuvens e branco véu, Flores e rosas, Papoilas vaidosas. Sentir o olhar complexo, Vasos com personagens ausentes, Ateus de mãos dadas com crentes, Prosa da vida sem nexo, Aprendi a ter afecto. Cordiais Cumprimentos. Victor Marques
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Jan 1, 2011
Jan 1, 2011 at 10:20 AM UTC
Aprendi a ser eu
Sonhos Pairas no pensamento, no inconsciente! Estou eu a visionar as cataratas que explicam a beleza do salpicar das gotas de água… O paraíso com anjos vestidos de um rosa velho mal tratado passeia numa barca que até Já fora do diabo. A espuma desse mar celestial quase entra em tão enfadonha embarcação. Ruma em direção aos confins de lado nenhum, pois os sonhos se multiplicam e em segundos Se esvanecem. Foge o vento que em dias de tempestade é frio, bate em tudo que lhe aparece á frente. Temos sonhos dos dragões que no cabo das tormentas nos amedrontam todos os dias, nós fazem tremer de medo, chorar …transpirar junto aos lençóis de linho já raro. Que pesadelo, que sonho arrepiante! Existem sim os sonhos que também são sonhos de todos os seres humanos. O sonho de ser amado e amar na plenitude enquanto ser vivo. A dignidade humana está na perseverança de quem sonha com amor a causas nobres. Na sua vida terrena o homem sonha e obras maravilhosas nascem por amor. O meu sonho é um sonho de amor pelos outros, de dar de uma forma gratuita: um sorriso, um aperto de mão, um abraço, um conselho, uma troca positiva de olhar. O meu sonho é o sonhar com Deus amor feito de bem, um sonhar que vai sempre mais além… O meu sonho é amar a natureza sempre e respeitar suas leis… Nunca deixes de sonhar, de contemplar as estrelas, o orvalho, o sol, a lua. Estamos num tempo que temos de sonhar sempre mesmo estando acordados. Victor Marques
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Sep 24, 2013
Sep 24, 2013 at 5:19 AM UTC
Sonhos
Explicar a minha descendência Deitei-me na cama e não consegui encontrar amor para me amar ou até me confortar e dar guarida.    Não preciso de ter a luz acesa para entender a minha descendência.  O Pelourinho centenário que venera  minha casa é um privilégio celeste que Reis terrenos gostariam de ter e poder contemplar....       Nossos antepassados deixarem um pouco deles que perdura para sempre em nossos corações enquanto seres humanos aptos para sobreviver.         As pessoas estabelecem nesta vida laços que seriam impossíveis senão acreditassem que por qualquer razão iriam ser lembrados depois da sua morte. A este pensamento  de lembrar quem docemente amou eu chamo imortalidade.  A minha definição de imortalidade é diferente de todas as outras. A imortalidade depende duma descendência adequada que se manifesta no amor eterno por quem por amor nos deu a conhecer tantas vezes  coisas que pareciam imagens distorcidas de uma realidade que parecia não ser adequada aos nossos antepassados.       Nem sempre todos os seres humanos conseguem perceber a sua genialidade , nem sequer a sua disponibilidade para completar percursos iniciados por seus entes queridos. Ou melhor ainda,  seus descendentes,  seus antepassados....!       Eu vou receber sempre na minha memória,  esses ensinamentos que um dia alguém me ofereceu. Que coisa bonita , que encanto,  que vontade sublime estes meus antepassados tiveram em me fazer acreditar que eu fazia parte de uma geração nobre .   Victor Marques
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Feb 24, 2014
Feb 24, 2014 at 10:50 AM UTC
Explicar a minha descendência
Explicar a minha descendência Deitei-me na cama e não consegui encontrar amor para me amar ou até me confortar e dar guarida.    Não preciso de ter a luz acesa para entender a minha descendência.  O Pelourinho centenário que venera  minha casa é um privilégio celeste que Reis terrenos gostariam de ter e poder contemplar....       Nossos antepassados deixarem um pouco deles que perdura para sempre em nossos corações enquanto seres humanos aptos para sobreviver.         As pessoas estabelecem nesta vida laços que seriam impossíveis senão acreditassem que por qualquer razão iriam ser lembrados depois da sua morte. A este pensamento  de lembrar quem docemente amou eu chamo imortalidade.  A minha definição de imortalidade é diferente de todas as outras. A imortalidade depende duma descendência adequada que se manifesta no amor eterno por quem por amor nos deu a conhecer tantas vezes  coisas que pareciam imagens distorcidas de uma realidade que parecia não ser adequada aos nossos antepassados.       Nem sempre todos os seres humanos conseguem perceber a sua genialidade , nem sequer a sua disponibilidade para completar percursos iniciados por seus entes queridos. Ou melhor ainda,  seus descendentes,  seus antepassados....!       Eu vou receber sempre na minha memória,  esses ensinamentos que um dia alguém me ofereceu. Que coisa bonita , que encanto,  que vontade sublime estes meus antepassados tiveram em me fazer acreditar que eu fazia parte de uma geração nobre .   Victor Marques
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No estés triste, Plutón Lejos del Sol, cerca del vacío Pequeño desterrado sin razón de ser. Piensa en los buenos tiempos Aquellos lejanos años 30 Cuando te acogimos con entusiasmo. No pienses en lo del nuevo siglo En esta última vez que te dijimos “No eres tú                       somos nosotros”. No hubo astrólogo Que te considerara planeta Aunque todos respetaran tu tránsito: Siempre será bueno Que pases por nuestra carta natal. Plutón, hermoso plutoide No nos extrañes No valemos la pena. Quédate con Eris y Sedna Formen bellos conjuntos Que alguien mejor Alguien con luz Sepa contemplar.
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Oct 29, 2014
Oct 29, 2014 at 10:37 PM UTC
Plutón, hermoso plutoide
O Odor da flor Estou sempre á espera de seu odor, Tão bela é a singela flor, Parece que se entranha na nossa vida, Cheiras a regresso e despedida. Teu encanto a todos consome, Parece seres mulher sem nome, As abelhas te escolhem para em ti poisar, Eu não me canso de te contemplar. Enfeitas casas, jardins, as pradarias, És flor para tantas tristezas e alegrias. Podes ser evento, ou notícia, Teu odor me purifica. Victor Marques
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Jan 5, 2015
Jan 5, 2015 at 9:57 AM UTC
Odor da flor
Me gustaba más la simplicidad De lo que solíamos ser Disfrutaba más el verte soñar Con lo que algún día lograríamos ser Ir juntos por un camino para mi es Una de las mejores maneras de crecer Y siento que no se necesita mucho más que tan solo creer Se qué la vida me recompensara Con eso que me he cansado de buscar Porque las cosas buenas tardan en llegar Es por eso que tomo mi tiempo en contemplar Si es que un día tu regresarás Todo en la vida tiene un inicio y un final Así cómo mis palabras un día desvanecerán Y en papel la tinta manchara Aquello que un día en mi mente daba vueltas sin final.
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Jun 20, 2013
Jun 20, 2013 at 1:25 AM UTC
Complexity
Ah, pobre Dolores Mais uma vez está cansada de suas mágoas e constipada com suas dores Há quem diga que quando olha o céu, sonha com estrelas Acalme-se Dolores, hoje tenho um presente para entretê-la Acorde de seu sonho e largue esses afazeres Olhe para A Casa Abandonada dos Prazeres Almeja tanto assim? O seu ignoto fim? Por quê toma todos esses remédios? Se o que deseja é pular do mais alto prédio Para quê todas essas doenças inventadas? E essas mulheres, para quê invejá-las? Na casa encontrará a cura Não mais carregará sua imaginária feiura Lá será bela como sempre quis Mas pergunte-se o que é ser feliz Lá, em todas as paredes, encontrará espelhos E em todas camas encontrará lençóis vermelhos Onde finalmente poderá gozar E a beleza que não é sua, contemplar Goze, goze Dolores Mistura seu prazer com suas dores Goze, goze mais uma vez Goze toda sua estupidez Saiba que nem tudo que cintila é ouro E fora da casa continuará seu agouro Quando fora estiver, da vida perderá a crença E a cada vez que entrar e sair, nascerá uma nova doença Uma daquelas de sua hipocondria E a cada dia verá a verdadeira agonia Sentirá dor, e fome Não se lembrará de seu nome Não poderá comer, pois a doença te devastará E para a casa todos os dias irá correr, a sonhar Lembre-se de novo Que nem tudo que brilha é ouro Ganhará a casa e perderá o mundo E seu eu estará perdido num poço profundo Um dia dirá: Será? Toda aquela estética... era tão assim... patética? Nossas escolhas não tem volta Para o destino não há revolta Não devo mais chorar Só me resta, agora, gozar Goze, goze Dolores Mistura seu prazer com suas dores Goze, goze mais uma vez Goze toda sua estupidez
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Aug 22, 2014
Aug 22, 2014 at 4:34 PM UTC
Dolores
Ah, pobre Dolores Mais uma vez está cansada de suas mágoas e constipada com suas dores Há quem diga que quando olha o céu, sonha com estrelas Acalme-se Dolores, hoje tenho um presente para entretê-la Acorde de seu sonho e largue esses afazeres Olhe para A Casa Abandonada dos Prazeres Almeja tanto assim? O seu ignoto fim? Por quê toma todos esses remédios? Se o que deseja é pular do mais alto prédio Para quê todas essas doenças inventadas? E essas mulheres, para quê invejá-las? Na casa encontrará a cura Não mais carregará sua imaginária feiura Lá será bela como sempre quis Mas pergunte-se o que é ser feliz Lá, em todas as paredes, encontrará espelhos E em todas camas encontrará lençóis vermelhos Onde finalmente poderá gozar E a beleza que não é sua, contemplar Goze, goze Dolores Mistura seu prazer com suas dores Goze, goze mais uma vez Goze toda sua estupidez Saiba que nem tudo que cintila é ouro E fora da casa continuará seu agouro Quando fora estiver, da vida perderá a crença E a cada vez que entrar e sair, nascerá uma nova doença Uma daquelas de sua hipocondria E a cada dia verá a verdadeira agonia Sentirá dor, e fome Não se lembrará de seu nome Não poderá comer, pois a doença te devastará E para a casa todos os dias irá correr, a sonhar Lembre-se de novo Que nem tudo que brilha é ouro Ganhará a casa e perderá o mundo E seu eu estará perdido num poço profundo Um dia dirá: Será? Toda aquela estética... era tão assim... patética? Nossas escolhas não tem volta Para o destino não há revolta Não devo mais chorar Só me resta, agora, gozar Goze, goze Dolores Mistura seu prazer com suas dores Goze, goze mais uma vez Goze toda sua estupidez
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Enamorarte de mí es como enamorarte del mar; te cautiva desde el primer momento en que lo ves. Al principio observas el panorama, el agua, el cielo, los animales, las personas alrededor. Una ligera sonrisa se te escapa al sentir la necesidad de quitarte los zapatos para experimentar el primer contacto físico. Se sentirá extraño, la arena podrá ser caliente, en cambio, tu curiosidad aumenta al preguntarte ¿Cómo será en lo más profundo del agua? Alzas la vista, miras perplejo el paisaje; las nubes y los pájaros juegan revoloteando haciendo juego con mis olas. Te gusta, la excitación cada vez es más, sientes que es momento, quieres sumergirte en mis aguas y sin rodeos, saltas al agua dejándote sumiso ante mí. Danzas conmigo a los compas del vaivén, algo te distrae. Miras con demasiada atención el interior de mis aguas, de mí ser. Fijas la mirada en un abismó oscuro que se le ve a lo lejos, te aproximas a él, comienzas a sentirte perdido, cautivo, sin rumbo. Sales a la superficie, ya es casi de noche. Te sientas en mi regazo a contemplar la puesta del sol y ahí, en ese preciso momento, te das cuenta que acabas de enamorarte algo vivo, algo inmenso; algo que será tuyo pero solo por minutos.
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Oct 21, 2014
Oct 21, 2014 at 9:23 PM UTC
Un paseo eterno en el mar
Fue bueno verte recordar el sentido de todo esto que llevo solo cuando te tengo al frente puedo entenderlo el resto del tiempo es solo pensar, extrañarte, racionalizar el instante en que puedo sentir tus labios tu piel tu cuerpo no puedo describirlo llámalo como quieras pero recorrería el mundo entero y viviría mil vidas mas solo para poder sentirlo de nuevo Cielo somos algo de otro mundo pero en todo esto no caben dudas ni miedos ni incertidumbre ni inseguridad y no me entiendas mal pero es algo difícil despertar cuando nos une un camino duro un abismo que cruzar y una linea muy delgada sobre la cual caminar ayer después de que te fuiste subí a la montaña estaba desconsolado vacío extraño lleno de conflictos, de ruido, de venenos te encontré en nuevo lugar en los colores en el aire ligero en ese cielo que era como un mar ***** lleno de luces embarcaciones con destinos venideros caminos, contornos como posibilidades historias que vivimos o viviremos puertos que nos esperan personas que fuimos y que seremos ese frío que sentía no estaba ahí de verdad era solo tu ausencia era solo miedo de despertar de tu despertar porque por un momento estuve convencido de estar dentro de tu sueño de sentir como tus ojos se cierran y de estar navegando sobre ese mar mientras tus manos dibujan los rasgos de esa pintura, la misma que tus ojos reflejan sigo de pie en esa montaña sobre nubes y abismos sigo sintiendo frío perdido entre esos caminos esperando el día en que aparezcas de nuevo sin dudas sin incertidumbre sin miedo y yo pueda al fin cerrar los ojos y compartir el sueño dibujar tus rasgos tomar tu mano y contemplar en esa misma montaña como esa noche se vuelve día como el azul inunda el cielo y el frío es vencido y la muerte es vencida y el reflejo de nuestros ojos no sea mas una pintura incompleta sino una vida entera de sueños, mares, montañas abismos y colores
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Nov 2, 2014
Nov 2, 2014 at 12:24 PM UTC
Untitled
Fue bueno verte recordar el sentido de todo esto que llevo solo cuando te tengo al frente puedo entenderlo el resto del tiempo es solo pensar, extrañarte, racionalizar el instante en que puedo sentir tus labios tu piel tu cuerpo no puedo describirlo llámalo como quieras pero recorrería el mundo entero y viviría mil vidas mas solo para poder sentirlo de nuevo Cielo somos algo de otro mundo pero en todo esto no caben dudas ni miedos ni incertidumbre ni inseguridad y no me entiendas mal pero es algo difícil despertar cuando nos une un camino duro un abismo que cruzar y una linea muy delgada sobre la cual caminar ayer después de que te fuiste subí a la montaña estaba desconsolado vacío extraño lleno de conflictos, de ruido, de venenos te encontré en nuevo lugar en los colores en el aire ligero en ese cielo que era como un mar ***** lleno de luces embarcaciones con destinos venideros caminos, contornos como posibilidades historias que vivimos o viviremos puertos que nos esperan personas que fuimos y que seremos ese frío que sentía no estaba ahí de verdad era solo tu ausencia era solo miedo de despertar de tu despertar porque por un momento estuve convencido de estar dentro de tu sueño de sentir como tus ojos se cierran y de estar navegando sobre ese mar mientras tus manos dibujan los rasgos de esa pintura, la misma que tus ojos reflejan sigo de pie en esa montaña sobre nubes y abismos sigo sintiendo frío perdido entre esos caminos esperando el día en que aparezcas de nuevo sin dudas sin incertidumbre sin miedo y yo pueda al fin cerrar los ojos y compartir el sueño dibujar tus rasgos tomar tu mano y contemplar en esa misma montaña como esa noche se vuelve día como el azul inunda el cielo y el frío es vencido y la muerte es vencida y el reflejo de nuestros ojos no sea mas una pintura incompleta sino una vida entera de sueños, mares, montañas abismos y colores
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Una mañana ella se encontraba frente al espejo, parecía estar concentrada mirando su reflejo pero lo curioso era que lo que veía en el espejo no era precisamente eso. Ella vio su vida pasar frente a ella, vio como surgió el amor que tenia con su esposo, la ternura con la que cuidaba a su hijo desde pequeño, los placenteros fin de semanas con sus amistades, la canción que le recordaba lo bueno que era estar enamorado, su libro favorito, el olor del mar, todos los errores que cometió, el porqué era feliz. Ese día, ella pudo volverse a encontrar una última vez. Complacida, condujo hasta llegar al rio que había cerca de su casa. Se sentó en una roca a contemplar por última vez la belleza que la vida le había obsequiado; estaba cautivada por el sonido del agua corriendo, los arboles moviéndose, los animales con su canto. Era la despedida perfecta, miro a su izquierda y junto a ella yacía una mujer la cual le sonrió. Ella sabía perfectamente que hacia la mujer allí, la hora había llegado. Miro por última vez todo lo que le rodeaba, cerró los ojos y por primera vez pudo recordar otra vez todo lo que había visto frente al espejo; entre sollozos le dijo a la mujer que aun no estaba lista, que tenía que hacer una última cosa antes de partir. Regreso a su hogar en busca de su familia pero lo que encontró fue una carta. Amada mía: Para cuando leas esto ya yo me abre ido, mi enfermedad no me permitirá seguir más. Solo tengo un último deseo: el día que recuerdes todo lo harás para siempre. Quiero que tomes tu libro favorito, el traje que tanto te gusta, te sirvas una buena taza de café y me vallas a ver al rio para recordarte todos los días lo mucho que te amo. Y así lo hizo.
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Sep 21, 2014
Sep 21, 2014 at 11:10 PM UTC
Ultimo día
Una mañana ella se encontraba frente al espejo, parecía estar concentrada mirando su reflejo pero lo curioso era que lo que veía en el espejo no era precisamente eso. Ella vio su vida pasar frente a ella, vio como surgió el amor que tenia con su esposo, la ternura con la que cuidaba a su hijo desde pequeño, los placenteros fin de semanas con sus amistades, la canción que le recordaba lo bueno que era estar enamorado, su libro favorito, el olor del mar, todos los errores que cometió, el porqué era feliz. Ese día, ella pudo volverse a encontrar una última vez. Complacida, condujo hasta llegar al rio que había cerca de su casa. Se sentó en una roca a contemplar por última vez la belleza que la vida le había obsequiado; estaba cautivada por el sonido del agua corriendo, los arboles moviéndose, los animales con su canto. Era la despedida perfecta, miro a su izquierda y junto a ella yacía una mujer la cual le sonrió. Ella sabía perfectamente que hacia la mujer allí, la hora había llegado. Miro por última vez todo lo que le rodeaba, cerró los ojos y por primera vez pudo recordar otra vez todo lo que había visto frente al espejo; entre sollozos le dijo a la mujer que aun no estaba lista, que tenía que hacer una última cosa antes de partir. Regreso a su hogar en busca de su familia pero lo que encontró fue una carta. Amada mía: Para cuando leas esto ya yo me abre ido, mi enfermedad no me permitirá seguir más. Solo tengo un último deseo: el día que recuerdes todo lo harás para siempre. Quiero que tomes tu libro favorito, el traje que tanto te gusta, te sirvas una buena taza de café y me vallas a ver al rio para recordarte todos los días lo mucho que te amo. Y así lo hizo.
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Quando cansado da noite e do singelo dia, Do uivar do lobo e cantar da cotovia. Ousar amar,  contemplar a luz que nos guia. Quando alguém te perguntar  donde vens, Deixa de ser tu , de ser ninguém , Mas responde com um sorriso de tua MÃE. Quando a vida te parecer  que já não existe, Quando o alegre anda sempre triste. E tu fazes perguntas sem nunca ter resposta, O amor que temos por tudo se  desvanece. Mas alguém te pergunta donde vens, Caminhas num horizonte que nos exorta. Responde com o amor de tua Mae ... E neste mundo em que seres te perguntam  com curiosidade, Diz que alguém pensa e escreve com alma e pluralidade, Que  vive no mundo sem tempo , nem idade, Mas a sua escrita fica para a posterioridade. E Se alguém te perguntar donde és e o que tens , Responde com o calor e amor de tua Mae . Victor Marques
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Jan 5, 2017
Jan 5, 2017 at 2:01 PM UTC
QUANDO ALGUÉM TE PERGUNTAR DONDE VENS
Yo me tomo la vida en el ahora. El tiempo es solo mi forma de contemplar. pues cuando un rayo nos borre. No habrá quien contemple al dios del tiempo.
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Feb 22, 2019
Feb 22, 2019 at 1:13 AM UTC
Trago amargo
Volverán las oscuras golondrinas en tu balcón sus nidos a colgar, y otra vez con el ala a sus cristales         jugando llamarán.   Pero aquellas que el  vuelo refrenaban tu hermosura y mi dicha a contemplar, aquellas que aprendieron nuestros nombres...         ¡esas... no volverán!   Volverán las tupidas madreselvas de tu jardín las tapias a escalar, y otra vez a la tarde aún más hermosas         sus flores se abrirán.   Pero aquellas, cuajadas de rocío cuyas gotas mirábamos temblar y caer como lágrimas del día...         ¡esas... no volverán!   Volverán del amor en tus oídos las palabras ardientes a sonar; tu corazón de su profundo sueño         tal vez despertará.   Pero mudo y absorto y de rodillas como se adora a Dios ante su altar, como yo te he querido...; desengáñate,         ¡así... no te querrán!
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Rima liii
Quando, aos calados tocares, caminha silenciosa, Volvem os ventos, os ardores palpitantes; Tens a noite a contemplar teu semblante, Agora que nas sombras dissipa-te imperiosa, Não te adentras ante tal selva pavorosa; Se é o negrume pelo qual apaixona-te exitante, Cega teus claros olhares dos dias crepitantes, Verás, é certo, a revelação de tuas cerradas pálpebras nebulosas; Por que te insiste a perseverar loucura, Se sabes que nas sombras não encontrarás amplidão? Vinde aos dias, às luzes opalinas da fartura E apenas a voz ressurge: "Tenho em alvas lágrimas, dos dias, a punição Portanto estendo meu destino à errante ventura Pois a luz, tudo ruirá, em lábios amargos de maldição"
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Feb 21, 2018
Feb 21, 2018 at 1:59 AM UTC
Paisagens de Verão - I
Contemplar las palabras sobre el papel escritas, medirlas, sopesar su cuerpo en el conjunto del poema, y después, igual que un artesano, separarse a mirar cómo la luz emerge de la sutil textura. Así es el viejo oficio del poeta, que comienza en la idea, en el soplo sobre el polvo infinito de la memoria, sobre la experiencia vivida, la historia, los deseos, las pasiones del hombre. La materia del canto nos lo ha ofrecido el pueblo con su voz. Devolvamos las palabras reunidas a su auténtico dueño.
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El oficio del poeta
Como el niño jugando con desechos del hombre, un harapo brillante, papel coloreado o pedazo de vidrio, a los que su imaginación da vida mágica, y goza y canta y sueña a lo largo del día que las horas no miden, así con tus recuerdos. No son como las cosas de que cerciora el tacto, que contempla los ojos; de cuerpo más aéreo que un aroma, un sonido, sólo tienen la forma prestada por tu mente, existiendo invisibles para el mundo aun cuando el mundo para ti lo integran. Vivir contigo quieres vida menos ajena que esta otra, donde placer y pena no sean accidentes encontrados, sino faces del alma que refleja el destino con la fidelidad trasmutadora de la imagen brotando en aguas quietas. Esperan tus recuerdos el sosiego exterior de los sentidos para llamarte o para ser llamados, como esperan las cuerdas en vihuela la mano de su dueño, la caricia diestra, que evoca los sonidos diáfanos, haciendo dulcemente de su poder latente, temblor, canto. Vuelto hacia ti prosigues el divagar enamorado de lo que fue tal como ser debiera, y así la vida pasas, morador de entresueños, por esas galerías donde a la luz más bella hace la sombra y donde a la memoria más pura hace el olvido. Si morir fuera esto, un recordar tranquilo de la vida, un contemplar sereno de las cosas, cuán dichosa la muerte, rescatando el pasado para soñarlo a solas cuando libre, para pensarlo tal presente eterno, como si un pensamiento valiese más que el mundo.
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El retraído
No, nada llega tarde, porque todas las cosas tienen su tiempo justo, como el trigo y las rosas; sólo que, a diferencia de la espiga y la flor, cualquier tiempo es el tiempo de que llegue el amor. No, amor no llegas tarde. Tu corazón y el mío saben secretamente que no hay amor tardío. Amor, a cualquier hora, cuando toca a una puerta, la toca desde adentro, porque ya estaba abierta. Y hay un amor valiente y hay un amor cobarde, pero, de cualquier modo, ninguno llega tarde. Amor, el niño loco de la loca sonrisa, viene con pasos lentos igual que viene aprisa; pero nadie está a salvo, nadie, si el niño loco lanza al azar su flecha, por divertirse un poco. Así ocurre que un niño travieso se divierte, y un hombre, un hombre triste, queda herido de muerte. Y más, cuando la flecha se le encona en la herida, porque lleva el veneno de una ilusión prohibida. Y el hombre arde en su llama de pasión, y arde, y arde, y ni siquiera entonces el amor llega tarde. No, yo no diré nunca qué noche de verano me estremeció la fiebre de tu mano en mi mano. No diré que esa noche que sólo a ti te digo se me encendió en la sangre lo que soñé contigo. No, no diré esas cosas, y, todavía menos, la delicia culpable de contemplar tus senos. Y no diré tampoco lo que vi en tu mirada, que era como la llave de una puerta cerrada. Nada más. No era el tiempo de la espiga y la flor, y ni siquiera entonces llegó tarde el amor.
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Balada del loco amor
Playa de la Roqueta: Sobre la piedra, contra la nube, Entre los aires estás, conmigo Que invisible respiro amor en torno tuyo. Mas no eres tú, sino tu imagen. Tu imagen de hace años, Hermosa como siempre, sobre el papel, hablándome, Aunque tan lejos yo, de ti tan lejos hoy En tiempo y en espacio. Pero en olvido no, porque al mirarla, Al contemplar tu imagen de aquel tiempo, Dentro de mí la hallo y lo revivo. Tu gracia y tu sonrisa, Compañeras en días a la distancia, vuelven Poderosas a mí, ahora que estoy, Como otras tantas veces Antes de conocerte, solo. Un plazo fijo tuvo Nuestro conocimiento y trato, como todo En la vida, y un día, uno cualquiera, Sin causa ni pretexto aparente, Nos dejamos de ver. ¿Lo presentiste? Yo sí, que siempre estuve presintiéndolo. La tentación me ronda De pensar, ¿para qué todo aquello: El tormento de amar, antiguo como el mundo, Que unos pocos instantes rescatar consiguen? Trabajos del amor perdidos. No. No reniegues de aquello, Al amor no perjures. Todo estuvo pagado, sí, todo bien pagado, Pero valió la pena, La pena del trabajo De amor, que a pensar ibas hoy perdido. En la hora de la muerte (Si puede el hombre para ella Hacer presagios, cálculos), Tu imagen a mi lado Acaso me sonría como hoy me ha sonreído, Iluminando este existir oscuro y apartado Con el amor, única luz del mundo.
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Epílogo
Laberintos, retruécanos, emblemas, helada y laboriosa nadería, fue para este jesuita la poesía, reducida por él a estratagemas. No hubo música en su alma; sólo un vano herbario de metáforas y argucias y la veneración de las astucias y el desdén de lo humano y sobrehumano. No lo movió la antigua voz de Homero ni esa, de plata y luna, de Virgilio; no vio al fatal Edipo en el exilio ni a Cristo que se muere en un madero. A las claras estrellas orientales que palidecen en la vasta aurora, apodó con palabra pecadora gallinas de los campos celestiales. Tan ignorante del amor divino como del otro que en las bocas arde, lo sorprendió la Pálida una tarde leyendo las estrofas del Marino. Su destino ulterior no está en la historia; librado a las mudanzas de la impura tumba el polvo que ayer fue su figura, el alma de Gracián entró en la gloria. ¿Qué habrá sentido al contemplar de frente los Arquetipos y los Esplendores? quizá lloró y se dijo: Vanamente busqué alimento en sombras y en errores. ¿Qué sucedió cuando el inexorable sol de Dios, La Verdad, mostró su fuego? Quizá la luz de Dios lo dejó ciego en mitad de la gloria interminable. Sé de otra conclusión. Dado a sus temas minúsculos, Gracián no vio la gloria y sigue resolviendo en la memoria laberintos, retruécanos y emblemas.
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Baltasar gracián
Noites de amor e canto suave de aves em manhas cristalinas, Nasci com o encanto de areias do mar sempre finas. A meus pais eu vou sempre agradecer, Com seu amor sempre viver... Quando eu nasci olhando o rio com olhos meios fechados, Senti o cheiro das flores dos meus antepassados, Grato a todos os seres que estavam ali para me ver nascer, Amando salgueiros do ribeiro que corre por correr... Quando eu nasci protegido por Deus e sua Igreja, Lirios campestres que a natureza sempre proteja. Alma divina que em minha vida logo entrou, Sorrir com inocência e carinho sim senhor, Tudo pelo desejo de DEUS criador. As estrelas do céu comigo estavam em harmonia, Ansiava viver, ver a luz do dia, Nasci para ser amor, vida, alegria... Nasci perdido nesses horizontes durienses avermelhados, Sem ideia do mundo, nem de todos os seres criados, Nem que havia uma eternidade onde iria regressar, Nasci para tudo amar e contemplar... Deus deu me o corpo para minha alma aperfeiçoar, Deus deu me tudo, a terra , o céu , o mar....
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Nov 26, 2020
Nov 26, 2020 at 3:48 AM UTC
Quando eu nasci...
Da noite para o dia, Tristeza ou alegria. Ser ou não fantasia, Pureza e ironia. O céu alaranjado, Um ser predestinado, Amores plantados, Odores bem cheirados. Deixo de ser eu, porque sou eu, Dando amor que não é meu. Vivo no mundo em que tudo se abraça, Ai vida que logo passa. Deixo de ser eu para as flores amar, O céu de noite contemplar. As coisas da vida parecem banais, Deixo de ser eu por amar a meus pais. Deixo de ser eu por ser grato, pois sou um eu no sentido nato. Deixo o meu eu no meio da natureza, pois sou o  eu com leveza. Eu até nem queria deixar de ser eu, Pois sendo eu eu, o mundo é teu. O  amor no meu eu sempre navegue, E eu com meu eu me entregue. Deixo de ser eu por ser um eu singular, Porque sendo eu tudo quero amar. Vejo um Deus grandioso que me enobrece, Deixo de ser eu quando o sol aparece. Deixo de ser eu vezes sem conta, o meu eu que na vida se encontra. Pois deixo de ser sempre eu, porque sou eu, No mundo que quer ser meu e teu. Victor Marques
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Jul 11, 2022
Jul 11, 2022 at 5:35 PM UTC
Deixo de ser eu, porque sou eu
Pareço estar destinado a um simples olhar, Com pureza singela que quis encontrar, Sem defesa para resistir a este fascínio, Que me faz ser homem e menino. A alma de outro ser me parece visitar, E comigo muito gostar de estar. A minha mente parece ser lida com verdade, Intuitivamente num tempo sem idade. Coisas boas são agora lembradas, Com propósitos, mas sem serem reveladas, Avassaladoras parecem até ser, Coisas que o mundo não pode perceber. Borboletas querem sempre aparecer, Com sol ou quando está a chover. O universo nos dá flores para contemplar, E nossa alma quer juntar. Victor Marques
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Jun 21, 2022
Jun 21, 2022 at 11:40 AM UTC
Alma de outro ser que parece me visitar
Apareceste aos pastorinhos na cova da Iria, Dia 13 de Maio ao meio dia. Pediste penitência e oração , Pela Rússia sua conversão. As apirações confirmadas no lugar de Valinhos, Lúcia,  Francisco e Jacinta , os três pastorinhos. Depois de rezar o terço não muito distante, Parecendo relâmpago,  era uma luz brilhante, As ovelhas pastavam num prado verdejante. Senhora tão iluminada que tudo clareia, Te mostras te em cima de uma azinheira. O mlagre do sol foi um fenómeno extraordinário, Pediste que todos te chamassem Senhora do Rosário. Os que tinham fé,  tudo conseguiram contemplar, Não foi preciso Jesus vir à terra novamente suas feridas mostrar. Pediste a consagração da Rússia ao seu coração Imaculado, Rezando o terço para nos livrar do pecado. Os anjos  da paz vieram dar luz à escuridão, Adorando e amando Deus na Sagrada Comunhão. Devemos viver em fé,  amor e esperança, Ser criança cândida e com inocência. Nossa Senhora és bendita e os Peregrinos te oferecem as mais belas flores, Em agradecimento pela vida,  todos nós pobres e humildes pecadores. Victor Marques
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May 2, 2023
May 2, 2023 at 10:39 AM UTC
SENHORA DO ROSÁRIO DE FÁTIMA
Es el hospicio, el viejo hospicio provinciano, el caserón ruinoso de ennegrecidas tejas en donde los vencejos anidan en verano y graznan en las noches de invierno las cornejas.       Con su frontón al Norte, entre los dos torreones de antigua fortaleza, el sórdido edificio de grietados muros y sucios paredones, es un rincón de sombra eterna. ¡El viejo hospicio!       Mientras el sol de enero su débil luz envía, su triste luz velada sobre los campos yermos, a un ventanuco asoman, al declinar el día, algunos rostros pálidos, atónitos y enfermos,       a contemplar los montes azules de la sierra; o, de los cielos blancos, como sobre una fosa, caer la blanca nieve sobre la fría tierra, ¡sobre la tierra fría la nieve silenciosa!...
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El hospicio