"coluna" poems
No meio da multidão e da sociedade corrompida.
Tudo que eu vejo é você.
Meus dedos se entrelaçam.
No horizonte de eventos da tristeza profunda, você me resgata apenas por existir.
Sinto o desespero da ansiedade sobrepor o sono dado da depressão e, como um tapa frio nas costas,
arranca minha coluna e a quebra como se fosse de vidro. Tudo que eu vejo é você.
Eu sinto meu estômago congelar e minha pele queimar como se fosse lepra.
E todo o desespero, tristeza e agonia, não fazem parte de mim quando me lembro do seu sorriso. É um rifle apontado pro meu peito.
Sep 5, 2012
Sep 5, 2012 at 10:25 PM UTC
a costela dele quebrada. mal podia ficar reto.
dela só se sabe que ficou impressionada quando ele se curou.
um momento rápido passou e ela percebeu que se sentava torta. e lembrou dele.
privilégio que os ossos dela estavam no lugar.
coluna, costela, fêmur. ainda jovens.
senti culpa e a vontade de escrever tudo isso. não se pode perder momentos de paz, onde normalmente se encontra o conformismo da decadência.
triste isso: só se sentir melhor quando se compara a algo pior.
frases curtas pois pensa que fala demais e às vezes acha que pensa demais, quase vomitando coisas que não deveria.
sim. sou eu. escrevo. que insegurança chata. vontade de falar pra todo mundo. era bem sobre isso que eu tava falando.
Oct 25, 2017
Oct 25, 2017 at 5:08 PM UTC