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"cinzento" poems
De que cor sopra hoje o teu vento e que sol o faz voar, Quais os caprichos do teu tempo que desdenham ao luar, Qual a cor das tuas pétalas que ao rubro quero provar, Um sabor e uma lembrança pra sempre eu vou recordar! Foi no brilho dos teus olhos e na tristeza do teu olhar, Foi as formas da tua face que me acolheram o despertar, Tantas outras tantas de voltas eu te quero a ti reencontrar, Provar de novo os teus beijos doces e me poder deliciar! Ouro fino cor de cetim para te cobrir e levar ao pé do mar, Jogar na areia todas as lembranças e poder ali te abraçar, Dar um aperto louco, quente e mouco no silêncio a te amar, Viver de novos todas as caricias dadas e poder fervilhar! Como eu voou de novo nos meus sonhos a te ver voar, Como me entrego na loucura que se apoderou como colar, Me dá voltas nas voltas mas me segura não vai estrangular, É preciso apenas acreditar que nada foi em vão e vai voltar! As saudades frescas a vontade mais forte de te vir a poder amar, Sejam esses os caminhos de dois seres que acreditaram nesse amar, Uma febre fresca, um alívio doce, um jeito sem força, apenas te amar! Autor: António Benigno Pelos caminhos do tempo pelas vontades do vento apenas gestos e palavras certas!
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:02 AM UTC
Se hoje o céu é cinzento
como num sobressalto, com os pés bem assentes no asfalto, lembro-me do teu cheiro, no meio deste nevoeiro sinto-me dentro do alheio, dentro do teu devaneio murmúrio o que cá está solto, tudo muito envolto sem capacidade de entendimento, c om a vista embrulhada no cinzento partilho dores, partilho ardores, partilho amores surpreendo-te unicamente e não ficas indiferente e assim mostra num som, num único tom de como intenso é amar, de como difícil é apaixonar não por uma pessoa nova, sem precisar de alguma prova mas sim por a especial e, aquela que de nada tem igual, traços únicos e puros como o som de acústico olho-te nos olhos brilhantes e amo-te sem variantes
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May 28, 2014
May 28, 2014 at 6:18 PM UTC
Ácido fúlvico de paixão consistente
Gotas de água atravessam-nos como setas cães raivosos perseguem-nos É tempo de viver Revolução Um ideal Música Prazer Dor Excessos Um passado Um tempo já sem vida Uma imagem de uma flor Uma ideia Uma só verdade Uma só palavra ( LIBERDADE ) Um Outono cinzento Uma pétala caída Uma cilada Uma mentira Um rio vermelho Uma face ensanguentada O renascer.
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Jul 21, 2014
Jul 21, 2014 at 3:24 PM UTC
liberdade
Não sou, nem sei se quero Ser ou saber. O dia não é comigo e só o sinto a ele Notando que não há muito que sentir Nem com que o fazer Não sou nada. Respiro E penso e sinto e não sou mas sei Não sabendo nada, sei Nem me assusto por isto Num planeta vazio cheio de luz Num dia cinzento e vazio Em que vivo em contradições Sem saber se vivo sequer. Se sou. Não sou. Não sou nada.
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Dec 6, 2016
Dec 6, 2016 at 3:10 PM UTC
contradições em setembro
Chávenas com café frio que sobrou da noite passada.´ Deixei os papéis amachucados meio rabiscados à entrada. E sinto um pouco de frio foi uma das meias que fugiu escondeu-se no fundo da cama. Ainda meio inconsciente o teu nome cruza o meu pensamento. Olho a janela e o dia está cinzento e a minha mão dormente.
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Nov 16, 2014
Nov 16, 2014 at 3:06 PM UTC
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