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"cidades" poems
Colhi a alma de tudo quanto toquei e em tudo quanto olhei larguei parte da minha o que me torna, hoje, aquilo que sou, o que me constrói e constitui são os outros e não eu. Os outros: as flores banhadas de orvalho, as árvores vestidas ou nuas, as paisagens das cidades que amei mais do que as pessoas com que as corri, as pessoas que amei e as que toquei apenas e aquelas que nem a tocar cheguei. Não sou já gente, se é que fui gente vez alguma! Será esta alma que trago maior que a minha? Serei eu, tão cheia de natureza, mais ou menos natural? Mas serei eu a alma que carrego sem que seja a minha, o conjunto de seres racionais por dentro de mim que me controlam o pensamento e, por vezes, o sentir ou o ser único e puro que sente de forma única e pura? Serei eu a união de tudo isso, do que me resta de mim, de quantas versões tenha de mim, e o que trago dos outros? Serei eu algo ou alguém sequer? Importa definir o ser?
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Oct 27, 2017
Oct 27, 2017 at 12:41 PM UTC
Colhi a Alma de Tudo Quanto Toquei
O Poeta que ama o Douro e suas enxadas…. Poeta perdido e sem vontade de caminhar, Um espelho branco que reflete um olhar. Ele se espanta com a beleza do rio, Verão de incêndios, muito quente e doentio. Palavras bonitas á floresta bem-amada, Fogueiras de gente tresloucada. O Poeta ama a montanha quando escreve, Alma pura como a neve. O Poeta partiu seu punho que ama as alcateias, Cidades, montes, vales e suas aldeias. O Poeta escreve sobre chamas apagadas, Ama o Douro e suas enxadas. Victor Marques
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Sep 3, 2013
Sep 3, 2013 at 12:36 PM UTC
O poeta ama o Douro e suas enxadas
Muitas são as cabeças que se agilizam em governar Portugal. Sim cabeças de políticos, que bem, ou mal formados nos encaminham no fracasso. Aquilo que é de todos e contributo de todos deveria ser nosso. Falo do Sistema Nacional de Saúde em primeiro, para o qual todos contribuímos e onde muitos dos que lá trabalham, optam por de uma necessidade populacional fazer uma fonte de rendimento. A seguir e porque também a mim me toca, justiça. Como pode ser possível que a justiça, solene e a segunda coisa mais importante da Constituição, esteja hoje nas mãos da comunicação social que diariamente condena e absolve tanta gente, cometendo diariamente vários crimes de devassa e nada lhes acontece. Infraestruturas de Portugal, redes viárias construídas com o dinheiro de todos nós e muitas delas exploradas por particulares. TAP, EDP, PT, Correios de Portugal, águas e outras instituições privatizadas que hoje só esvaziam os nossos bolsos. Em tempos Portugal era mais que um retângulo ao largo da península ibérica, era o Brasil, Angola, Moçambique, Guiné, Timor, Macau e muito mais ainda foi derretido nas mãos de quem as teve. Cá dentro, apesar de pequenos hoje, Portugueses julgam-se os que vivem em cidades grandes e o interior cada vez mais é esquecidos e despovoado, onde os Portugueses que lá vivem apenas servem para pagar impostos, e no resto cada vez mais esquecidos, até o direito há saúde tem horário para se estar doente. Caros senhores do poder, se querem que o interior do país não seja habitado mas sim esquecido, entreguem aos espanhóis o que lhes foi tirado tal como fizeram quando entregaram Macau há China, talvez assim as pessoas que lá vivem consigam sentir-se como pertencendo a um país . Chega de arruinar a vida de quem trabalha e vangloriarem-se com a epidemia de gente que quer morrer, com a pandeleiragem e a prostituição humana que nos assola diariamente por nossas casas a dentro e nos chegam pela TV desde manhã cedo. Basta de maus costumes e má gente. António Benigno Codigo Activista 2018.06.04.01.06.2050
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Jun 4, 2018
Jun 4, 2018 at 4:52 PM UTC
Portugal Melhor
Muitas são as cabeças que se agilizam em governar Portugal. Sim cabeças de políticos, que bem, ou mal formados nos encaminham no fracasso. Aquilo que é de todos e contributo de todos deveria ser nosso. Falo do Sistema Nacional de Saúde em primeiro, para o qual todos contribuímos e onde muitos dos que lá trabalham, optam por de uma necessidade populacional fazer uma fonte de rendimento. A seguir e porque também a mim me toca, justiça. Como pode ser possível que a justiça, solene e a segunda coisa mais importante da Constituição, esteja hoje nas mãos da comunicação social que diariamente condena e absolve tanta gente, cometendo diariamente vários crimes de devassa e nada lhes acontece. Infraestruturas de Portugal, redes viárias construídas com o dinheiro de todos nós e muitas delas exploradas por particulares. TAP, EDP, PT, Correios de Portugal, águas e outras instituições privatizadas que hoje só esvaziam os nossos bolsos. Em tempos Portugal era mais que um retângulo ao largo da península ibérica, era o Brasil, Angola, Moçambique, Guiné, Timor, Macau e muito mais ainda foi derretido nas mãos de quem as teve. Cá dentro, apesar de pequenos hoje, Portugueses julgam-se os que vivem em cidades grandes e o interior cada vez mais é esquecidos e despovoado, onde os Portugueses que lá vivem apenas servem para pagar impostos, e no resto cada vez mais esquecidos, até o direito há saúde tem horário para se estar doente. Caros senhores do poder, se querem que o interior do país não seja habitado mas sim esquecido, entreguem aos espanhóis o que lhes foi tirado tal como fizeram quando entregaram Macau há China, talvez assim as pessoas que lá vivem consigam sentir-se como pertencendo a um país . Chega de arruinar a vida de quem trabalha e vangloriarem-se com a epidemia de gente que quer morrer, com a pandeleiragem e a prostituição humana que nos assola diariamente por nossas casas a dentro e nos chegam pela TV desde manhã cedo. Basta de maus costumes e má gente. António Benigno Codigo Activista 2018.06.04.01.06.2050
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as ruas do coração dela estavam desertos ela não tinha nada para ajudar cidades que ela não tinha visto ela estava sozinha mas as cidades, eles chamaram o nome dela.
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Feb 15, 2019
Feb 15, 2019 at 11:39 AM UTC
preterito imperfeito