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"chora" poems
Bohat dukh hay ke tumne mujhe chora Bohat dukh hay ke tumne mujhe apna na samjha Bohat ghussa hay ke tumne mujhe chora Bohat ghussa hay ke tumne mujhe apna na samjha Mere Paas to is dukh ko baatne ke liye bhi koi nahi Mere Paas to aisa bhi koi nahi jispe apna ghussa nikalun Ekk tum he to thi Jisse apna har gham baat ta Tha mein Ekk tum he to thi Jisse baat karke Mera ghussa Kam Hota Tha Tumhe to mene wo wo batein bataayn Jo kisi se keh nahi sakta Tumpe to mene itna bharosa Kiya jitna kisi pe Kar nahi sakta Apna saara dukh in alfazon pe nikalta *** mein Andaza lagao Meri bebasi ka Andaza lagao mere akele pan ka Apna ghussa in lafzon ke zariye Kam karta *** ab Aakhir kab tak likhta rahun ga ye sab apne gham aur Apne ghusse ko mitane ke liye Aakhir kab tak Kabhi to mujhe sache Dil se samjha Hota Sirf tumhare liye to jeeraha Tha mein Sirf tumhare liye to ye Dil Tha zinda Sirf tumhare liye to ye saansen chalrahi thein Abto apne apse nafrat hogayi hay Ye zindagi bojh bangayi hay Meri kismat mein Aakhir kyun thi itni bezaari Aakhir kyun Tha mein itna badkismat Aakhir kyun
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Dec 11, 2017
Dec 11, 2017 at 11:45 AM UTC
Bohat dukh hay
Meri zindgi meri har khushi meri chahten, tm he to thay mje tm he say muhabbat thee tm he to meri jan thay koi bta day tm ko b k tm ** ab tk na-ashna tm nay mje tora hae mera dil kahan tm nay chora hae mje tm nay chorna he tha to! q mje tm nae chaha tha! q mje tm nay jana tha! main aj kahay deti hn tm ko main ab bhool jaon ge tm ko kbi na staaon ge kbi main yad na aon ge tm thay meri zindgi muhabbat ki thee tm say he aj kahay deti hn main ab tm say mjko ** gye nfrat tm say muhabbat khtm hui toot gaye sb naate rishte dil say kahay deti hn main ab lay li jga nfrat nay.. Muhabbat kho gye kahen..
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Feb 4, 2015
Feb 4, 2015 at 6:38 AM UTC
Aansu
A beleza do mar… Numa praia estou á beira do mar, Vejo gaivotas a voar. Sozinho e cheio de areias, Avisto golfinhos e sereias. A noite é sedutora, Pergunta tu a alguém, Não tenho ninguém, O mar também chora. As ondas, as conchas e o mar azul, Imensidão, e eterno infinito, Cântico do velho Saul… Estou perdido, não existo! É Maravilhoso e mesmo bom, As ondas tem seu tom, As algas marinhas, Esverdeadas como vinhas. Oh…tormento de corações, Vaguear nas ilusões… OH …MAR …terno amigo, ÉS parecido comigo. Victor Marques
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Jun 29, 2010
Jun 29, 2010 at 2:42 AM UTC
A beleza do Mar
Devoção a Deus que sempre ama Rouxinóis com penas diferentes, Papoilas e cores de encantar. Olhares de ateus e crentes, Janelas se abrem sem parar. Devoção a Deus que sempre ama, Todo nu e uma cama. Solitário e labirinto vivido, Sonho do Deus rejuvenescido. Riqueza e fama, Deus sem glória, Coração meu que por vezes chora. Salgueiros dum ribeiro maltratado, Destino, Deus e fado. Victor Marques
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Nov 7, 2011
Nov 7, 2011 at 1:44 PM UTC
Devoção a Deus que sempre ama
O Emigrante Português Partes e deixas tua terra Natal, O teu mundo é Portugal. Deixas família também, Partes sem ninguém. Emigrante meu descendente, És sempre um navegante, Todos se orgulham de ser Português, Feitos heróicos que seu povo fez. Trabalhas noite e dia, A tua revolta se esvazia. Por estranha que até pareça, O lume da fogueira que te aqueça. Esforço e muito suor, Vaso cheio de amor, Lágrimas que alguém chora, Saudades que não vão embora. Victor Marques
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Dec 14, 2011
Dec 14, 2011 at 10:50 AM UTC
Emigrante Português
Quem tem coragem de amar não faz chorar, Porque amar é lindo, se se souber amar! Amar é procurar sonhos e descobrir virtudes, Quem ama procura consertar defeitos! Quem ama não desiste nem põem defeitos! Porque quem ama é cego, e corrige por amor! Quem ama não nos recebe com desdém, Nem chora por dentro quando nos vê! Quem ama, procura o que une esse amor. Quem ama, não fica há espera e vai atrás! Quem nunca amou deve ter muito amor, Porque o amor faz bem ao coração! A frieza só trás tristeza, torna-te vazio, Sem força, sem sonho, sem objetivos! Autor: António Benigno Código de autor: 2012.02.12.01.03
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Aug 30, 2013
Aug 30, 2013 at 1:58 PM UTC
Amor
Choras os dias passados Tolo projeto de homem novo? Descanse seguro de que aquele que o olha Não vê o que se move em teus miolos. Vista tua casca grossa, raivosa Todos os dias Religiosamente E saia, por favor Saia. Com um fogo fátuo nos olhos, mire a si mesmo nos reflexos Mire os olhos dos outros Seduza-os Mas deixe-os Afinal quando fechas os teus Tudo o que vês são dias passados Poeira que lhe incita muito mais que espirros Calma, vista tua casca grossa Relaxa, canta. E volta pra casa Olha as estrelas A noite é só tua Respira Corre Chora Chora toda a tua crueldade E vista, amanhã, tua casca grossa. Raivosa.
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Sep 27, 2014
Sep 27, 2014 at 4:58 AM UTC
Caixa verde poeirenta
Te amar sempre… A terra, o céu e o mar, O teu terno olhar. O teu calor sufocante, Te amar hoje, sempre! A ousadia de bem querer… A tristeza de não te ter. O horizonte nunca é pleno, Não te tenho, mas te amo. A água salgada chora por ti, O douro Sonolento por mim. Não sinto teu beijo, teu odor… Amor, meu eterno …amor. Victor Marques
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Dec 12, 2009
Dec 12, 2009 at 6:38 AM UTC
Te amar sempre
AMOR DE MULHER Azul do mar que o amor sabe amar, Lua com magia purificadora. Estrelas que brilham na subtileza do olhar, Nuvens brancas que envolvem sentimento. Carinhos que purificam a dor, Lençóis ao vento para secar. Ribeiro que corre sem corrente, Água cristalina, redentora. Amor para sempre…. Escrito nos olhos, na boca, Beijo que alguém quer, Flores abertas com desejos, Pintado o amor de mulher, Sem sentido ele impera, Aromas de uma quimera, Madrugada que se ignora, Mulher que não chora. Victor Marques
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Dec 9, 2011
Dec 9, 2011 at 8:37 AM UTC
Amor de Mulher
Deus ama… Passarinhos em prados verdejantes, Papoilas, cores de encantar. Olhares de ateus e crentes, Janelas de par em par. A minúcia de ter sentido, Ser sempre perdido. Devoção a Deus que ama, A linda açucena. Riqueza e glória, Deus por ti chora. Amor adocicado, Destino e fado. Victor Marques
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Nov 29, 2011
Nov 29, 2011 at 1:58 PM UTC
Deus Ama
Observo-te como observo a lua Cobiçando o inalcançável Esperando por um triunfo Onde o fracasso já foi fadado. Um vislumbre de suas emoções Mil caminhos a considerar Tais suposições me enlouquecem Me chamando para dançar. De mim as ações não tomam formas Parada na pista de dança a observar Um corpo separado da mente Chora silenciosamente a luz do luar. Platonicamente o mundo gira Nossas vidas se entrelaçam E juntas traçam Um futuro indigno Ouvindo outros gritos no espaço. Guiada pelo medo Com as estrelas a me chamar Sussurrando-me a possibilidade De nossas estrelas estarem juntas A brilhar. A mente grita não A mente grita sim Em um mundo de sonhos Esperando da realidade O estopim.
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Nov 7, 2016
Nov 7, 2016 at 6:50 PM UTC
Perseguida por estrelas
Você me deu tantos sustos Que agora a realidade parece confusa E eu não sei o que sentir É uma angústia, um novelo de lã que usavas para tricotar minhas toucas Enforcando meu peito. Teu amor me aquece nesse inverno tão gelado E a única promessa que te garanto é de sempre levar meus casacos Pois sei que deu que fará frio na televisão. A lembrança do teu toque e cheiro são tão vividos Será que irão embora contigo com o tempo? Ou ao menos isso deixarás para mim? Tem um potinho do teu molho de macarrão no congelador E tantas fotos suas com um grande sorriso nos álbuns lá da sala de casa Não consigo acabar esse poema As forças que tinha usei tentando colocar o pé fora de casa Acabaram nos meus olhos vislumbrando a janela. Vi um mundo vivendo Pessoas passando igual a antes Seguindo em frente E ninguém está de preto. Ninguém chora. Ninguém sente o que eu sinto. Porque não te conheceram Aí dessas pessoas infelizes Que não provaram do teu carinho Do teu amor Aí dessas pessoas infelizes que vivem e passam Enquanto eu não aguento viver nesse mundo sem você. As lágrimas me consomem E eu nem tenho mais lágrimas para chorar.
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Dec 2, 2016
Dec 2, 2016 at 7:24 AM UTC
Luto Para Viver Mais um Dia
I'll meet you at the footbridge of my heart Beloved Sai Krishna Sleep has abandoned me Amrit is flowing my heart too full white moon comes in sweet waves Lotus blossoms open shyly Silver swans glide past peacocks robed in mermaid blue Chitta Chora We'll light puja lamps and set them afloat like a million twinkling stars on the Ganges
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Jun 10, 2018
Jun 10, 2018 at 9:28 AM UTC
Red Bridge to Heaven
A gente escreve pra afogar o que sente, E enquanto escreve, chora, ri ou bebe. Nem sempre é de amor, As vezes é dor. E as vezes, poucas vezes, É só necessidade da alma. Nem sempre é sobre a gente, As vezes é mais do outro mesmo. Tem vezes que a gente escreve, lê e chora. E as vezes nem compreende. E isso é saber ou não usar a palavra?
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Jul 16, 2016
Jul 16, 2016 at 11:28 PM UTC
O que poetas (ou não) escrevem
A bruma carnívora e ameaçadora Enreda cousas furiosas, degrada os rios Em histerismo tortuoso dos campos sombrios No relógio que encrava a besta afora O sangue regela, crânio funéreo estoura Entoando cânticos gemedores aos navios Retumba meus cabelos em ais bravios Como cristal, febril, uma vigília fria e aterradora Vazeia o corpo anêmico morto sob rapistro Aos paradoxais lábios, bela vastidão complexa Docemente sangra e chora ferida ao medo Ó eterna! Esbravejando um fulgor sinistro Na dualidade catastrófica da quimera desconexa Falta às florestas como fruto que desvai cedo
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Aug 30, 2018
Aug 30, 2018 at 12:32 AM UTC
Lívida
Minha alma triste Chora versos Versos de um poeta morto Esquecido após o pôr do Sol O sangue escorre Ao invés de saliva Isso, e uma vida A morte e o dia Andando de mãos dadas Na relva fria Da madrugada Eu estava de partida
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Apr 20, 2014
Apr 20, 2014 at 7:42 PM UTC
De partida
Meia-noite, lá fora, sob um céu púrpura, o mocho pia à lua cheia. No castelo, uma porta de pinho, cujo verniz pereceu ao avançar das eras, range como quem chora por uma juventude consumida, e uma voz cavernosa diz:
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Jul 21, 2014
Jul 21, 2014 at 2:34 PM UTC
o castelo
Sem sabermos bem o que é o destino, Sem sabermos se é  profano ou divino. Parece ter ordem cósmica ou sobrenatural, Destino que parece efémero  e fatal. Ninguém a ele pode escapar, Nem dele se pode livrar. Parece ser um dever cumprido, Dum sonho passado, vivido. O destino existe e nunca é conhecido, Parece ser porto sem abrigo. O homem nasce com tudo predestinado, Seja no amor, na morte, no pecado. Parece estar em sintonia com o Deus criador, Um ser supremo feito de  paz e amor. Criaturas transcendentais repletas de luz, Te enfeitiçam com o destino que  seduz. Destino da criança que chora sem razão, Respiramos com a brisa a bater no coração. Entusiasmo com o espelho da vidraça, Destino que tudo conforta e abraça. Victor Marques
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Jul 21, 2022
Jul 21, 2022 at 5:41 PM UTC
Destino
Chegando à junção da vida Calculando a disponibilidade, indisponibilidade A mente está transtornada O que queria e o que conseguiu? Bem no fundo daquela dor A frustração está o tempo todo. As esperanças são devastadas sob a roda da fortuna Então a vida chora por aí Recebimento de busca e não busca Cercou o pátio da vida.
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Apr 24, 2021
Apr 24, 2021 at 7:08 PM UTC
Junção da vida (Portuguese)
Já fomos poeira do mesmo lugar Pousada calmamente junto ao mar. Sufoca-me o vento que nos quer levar, E este pobre pó estrelar, Sem força suficiente para ficar, Chora sem braços onde se agarrar. Implora-te que me guardes num olhar, E assim voamos eternamente, Sem qualquer noção de ver desaparecer Lá ao longe, o nosso lar. Já fomos breves e inconstantes, Pequenas rochas cobertas de diamantes. Não quisemos saber do nosso valor, E quando o número não interessa, Qualquer fruto neste peito vira flor. Mas que som é este Que me enche de terror?! Ah! É a minha linda borboleta, Bate as asas e só ouço dor. Pousa em mim… Mas sentirá ela este calor? Levanta voo… Sem se recordar da minha cor. Perco-a em ti, Mas não me perco de todo este esplendor. Já fomos canto de pássaro na madrugada, Criança que corre sem ligar à roupa manchada. E de mãos dadas pela estrada, Brincámos nas infinitas ruas desta cruzada. Sorriste-me sem ligar a nada, Como qualquer criança louca, E atrapalhada Tropeças em mim… E deitas abaixo cada fachada, Pois como nego ao coração Que estou, agora, aprisionada? Já fomos a folha verde no outono Que caiu e não voltou. Cada onda que rebentou no rochedo Desvendou-te logo quem eu sou. Quis ser concha para ti, Presente que o mar traz. Mas sou fogo que arde aqui E destrói tudo o que é capaz. Consumo-te e inalo-te em mim, A droga mais pura e eficaz. E sobram as cinzas derramadas no jardim, Memórias da alma que lá jaz.
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Mar 3, 2022
Mar 3, 2022 at 2:51 PM UTC
Fomos tudo o que nos disseram que não podíamos ser