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"burguesia" poems
A correnteza espalha as lágrimas rio abaixo Aglomeradas, tornam-se banais Ninguém vê, liga a TV Outra hora a gente se vê. Misturadas, ainda estão lá Cada vez, mais e mais Acostumadas, satisfaz Invisíveis não perturbam nossa paz. Deixe que o rio leve São muitas para se importar Combinado, ninguém cede Como a burguesia e a plebe.
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Nov 7, 2016
Nov 7, 2016 at 5:50 PM UTC
Apenas água