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"bons" poems
A Nossa Existência como seres humanos       Nascemos em qualquer lugar e somos filhos de quem quer por amor ou desejo simplesmente de procriar ou prazer puro. Não engrandece ou diminui a nossa natureza de seres humanos que nascendo por amor ou não! A partir deste início comprometedor existimos para gáudio de uns ou tristeza de outros. Milhões de células se uniram para fazer nascer seres nossos semelhantes com qualidades e defeitos que de uma maneira ou outra vão tentar sobreviver numa sociedade desproporcional e incapaz de controlar: os devaneios, crises, empreendimentos, crimes, loucuras de uma sociedade débil e moribunda. Mas humanos resistem com paixão, inteligência e idealismo puro para tentar combater: a fome, guerra e construir muros de paz. Sim com consciência temos homens que labutam por um mundo melhor e uma sociedade que fomente uma existência menos penosa e permita uma recompensa para a outra vida mais conveniente e digna.       Todos nós temos direito à abundância de coisas boas nesta vida. O universo é totalmente gratuito para todos com uma harmoniosa junção de todos os fenómenos temporais que durante as estações de ano se manifestam na perfeição em sinfonias elaboradas por Deus eterno, infinito e Senhor. Deus nós ama feliz com uma amor intemporal e manifesto no amor de Jesus por todos nós. Com sua morte na cruz e sua Ressurreição exaltou os homens bons a viver com amor e por amor ao seu semelhante.      Vivemos num sociedade global e intransigente em que os seres humanos coabitam nos mais diversos lugares. A nossa existência como seres será leal e justa se dermos todos as mãos uns aos outros e fazer algo nesta terra que nós faça orgulhar muito mais tarde no Céu. A nossa existência como seres humanos deixava de ser importante se não houvesse uma recompensa por tudo que divinamente o homem bom faz nesta vida terrena. Deus com sua infinita bondade disse ao homem para se multiplicar e difundir seu imaculado amor e ditou suas leis universais baseadas numa fé irracional e num amor de coração.                  Cabe a todo o ser humano justificar a sua existência com um amor inadiável a todos os seus semelhantes. Através da escrita e com tudo que Deus criador me deu não passa um dia nesta minha vida de passagem sem lhe agradecer por minha existência e por este planeta terra maravilhoso em todos os continentes e latitudes. Abraço amigo Victor Marques
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Jan 7, 2014
Jan 7, 2014 at 10:25 AM UTC
A nossa existência como seres humanos
A Nossa Existência como seres humanos       Nascemos em qualquer lugar e somos filhos de quem quer por amor ou desejo simplesmente de procriar ou prazer puro. Não engrandece ou diminui a nossa natureza de seres humanos que nascendo por amor ou não! A partir deste início comprometedor existimos para gáudio de uns ou tristeza de outros. Milhões de células se uniram para fazer nascer seres nossos semelhantes com qualidades e defeitos que de uma maneira ou outra vão tentar sobreviver numa sociedade desproporcional e incapaz de controlar: os devaneios, crises, empreendimentos, crimes, loucuras de uma sociedade débil e moribunda. Mas humanos resistem com paixão, inteligência e idealismo puro para tentar combater: a fome, guerra e construir muros de paz. Sim com consciência temos homens que labutam por um mundo melhor e uma sociedade que fomente uma existência menos penosa e permita uma recompensa para a outra vida mais conveniente e digna.       Todos nós temos direito à abundância de coisas boas nesta vida. O universo é totalmente gratuito para todos com uma harmoniosa junção de todos os fenómenos temporais que durante as estações de ano se manifestam na perfeição em sinfonias elaboradas por Deus eterno, infinito e Senhor. Deus nós ama feliz com uma amor intemporal e manifesto no amor de Jesus por todos nós. Com sua morte na cruz e sua Ressurreição exaltou os homens bons a viver com amor e por amor ao seu semelhante.      Vivemos num sociedade global e intransigente em que os seres humanos coabitam nos mais diversos lugares. A nossa existência como seres será leal e justa se dermos todos as mãos uns aos outros e fazer algo nesta terra que nós faça orgulhar muito mais tarde no Céu. A nossa existência como seres humanos deixava de ser importante se não houvesse uma recompensa por tudo que divinamente o homem bom faz nesta vida terrena. Deus com sua infinita bondade disse ao homem para se multiplicar e difundir seu imaculado amor e ditou suas leis universais baseadas numa fé irracional e num amor de coração.                  Cabe a todo o ser humano justificar a sua existência com um amor inadiável a todos os seus semelhantes. Através da escrita e com tudo que Deus criador me deu não passa um dia nesta minha vida de passagem sem lhe agradecer por minha existência e por este planeta terra maravilhoso em todos os continentes e latitudes. Abraço amigo Victor Marques
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Les portes des églises et celles des écoles sont fermées. Aucune personne décente n'est en effet dans les rues, Où l'on voit que des crimes abjects et des horribles abus. Plusieurs pare-brises sont brisés par des pierres mal lancées. La violence pleut dans les rues et dans les corridors; On ne voit ni les chiens, ni les chats en dehors. Des maigres oiseaux, sur les branches, avec dédain et stupeur, Regardent plusieurs voyous et charlatans au visage masqué. C'est triste de constater ces crimes odieux. Quelle horreur! Il y a une guerre hostile? On se demande quel parti va gagner? On peut entendre la voix venue d'un vieillard de quelques parts Qui crie faiblement: « Nous sommes tous des pauvres victimes, Des clochards, qui se suicident pour des politiciens, pour des avares. » Pas trop **** on peut voir une femme folle avec un ami intime, Tous deux en haillons. C'est une image de cauchemar qui prouve Que le pays est devenu un enfer sur la terre. A la radio, on dit Que quelques bateaux de la Marine Américaine se trouvent Dans la rade. Qu'est qu'ils font sur notre territoire? On fuit Ou on ne fuit pas? On n'en peut pas. Tout le monde est en prison. La violence neige de sang dans les rues d'un pays tropical, où la peur Règne. Les enfants n'osent pas aller jouer dans les rues, où la terreur Siffle comme des serpents, comme les mitraillettes des démons. Aucune guerre n'est civile et celle d'un même peuple est aussi violente Et diabolique. Mon Dieu, les choses vont très mal dans les rues avoisinantes. La violence pleut et tout le monde pleure. Les sinistrés sont partout aux abois. On attend l'arrivée des bons anges qui viendront peut-être dans quelques mois. Copyright © Juin 2019, Hébert Logerie, Tous droits réservés. Hébert Logerie est l'auteur de plusieurs recueils de poésie. Tuesday, June 18, 2019
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Sep 11, 2025
Sep 11, 2025 at 1:12 AM UTC
La Violence Pleut Dans Les Rues
Les portes des églises et celles des écoles sont fermées. Aucune personne décente n'est en effet dans les rues, Où l'on voit que des crimes abjects et des horribles abus. Plusieurs pare-brises sont brisés par des pierres mal lancées. La violence pleut dans les rues et dans les corridors; On ne voit ni les chiens, ni les chats en dehors. Des maigres oiseaux, sur les branches, avec dédain et stupeur, Regardent plusieurs voyous et charlatans au visage masqué. C'est triste de constater ces crimes odieux. Quelle horreur! Il y a une guerre hostile? On se demande quel parti va gagner? On peut entendre la voix venue d'un vieillard de quelques parts Qui crie faiblement: « Nous sommes tous des pauvres victimes, Des clochards, qui se suicident pour des politiciens, pour des avares. » Pas trop **** on peut voir une femme folle avec un ami intime, Tous deux en haillons. C'est une image de cauchemar qui prouve Que le pays est devenu un enfer sur la terre. A la radio, on dit Que quelques bateaux de la Marine Américaine se trouvent Dans la rade. Qu'est qu'ils font sur notre territoire? On fuit Ou on ne fuit pas? On n'en peut pas. Tout le monde est en prison. La violence neige de sang dans les rues d'un pays tropical, où la peur Règne. Les enfants n'osent pas aller jouer dans les rues, où la terreur Siffle comme des serpents, comme les mitraillettes des démons. Aucune guerre n'est civile et celle d'un même peuple est aussi violente Et diabolique. Mon Dieu, les choses vont très mal dans les rues avoisinantes. La violence pleut et tout le monde pleure. Les sinistrés sont partout aux abois. On attend l'arrivée des bons anges qui viendront peut-être dans quelques mois. Copyright © Juin 2019, Hébert Logerie, Tous droits réservés. Hébert Logerie est l'auteur de plusieurs recueils de poésie. Tuesday, June 18, 2019
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at the fete du bons vieux temps - Cahokia, Illinois White clouds of rosin dust Flew off Geoff's fiddle strings As his earth dance Soared above the pulsing Of friends on bass and guitar. Tuniced men bowed To their bonneted ladies Bedecked in colonial frocks. In turn each pair sashayed Down and up the line, Whirled and laced their way Through outstretched hands Of family, friends and neighbors Shaping an arch at line's end For all the rest to pass beneath. All across our country's timescape Countless bridal pairs Have sealed their sacraments Spinning in the whirlwind Of the Virginia Reel - With each interclasping of arms A blessing upon their unions. Geoff lifted his bow from the strings, And bowed with his band to receive The applause rippling the air Like the patter of ancestral rain Nourishing the sweet soil Of our common earthly essence. February, 2007
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Aug 22, 2013
Aug 22, 2013 at 3:52 PM UTC
Virginia Reel
"Preciso de ti! Não partas e não deixe-me partir; Me enterre aqui ao teu lado, senta comigo e vê as horas a passar; O céu se encontra entre o azul e o mar, ambos claros, a fadar; Preciso hoje mesmo a cor dos teus lábios encontrar, pois meus lábios incolores, precisam do toque dos seus para se pintar e num beijo cor de rosa arrepiarem-se. Preciso hoje mesmo a luz dos teus olhos, pois meus olhos apagados e congelados precisam brilhar, e num só encontro de nossos olhos, num feixe enorme entrelaçarem-se. Preciso hoje mesmo das tuas mãos para aconchegar-me, meu corpo, alma e coração sem vida precisar do seu calor para reanimarem-se, e num fogo a mil bons tons entregarem-se. Ah amor, seu toque almejo e entre mil desejos só quero amar-te; Nenhuma riqueza paga a felicidade do meu coração ao apaixonar-se. Deus posso viver na pobreza, sem nenhuma grandeza se puder amar-te! E a vida lentamente, ao seu lado ardente, irei trilhar-me. Pois cada parte minha e cada parte sua, nunca estarão completas, se não juntarem-se."
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Oct 5, 2012
Oct 5, 2012 at 10:40 PM UTC
Pela Luz dos Olhos Teus (Quase uma homenagem sincera)
l'eau doucemment coule, On est positif ou nule? les fruits sont déjá cueillis, Les souvenirs de bons amis. Une bague d'or, Des sacrifices d'un prisonnier fort, Les raisins déjà mûrs, Amour, mon amour. Les feuilles des vignes qui tomberont, L'automme doux comme la chanson, Nous sommes des enfants du nord, Chaqu'un á son sort. Les hirondelles ne sont pas là... Les enfants qui pleurent sans papas, Les champs sont trés jaunes, L'opera e son fantôme... Victor Marques 1991
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Dec 14, 2009
Dec 14, 2009 at 8:19 AM UTC
LES ENFANTS DU NORD ET L'AUTOMME
Sonnet. Je m'en allais, les poings dans mes poches crevées ; Mon paletot aussi devenait idéal ; J'allais sous le ciel, Muse ! et j'étais ton féal ; Oh ! là ! là ! que d'amours splendides j'ai rêvées ! Mon unique culotte avait un large trou. - Petit-Poucet rêveur, j'égrenais dans ma course Des rimes. Mon auberge était à la Grande-Ourse. - Mes étoiles au ciel avaient un doux frou-frou Et je les écoutais, assis au bord des routes, Ces bons soirs de septembre où je sentais des gouttes De rosée à mon front, comme un vin de vigueur ; Où, rimant au milieu des ombres fantastiques, Comme des lyres, je tirais les élastiques De mes souliers blessés, un pied près de mon coeur !
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Ma bohème
Bouazizi, conduisant l’avion simple roue, S’aperçoit de ces flics et entend leur sifflet. Il songe à s’en voler, ce garçon maigrelet, Craignant se retrouver bientôt sous les verrous. Hélas ! il ne peut pas. Il pense sur le coup Qu’ils seraient plus rapides ou bien que ses bons fruits, Légumes et L'avion seraient vite détruits Après son escapade, alors que d’aucun coup Ou vol quoique ce soit il ne serait chargé. Où est ce qu’il trouverait de quoi faire et manger ? Le sang froid garde-t-il, sachant que nulle part Il n’y aurait de refuge : chez eux il y a la faim, Des tortures, et chez lui il serait sans rempart. Il attend ou le fouet ou aux douleurs la fin.
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Aug 21, 2013
Aug 21, 2013 at 4:06 AM UTC
L’avion de bouazizi
Après nos bons coups, ca se rend a un fin, on se rend a la fin de la route, le temps on a eu ensemble te dits rien, je me demande si on pourrait s'aimer, maintenant que je suis des miliers de km de toi, maintenant on n'a que se demander, c'est tu encore toi et moi? Je sais que j'ai pas pris avantage de notre temps emsemble, je sais que je dois être sages, pour attendre a la prochaine fois, suis je capable? ou trouvera tout quel qu'un d'autre? Un jour on va s'aimer encore, et non maintenant il faut juste avoir un peu d'espoir
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Jul 26, 2012
Jul 26, 2012 at 1:10 PM UTC
on va encore s'aimer?
I On n'est pas sérieux, quand on a dix-sept ans. - Un beau soir, foin des bocks et de la limonade, Des cafés tapageurs aux lustres éclatants ! - On va sous les tilleuls verts de la promenade. Les tilleuls sentent bon dans les bons soirs de juin ! L'air est parfois si doux, qu'on ferme la paupière ; Le vent chargé de bruits - la ville n'est pas **** - A des parfums de vigne et des parfums de bière... II - Voilà qu'on aperçoit un tout petit chiffon D'azur sombre, encadré d'une petite branche, Piqué d'une mauvaise étoile, qui se fond Avec de doux frissons, petite et toute blanche... Nuit de juin ! Dix-sept ans ! - On se laisse griser. La sève est du champagne et vous monte à la tête... On divague ; on se sent aux lèvres un baiser Qui palpite là, comme une petite bête... III Le coeur fou robinsonne à travers les romans, - Lorsque, dans la clarté d'un pâle réverbère, Passe une demoiselle aux petits airs charmants, Sous l'ombre du faux col effrayant de son père... Et, comme elle vous trouve immensément naïf, Tout en faisant trotter ses petites bottines, Elle se tourne, alerte et d'un mouvement vif... - Sur vos lèvres alors meurent les cavatines... IV Vous êtes amoureux. Loué jusqu'au mois d'août. Vous êtes amoureux. - Vos sonnets La font rire. Tous vos amis s'en vont, vous êtes mauvais goût. - Puis l'adorée, un soir, a daigné vous écrire !... - Ce soir-là..., - vous rentrez aux cafés éclatants, Vous demandez des bocks ou de la limonade... - On n'est pas sérieux, quand on a dix-sept ans Et qu'on a des tilleuls verts sur la promenade.
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Roman
I On n'est pas sérieux, quand on a dix-sept ans. - Un beau soir, foin des bocks et de la limonade, Des cafés tapageurs aux lustres éclatants ! - On va sous les tilleuls verts de la promenade. Les tilleuls sentent bon dans les bons soirs de juin ! L'air est parfois si doux, qu'on ferme la paupière ; Le vent chargé de bruits - la ville n'est pas **** - A des parfums de vigne et des parfums de bière... II - Voilà qu'on aperçoit un tout petit chiffon D'azur sombre, encadré d'une petite branche, Piqué d'une mauvaise étoile, qui se fond Avec de doux frissons, petite et toute blanche... Nuit de juin ! Dix-sept ans ! - On se laisse griser. La sève est du champagne et vous monte à la tête... On divague ; on se sent aux lèvres un baiser Qui palpite là, comme une petite bête... III Le coeur fou robinsonne à travers les romans, - Lorsque, dans la clarté d'un pâle réverbère, Passe une demoiselle aux petits airs charmants, Sous l'ombre du faux col effrayant de son père... Et, comme elle vous trouve immensément naïf, Tout en faisant trotter ses petites bottines, Elle se tourne, alerte et d'un mouvement vif... - Sur vos lèvres alors meurent les cavatines... IV Vous êtes amoureux. Loué jusqu'au mois d'août. Vous êtes amoureux. - Vos sonnets La font rire. Tous vos amis s'en vont, vous êtes mauvais goût. - Puis l'adorée, un soir, a daigné vous écrire !... - Ce soir-là..., - vous rentrez aux cafés éclatants, Vous demandez des bocks ou de la limonade... - On n'est pas sérieux, quand on a dix-sept ans Et qu'on a des tilleuls verts sur la promenade.
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Ma Mamie. Mamie a toujours été là pour nous, Que ce soit pour faire des confitures ou bien des bisous. Julia et moi sautons de joie à chaque fois qu'on la voit, On ne compte jamais les heures pour arriver chez toi. Tu m'as appris à tricoter et me grondait quand j'étais dissipée, Mais chaque matin, sans faute, tu me faisais des pâtes au lait. Grâce à toi nous avons toujours des bons petits plats, Qu'il pleuve, qu'il vente, qu'il neige ou qu'il fasse froid. Tu râles parfois parce que je suis difficile, Et que je refuse d'avaler un champignon, Cela dit je ne me fais pas de bile, Je sais bien que tes repas seront toujours bons. Je ne me considère pas une petite fille parfaite, Puisque je suis souvent au bout du monde, Mais j'espère que tu ne me feras jamais la tête, Car rien pour moi ne compte plus au monde, Que de te savoir heureuse, joyeuse et en bonne santé. Bien qu'aujourd'hui, je parte pour l'Université, Je veux que tu saches que je ne t'ai pas oubliée. Tu es toujours bien au chaud dans mon cœur, Une place spéciale qui fait tout mon bonheur. Tu accompagnes tous mes voyages, En pensée et souvent même en image. Je me revois toute petite m'endormir dans tes bras, Alors je ne suis plus seule, je sais que tu es là. Je t'écris ce petit poème, Pour que jamais tu n'oublies à quel point je t'aime. **** des yeux, **** du cœur" ne s'applique pas, Nous sommes une famille unie et ça, ca ne s'invente pas. Cette place dans mon cœur n'appartient à personne d'autre que toi, N'aie pas peur de la perdre, elle sera toujours là.
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Sep 20, 2014
Sep 20, 2014 at 6:10 AM UTC
Mamie
Ma Mamie. Mamie a toujours été là pour nous, Que ce soit pour faire des confitures ou bien des bisous. Julia et moi sautons de joie à chaque fois qu'on la voit, On ne compte jamais les heures pour arriver chez toi. Tu m'as appris à tricoter et me grondait quand j'étais dissipée, Mais chaque matin, sans faute, tu me faisais des pâtes au lait. Grâce à toi nous avons toujours des bons petits plats, Qu'il pleuve, qu'il vente, qu'il neige ou qu'il fasse froid. Tu râles parfois parce que je suis difficile, Et que je refuse d'avaler un champignon, Cela dit je ne me fais pas de bile, Je sais bien que tes repas seront toujours bons. Je ne me considère pas une petite fille parfaite, Puisque je suis souvent au bout du monde, Mais j'espère que tu ne me feras jamais la tête, Car rien pour moi ne compte plus au monde, Que de te savoir heureuse, joyeuse et en bonne santé. Bien qu'aujourd'hui, je parte pour l'Université, Je veux que tu saches que je ne t'ai pas oubliée. Tu es toujours bien au chaud dans mon cœur, Une place spéciale qui fait tout mon bonheur. Tu accompagnes tous mes voyages, En pensée et souvent même en image. Je me revois toute petite m'endormir dans tes bras, Alors je ne suis plus seule, je sais que tu es là. Je t'écris ce petit poème, Pour que jamais tu n'oublies à quel point je t'aime. **** des yeux, **** du cœur" ne s'applique pas, Nous sommes une famille unie et ça, ca ne s'invente pas. Cette place dans mon cœur n'appartient à personne d'autre que toi, N'aie pas peur de la perdre, elle sera toujours là.
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Tandis que l'étoile inodore Que l'été mêle aux blonds épis Emaille de son bleu lapis Les sillons que la moisson dore, Avant que, de fleurs dépeuplés, Les champs aient subi les faucilles, Allez, allez, ô jeunes filles, Cueillir des bleuets dans les blés ! Entre les villes andalouses, Il n'en est pas qui sous le ciel S'étende mieux que Peñafiel Sur les gerbes et les pelouses, Pas qui dans ses murs crénelés Lève de plus fières bastilles... Allez, allez, ô jeunes filles, Cueillir des bleuets dans les blés ! Il n'est pas de cité chrétienne, Pas de monastère à beffroi, Chez le Saint-Père et chez le Roi, Où, vers la Saint-Ambroise, il vienne Plus de bons pèlerins hâlés, Portant bourdon, gourde et coquilles... Allez, allez, ô jeunes filles, Cueillir des bleuets dans les blés ! Dans nul pays, les jeunes femmes, Les soirs, lorsque l'on danse en rond, N'ont plus de roses sur le front, Et n'ont dans le cœur plus de flammes ; Jamais plus vifs et plus voilés Regards n'ont lui sous les mantilles... Allez, allez, ô jeunes filles, Cueillir des bleuets dans les blés ! La perle de l'Andalousie, Alice, était de Peñafiel, Alice qu'en faisant son miel Pour fleur une abeille eût choisie. Ces jours, hélas ! sont envolés ! On la citait dans les familles... Allez, allez, ô jeunes filles, Cueillir des bleuets dans les blés ! Un étranger vint dans la ville, Jeune, et parlant avec dédain. Etait-ce un maure grenadin ? Un de Murcie ou de Séville ? Venait-il des bords désolés Où Tunis a ses escadrilles ?... Allez, allez, ô jeunes filles, Cueillir des bleuets dans les blés ! On ne savait. - La pauvre Alice En fut aimée, et puis l'aima. Le doux vallon du Xarama De leur doux péché fut complice. Le soir, sous les cieux étoilés, Tous deux erraient par les charmilles... Allez, allez, ô jeunes filles, Cueillir des bleuets dans les blés ! La ville était lointaine et sombre ; Et la lune, douce aux amours, Se levant derrière les tours Et les clochers perdus dans l'ombre, Des édifices dentelés Découpait en noir les aiguilles... Allez, allez, ô jeunes filles, Cueillir des bleuets dans les blés ! Cependant, d'Alice jalouses, En rêvant au bel étranger, Sous l'arbre à soie et l'oranger Dansaient les brunes andalouses ; Les cors, aux guitares mêlés, Animaient les joyeux quadrilles... Allez, allez, ô jeunes filles, Cueillir des bleuets dans les blés ! L'oiseau dort dans le lit de mousse Que déjà menace l'autour ; Ainsi dormait dans son amour Alice confiante et douce. Le jeune homme aux cheveux bouclés, C'était don Juan, roi des Castilles... Allez, allez, ô jeunes filles, Cueillir des bleuets dans les blés ! Or c'est péril qu'aimer un prince. Un jour, sur un noir palefroi On la jeta de par le roi ; On l'arracha de la province ; Un cloître sur ses jours troublés De par le roi ferma ses grilles... Allez, allez, ô jeunes filles, Cueillir des bleuets dans les blés ! Le 13 avril 1828.
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Les bleuets
Tandis que l'étoile inodore Que l'été mêle aux blonds épis Emaille de son bleu lapis Les sillons que la moisson dore, Avant que, de fleurs dépeuplés, Les champs aient subi les faucilles, Allez, allez, ô jeunes filles, Cueillir des bleuets dans les blés ! Entre les villes andalouses, Il n'en est pas qui sous le ciel S'étende mieux que Peñafiel Sur les gerbes et les pelouses, Pas qui dans ses murs crénelés Lève de plus fières bastilles... Allez, allez, ô jeunes filles, Cueillir des bleuets dans les blés ! Il n'est pas de cité chrétienne, Pas de monastère à beffroi, Chez le Saint-Père et chez le Roi, Où, vers la Saint-Ambroise, il vienne Plus de bons pèlerins hâlés, Portant bourdon, gourde et coquilles... Allez, allez, ô jeunes filles, Cueillir des bleuets dans les blés ! Dans nul pays, les jeunes femmes, Les soirs, lorsque l'on danse en rond, N'ont plus de roses sur le front, Et n'ont dans le cœur plus de flammes ; Jamais plus vifs et plus voilés Regards n'ont lui sous les mantilles... Allez, allez, ô jeunes filles, Cueillir des bleuets dans les blés ! La perle de l'Andalousie, Alice, était de Peñafiel, Alice qu'en faisant son miel Pour fleur une abeille eût choisie. Ces jours, hélas ! sont envolés ! On la citait dans les familles... Allez, allez, ô jeunes filles, Cueillir des bleuets dans les blés ! Un étranger vint dans la ville, Jeune, et parlant avec dédain. Etait-ce un maure grenadin ? Un de Murcie ou de Séville ? Venait-il des bords désolés Où Tunis a ses escadrilles ?... Allez, allez, ô jeunes filles, Cueillir des bleuets dans les blés ! On ne savait. - La pauvre Alice En fut aimée, et puis l'aima. Le doux vallon du Xarama De leur doux péché fut complice. Le soir, sous les cieux étoilés, Tous deux erraient par les charmilles... Allez, allez, ô jeunes filles, Cueillir des bleuets dans les blés ! La ville était lointaine et sombre ; Et la lune, douce aux amours, Se levant derrière les tours Et les clochers perdus dans l'ombre, Des édifices dentelés Découpait en noir les aiguilles... Allez, allez, ô jeunes filles, Cueillir des bleuets dans les blés ! Cependant, d'Alice jalouses, En rêvant au bel étranger, Sous l'arbre à soie et l'oranger Dansaient les brunes andalouses ; Les cors, aux guitares mêlés, Animaient les joyeux quadrilles... Allez, allez, ô jeunes filles, Cueillir des bleuets dans les blés ! L'oiseau dort dans le lit de mousse Que déjà menace l'autour ; Ainsi dormait dans son amour Alice confiante et douce. Le jeune homme aux cheveux bouclés, C'était don Juan, roi des Castilles... Allez, allez, ô jeunes filles, Cueillir des bleuets dans les blés ! Or c'est péril qu'aimer un prince. Un jour, sur un noir palefroi On la jeta de par le roi ; On l'arracha de la province ; Un cloître sur ses jours troublés De par le roi ferma ses grilles... Allez, allez, ô jeunes filles, Cueillir des bleuets dans les blés ! Le 13 avril 1828.
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À M. Plasschaert. Qui, en m'expédiant un ouvrage de sa façon, indiquait : À l'auteur de La Feuille... en Europe. Auteur aimable autant qu'utile, Votre livre m'est parvenu ; À votre but, à votre style, Ma raison vous a reconnu. Vos vers pleins de délicatesse Pour mon goût n'ont pas moins de prix On n'écrit pas mieux à Paris, Mais on y met mieux mon adresse. En Europe, où partout je vois Que les saints traités s'exécutent, Suis-je connu même des rois, Des bons rois qui me persécutent ? De m'y chercher qui prendrait soin, Sur la foi de votre apostille, Chercherait bien moins qu'une aiguille, Et dans quelle botte de foin ! Jouet du sort impitoyable, Au fait, je n'ai ni feu ni lieu ; Je suis à la grâce de Dieu : Qui m'écrira, m'écrive au diable ! Écrit à La Haye, en 1818.
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Auteur aimable autant qu'utile
Remportée aux cris de Vive l'Empereur ! Au milieu, l'Empereur, dans une apothéose Bleue et jaune, s'en va, raide, sur son dada Flamboyant ; très heureux, - car il voit tout en rose, Féroce comme Zeus et doux comme un papa ; En bas, les bons Pioupious qui faisaient la sieste Près des tambours dorés et des rouges canons, Se lèvent gentiment. Piton remet sa veste, Et, tourné vers le Chef, s'étourdit de grands noms ! A droite, Dumanet, appuyé sur la crosse De son chassepot, sent frémir sa nuque en brosse, Et : " Vive l'Empereur !!! " - Son voisin reste coi... Un schako surgit, comme un soleil noir... - Au centre, Boquillon rouge et bleu, très naïf, sur son ventre Se dresse, et, - présentant ses derrières - : " De quoi ?..."
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L'éclatante victoire de Sarrebruck
Je ne veux plus aimer que ma mère Marie. Tous les autres amours sont de commandement. Nécessaires qu'ils sont, ma mère seulement Pourra les allumer aux coeurs qui l'ont chérie. C'est pour Elle qu'il faut chérir mes ennemis, C'est par Elle que j'ai voué ce sacrifice, Et la douceur de coeur et le zèle au service, Comme je la priais, Elle les a permis ... C'est par Elle que j'ai voulu de ces chagrins, C'est pour Elle que j'ai mon coeur dans les Cinq Plaies, Et tous ces bons efforts vers les croix et les claies, Comme je l'invoquais, Elle en ceignit mes reins. Je ne veux plus penser qu'à ma mère Marie, Siège, de la Sagesse et source des pardons, Mère de France aussi, de qui nous attendons Inébranlablement l'honneur de la patrie. Marie Immaculée, amour essentiel, Logique de la foi cordiale et vivace, En vous aimant qu'est-il de bon que je ne fasse, En vous aimant du seul amour, Porte du ciel ?
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Je ne veux plus aimer que ma mère Marie
L'amitié, mais entre homme et femme elle est divine ! Elle n'empêche rien, aussi bien des rapports Nécessaires, et sous les mieux séants dehors Abrite les secrets aimables qu'on devine. Nous mettrions chacun du nôtre, elle est très fine, Moi plus naïf, et bien réglés en chers efforts Lesdits rapports dès lors si joyeux sans remords Dans la simplesse ovine et la raison bovine. Si le bonheur était d'ici, ce le serait ! Puis nous nous en irions sans l'ombre d'un regret. La conscience en paix et de l'espoir plein l'âme. Comme les bons époux d'il n'y a pas longtemps Quand l'un et l'autre d'être heureux étaient contents, Qui vivaient, sans le trop chanter, l'épithalame.
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L'amitié entre homme et femme est divine
Sou medrosa Sempre tive um vasto medo de te perder Com minha simples prosa relembro bons momentos que passei com você Das noites em que passávamos acordados vendo filmes e tomando sorvete, Manhãs em que acordavamos cedo para ver desenhos animados, Quando ia para sua cama no meio da noite pois estava com medo Até quando me dava ovadas no meu aniversário, Me diverti contigo. Na medida em que crescemos, Mudamos o nosso jeito de ser, Tomamos rumos diferentes, Você começou a me deixar em último plano, Mas o pior de tudo, Se afastou, Afastou-se de um jeito inexplicável, De um jeito doloroso Pessoas me perguntam até hoje "Onde está seu irmão? Vocês costumavam ir a todo lugar juntos..." E eu, olho para os meus pés e relembro como éras "Está em casa" respondo, quando naverdade, não sei onde está Digo isso para não revelar o fato de que não me quer mais em seu mundo, Para não mostrar aos outros que você não me aceita mais. Estúpidas mudanças! Por causa delas, você se tornou assim comigo: Amargo, como o gosto da tristeza em minha boca, Um desconhecido E o pior de tudo, Se tornou a pessoa que prometeras nunca se tornar, E o meu pior pesadelo acabou acontecendo na vida real: Te perdi.
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Sep 23, 2013
Sep 23, 2013 at 2:17 PM UTC
Desconhecido que conheço a anos
Je ne sens plus le poids du temps ; le vol de l'heure D'une aile égale et douce en s'écoulant m'effleure ; Je voudrais chaque soir que le jour avancé Fût encore au matin à peine commencé ; Ou plutôt que le jour naisse ou meurt dans l'ombre, Que le ciel du vallon soit rayonnant ou sombre, Que l'alouette chante ou non à mon réveil. Mon cœur ne dépend plus d'un rayon de soleil, De la saison qui fuit, du nuage qui passe ; Son bonheur est en lui ; toute heure, toute place. Toute saison, tout ciel, sont bons quand on est deux ; Qu'importe aux cœurs unis ce qui change autour d'eux ? L'un à l'autre ils se font leur temps, leur ciel, leur monde ; L'heure qui fuit revient plus pleine et plus féconde, Leur cœur intarissable, et l'un à l'autre ouvert, Leur est un firmament qui n'est jamais couvert. Ils y plongent sans ombre, ils y lisent sans voile. Un horizon nouveau sans cesse s'y dévoile ; Du mot de chaque ami le retentissement Éveille au sein de l'autre un même sentiment ; La parole dont l'un révèle sa pensée Sur les lèvres de l'autre est déjà commencée ; Le geste aide le mot, l'œil explique le cœur, L'âme coule toujours et n'a plus de langueur ; D'un univers nouveau l'impression commune Vibre à la fois, s'y fond, et ne fait bientôt qu'une ; Dans cet autre soi-même, où tout va retentir, On se regarde vivre, on s'écoute sentir ; En laissant échapper sa pensée ingénue, On s'explique, on se crée une langue inconnue ; En entendant le mot que l'on cherchait en soi, On se comprend soi-même, on rêve, on dit : c'est moi ! Dans sa vivante image on trouve son emblème, On admire le monde à travers ce qu'on aime ; Et la vie appuyée, appuyant tour à tour, Est un fardeau sacré qu'on porte avec amour ! De la Grotte, 20 septembre 1793.
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Jocelyn, le 20 septembre 1793
Je ne sens plus le poids du temps ; le vol de l'heure D'une aile égale et douce en s'écoulant m'effleure ; Je voudrais chaque soir que le jour avancé Fût encore au matin à peine commencé ; Ou plutôt que le jour naisse ou meurt dans l'ombre, Que le ciel du vallon soit rayonnant ou sombre, Que l'alouette chante ou non à mon réveil. Mon cœur ne dépend plus d'un rayon de soleil, De la saison qui fuit, du nuage qui passe ; Son bonheur est en lui ; toute heure, toute place. Toute saison, tout ciel, sont bons quand on est deux ; Qu'importe aux cœurs unis ce qui change autour d'eux ? L'un à l'autre ils se font leur temps, leur ciel, leur monde ; L'heure qui fuit revient plus pleine et plus féconde, Leur cœur intarissable, et l'un à l'autre ouvert, Leur est un firmament qui n'est jamais couvert. Ils y plongent sans ombre, ils y lisent sans voile. Un horizon nouveau sans cesse s'y dévoile ; Du mot de chaque ami le retentissement Éveille au sein de l'autre un même sentiment ; La parole dont l'un révèle sa pensée Sur les lèvres de l'autre est déjà commencée ; Le geste aide le mot, l'œil explique le cœur, L'âme coule toujours et n'a plus de langueur ; D'un univers nouveau l'impression commune Vibre à la fois, s'y fond, et ne fait bientôt qu'une ; Dans cet autre soi-même, où tout va retentir, On se regarde vivre, on s'écoute sentir ; En laissant échapper sa pensée ingénue, On s'explique, on se crée une langue inconnue ; En entendant le mot que l'on cherchait en soi, On se comprend soi-même, on rêve, on dit : c'est moi ! Dans sa vivante image on trouve son emblème, On admire le monde à travers ce qu'on aime ; Et la vie appuyée, appuyant tour à tour, Est un fardeau sacré qu'on porte avec amour ! De la Grotte, 20 septembre 1793.
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early morning, the hoses out, washing away the fluids, the **** the ***** hallmark low points of the prior night's, bons moments de roulement, rolling, burning, down into the sewers dark coffee, beignets, white powdered sugar, a cleanser of both dirtied bodies and souls, makeup~coverup of human excesses this morn, the sun, aidez-moi with an assist of a canon and a gigue, a string ensemble (parfait!), three violins and a continuo, a quartet in the quarter, blossoming Johann, budding now in my ears and my purification process de bourbon is now fini the Nth new day has begun, the Nth purification has begun, but my first in the French Quarter 7:35 am May 23rd, 2014 New Orleans
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May 23, 2014
May 23, 2014 at 8:47 AM UTC
Morning In The French Quarter/Quartet
as luzes e os sons da cidade que nessa penumbra são meus fantasmas atraem os sentidos da racionalidade e repelem o instinto de minha consciência o melhor dos meus acidentes e minha doença a incurável, que me faz trabalhar a todo tempo e que me faz saber o que só eu sei; todos os bons rapazes de barbas feitas com argumentos irrefutáveis e namoradas invejáveis têm olhos tão bons quanto os de minha rola eu sou falso, não me atrevo a debater pois, afinal, por que lhes dar meu tempo? eu o faria com algumas poucas pessoas apenas as que me pudessem compreender como as principais moças de meu inconsciente; mas até que alguém assim me encontre sigo caminhando sozinho no início de noite tentando compreender o que é isso e qual a importância de tudo que me circunscreve enquanto sei que nada importa andando a passos lentos fazendo o que calho de fazer encarando minha sombra recém criada pela lua hasteada no céu de piche sentindo o orvalho beijar minhas canelas enquanto espero que alguém jamais se importe comigo.
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May 24, 2014
May 24, 2014 at 7:11 PM UTC
Sereo, eu ser
Ils consomment des chiens chauds, hot dogs Aussi Comme vous Mais ils ne mangent pas de chiens Jamais, jamais Ils ne mangent pas de chats Ils ne mangent pas d'animaux de compagnie Jamais, jamais. Les immigrants mangent des sangliers C'est du ‘Griot piqué’ Ils ne mangent pas de lapins Mais ils mangent du ‘Tasso épicé’ Et bien sûr, ils mangent des hot dogs, des chiens chauds. Les Haïtiens mangent et boivent de la Soupe Joumou Dans laquelle nagent des légumes et bien sûr des carottes La cuisine haïtienne Est très, très bonne Les immigrants consomment de bonnes viandes Comme vous. Arrêtez d'être raciste Arrêtez d'être fasciste Vos ancêtres mangeaient des chiens Pas les immigrants, pas les Antillais Et surtout pas les Haïtiens Arrêtez cette haine honteuse Pensez à votre sort Au dernier rendez-vous Les immigrants mangent des cochons frits Comme des milliards d'Américains Qui aiment les tartes aux pommes Arrêtez les mensonges, arrêtez tous les mensonges. P.S. Traduction de ‘They Eat Good Hot Dogs’. Copyright © Octobre 2024, Hébert Logerie, Tous droits réservés. Hébert Logerie est l'auteur de nombreux recueils de poésie.
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Oct 29, 2024
Oct 29, 2024 at 11:35 PM UTC
Ils Mangent De Bons Chiens Chauds
Se não é Deus... Quem ou O que nos faz acreditar que bons momentos estão por vir? Quem ou O que nos faz ter fé? Se existem coisas ou pessoas destinadas a serem quem as desenhou assim? Quem escreveu o destino delas? Será que estamos sozinhos neste mundo? Eu próprio me encontro a duvidar da existência de um Deus… É como dizem “ver é crer” mas temos de morrer para ver e quem morre não volta para nos contar os detalhes… Mas escolho acreditar que ele existe, não sei porque que prefiro acreditar que existe, mas parece dar algum conforto e propósito na vida. Duvidar da existência de Deus também me faz duvidar da existência de paraíso, mas prefiro acreditar que existe, e se existe eu quero ir para lá quando o meu corpo morrer… Mas também duvido que eu vá para lá, não sou perfeito, faço coisas condenáveis, segundo a bíblia, minto, fornico, até já roubei, mesmo que seja um roubo que eu tenha achado “inocente” por ser pequeno e que “ninguém notaria” é um roubo e isso é condenável, segundo a bíblia. O que faz com que sejamos perdoados? Fala-se tanto do dia em que o mundo vai acabar e as almas puras serão levadas para o reino dos *** o que eu faço para minha alma ser uma dessas que será levada para o reino dos *** Pedir perdão todos os dias? Ou apenas no dia da nossa morte? Qualquer pessoa cansa-se de ouvir pedidos de perdão diariamente por erros que cometemos por livre vontade, Deus não é uma pessoa, mas será que ele não está cansado de nos perdoar dia-a-dia? Se existe Paraíso e Inferno eu quero acreditar que ninguém habita o inferno, quero acreditar que o diabo não tem nem sequer uma alma. Se todos pecados são dignos do perdão, eu quero acreditar que Deus perdoou todos. No último julgamento que quero acreditar que ninguém se recusou a assumir seus erros e pedir perdão… e essa é a razão de eu achar que ninguém habita o inferno e se existem almas perdidas lá, são apenas réplicas e que as verdadeiras habitam no reino dos ***
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Mar 16, 2017
Mar 16, 2017 at 1:21 AM UTC
Se não é Deus
Se não é Deus... Quem ou O que nos faz acreditar que bons momentos estão por vir? Quem ou O que nos faz ter fé? Se existem coisas ou pessoas destinadas a serem quem as desenhou assim? Quem escreveu o destino delas? Será que estamos sozinhos neste mundo? Eu próprio me encontro a duvidar da existência de um Deus… É como dizem “ver é crer” mas temos de morrer para ver e quem morre não volta para nos contar os detalhes… Mas escolho acreditar que ele existe, não sei porque que prefiro acreditar que existe, mas parece dar algum conforto e propósito na vida. Duvidar da existência de Deus também me faz duvidar da existência de paraíso, mas prefiro acreditar que existe, e se existe eu quero ir para lá quando o meu corpo morrer… Mas também duvido que eu vá para lá, não sou perfeito, faço coisas condenáveis, segundo a bíblia, minto, fornico, até já roubei, mesmo que seja um roubo que eu tenha achado “inocente” por ser pequeno e que “ninguém notaria” é um roubo e isso é condenável, segundo a bíblia. O que faz com que sejamos perdoados? Fala-se tanto do dia em que o mundo vai acabar e as almas puras serão levadas para o reino dos *** o que eu faço para minha alma ser uma dessas que será levada para o reino dos *** Pedir perdão todos os dias? Ou apenas no dia da nossa morte? Qualquer pessoa cansa-se de ouvir pedidos de perdão diariamente por erros que cometemos por livre vontade, Deus não é uma pessoa, mas será que ele não está cansado de nos perdoar dia-a-dia? Se existe Paraíso e Inferno eu quero acreditar que ninguém habita o inferno, quero acreditar que o diabo não tem nem sequer uma alma. Se todos pecados são dignos do perdão, eu quero acreditar que Deus perdoou todos. No último julgamento que quero acreditar que ninguém se recusou a assumir seus erros e pedir perdão… e essa é a razão de eu achar que ninguém habita o inferno e se existem almas perdidas lá, são apenas réplicas e que as verdadeiras habitam no reino dos ***
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Se eu fosse pintor o amor queria pintar O pintaria com as cores de verde e azul Azul seria representaria liberdade que dá o mar, E no verde estaria o amor que ninguém calcule! Se fosse matemático o amor seriam somas, Seriam somas de sentimentos sempre bons, E se a arte fosse a musica imitaria seus sons, Entregar os sentimentos sem quaisquer retomas! Como seria bom encarar todas as profissões, Dedica-las ao amor e viver todas as emoções, Construindo em cada dia coisas das boas vibrações, Sentir cá dentro o carinho nos nossos corações! Mas o que é isto que é o amor? Qual a cor e qual o som que tem esse calor? O amor é a dissolução de qualquer dor, São cores e sons que se apresentem com glamour! E assim, que em todos os corações haja um ninho, Como o deva haver também dentro de qualquer lar, Porque o ninho é pequenino e há grande bem-estar Que o amor nos siga sempre por qualquer caminho! Autor: António Benigno Código de Autor: 2014.09.07.13.21.08.05@
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Sep 7, 2014
Sep 7, 2014 at 8:45 AM UTC
O Amor
Sonnet. Sous ce marbre repose un monarque sans vice, Dont la seule bonté déplut aux bons François, Et qui pour tout péché ne fit qu'un mauvais choix Dont il fut trop longtemps innocemment complice. L'ambition, l'orgueil, l'audace, l'avarice, Saisis de son pouvoir, nous donnèrent des lois ; Et bien qu'il fût en soi le plus juste des rois, Son règne fut pourtant celui de l'injustice. Vainqueur de toutes parts, esclave dans sa cour, Son tyran et le nôtre à peine perd le jour, Que jusque dans la tombe il le force à le suivre. Jamais de tels malheurs furent-ils entendus ? Après trente-trois ans sur le trône perdus, Commençant à régner, il a cessé de vivre.
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La mort du Roi Louis XIII
Si j'étais Dieu, la mort serait sans proie, Les hommes seraient bons, j'abolirais l'adieu, Et nous ne verserions que des larmes de joie, Si j'étais Dieu. Si j'étais Dieu, de beaux fruits sans écorces Mûriraient, le travail ne serait plus qu'un jeu, Car nous n'agirions plus que pour sentir nos forces, Si j'étais Dieu. Si j'étais Dieu, pour toi, celle que j'aime, Je déploierais un ciel toujours frais, toujours bleu, Mais je te laisserais, ô mon ange, la même, Si j'étais Dieu.
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Si j'étais Dieu
A wind mill sliced through the air in complete silence. Energy travels near, but won't travel far, land locking itself to what it already knows. Screaming. Bright. Rigid. Slime. With a hint of basil. Just reach out and taste it, as the warmth of it's rotations engulfs you. Maxwell Edison is stuck in the Pentagon and no one is going to save him. I can't hear you over the sound of the wind mills. But I don't need to hear your voice to listen to you anymore. "It's been a minute." You said, to me with the breeze messing up your tawny hair. You dip but I never would dive, because I'm afraid of breaking my neck. My questions remain unanswered. Must we know our names today? The reigning king of time and space showed me that I can make the clock tick faster and the days move slower. So I'd spend my nights flying through the mesosphere looking for lost breaths. Oh, joy joy, he would say when watching trails of smoke and cloud accumulate in the sky. I will never stop this ride. It will never end and I will never come back down to earth. My ever spinning song for you is stuck on repeat. I will end the night and the day to create the space of nothing where we have been all along. "Laissez les bons temps roulez" exclaimed the taxi cab meter, hiking up prices that made our wallets weep. No one is going to save you.
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Nov 1, 2016
Nov 1, 2016 at 2:14 AM UTC
Midterm