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"apetece" poems
Hoje apetece-me penetrar no fundo da vossa escuridão, E desde já, uma palavra ao leitor passageiro de viagem, Estas palavras, são minhas e de quem as consegue ler, Não são para ninguém, a menos que as consiga querer! A todas as almas negras da minha vida, peço calma, Não podereis ter sabor de vitória, nem de mim glória, Sendo pobre que nem riacho sem peixes, ou rico de gral, Como pobre, sou feliz porque respiro o cheiro do amor, Do amor que me consola e que como eu se sente rico! Se fossem de riqueza os meus bolsos, eram as coisas mais simples, Que teriam lugar em minha vida, pois só assim me deitaria feliz! Por isso nem que o corpo me tirem, nunca nem assim me venderei, Nunca a vós darei almas negras, o desdém de perder a minha honra! Por mais pobre que sejam minhas vestimentas, há coisas que manterei, Minha integridade e valores de amor verdadeiro, por amigos e meu amor! Eles conhecem-me a mim e eu conheço-os a eles, e de vós a ideia não mudarei! Por isso, dediquem-se a ter uma vida de utilidade, deitem-se à noite ignorantes! Acordem de manha, pensando em vossas vidas, porque eu estou vivendo, Apesar de pensarem que quero gritar e me despedir, é mentira agora e será. Será assim, sempre, porque o destino de minhas mãos, depende de eu querer, Daquilo que me dedico, eu sei fazer, e por isso faço para as merecer! O céu agora é escuro, distinto do meu coração verde de esperança, Não desejo a meus inimigos, pior do que aquilo que quero para mim, Porém, eu sei que o homem, não faz justiça tão atempo, como a de Deus! E agora vou dormir, continuar sonhando com os sonhos que de dia já vivi, Sei que vou acordar na lembrança de alguém, de quem eu amo e me ama também! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.07.15.02.05
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:11 AM UTC
Que é feito desse vosso vazio
Hoje apetece-me penetrar no fundo da vossa escuridão, E desde já, uma palavra ao leitor passageiro de viagem, Estas palavras, são minhas e de quem as consegue ler, Não são para ninguém, a menos que as consiga querer! A todas as almas negras da minha vida, peço calma, Não podereis ter sabor de vitória, nem de mim glória, Sendo pobre que nem riacho sem peixes, ou rico de gral, Como pobre, sou feliz porque respiro o cheiro do amor, Do amor que me consola e que como eu se sente rico! Se fossem de riqueza os meus bolsos, eram as coisas mais simples, Que teriam lugar em minha vida, pois só assim me deitaria feliz! Por isso nem que o corpo me tirem, nunca nem assim me venderei, Nunca a vós darei almas negras, o desdém de perder a minha honra! Por mais pobre que sejam minhas vestimentas, há coisas que manterei, Minha integridade e valores de amor verdadeiro, por amigos e meu amor! Eles conhecem-me a mim e eu conheço-os a eles, e de vós a ideia não mudarei! Por isso, dediquem-se a ter uma vida de utilidade, deitem-se à noite ignorantes! Acordem de manha, pensando em vossas vidas, porque eu estou vivendo, Apesar de pensarem que quero gritar e me despedir, é mentira agora e será. Será assim, sempre, porque o destino de minhas mãos, depende de eu querer, Daquilo que me dedico, eu sei fazer, e por isso faço para as merecer! O céu agora é escuro, distinto do meu coração verde de esperança, Não desejo a meus inimigos, pior do que aquilo que quero para mim, Porém, eu sei que o homem, não faz justiça tão atempo, como a de Deus! E agora vou dormir, continuar sonhando com os sonhos que de dia já vivi, Sei que vou acordar na lembrança de alguém, de quem eu amo e me ama também! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.07.15.02.05
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La Kumbia Kalvinista no es ritmo vaticano se baila todo libre con la biblia en la mano La Kumbia Kalvinista es la onda reformada las sectas sí prometen—pero no entregan nada Esta cumbia trascendente, pero poco conocida es la cumbre de verdad, y predestina pura vida La Kumbia Kalvinista es la nueva nueva onda se la cantan las iglesias y ofrecen otra ronda La Kumbia Kalvinista no lo bailan los de Roma si un padre lo intenta terminará caído en coma es un baile teológico que es absurdo mientras lógico lo baile cada tribu, cada etnia y antropólogo el papa mismo, y su esposa bailan esta cumbia fabulosa tu estado de animo no es nada sino gracia predestinada lo bailan los sajones con cojones lo bailan las alemanas si le dan la ganas este baile está basado en un ritmo luterano apetece a los gringos, a los indios, y a fulano no bailaban los franceses aunque Calvin era suya si bailaban los escoceses y gritaban aleluya !
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Apr 23, 2017
Apr 23, 2017 at 8:44 PM UTC
La Kumbia Kalvinista
hoje... não me apetece mandar-te mensagens. hoje... não me apetece ligar-te. hoje... quero estar nos teus braços. quero segurar a tua mão. quero sentir o teu respirar. quero escutar o teu coração. hoje... quero estar contigo.
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Aug 28, 2015
Aug 28, 2015 at 5:14 AM UTC
Não me apetece, hoje não
apetece-me apeteces-me tu sabes que sim tu sabes quanto sabes a fome que tenho? sabes como posso saciá-la? peço-te imploro-te deixa-me comer tenho fome fome de ti fome de mim fome insaciável fome proibida fome que se agarra ao céu da boca, qual hóstia pecadora das beatas fome que me dilacera o estômago fome que me contrai a vontade e o desejo fome que nunca farta fome que me maltrata fome que só o teu beijo mata
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Aug 5, 2015
Aug 5, 2015 at 5:59 AM UTC
O beijo
Remate, chuta, golo! Quando o faço no meu quarto Ninguém admira É mentira! Admiro eu! Que fazes tu? Escreves remata e chuta Que é a mesma coisa? É? A lingua portuguesa é...loiça Isso era só para rimar? Nem rima bem E para que me críticas? Tu és eu Partilhamos o mesmo corpo O mesmo…. Lorpo? Isso nem é palavra! Para quem usou loiça antes Esta pelo menos rima Tu nem fazes um esforço Com essa mania de superioridade Tornas-te um destroço Por causa da tua inseguridade Eu pelo menos trabalho E faço sair palavras E se me apetece Rima uma com bugalho E a outra com larvas Agora vai-te embora Vai morrer Se te apetecer E deixa-me escrever 01/02/2018
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Feb 8, 2019
Feb 8, 2019 at 8:11 AM UTC
Não escrevo em paz
Os meus pensamentos são rápidos e ferozes Mas a minha voz ainda enfraquece Pernas tremem com o vento O meus lábios cerram-se envergonhados Dizer ou não dizer Mostrar ou esconder O facilitismo que provém da irracionalidade Dá me enjoos matinais Deixa andar diz ela Mas a mim só me apetece fugir Gostava de saber esconder mais Para mostrar-te menos Sei que aí irias perceber-me melhor Mostrar uma faceta falsa Para aquilo que é verdadeiro se diminuir Queria que ficasses mais tempo Para que eu te possa ignorar um pouco mais de manhã
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Jun 7, 2020
Jun 7, 2020 at 6:51 AM UTC
Pensa Mentes