"apetece" poems
Hoje apetece-me penetrar no fundo da vossa escuridão,
E desde já, uma palavra ao leitor passageiro de viagem,
Estas palavras, são minhas e de quem as consegue ler,
Não são para ninguém, a menos que as consiga querer!
A todas as almas negras da minha vida, peço calma,
Não podereis ter sabor de vitória, nem de mim glória,
Sendo pobre que nem riacho sem peixes, ou rico de gral,
Como pobre, sou feliz porque respiro o cheiro do amor,
Do amor que me consola e que como eu se sente rico!
Se fossem de riqueza os meus bolsos, eram as coisas mais simples,
Que teriam lugar em minha vida, pois só assim me deitaria feliz!
Por isso nem que o corpo me tirem, nunca nem assim me venderei,
Nunca a vós darei almas negras, o desdém de perder a minha honra!
Por mais pobre que sejam minhas vestimentas, há coisas que manterei,
Minha integridade e valores de amor verdadeiro, por amigos e meu amor!
Eles conhecem-me a mim e eu conheço-os a eles, e de vós a ideia não mudarei!
Por isso, dediquem-se a ter uma vida de utilidade, deitem-se à noite ignorantes!
Acordem de manha, pensando em vossas vidas, porque eu estou vivendo,
Apesar de pensarem que quero gritar e me despedir, é mentira agora e será.
Será assim, sempre, porque o destino de minhas mãos, depende de eu querer,
Daquilo que me dedico, eu sei fazer, e por isso faço para as merecer!
O céu agora é escuro, distinto do meu coração verde de esperança,
Não desejo a meus inimigos, pior do que aquilo que quero para mim,
Porém, eu sei que o homem, não faz justiça tão atempo, como a de Deus!
E agora vou dormir, continuar sonhando com os sonhos que de dia já vivi,
Sei que vou acordar na lembrança de alguém, de quem eu amo e me ama também!
Autor: António Benigno
Código de autor: 2013.07.15.02.05
Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:11 AM UTC
La Kumbia Kalvinista no es ritmo vaticano
se baila todo libre con la biblia en la mano
La Kumbia Kalvinista es la onda reformada
las sectas sí prometen—pero no entregan nada
Esta cumbia trascendente, pero poco conocida
es la cumbre de verdad, y predestina pura vida
La Kumbia Kalvinista es la nueva nueva onda
se la cantan las iglesias y ofrecen otra ronda
La Kumbia Kalvinista no lo bailan los de Roma
si un padre lo intenta terminará caído en coma
es un baile teológico que es absurdo mientras lógico
lo baile cada tribu, cada etnia y antropólogo
el papa mismo, y su esposa
bailan esta cumbia fabulosa
tu estado de animo no es nada
sino gracia predestinada
lo bailan los sajones con cojones
lo bailan las alemanas si le dan la ganas
este baile está basado en un ritmo luterano
apetece a los gringos, a los indios, y a fulano
no bailaban los franceses aunque Calvin era suya
si bailaban los escoceses y gritaban aleluya !
Apr 23, 2017
Apr 23, 2017 at 8:44 PM UTC
hoje... não me apetece mandar-te mensagens.
hoje... não me apetece ligar-te.
hoje... quero estar nos teus braços.
quero segurar a tua mão.
quero sentir o teu respirar.
quero escutar o teu coração.
hoje... quero estar contigo.
Aug 28, 2015
Aug 28, 2015 at 5:14 AM UTC
apetece-me
apeteces-me
tu sabes que sim
tu sabes quanto
sabes a fome que tenho?
sabes como posso saciá-la?
peço-te
imploro-te
deixa-me comer
tenho fome
fome de ti
fome de mim
fome insaciável
fome proibida
fome que se agarra ao céu da boca, qual hóstia pecadora das beatas
fome que me dilacera o estômago
fome que me contrai a vontade e o desejo
fome que nunca farta
fome que me maltrata
fome que só o teu beijo mata
Aug 5, 2015
Aug 5, 2015 at 5:59 AM UTC
Remate, chuta, golo!
Quando o faço no meu quarto
Ninguém admira
É mentira!
Admiro eu!
Que fazes tu?
Escreves remata e chuta
Que é a mesma coisa?
É? A lingua portuguesa é...loiça
Isso era só para rimar?
Nem rima bem
E para que me críticas?
Tu és eu
Partilhamos o mesmo corpo
O mesmo….
Lorpo?
Isso nem é palavra!
Para quem usou loiça antes
Esta pelo menos rima
Tu nem fazes um esforço
Com essa mania de superioridade
Tornas-te um destroço
Por causa da tua inseguridade
Eu pelo menos trabalho
E faço sair palavras
E se me apetece
Rima uma com bugalho
E a outra com larvas
Agora vai-te embora
Vai morrer
Se te apetecer
E deixa-me escrever
01/02/2018
Feb 8, 2019
Feb 8, 2019 at 8:11 AM UTC
Os meus pensamentos são rápidos e ferozes
Mas a minha voz ainda enfraquece
Pernas tremem com o vento
O meus lábios cerram-se envergonhados
Dizer ou não dizer
Mostrar ou esconder
O facilitismo que provém da irracionalidade
Dá me enjoos matinais
Deixa andar diz ela
Mas a mim só me apetece fugir
Gostava de saber esconder mais
Para mostrar-te menos
Sei que aí irias perceber-me melhor
Mostrar uma faceta falsa
Para aquilo que é verdadeiro se diminuir
Queria que ficasses mais tempo
Para que eu te possa ignorar um pouco mais de manhã
Jun 7, 2020
Jun 7, 2020 at 6:51 AM UTC