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"amava" poems
Em frente do espelho Em um surto de lucidez, penso O que foi que eu fiz com meu corpo? Ele era tão saudável Mas eu não me amava antes E também não me amo agora Eu lembro de desejar a todo custo “Emagrecer até morrer” E é essa frase que corre em minha mente Quando eu sinto minha visão escurecer Eu lentamente estou morrendo Em frente ao espelho, me pergunto Se era essa a minha vontade então por que eu estou tão assustada?
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Jan 3, 2022
Jan 3, 2022 at 12:55 PM UTC
Espelho
Lei piange, e piange.Il fiore del sua cuoreÉ morto nella questa stagione d’invernoPerché la sua amore, chi abitava in questo floreE lo guardava, e lo amava,Ha salito sine una parola.E lui solo ha salito le spine per compagnia.Che crueltá, che iróniaChe la donna chi non sentava niente maiHa solo le ferite nel cuore a consolarleHa solo il guanciale a aguscia le sue lacrimeQuando tutta che lei voglia nel mondoÉ il ragazzo chi prima ha scopertoChe lei possa amare davvero.
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Feb 22, 2010
Feb 22, 2010 at 6:45 PM UTC
La Unica Cosa
Eu disse que você ficava linda com aquele óculos pink; você não acreditou, extravasou, de mentirosa me chamou. Disse que sua bota amarela caía muito bem com o chapéu verde limão; você começou a usar apenas cinza, ranzinza. Que sua lingerie bege contrastava bem com o tom escuro de sua pele; você apareceu com um sutiã vermelho, rendado, ao banal destinado. Disse que seus pelos ficavam engraçadinhos arrepiados no frio; você podou todos, rodou, virou, trocou. Minha paixão a transformou chama apagada de desilusão. Eu disse sim, ela disse sim não sim, cala a boca, vamos comprar feijão. Amava sua breguice, não se contentava com a mesmice. Voltaria no tempo revê-la pela primeira vez, na praça na noite de natal, de vermelho e avental, blusa estampada com um neandertal, metendo moral no ******* maioral. Ah, que visão surreal. Ali eu te amei. Ali eu te beijei.
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Nov 15, 2016
Nov 15, 2016 at 11:23 PM UTC
Vestido aveludado e plataformas transparentes
Hoje enquanto dormia, sonhei que num jardim vivia, Ouvia os pássaros, cantar lindas canções, com ternura, Sentia-se a água da chuva correr sem sua armadura, As flores eram verdes, como os sonhos, de pura lixivia! Lavaram-se as vestes, lavaram-se as mãos, enquanto sonhava Quando acordei pela manha do costume cheia de sonhos, Percebi que se tinha tornado uma rotina ser feliz e eu amava, Amava incansavelmente seus olhos, via o coração aos quadradinhos! Quadros pintados nas paredes de casa cheio de nossas recordações, Hoje, era senão mais um dia, onde pintava na tela nossas emoções, Aquilo que começou num passeio descalço junto da lagoa vazia, Formava agora na parede de casa retractos de uma família que crescia! Peguei depois na espátula da minha vida, peguei-a de nova na mão, Olhei-a nos olhos, senti-lhe as formas e apertei-a ali junto ao coração, Em tempos atrás deixei-te fugir, deixei-te viver e crescer longe de mim, Mas hoje, e agora, para sempre, te quero ter aqui, até aquilo que é o fim! Quando à noite me for deitar, só quero acordar para te olhar o rosto, Porque os sonhos, por mais belos e lindos, mesmo de nos encantar, Não se comparam sequer a tudo aquilo que tu na vida me fazes amar! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.08.29.02.17
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 4:53 AM UTC
Hoje tive um sonho brilhante
Como um quadro pintado em abstrato, Assim descrevo a paisagem que hoje piso, Não tenho duvidas, nem temo as certezas, O melhor do caminho, guardo eu comigo! Secretamente, abriu-se a porta, pelas mãos suaves, De um corpo penetrante, dirigido pelo olhar amarrado, Nas pernas se sentiu o gosto, de um paço apressado, Rumando certeiramente, a favor daquilo que amava! Nunca, nunca deixou de ser teu, apenas temeu, Temeu não ser para ti e se fez homem quando te viu, Viu-te sorrir profundamente, na primeira vez que chegas-te, Percebendo logo, que chegou também o amor que procura-te! E assim que pedras tenha o mar, Que muita chuva mesmo, caia do ar, Que os raios de trovão, ecoem pelos *** E os terramotos, abalem toda a terra! Mas nunca mais eu quero ver-te distante, Chamar-te e não me ouvires, Sorrir e não poder, ser por ti! Se pude amar-te, que agora, seja sempre! Autor: António Benigno Para ti Liliana Patrícia. Código de autor: 2013.07.20.02.06
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:10 AM UTC
Assim se fez luz
Parti à procura, percorri todos os bares da cidade drogas, alucinações, **** debati-me com o povo fui aprisionado pelo poderio das massas. Guardas olham-me à passagem vociferam um dialecto desconhecido. Nesta tumba estou . . . livre. Aqui, eu sou eu discípulo da verdade e dos prazeres. Depois fui para a ilha indígenas novamente - **** bebidas, drogas. E assim passaram dois anos. Percorro agora esta avenida em procura do que ainda não encontrei. Eu, por min quem sabe, tomarei outro rumo para . . . o outro lado . . . para a terra. Era cá uma tripé mas eu amava-a mesmo assim. Estava preso era um fora-da-lei sem crimes, nem pecados apanhei um táxi e segui na noite rumo ao desconhecido.
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May 12, 2014
May 12, 2014 at 4:18 PM UTC
o desconhecido
S.Mamede O fogo acesso não te queimava, Aprendeste que Deus a todos amava. Viveste com romanos e plebeus, Nasceste pelo amor de Deus. Amaste a Deus de um modo sereno, Estive com o imperador Aureliano. Nosso Santo S. Mamede, Perdão a Deus por nós Ele pede. Deus falou-te ao coração, E te veneramos desde então. Viveste com os pobres e teus queridos animais, Nem tiveste o carinho de teus verdadeiros pais. Santo de qualquer aldeia, S.Mamede de Cesareia, Santo bendito e excelso, Rosmaninho e feto.
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Nov 15, 2012
Nov 15, 2012 at 1:53 PM UTC
S.Mamede
Havia uma garota, eu a observava de longe Nós éramos da turma dos invisíveis Ela não me via, mas eu a enxergava Havia uma garota e ela era linda Havia uma garota e ela era tudo Havia uma garota e então não havia mais nada Havia uma garota e ela era da turma dos populares O típico esteriótipo "high school" americano Havia uma garota e quem ela tinha sido Havia uma garota e quem ela era Havia uma garota e ela era vazia Nós éramos estranhos orbitando o mesmo sistema Havia uma garota e eu a amava Então ela mudou Virou de larva a borboleta Só que não foi bonito E então só havia o vazio Havia uma garota e então não havia mais nada Em seu lugar só restou uma despedida Um pedido desesperado de ajuda Havia uma garota e ela era triste Havia uma garota e ela era invisível, mesmo sob os holofotes Havia uma garota e ela era solitária Nós não éramos ninguém para os outros Mas eu a enxergava E então havia um garoto Que ficou com as últimas palavras dela Havia alguém que se importava no final Então havia eu
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Jun 30, 2017
Jun 30, 2017 at 4:55 PM UTC
Havia uma garota
** conosciuto in te le meraviglie meraviglie d'amore sì scoperte che parevano a me delle conchiglie ove odoravo il mare e le deserte spiagge corrive e lì dentro l'amore mi sono persa come alla bufera sempre tenendo fermo questo cuore che (ben sapevo) amava una chimera.
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** conosciuto in te le meraviglie
Deitada no chão frio, Olhando as estrelas, E vendo a Lua. Eu vejo a sua face, Desenhada em uma estrela qualquer. Eu vejo o seu silêncio, Andando em uma rua qualquer. Foram noites e noites, **** e vinho. E eu gostava de você. E eu olhava pra você. Mas não, não te amava.
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Jun 25, 2013
Jun 25, 2013 at 9:41 PM UTC
Untitled
Quando eu era pequena, eu via a morte, com uma capa preta e uma foice, e uma expressão melancólica no rosto, sombria por vezes, de quem já havia levado muitas vidas. O peso, em suas vestes, das almas corrompidas, que não queriam partir, o sangue da sua foice, onde também haviam lágrimas de quem ficava. Com o tempo, eu passei a ter medo dela. A vi como má. Injusta. Insensível. “Como pôde Dona Morte, levar aqueles que eu amava?” Eu perguntava. Mas a morte é só uma passagem. Eu demorei a entender. A aceitar. É como se a Dona Morte fosse uma guia turística, que vem nos buscar rumo às nossas férias eternas. Ela vem, nos despimos de qualquer bagagem, a passagem, é a nossa vida. Esse é o preço. E então embarcamos no trem. Rumo ao desconhecido. Mas ao eterno.
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Sep 28, 2018
Sep 28, 2018 at 10:31 PM UTC
A morte