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"admitir" poems
Soy paranoia, soy demencia, soy alucinación. Ando en medio de la oscuridad atormentada por mi mente. Atormentada por esta triste depresión sin salida. Atormentada por el dolor. No encuentro una luz, mi luz. No encuentro la paz, no encuentro mis píldoras. No encuentro poesía. Necesito calmarme. La noche anterior soñé que me intentaba quitar la vida. Sentí cómo mi respiración se ralentizaba, debo admitir que sentí alivio de acércame a la muerte. Anhelaba ese reposo sin embargo  el pánico empezó a hacer su papel y decidí detener el acto. Soy un fantasma de carne y hueso, soy sombra, soy noche. Noche sin luna y sin estrellas. Desperté. Sentí el vacío, pero quiero estar llena de felicidad. Temo naufragar, no quiero dar vueltas, me convierto en sombra, mis pensamientos se vuelven cada vez más grandes, más delirantes.
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Jul 27, 2015
Jul 27, 2015 at 1:10 PM UTC
Suicida
Tire minha sobriedade com seus abraços Deixe-me alucinado com o sabor de seus lábios Permita-me respirar um pouco mais do ar que circunda o seu quarto E perdoe-me pelos equívocos que cometo Espero que entenda, que eles são causados Pelas inseguranças e medos Que são obras mal acabadas geradas pelo teu afeto Mas o que dizer? ou o que falar? Para mim sempre só me restou me desesperar E o medo de tu, não consigo superar Ahh maldita cabeça Para ser um animal Quatro patas é o que falta Pois como as bestas Parece que ele não consegue raciocinar Mas ao menos tenho que agradecer Ela me fez aproveitar todo os segundos Dos abraços e beijos Que aconteceram ou acontecerão E acima de tudo dos que não existirão E no final, tudo isso era para ser sobre algo bom? Talvez eu deva aprender que admitir que errei não seja o fim do jogo E que devia aproveitar muito mais nosso turno Porque se for para dar errado que de Mas nunca vou me distanciar de ti de novo Por isso dessa vez só quero saber de você Mas peço que me diga Me diga, me explica Por que está aqui ou se realmente é feliz E quero que saiba que toda minha dor e insegurança começa aí Gerando angustia e sofrimento que faz-me sentir tão egoísta que perco toda a motivação e coragem de ficar perto de ti
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Nov 7, 2015
Nov 7, 2015 at 12:58 AM UTC
Untitled
odio tener que admitir que mis recuerdos siguen tomando vida cada vez que se cruzan con tu mirada odio tener que sentirme indefensa, inútil e impotente a la vez cada vez que pienso en que tú ya no quieres cientos de pétalos buscan un escape del cerezo terminando muertos en el concreto la última vez que me quedé callada por tanto tiempo no recuerdo haber explotado en llanto la última vez que me sentí tan estúpida preferí callarme ¿por qué ahora no? ah, cierto antes tu sonrisa no me debilitaba antes fingía tolerar y ser fuerte antes tu mirada no me afectaba antes era más
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May 12, 2017
May 12, 2017 at 1:00 AM UTC
sin título parte seis
Tenho ficado frustrada, Por não saber o dia de amanhã, Por não ter visto o sol nascer. Por não ter observado a linda Lua cheia. Tenho ficado frustrada, Por esperar muito de você. Mas fico mais frustrada ainda, Por não admitir que errei, Por colocar a culpa em você, Em toda vez que eu passo naquela praça.
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Feb 20, 2013
Feb 20, 2013 at 5:58 PM UTC
Naquela praça
Uma palavra sua chegou aos meus ouvidos Perguntei quer que eu goze dentro? Aham Diz que quer sim, quero E me conquistou Dormi pouco fiquei com isso na cabeça Estava exausto, mas sem sono penso nos motivos que tornam tudo isso tão complicado Você sabe Não há nada de errado em admitir se não fosse pelo sol nas crianças brincando lá fora Acredito que ainda estaria ali Dentro de você Alguém me chamou pra beber Deixei meu corpo ir Mas fiquei contigo Apesar de você Já ter saído
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Jul 1, 2015
Jul 1, 2015 at 6:23 PM UTC
Untitled
penso sobre mim o tempo todo que acho que é doença esse fascínio. muito embora saiba que deveria me amar antes de todo mundo, devo admitir que passo horas contemplando minhas criações vestindo apenas um óculos transparente desprovida de roupa íntima. gosto de pensar que preencher todos os espaços vai me trazer paz e de alguma forma que não poderia explicar, a sensação que tanto procuro sentir mas nunca consegui alcançar. é como se eu fosse uma conta matemática que tive dificuldade de entender na quarta série [e ainda não entendo]: gostaria de saber como resolvê-la só não sei como. acho brega todos os meus sentimentos íntimos que envolvem apenas o eu. mas ao mesmo tempo os aprecio, os amo, os idolatro, os venero! veja bem, escrevo todas essas palavras pra quem? pra mim mesma! pra alimentar a fome que tenho de mim, da minha própria vontade de possessão. é um absurdo pensar agora em deixar pra trás tudo isso e deletar as emoções e as vontades e o calor que minha pele sente pela minha pele. nunca duvidei do meu amor por mim mesma. esse que falei a pouco que é grande demais e não cabe aqui. preciso preencher tudo. esse quadrado branco todo sobre mim. sobre o quanto eu sou apaixonada por mim. quanto eu pagaria pela minha estátua? se um dia descobrir que existe uma outra eu: me apaixonaria por ela também? me questiono e procuro letras que juntam palavras simpáticas pra me fazer sentir melhor sobre isso, apesar de saber que independente do que mostre ou não, nada vai mudar. um dia eu estava transando na frente do espelho e só conseguia olhar pra mim. transando comigo mesma, sentindo arrepios na pele completamente apaixonada pelo reflexo nu com os seios em movimento e a boca ofegante. gozei porque era eu ali no espelho.
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Jan 17, 2018
Jan 17, 2018 at 7:15 PM UTC
mania essa de escrever sem pensar num ponto
penso sobre mim o tempo todo que acho que é doença esse fascínio. muito embora saiba que deveria me amar antes de todo mundo, devo admitir que passo horas contemplando minhas criações vestindo apenas um óculos transparente desprovida de roupa íntima. gosto de pensar que preencher todos os espaços vai me trazer paz e de alguma forma que não poderia explicar, a sensação que tanto procuro sentir mas nunca consegui alcançar. é como se eu fosse uma conta matemática que tive dificuldade de entender na quarta série [e ainda não entendo]: gostaria de saber como resolvê-la só não sei como. acho brega todos os meus sentimentos íntimos que envolvem apenas o eu. mas ao mesmo tempo os aprecio, os amo, os idolatro, os venero! veja bem, escrevo todas essas palavras pra quem? pra mim mesma! pra alimentar a fome que tenho de mim, da minha própria vontade de possessão. é um absurdo pensar agora em deixar pra trás tudo isso e deletar as emoções e as vontades e o calor que minha pele sente pela minha pele. nunca duvidei do meu amor por mim mesma. esse que falei a pouco que é grande demais e não cabe aqui. preciso preencher tudo. esse quadrado branco todo sobre mim. sobre o quanto eu sou apaixonada por mim. quanto eu pagaria pela minha estátua? se um dia descobrir que existe uma outra eu: me apaixonaria por ela também? me questiono e procuro letras que juntam palavras simpáticas pra me fazer sentir melhor sobre isso, apesar de saber que independente do que mostre ou não, nada vai mudar. um dia eu estava transando na frente do espelho e só conseguia olhar pra mim. transando comigo mesma, sentindo arrepios na pele completamente apaixonada pelo reflexo nu com os seios em movimento e a boca ofegante. gozei porque era eu ali no espelho.
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Me perdí a mi misma en el culo de una botella de vino Me entregué a la luna como si mi vida fuese mística con extrañas mentiras posadas en tus labios Sintiendo electricidad con cada trago y como mi corazón descansa en paz con cada paso. Viendo cosas que preferiría no ver y siendo alguien que no quiero ser. Porque pienso más de lo que debería pensar y bebo más de lo que me gustaría admitir al final del día nunca acabo haciendo lo que le prometí a mi reflejo esa mañana... Bebo más de lo que me gustaría decir bebo tanto que ni siquiera puedo sonreír y cada vez que bebo me olvido de mi, solo y únicamente te pienso a ti... Las aguas calmas de un tranquilo río vino rosado al amanecer, bajo el árbol de la colina siento cada una de las gotas de lluvia que golpean con suavidad contra mi cara estoy de rodillas, contemplando tu sonrisa Expulsé todo el veneno de mi cuerpo solo me quedan las aguas calmas de un tranquilo río Prométemelo, no te puedes ir contigo me siento como nunca me sentí he olvidado todo por lo que alguna vez bebí no recuerdo porque anoche sufrí. Acaricia mi pelo como las hierbas mi cuerpo vino rosado corriendo por tus labios bajo el árbol de la colina. Sé mi espada en la noche, sé mis pájaros cantores. Vino rosado contra la escarcha de hielo resbalando sobre la capa del lago congelado engañando a la escurridiza muerte. Una ligera llovizna peina el prado a lo largo, como una cortina, aunque esté fuera el Sol, aunque no haya nubes en el cielo. La escalera se deshace se me escapa, de entre los dedos, la noche, las aguas vuelven a su cauce y yo vuelvo a intentar olvidarte.
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Dec 26, 2020
Dec 26, 2020 at 1:41 PM UTC
16. Vino Rosado (Poema adicional de “El Castillo”)
Me perdí a mi misma en el culo de una botella de vino Me entregué a la luna como si mi vida fuese mística con extrañas mentiras posadas en tus labios Sintiendo electricidad con cada trago y como mi corazón descansa en paz con cada paso. Viendo cosas que preferiría no ver y siendo alguien que no quiero ser. Porque pienso más de lo que debería pensar y bebo más de lo que me gustaría admitir al final del día nunca acabo haciendo lo que le prometí a mi reflejo esa mañana... Bebo más de lo que me gustaría decir bebo tanto que ni siquiera puedo sonreír y cada vez que bebo me olvido de mi, solo y únicamente te pienso a ti... Las aguas calmas de un tranquilo río vino rosado al amanecer, bajo el árbol de la colina siento cada una de las gotas de lluvia que golpean con suavidad contra mi cara estoy de rodillas, contemplando tu sonrisa Expulsé todo el veneno de mi cuerpo solo me quedan las aguas calmas de un tranquilo río Prométemelo, no te puedes ir contigo me siento como nunca me sentí he olvidado todo por lo que alguna vez bebí no recuerdo porque anoche sufrí. Acaricia mi pelo como las hierbas mi cuerpo vino rosado corriendo por tus labios bajo el árbol de la colina. Sé mi espada en la noche, sé mis pájaros cantores. Vino rosado contra la escarcha de hielo resbalando sobre la capa del lago congelado engañando a la escurridiza muerte. Una ligera llovizna peina el prado a lo largo, como una cortina, aunque esté fuera el Sol, aunque no haya nubes en el cielo. La escalera se deshace se me escapa, de entre los dedos, la noche, las aguas vuelven a su cauce y yo vuelvo a intentar olvidarte.
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