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#natal
Dear mother, You held the breathe and brought me to earth On this day before twice the ten years without dearth Today with all my love, I stand before you    With rolling tears of gratitude rife    With the fragrance of unforgotten times spent with you    Remain as sweet center of my life I pray, you live long And long me bless Yours Kiran Nivedh
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Jun 29, 2015
Jun 29, 2015 at 1:18 PM UTC
to my mother
*I dont know why. Streets are busy doing errands Night sky's spitting stars. Sea gives its crashing waves. And here I am, Staring blankly at the ceiling Waiting for 12 midnight No, im not one of those Disney princesses nor Damsel in distress Waiting for his prince charming or A knight in shining armor Im just a typical lass Waiting for an ordinary 12 midnight To finally tell myself* Im already legit girl
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Jun 5, 2016
Jun 5, 2016 at 11:44 AM UTC
Waiting for 12 Midnight
Natal no Douro No Douro, o inverno é um pranto, Que desliza entre socalco e o silêncio. A neve pousa em mantos de prata, E o rio reflete estrelas dispersas, Como uvas suspensas na luz da eterna graça. As vinhas adormecem, mas guardam calor, Memórias de mãos que amassam o tempo e o amor. Dedos que conhecem cada curva da terra Santa, Cada rugosidade do xisto que a vida sustenta. No Natal, o vento traz canções Mistura o cheiro de pão, de vinho e de boas sensações, E na adega, o mosto murmura histórias, De sol, de chuva e de boas memórias. Que o Douro nos ensine a esperar com ternura, Que cada estrela no céu seja uma promessa, uma aventura! Que cada cepa, mesmo sob  o frio, Se transforme em luz, em calor, em poesia. E que neste Natal haja Douro, haja alegria! O silêncio do vale seja um abraço  de verdade, O rio, uma lembrança da eternidade, E o vinho, a essência do amor que aqui se planta. É Natal no Douro que tudo ama e encanta.
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Dec 23, 2025
Dec 23, 2025 at 5:09 PM UTC
Natal do Douro
O Guardião do Ciclo Branco ​No Douro, o tempo não corre, ele demora-se, Nas rugas da mão que a terra conhece, Onde o inverno, em manto, se demora e esquece O ruído do mundo que lá fora se consome. ​Não há uvas agora, nem o ouro do mosto, Há apenas o branco, o silêncio e o frio, Onde o Homem, de pé, frente ao monte vazio, Segura a neve com o mesmo rigor e gosto. ​O vinho que virá já dorme na paz profunda, Bebe da geada a força para o estio, Pois no Douro, o milagre não é um desvio, É a fé de quem na rocha a sua vida funda. ​Nesta mão que molda o gelo como quem poda, Resiste a verdade de uma herança antiga: Que a terra é mãe, é mestra e é amiga, E o Natal é o eixo onde a esperança roda. ​Brindamos ao silêncio que prepara a vida, Ao vigneron que no frio encontra o seu altar, Pois só quem sabe com o inverno comungar, Verá no verão a promessa cumprida. ​Victor Marques Vigneron
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Dec 22, 2025
Dec 22, 2025 at 4:27 AM UTC
O Guardião do Ciclo Branco