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#liberdade
Naquela floresta, onde a família ia, a coleira era a melodia. Ali, encontrava-se uma raposa solitária e melancólica. E naquele ambiente, onde o silêncio era denso, a raposa viu um pássaro, que amava a liberdade. Admirou suas asas e o penacho dourado. Foi naquele encontro que a raposa compreendeu sua própria identidade. Juntos, eles criaram uma ligação, bialma, de sentimento intenso. A raposa estava radiante, feliz, queria entender o pássaro. Mas o pássaro, indeciso, temia a liberdade. Juntos, eram encanto da natureza, beleza das flores e da música. Mas as ideias eram opostas. A raposa, por amar mais, decidiu ir embora. E, naquele último olhar, entre o vento e as folhas que caíam, a raposa deixou no ar uma lembrança eterna, como um sopro de liberdade.
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Apr 21
Apr 21, 2026 at 9:03 AM UTC
A Escolha da Raposa
Mantenha firme a tua razão, Não te iludas com vãs palavras, Que sem ação se desfazem ao vento, E ocultam verdades amargas. Alma explorada, dor renascida, Já foste presa de um jogo cruel, Mas mãos divinas te resgataram, Erguendo-te além do fel. Quem te perdeu, agora implora, Mas não por amor, não por bondade, Apenas anseia um coração aos pés, Para inflar sua vaidade. Deixe que prove do próprio vazio, Que colha da dor que semeou, Pois quem não soube te valorizar, No próprio desprezo se afogou.
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Mar 15, 2025
Mar 15, 2025 at 4:49 PM UTC
"Eco da Superação
Liberdade pode ser banal, Pura e consensual, Agir em diferentes direcções, Se desdobrar em explicações. Ver as papoilas crescer, Anseios de bem querer, Não pode ser servidão, Viver noutra dimensão. Liberdade determinista, Que limita o bom artista, Ai povo oprimido, Do mundo, do desconhecido. Adepto da liberdade postiva, Na morte e também na vida. Liberdade escancarada na natureza, Com seu amor e beleza. Liberdade que parece desejável, Democracia que parece fiável, Liberdade consciente e reflectida, Haja Liberdade nesta vida. A Liberdade pode ser espiritual, Livre e nunca ser igual. Alavanca que tudo move, Povo livre e nobre. O Homem nasce livre para tudo amar, O céu,  a terra e a imensidão do mar. Liberdade minha de tudo contemplar, Liberdade onde vais, onde queres estar.... Victor Marques
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Apr 26, 2023
Apr 26, 2023 at 6:22 AM UTC
Liberdade onde vais parar
A noite chega, soturna, calada. Os remédios parecem não fazer efeito. Sozinho novamente com meus pensamentos, embalado pelo som do ventilador e das batidas do meu coração. Nao sei porque ele insiste em bater, parece um esforço inútil. As horas passam lentamente, como nos movimentos de uma duna. A areia do tempo descendo vagarosamente pela ampulheta. Se ao menos pudesse ver. Me sinto cego, queria eu estar cego? Minha decepção só não é maior que a decepção que causei. Não há lugar aqui senão neste papel para a dor, uma fraqueza que todos tentam esconder - por questão de sobrevivência provavelmente. Os amigos poucos que me restam seguem suas vidas enquanto tento ser feliz, ao menos por eles. Saudade aqui toma outras formas, como uma tortura ao melhor estilo Stanley Kubrick em “Laranja Mecânica”, em que as imagens passam repetidamente por minha cabeça sem que eu possa fazer absolutamente nada. Família, amigos, amores, à distância de uma chamada, uma chamada. Para quem ligar, como? O cárcere em sua pior faceta, o isolamento social. Conto nos dedos de uma mão as pessoas com quem consigo manter uma conversa. Mesmo assim nao consigo conversar, a cabeça e o coracao nao estao aqui, eles fugiram, estão lá fora, espero que a minha espera. Outro cigarro, mais um café. Quantos mais, quantas mais palavras? A caneta e o papel são meus melhores amigos, às vezes até me entendem. Monólogos em horas, diálogos em outras. Me pergunto qual seria o limite entre a sanidade e a demência aqui. Se é que existe um, estou eu ficando são ou louco? Nao era quando cheguei, provavelmente foi o que me trouxe aqui, agora só me resta um caminho a seguir e tenho que achá-lo sozinho. Não tenho arrependimentos, aqui não há lugar para eles, há agora um só caminho a seguir, em frente! Adiante!
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Aug 14, 2018
Aug 14, 2018 at 1:08 PM UTC
Avante
A noite chega, soturna, calada. Os remédios parecem não fazer efeito. Sozinho novamente com meus pensamentos, embalado pelo som do ventilador e das batidas do meu coração. Nao sei porque ele insiste em bater, parece um esforço inútil. As horas passam lentamente, como nos movimentos de uma duna. A areia do tempo descendo vagarosamente pela ampulheta. Se ao menos pudesse ver. Me sinto cego, queria eu estar cego? Minha decepção só não é maior que a decepção que causei. Não há lugar aqui senão neste papel para a dor, uma fraqueza que todos tentam esconder - por questão de sobrevivência provavelmente. Os amigos poucos que me restam seguem suas vidas enquanto tento ser feliz, ao menos por eles. Saudade aqui toma outras formas, como uma tortura ao melhor estilo Stanley Kubrick em “Laranja Mecânica”, em que as imagens passam repetidamente por minha cabeça sem que eu possa fazer absolutamente nada. Família, amigos, amores, à distância de uma chamada, uma chamada. Para quem ligar, como? O cárcere em sua pior faceta, o isolamento social. Conto nos dedos de uma mão as pessoas com quem consigo manter uma conversa. Mesmo assim nao consigo conversar, a cabeça e o coracao nao estao aqui, eles fugiram, estão lá fora, espero que a minha espera. Outro cigarro, mais um café. Quantos mais, quantas mais palavras? A caneta e o papel são meus melhores amigos, às vezes até me entendem. Monólogos em horas, diálogos em outras. Me pergunto qual seria o limite entre a sanidade e a demência aqui. Se é que existe um, estou eu ficando são ou louco? Nao era quando cheguei, provavelmente foi o que me trouxe aqui, agora só me resta um caminho a seguir e tenho que achá-lo sozinho. Não tenho arrependimentos, aqui não há lugar para eles, há agora um só caminho a seguir, em frente! Adiante!
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