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Das rachaduras de meu peito, brota água que jamais vi Sem cor Sem rumo Desconheci. Assisto o eco dos fatos Sóbrio Todo igual E de tão constante; Inerte. Frequência abjeta. Farrapos. O líquido da divindidade seca ao sol e sulca-me em seu secar Obsceno Todo o meu corpo Cabeça, tórax, gônadas e bile. Bonito como o chão da caatinga Enferrujado Vil Sou eu, agraciado por ter bebido da fonte. Obrigado, Deus. Mastigue-me aos miúdos numa tarde ignóbil de chá com bolachas.
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Sep 24, 2014
Sep 24, 2014 at 11:52 AM UTC
Um homem em cacos vermelhos
Das rachaduras de meu peito, brota água que jamais vi Sem cor Sem rumo Desconheci. Assisto o eco dos fatos Sóbrio Todo igual E de tão constante; Inerte. Frequência abjeta. Farrapos. O líquido da divindidade seca ao sol e sulca-me em seu secar Obsceno Todo o meu corpo Cabeça, tórax, gônadas e bile. Bonito como o chão da caatinga Enferrujado Vil Sou eu, agraciado por ter bebido da fonte. Obrigado, Deus. Mastigue-me aos miúdos numa tarde ignóbil de chá com bolachas.
autoleniencia
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Sep 24, 2014
Sep 24, 2014 at 11:52 AM UTC
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