Hello Poetry
Submit your work and get some sparkles! Create free account
Triste há de ser; curto e doce e terno. Que seja breve dizendo tudo. Que seja doce confeito de manhã eterna. Que seja belo qual água de cachoeira. Que a pureza o invada: morte indolor. Da febre se dissipe como quem à tempestade vence. **** Fonte: Cadernos de Sizenando, vol. II, 2016
0
Feb 10, 2016
Feb 10, 2016 at 2:27 PM UTC
O último poema, à moda de Manuel Bandeira (2)
Triste há de ser; curto e doce e terno. Que seja breve dizendo tudo. Que seja doce confeito de manhã eterna. Que seja belo qual água de cachoeira. Que a pureza o invada: morte indolor. Da febre se dissipe como quem à tempestade vence. **** Fonte: Cadernos de Sizenando, vol. II, 2016
adalberto-de-queiroz
Written by
Feb 10, 2016
Feb 10, 2016 at 2:27 PM UTC
Request permission to use this poem