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Sinto a areia entre os meus dedos. Sinto o cheiro do mar a invadir-me. Sinto a calma que me transmitem as ondas. Um dia na praia. Um dia em que desaparecem os medos Em que a paz me-os tenta dissuadir Com as mais puras sensações. Um dia em que me sinto eu Sem dar explicação. Durante os meus dias, Este é o meu apogeu O mais alto ponto O maior clímax Da felicidade que sinto. Respiro toda a tranquilidade Tento que esta fique em mim E me faça rugir em prol de viver... Que em vez da sobrevivência Eu tenha que optar pela vivência Optar pela respiração voluntária E não apenas na involuntária por obrigação. Basta querer. Arranjar poder. De me poder mover. E repor vontades E liberdades. Respiração ofegante. A nostalgia lembra o proibido. A Saudade amassa e esbofeteia O ilícito, o ilegal, o que não tem.... A permissão de ser lembrado Para cá entrar e marca deixar.
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Apr 5, 2015
Apr 5, 2015 at 7:43 PM UTC
Um dia na praia
Sinto a areia entre os meus dedos. Sinto o cheiro do mar a invadir-me. Sinto a calma que me transmitem as ondas. Um dia na praia. Um dia em que desaparecem os medos Em que a paz me-os tenta dissuadir Com as mais puras sensações. Um dia em que me sinto eu Sem dar explicação. Durante os meus dias, Este é o meu apogeu O mais alto ponto O maior clímax Da felicidade que sinto. Respiro toda a tranquilidade Tento que esta fique em mim E me faça rugir em prol de viver... Que em vez da sobrevivência Eu tenha que optar pela vivência Optar pela respiração voluntária E não apenas na involuntária por obrigação. Basta querer. Arranjar poder. De me poder mover. E repor vontades E liberdades. Respiração ofegante. A nostalgia lembra o proibido. A Saudade amassa e esbofeteia O ilícito, o ilegal, o que não tem.... A permissão de ser lembrado Para cá entrar e marca deixar.
juliet-r
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Apr 5, 2015
Apr 5, 2015 at 7:43 PM UTC
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