O Xisto e o Sábio do Rio
Onde o rio serpenteia em xisto e oiro,
E a vinha abraça a encosta com fervor,
Abre-se o Douro, antigo e fiel tesoiro,
Voz de uma terra e do seu nobre labor.
Neste cenário de força e de beleza,
Desperta a mente o brilho de um rapaz,
Que lê no xisto a alma da natureza
E vê no génio o rumo que traz paz.
Seja a razão o farol na neblina,
A guiar quem a terra estima e ama,
Nesta busca da essência mais divina
Que o Douro pulsa e o peito nos inflama.
Com fé se molda o tempo que virá,
Honrando o rastro, a herança e a memória;
No Douro, o porto onde o homem ancorará,
Semeando esperança em cada história.
Que o xisto conte o que a mão recria,
E o rio entoe o nome com louvor,
Sob o olhar do Sábio que nos guia,
Neste Douro eterno, templo de esplendor.
Victor Marques
Douro
Apr 29
Apr 29, 2026 at 2:31 PM UTC
O Xisto e o Sábio do Rio
Onde o rio serpenteia em xisto e oiro,
E a vinha abraça a encosta com fervor,
Abre-se o Douro, antigo e fiel tesoiro,
Voz de uma terra e do seu nobre labor.
Neste cenário de força e de beleza,
Desperta a mente o brilho de um rapaz,
Que lê no xisto a alma da natureza
E vê no génio o rumo que traz paz.
Seja a razão o farol na neblina,
A guiar quem a terra estima e ama,
Nesta busca da essência mais divina
Que o Douro pulsa e o peito nos inflama.
Com fé se molda o tempo que virá,
Honrando o rastro, a herança e a memória;
No Douro, o porto onde o homem ancorará,
Semeando esperança em cada história.
Que o xisto conte o que a mão recria,
E o rio entoe o nome com louvor,
Sob o olhar do Sábio que nos guia,
Neste Douro eterno, templo de esplendor.
Victor Marques
Douro
