Hello Poetry
Submit your work and get some sparkles! Create free account
É a tragédia vivida ou pensada Que do nada, gera tudo Janela da alma que se mostra iluminada Postigo do ser, sempre vazio e mudo E se o grito na garganta é visceral Sem razão, sem concórdia interna Na noite prateada, por bem ou por mal Evade-se em som essa vontade terna Condição ingrata, vingando o caos certo Das sinapses frenéticas Que percorrem universos A transcendência refugia-se em segundo plano A transcendência não cabe nestes versos
0
Jun 27, 2024
Jun 27, 2024 at 7:25 PM UTC
Espiral da rocha
É a tragédia vivida ou pensada Que do nada, gera tudo Janela da alma que se mostra iluminada Postigo do ser, sempre vazio e mudo E se o grito na garganta é visceral Sem razão, sem concórdia interna Na noite prateada, por bem ou por mal Evade-se em som essa vontade terna Condição ingrata, vingando o caos certo Das sinapses frenéticas Que percorrem universos A transcendência refugia-se em segundo plano A transcendência não cabe nestes versos
ana-a
Written by
Jun 27, 2024
Jun 27, 2024 at 7:25 PM UTC
Request permission to use this poem