É a tragédia vivida ou pensada
Que do nada, gera tudo
Janela da alma que se mostra iluminada
Postigo do ser, sempre vazio e mudo
E se o grito na garganta é visceral
Sem razão, sem concórdia interna
Na noite prateada, por bem ou por mal
Evade-se em som essa vontade terna
Condição ingrata, vingando o caos certo
Das sinapses frenéticas
Que percorrem universos
A transcendência refugia-se em segundo plano
A transcendência não cabe nestes versos
Jun 27, 2024
Jun 27, 2024 at 7:25 PM UTC
É a tragédia vivida ou pensada
Que do nada, gera tudo
Janela da alma que se mostra iluminada
Postigo do ser, sempre vazio e mudo
E se o grito na garganta é visceral
Sem razão, sem concórdia interna
Na noite prateada, por bem ou por mal
Evade-se em som essa vontade terna
Condição ingrata, vingando o caos certo
Das sinapses frenéticas
Que percorrem universos
A transcendência refugia-se em segundo plano
A transcendência não cabe nestes versos
