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"vividas" poems
ADORMECIDO NOS SONHOS VIVIDOS Entre margens dos rios conhecidos, Sonho com sonhos vividos. Anseios nobres e sonolentos, Adormecido em quentes mantos. Serei sepultado com folhas mortas, Com videiras, oliveiras, belas hortas. No ermo ressuscitarei feito luz, Com a bandeira do amor a Jesus…! Tenho um carinho excelso pelas gentes singulares, Feitas de um amor e seus sentidos olhares. Paraíso de saudades já vividas, Memórias nunca esquecidas. Recordações de tudo que me apaixonou, Da terra que sempre me amou. Horas paradas nos salgueiros do ribeiro, Sou do Castanheiro… Um abraço com carinho e amizade Victor Marques
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Oct 21, 2013
Oct 21, 2013 at 4:04 AM UTC
Adormecido nos sonhos vividos
As fontes antigas Nas fontes antigas eu gosto de beber, Vejo arte e saber. As pedras moldadas por mãos doridas, Ali estão parecem adormecidas. Fontes antigas de aldeias perdidas, Tantas histórias ali foram vividas, Cabelos soltos ao vento, Bebo água e me sento… Todos bebem pela mesma jarra, Machado e sua guitarra… Os animais ao lado tem sua pia de água transparente, Pois também bebem e ficam contentes. Os velhinhos contam das moças de outrora, De alguém que com água as benze e namora. As oliveiras e vinhas espreitam com leveza, Amor às fontes e sua beleza… Victor Marques
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Oct 7, 2013
Oct 7, 2013 at 2:53 PM UTC
As fontes antigas
Infames secretos; que se dilatan en el zar Infames ojos, de parpadeos rápidos y miradas caóticas Rubia platino, de tez victoriana. Prófuga del amor; secreto de azares y de bares, Añoranzas bucólicas y sonrisas fatuas De amor profundo hacia el pasado, de labios malva. Incesante, llamando y buscándote a través de mí En el tiempo tácito y taciturno de noche dionisíaca. Apología a Herodes, o elegía de mis pasos muertos. La rubia platino se reía y ahí, todo me consumía, Añoranzas bucólicas, de vidas no vividas. Perdido en naufragio, moribundo en desasosiego, Errante, pensante petulante e incapaz emisario de camelos. Cómplices de nuestras acciones, rubia platino, pero víctimas Prófugo de mis remotos recuerdos; miradas tibias. Continuaba riendo, en el onírico espacio de mis pensamientos No he conocido su risa, y sin embargo                                                                                            [...ya la extraño] La lluvia pesada cae sobre charcos huecos sin reflejo Miro, de reojo, en ellos, te observo Y me pierdo.
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Jul 14, 2017
Jul 14, 2017 at 7:32 PM UTC
Crónicas Negras.
Oscurece manso y tibio sobre las nubes El ocaso perpetuo, de un pretérito inexacto, Ocultistas de la nueva era; demagogos Critica extensa de momentos rotos. Pasan, sobre los dos, los meses plenos La felicidad perecedera de un vacío inmenso; el hueco Me preguntas si te amo, Pero sabes la respuesta. Nunca se ha amado en vida tanto, Nunca se ama de ninguna manera. Aunque fuesen ilusiones hechos versos, Recuerdos feroces, de momentos en besos. Entre nuestros labios se oculta la herida, De todas nuestras lágrimas más que frías. Huraño, cazador de golondrinas, Poeta helénico, más que, poeta afrodisíaco, En mis manos timoratas, relato tus vidas Y en mis vidas, no vividas, relato tus idas.
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Jul 17, 2017
Jul 17, 2017 at 3:43 AM UTC
XVI
noite que adormece manhã que desperta café que entorpece minha mente entreaberta sonho que é combustível de memórias não vividas sono sempre receptível pra esquecer das idas e fridas responsabilidades que desbotam a alegria da minha vivência pássaros da manhã que desatam os nós da minha consciência gosto dos desgostos de se gostar e do brilho amendoado do teu olhar
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May 31, 2014
May 31, 2014 at 3:12 PM UTC
5:11 am
oh! taças, na memória, vividas. oh! taças de vinho tão cheias. oh! castas lembranças erguidas em tabernas de gente tão cheias... oh! castas antigas... de porte. oh! castas lembranças vividas. oh! taças cheias de morte tão tristes me foram em vida. oh! turbulentas lembranças que me trazem essas taças em tristes desesperanças. mas oh! taças erguidas em vão erguidas à vida tão cheias tão cheias de solidão.
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Sep 10, 2015
Sep 10, 2015 at 5:28 AM UTC
À noite na taberna