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LUNA May 2018
todos aqueles que escreveram as músicas que eu amo estão mortos. enterrados sobre grama e concreto em diferentes partes do mundo. os artistas que pintaram as telas que me alegram dentro e fora dos museus também. já não há mais fotógrafos do the post espalhados pela cidade que captariam uma foto do nosso beijo na times square. no fim, cabe a mim escrever e representar a arte dessa jornada
Victor Marques Nov 2014
Nascimento, vida e existência…

     Nascemos de uma forma sublime que parecendo uma banalidade natural é segundo o meu ponto de vista um milagre em todos os sentidos. Parece que o ventre da mulher foi feito e eleito o local divino para mostrar ao mundo a beleza do nascimento, vida e existência, comprometida com todos aqueles que tiveram o privilégio de um dia nascerem.
Nascemos, vivemos e existimos num planeta que procura respostas que não acha para uma imortalidade pedida a preceito em orações, congressos, ou aglomerações de seres que procuram nesta vida um culto a Deus que parece estar para caprichos e devaneios de tantos seres humanos que existem por existir.
Nascimento é vida e ao mesmo tempo uma existência comprometida com o universo que é gratuito para todos aqueles que conseguem perceber a magnitude da abundância que nos é dada com o nascimento, vida e existência.
     Nascemos nus sem nada para oferecer naquele preciso momento alegria a todos aqueles que parecem esperar um Messias salvador e apaziguador de corações por vezes divididos
e adulterados com vivências da  sua própria vida.
  - Que recompensa teremos nós depois de deixarmos de existir sob esta forma material que parece ser digna e ao mesmo tempo real?
-Será o nascimento o elo principal na vida, na existência e na morte?
- Será que Deus através da beleza e complexidade do nascimento quer mostrar ao homem através da sua existência a possibilidade de aspirar com a morte à ressurreição ou melhor a outra forma espiritual de continuar a existir?
- Será que não será mais fácil e rápida a morte do que o próprio nascimento?
     Nascemos, vivemos e existimos num planeta terra maravilhoso regido com mestria por um sábio infinito e Criador que sempre com precisão consegue dar ao ser humano deleites que irão perdurar na nossa vida até ao dia que depois de nascer, viver e existir morremos para ressuscitar no Amor Sublime de Deus nosso Pai.

Victor Marques
nascimento, vida e existência
The Anybodies Jun 2015
Hubiera deseado que las conversaciones duraran más, que los minutos pasaran más lento, que se volvieran horas a tu lado.
Porque aún puedo escuchar tu voz de madrugada entre sueños, confundiendo la realidad... diciendo tu nombre entre suspiros entrecortados.

¿Por qué se siente así la soledad? Tan cruel y abrumadora, porque todos en algún momento le tememos.
Nos quedamos con la última palabra y sin aliento para pronunciarla.

Guardamos nuestros secretos, y después de un tiempo se vuelven un nudo en la garganta.
El dolor es bello... drogarme con tu recuerdo también lo es.
Marco Raimondi May 2017
I

Queira a ter-te tal sacrifício impune à beleza
Desventurar no ofício da morte formosa
No rito estrangulado, no campo da destreza,
Pensamentos que julgo uma ilusão honrosa

Sob a lembrança dos antigos, arcaica proeza
Se medos sentimos dessa prática tão dolorosa,
Aquieta-se! A relva abaixo espera em sua frieza,
Para o pútrido sepulcro de uma luz ardorosa

Onde graça, cuja índole se esquiva,
Singram os raciocínios obscuros
De uma consciência a julgar-se viva

É o fim a tocar alma fugitiva,
A único respeito, tomar com acuro
Um fadário apagado de perspectivas

II

Ao meu semblante prefere-se o nada, diante das vãs venturas
Pois se é hábito e desconcerto sempre padecer,
Coerente é, por esses horrores, nunca me ater
Para que não lastime o infinito desta amargura

Esta angústia vazia que na miséria perdura
Sufocando meu espírito em sofrer,
Vede a todos dura sentença! É preferível já não ser,
Que fugir do fim que, em descrença, meu corpo procura

Se Dido no desalento, por Eneias, deixa vida,
Estou cá, em silêncio de alma desvarrida
A cessar aos vermes o que vivo eternamente

Em álgido lamento, pude cantar nesta partida,
Algumas rimas de mi'a face enlanguescida,
Em que pude prezar da morte seu beijo unicamente
Nienke Aug 2018
la primera vez que te vi
el tiempo se detuvo
nuestras miradas
lo único visible
sólo por un momento
como un rayo de luz
aislado del mundo
sólo tú y yo
encontrándonos
en otra dimensión
en la que vimos la luz
como una estrella fugaz
fuerte, brillante
olvidamos nuestro entorno
sólo para sentir
esta otra realidad
lleno de gotas
ven, ven
lluvia de energía positiva
toma mi mano
y caminamos a través
todos los sonidos
todos los pensamientos
apagado
sólo tus ojos
tan irreal
sólo por un momento
como un buceo en el mar
y supe
esto continuará
A Sad Alex Aug 2018
Quiero escribirte un millon de versos
En todos decirte como te quiero
Pero no hay suficiente tinta en el universo
Asi que acercate, pegate a mi pecho

Acercate, te lo dire con besos
Dejare tus labios rotos y desehechos
Un frenesi que no conoce frenos
Que tu placer rompa el silencio

Que en este fuego que tenemos
Nuestros cuerpos se derritan enteros
En uno solo fundido este nuestro aliento
Tomados de la mano, rozar las nubes del cielo

Quiero escribirte un millon de versos
En todos decirte cuanto te deseo
Pero las palabras se la lleva el viento
Asi que acercate mas, perderte no quiero
A little experiment maybe, but I also speak and write in spanish, hell I began writing poetry due to Pablo Neruda, a chilean poet, so I gave it a shot to write a poem in spanish here, so let´s see what happens, maybe one day I´ll translate it, but for now here goes nothing.
lmbf Jul 2018
In my dreams, we are sitting on that berm, in Bergamo, overlooking the river. The water laps lazily at a slow but steady pace. The sun is beaming, smiling above us as it observes our shared gaze.
We converse about the world and its many hiding spots, speaking in tongues.

"¿Pero a veces esperes que ir lejos de aquí?" I say.
"Where?"
"No lo sé...algún lugar lejos de todos algos sabes."
"I mean, I really like where I live. I love the people, and the energy, and I love how if you give yourself to New York it will give back to you a million times over.

"But I would like to get away sometimes, yes. Waking up every morning and knowing there's a whole world I've barely even seen yet has me itching to book the next flight." You laughed, your voice turning husky. "Where do you propose?"

"Mientras estamos todavía en italia, miramos a este lugar bonita primera...¡Vamonos!"

You run, run, run, harder than I ever have in my whole life, while I hop on my bicycle barefoot. We are speeding through the dusty terrain, whooping and hollering with joy. "¡Viva La Vida!" I scream.

You smile at me, if only a split-second.
And that's when I knew just how deeply I had fallen.

This is where it ends.
Summer Freewrite Sessions 2018 // apparently I dream in Spanish now (Al parecer, sueño en Español ahora) Lo siento para algunas imperfecciones gramáticas porque español es no mi idioma primera.
TRANSLATION/TRADUCCION de LAS LINÉAS ESPAÑOL
1. "But sometimes, do you hope to get away from here?"
2. "I don't know...somewhere far from all you know."
3. "While we're still in Italy, let's look at this beautiful place first...Let's go!"
Sebastian Macias Oct 2018
es triste
que en un mundo
como hoy
honestidad
honestidad pura
no es bienvenido
todos necesitan
para convertirse en esta almohada
de comodidad
al diablo con eso
prefiero quemar
y ser libre
que ser

Jim Davis Sep 2018
Oh my sweet goodness
Bright sun in Todos Santos
Warm cinnamon rolls

©  2017 Jim Davis
Othon Sep 2018
Fere-me a existência
Do cárcere da ideia, à quintessência
Como um defunto, por entre caminhos inefáveis
Escarro a visão, da malígna eternidade
Algures de criaturas abomináveis
Sob a cruz da enfermidade...

Sangue, trevas, e fantasmas
Corações insepultos como miasmas
Escombros de paixões e ilusões, – eis os canhões!
Guerra num umbral de maldições...

Riem bruxas em escárnio malsão
Do drama de criaturas repugnantes
À esbórnia de velhas bacantes
Que da vida toda verdade ruirá em podridão

Destino, epifania, devaneios medonhos
Sob a melodia de acordes sinistros
Alma irreparável... A destroçar todos os sonhos!
sinto tudo tão inacabado
sinto como se minha alma fosse uma obra
com paredes de concreto com uma só mão de tinta branca
com os fios das lâmpadas soltos em todos os cômodos de mim
me sinto como a música no carro que sempre mudo antes de acabar
ou como a terceira vez que voltei pra finalizar esse texto
como o último abraço que dei no meu pai e nem levantei da cadeira
porque eu mal o conheço
o caderno da minha aula de arte moderna
a mensagem que eu comecei a escrever no ponto de ônibus e não deu tempo
o último beijo que eu dei em você e não encostei a língua no céu da tua boca
amanhã já vem e não conclui nada de hoje
se eu morresse eu nem teria vivido
Paulina Falomir Nov 2018
A veces me mareo de tanto blanco,
No se malentienda, gran color ese blanco
Sólo me marea verlo y verlo en todos los edificios,
Las paredes
Y no me marea el color en sí,
Me marea la intención
Me marea usar el blanco para adormecer
La sensación de acorralamiento en jaulas
Que doblegan voluntades
A través de necesidades

El ser estático en su jaula porque no hay más a donde ir
Y las jaulas blancas
Para que sienta paz
Y las paredes blancas
Para que esté tranquilo

Me marea el blanco
Me marean las intenciones
Las intenciones “blancas”

Me marea recurrir a colores
Para disfrazar crueles realidades
Nadie quiere estar sentado todo el día

Quizá me marea el truco
Me marea
Me marea el blanco y lo que implica
Me marea el uso

Y la pregunta, pero sí no el blanco entonces ¿quién?
Entonces ¿cuál?
No abundan opciones
De jaulas negras, de jaulas rojas, no vendría nada mejor
Tiene que ser el blanco
Y eso me marea

Probablemente me marea la realidad y yo
Yo lo refiero todo al blanco
Me marea tanto blanco
Had to be in spanish, it was mind *****
Perdido. Tomado pela multidão histérica de memórias. Mutilação. Gritos de agonia. Horror nos olhos de  "inocentes". Memorias de imagens presas numa parede de incapacidade. Incapaz de ver. Incapaz de saber. De ser. Sou o luto de minha tragédia. Ser o algoz do mundo. Já não me lembro.  Ele se diz meu sogro. Minha mulher está morta. As crianças foram brutalmente assassinadas. Seus corpos foram abandonados. Todos fugiram pelo terror do algoz. E eu apaguei. Já não me lembro. É preciso acreditar?  Lembrei que não me lembro do meu rosto. Ele me pediu para olhar ao espelho. Olho diretamente para aquela figura. Então este sou eu.  Apático. Ele sorri. Também tento. Pele azul. Olhos de vidro. Meus braços se misturam com uma membrana de carne. Me estico. É possível voar? Sim! Nós todos podemos voar, este é um planeta muito grande para simplesmente caminharmos. Às vezes ele fala como um mentiroso. Eu o detesto. Meus pés são como minhas mãos, só que maiores. Você deseja cavar os túmulos com seus pés? Esse não é o ponto! A questão é que sou diferente. Que vivo num mundo diferente. Onde eles são como eu. Deixe- me viver a fantasia!
Me levaram para a sala de recuperação de memória. Fizeram um tratamento
intensivo.
Tema: quem é você?
Resultado: Você é Khaladesh! Você é Khaladesh! Você é Khaladesh!(...)
Tome estes remédios!
Não posso!
Tome estes remédios!
Não quero!
Resultado: há uma guerra acontecendo. Um inimigo misterioso destruiu tudo o que importa. Quem é tal inimigo? Uma legião de sadismo. Tudo o que é perverso neste mundo carrega o nome  Arcantsulyan. É preciso sentir ódio por Arcantsulyan! É necessário se proteger contra Arcantsulyan. Oremos aos deuses!  Será que não orei o bastante? Já não me lembro. Livrai-nos de Arcantsulyan!
Há dois Sóis em meu mundo! Há também um deserto. Um jovem caminha em direção à Thaeran'khur. Seus passos cambaleantes e exaustos seguem por dois dias inteiros pelas areias do deserto... Não há noite em Thaeran'khur. Um calor crepitante invade sua alma. Há calor em seus olhos. Há calor em suas mãos. Há calor em seus brônquios. O calor e a poeira espreitam sua angústia. Incidem sem avisar em sua esperança. Um calor tão horrível que faz curvar seu corpo em incomensurável e desesperada agonia. Nada mais importa. Seu lar já foi esquecido. Suas lembranças já são meros devaneios. O que lhe resta é apenas entregar-se para a iminente morte ou seguir caminhando até morrer. À sua frente há uma fronteira que divide a parte inabitável do restante do deserto: um local onde a radiação  dos Sóis transformou toda a extensão de  areia em puro vidro. Um local onde não ha como permanecer vivo. O jovem desesperado e quase inconsciente vê a luz refletida pela gigantesca camada vitrificada. Ele segue em direção à luz. Irá cruzar o limiar da consciência: adentra o deserto de vidro... Incineração fatal... Seu corpo se transforma em areia.  O que aconteceu depois? Ele deixou de ser. Sabe o que isso quer dizer? Quer dizer que já não é. Ele abriu caminho à todas as possibilidades. Seu corpo se fragmentou em pedaços infinitos e se misturou com os infinitos pedaços que ali haviam. Ele se tornou tudo o que existe. Ele é o deserto agora. Mas o deserto está se unificando. A luz está juntando os pedaços. Os grãos estão se tornando vidro. Reflita...
Você é Khaladesh. Membro da rebelião contra Arcantsulyan. Vive escondido nas florestas sobre- oceânicas do Oceano Yuregjorth. Sua mulher e suas crianças foram destroçadas. Você perdeu sua memória. Percebe o quão insano isso tudo parece? Você não está bem. Precisa se lembrar. Não posso me lembrar de nada. Lembre-se de sua família. Lembre-se de seu ódio por Arcantsulyan. Você deve se vingar. Você deve tomar os remédios. Você deve se juntar à rebelião novamente. Você deve se fixar no que é real. Você será espião em território inimigo. Você precisa perceber seus delírios. Você precisa descobrir o que é Arcantsulyan. Você precisa se lembrar quem você é.
Victor D López Dec 2018
Que tragedia es una vida malgastada,
persiguiendo lo que el orgullo pide,
a lo largo a veces uno lo percibe,
al ver cerca el final, lejos la entrada.

Nunca pensé ser yo quien destacaba,
Shakespeare en Macbeth cuando el describe,
la vida “sombra caminante” y la mide,
como “un cuento de un idiota . . . nada.”

Cuando se cerraron todos los portales,
que apuntaban a otros horizontes?
no me di cuenta, trepando por montes,
que no eran mas que tinieblas irreales.

Que ser honesto puede encontrar paz,
cuando la misma solo queda atrás?


A Wasted Life [English translation]

What a tragedy is a wasted life,
Chasing that which pride craves,
In time sometimes we come to realize,
When our entrance is far, the exit near.

I never thought it would apply to me,
When Shakespeare's Macbeth describes,
Life as a "walking shadow" and rates it,
A "tale told by an idiot . . . nothing."

When did all open doors close,
That led to other horizons?
I never noticed it, climbing mountains,
That were but insubstantial shadows.

What honest being can ever find peace,
Knowing it lies only in the past?
(C) 2018 Victor D. Lopez
luzes vermelhas e luzes azuis
parece até um filme do godard
a respiração lenta
primeiro uma faísca
eu tomo um gole da sua bebida
depois te engulo
minha boca queima na sua
mas eu não paro
gosto da ideia de ver meu mundo se acabar ali mesmo
tudo se acelera
as mãos e as pernas
o encontro do fogo e da água
até que a água começa a invadir todos os seus cantos
você se afasta
o vapor é sufocante e pesado
os olhos não conseguem se encontrar
"eu te ensino a nadar"
"é perigoso demais"
é perigoso demais
parece até que a gente não fala a mesma língua
mas ao menos nossas línguas
falam
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