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"solidariedade" poems
Nova Andradina, meu moinho Sua gente me recebeu com carinho Lembro-me de cada rua e praça Ali construí uma vida cheia de graça Domingos entre amigos e festas Passeios pelos seus rios e florestas Sábados aminados em seus bares Papeando com os tipos populares No caminho do trabalho aventuras garantidas Na “Escola Agrícola” se vai parte da minha vida Ali fiz amigos e tenho estudantes incríveis E aprendi com as mais situações horríveis Política, cultura, dia-dia e aventuras Aproximaram-me da vida dura Que esse povo forte e lutador Ostenta com graça e esplendor Aqui somente abri portas e janelas Aprendi o preço da liberdade Descobri a força da vida e da solidariedade Para sobreviver às contradições e querelas
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Jan 13, 2015
Jan 13, 2015 at 12:39 PM UTC
Nova Andradina, meu moinho
Como o mundo tem mudado a cada dia, tanto e tão depressa, fica cada vez mais difícil aprofundar qualquer assunto. Sobrepõem-se as promessas e os candidatos, mas a essência na procura de um lugar melhor está a afastar-se cada dia mais. Cada vez vamos sabendo mais sobre mais coisas, e cada vez mais estamos frágeis. Outrora falar publicamente de um assunto era uma arte de estudiosos e quem sabe, gente preparada para o fazer. Hoje todos têm o seu público e conseguimos até escolher a plateia. Existe uma falsa sensação de audiência, porque ela é oculta e rapidamente se divide em outras opiniões. Vejamos o que acontece diariamente na própria comunicação social. Como sabem ela divulga artigos com base em jornalismo, política, desporto e sobretudo em dinheiro. E por isso mesmo, podem não ser verdades absolutas. Perigosamente orientam também o seu rebanho e o conduzem à ordenha. Não creio que tudo isto deixe de ter um propósito tirânico, como acredito que estão no pleno controle da nossa vida, humana, social, religiosa e financeira. Uma cruzada polivalente do capitalismo que como em outros tempos, agora de outras formas comandam o leme, protegendo a sua estirpe desprovida de qualquer fé ou solidariedade. Têm certamente um propósito garantir a prosperidade dos quem comem há mesa tal e qual como na seia do senhor. Autor: António Benigno Código de autor: 2020121522541201
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Dec 16, 2020
Dec 16, 2020 at 2:57 AM UTC
DEUS DESISTIU DE NÓS? HUMANIDADE, É HORA